sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Resenha: "Entrega Total - O Caso Blackstone" (Raine Miller)


 Por Gabi: Oi pessoal, como vocês estão? Já leram o primeiro livro da série? Caso não tenham, confiram aqui a resenha e já adianto que se quiserem continuar a ler este humilde texto, encontrarão spoilers! 

Quando tinha 17 anos  Bryne foi estuprada por 3 garotos em uma festa quando estava bêbada e ainda gravaram toda a barbaridade. Para piorar (se é que tem como), um bandidos é filho de um importante político dos EUA, que tem grandes interesses no comando da Casa Branca. E o trauma dela não para por aí... mas o resto vocês descobrirão na leitura.... rs

Depois da morte de um congressista norte-americano, o pai de Bryne sente que a privacidade da filha esteja em perigo, que usem o que aconteceu à ela, o vídeo, nesses jogos de poder. Ele entra em contato com Ethan, um amigo que conheceu em jogo de pôquer há seis anos e que era um especialista em segurança em Londres para cuidar da segurança da filha. 

O grande problema é que Bryne descobriu de uma maneira péssima que o pai dela tinha contratado Ethan. Eles estavam dando um louco amasso no escritório dele, quando em um telefonema no viva voz surge justo o pai de Bryne tirando satisfação a respeito do seu envolvimento a filha. Mas quando ela descobre que o cara em quem tinha confiado, o qual admirava sua sinceridade, havia omitido essa informação, ela sentiu-se traída e achou que tinha se aproximado dela exclusivamente por trabalho, além de que Bryne ainda morria de medo que ele tivesse visto o vídeo e se descobrisse tudo não quisesse mais nada com ela. 
Tentei me manter afastado e deixar você seguir com a sua vida, mas não consegui. Me senti atraído por você desde a primeira vez em que vi seu retrato. Precisava te conhecer. E depois, ficar com você. Ter você me olhando e realmente me vendo. Agora, sei que me apaixonei. Me apaixonei por uma linda garota americana. Você, Brynne.
A confusão da história não termina por aí, muito pelo contrário. Bryne começa a sofrer ameaças misteriosas, o que deixa Ethan louco, já que ele precisa de usar todos os recursos que possui para protegê-la e também tentar reconquistar sua confiança para voltarem a ficar juntos. Todo o jogo de interesses e política por trás disso tudo, deixa um ar de mistério intrigante por trás do romance hot.

Para os que já leram o primeiro volume, vale super a pena continuar a acompanhar "O caso Blackstone", porque as coisas ficam muito mais elétricas e agitadas lá pro terceiro volume. Mas isso já é um papo pra depois, né? :)

- Vou Bryne - dei os dois passos que aind nos afastavam e a puxei para perto. Ela se aninhou em meus braços e encostou o rosto no meu peito. - Vou estar aqui em todos os passos do caminho, para tomar conta de você. entrega total, lembra? 
Brynne se esgueirou para fora do banheiro completamente nua, com um olhar que já tinha visto antes. Um olhar que dizia eu quero sexo e eu quero AGORA.— Brynne, que é que houve?— Acho que você sabe — respondeu com uma voz sensual e subiu em cima de mim. Com os cabelos caídos no ombro, ela me encarou, como uma deusa do sexo prestes a me devorar.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Resenha: “Livro para Colorir - Arteterapia” (Obras da artista plástica Viviane Mendes)

*Por Mary*: Olá, meus preciosos!

Então, hoje vos trago uma resenha diferente.

Quando recebi este livro da Editora Idea, fiquei me perguntando como resenhar um livro de colorir. Com isso em mente, busquei uma maneira ágil de falar sobre as minhas impressões a respeito do livro, com o fim de não ficar repetitivo, chato.

A princípio, foi necessário estabelecer outros parâmetros de análise: folha, desenhos, traços e essas coisas. E, depois, me ocorreu que talvez seria interessante fazer um vídeo, porque, por mais que eu explique e mostre fotos, vocês terão uma ideia mais ampla vendo as páginas sem a interferência de luz e flash.

Contudo, não tenho habilidade nenhuma com gravação e edição de vídeos, de modo que peço a paciência e condescendência de vocês por conta do meu amadorismo. Feito? Pois aqui vai o vídeo:


Particularmente, devo confessar que fiquei muito apaixonada pelas mandalas, mas há uma variedade bem grande de desenhos, para todos os gostos e tamanhos.



 





O Livro para Colorir – Artetarapia é uma boa obra para quem busca diversidade, uma vez que ele não é temático. Você vai encontrar gatos, santos, divindades indianas, abstratos, mandalas e por aí vai.

 

 

 




Mas para quem tem preferência por colorir determinados tipos de desenhos, talvez essa variedade de opções não seja uma boa pedida. Por exemplo, conheço gente que não curte pintar desenhos pequeninhos, enquanto outros se irritam com desenhos que tenham espaços muito grandes. Por outro lado, para quem não gosta de mesmice e/ou desconhece sua preferência, vai adorar esta alternativa.



Adquira o seu clicando aqui.


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Resenha: “Problemas à Vista” (Rachel Gibson)

*Por Mary*: Olaaaaaaaaaar, sociedade!

Devo reconhecer que, quando recebi este livro da Editora Pandorga, saí dançando vergonhosamente pela casa. Por sorte, não tive muitas testemunhas. Seria constrangedor.

Como eu amo a Rachel Gibson!

Vocês sabem, ela faz parte do meu rol de escritores que incitam fangirlismos. É impossível ser imparcial com relação a ela.

Problemas à Vista segue o universo de Simplesmente Irresistível. Não, não se engane pensando que se trata de algum tipo de continuação. Não é. São dois livros que não se interligam e que, inclusive, podem ser lidos independentemente do outro, sem que isso influa na compreensão da história.

- Eu menti para você.
Ela o olhou por cima do ombro.
- Você não aceitou o emprego com os Chinooks?
- Não... Sim! – Ele balançou a cabeça. – Eu menti antes disso.
- Sobre a casa?
- Eu menti quando disse que você não significava nada para mim. Menti quando disse que não a amava.

Chelsea é uma atriz cuja carreira não decolou. Em seu currículo constam inúmeros comerciais de pouca expressividade, figuração e breves participações em filmes de terror classe B. Com alguma experiência como assistente pessoal de celebridades, Chelsea assume a missão de assistir a estrela acidentada do hóquei, Mark Bressler – que é mencionado algumas vezes em Simplesmente Irresistível.

Mark também não está vivendo seu melhor momento. Abandonado pela esposa interesseira – que o trocou por um velhote milionário – Mark sofre um acidente que o obriga a se afastar das pistas de gelo justo antes de conquistar o seu maior momento de glória: a Copa Stanley. Sendo um cara acostumado à dor e que prefere se virar sozinho, dá um jeito de expulsar todas as enfermeiras enviadas por seu time, o Seattle Chinooks.

Até chegar Chelsea. Um mulherão em tamanho miniatura, irritante, intrometida e controladora. Da implicância mútua nasce uma parceria inesperada.
- Você normalmente se senta e pensa em várias formas de ser uma pessoa difícil ou é apenas um reflexo natural? Como respirar?
Ele colocou os óculos espelhados na parte de cima do nariz.
- Pensei que estava sendo agradável hoje.
- Sério?
- Sim. – Ele deu de ombros.
Ela balançou a cabeça.
- Não reparei.
Rachel Gibson domina como ninguém a arte de criar personagens aparentemente rasos, mas que demonstram no decorrer da trama um quê de verossimilhança, os tornando únicos. São pessoas que se escondem por baixo da carapaça de futilidade e encontram nessa sobreposição de camadas uma forma de se protegerem do mundo. Estas pessoas podem, facilmente, ser nós mesmos, pessoas normais sob uma armadura brilhante que irá nos defender da rejeição ou nos proteger das demais decepções diárias.

Aliás, por falar em habilidade, a Rachel arrasa ao abordar a questão dos pré-julgamentos que inconscientemente fazemos em relação a pessoas que não conhecemos bem. Tenho certeza que devo ter comentado isso nas resenhas anteriores que fiz sobre livros dessa autora, quanto a como ela é capaz de trazer à tona o modo como tendemos a julgar as pessoas sem as conhecermos realmente, seja por sua profissão, estilo ou aparência física. 
Durante o mês seguinte, passou a vê-lo como algo distante. Algo que ansiava como brownie e sorvete. Algo que seria ruim para ela. Mas quanto mais dizia a si mesma que não poderia tê-lo, mais parecia querer, nem que fosse uma mordida. E, assim como acontecia com brownie e sorvete, ela sabia que jamais deveria se permitir, pois uma mordida não seria suficiente. Uma mordida levaria a duas. Duas levaria a três. Três a quatro, até que se deleitaria com a coisa toda e não haveria nada mais que um arrependimento e uma dor de estômago.
Com seu característico humor inteligente, Rachel Gibson nos apresenta personagens apaixonantemente divertidos e, como tece tramas com poucos personagens, administra bem os núcleos, dando um ar de intimidade, de simplicidade à sua obra.

Para quem estiver com saudade de John, Georgeanne, Hugh e Mae, eles aparecem muito brevemente em Problemas à Vista. Não dá para matar a saudade, contudo. E também não foi de interesse da autora nos saciar deles. Porém, adorei “vê-los”, mesmo que tão brevemente. Senti como se reencontrasse velhos amigos. Sensação doida, né?

Bom, não preciso nem dizer que indico imensamente a Rachel Gibson, todo e qualquer livro dela. Sou suspeitíssima! Sendo assim, se você quer amor, diversão, humor, erotismo... este é o livro certo para você! 
Seus dedos deslizaram sobre a superfície lisa, enquanto sentia o corpo vivo, feliz. Não havia como voltar para aqueles dias em que ela achava que ele era um idiota colossal. Muito tarde. Amava tudo que dizia respeito a ele. Amava o som de sua voz e sua risada. Amava seu cheiro e o toque de sua mão no braço dela ou na parte mais baixa de suas costas. Amava como se sentia quando ele a olhava ou simplesmente entrava em uma sala. Amava saber que sua aparência dura guardava um coração terno.

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Resenha: “Muito Mais que 5inco Minutos” (Kéfera Buchmann)

Por Kleris: Após Bienal do Livro de 2015, se você não sabe quem é Kéfera, atualize-se e rápido. Ao contrário de críticas e polêmicas, Buchmann representou e muito no maior evento literário do país, reconheçamos. Quantos não leitores você já trouxe para a leitura só esse ano? Pois é, duvido chegar na marca dela.

Como foi comentado nesta matéria, sucessos do youtube são sucessos por alguma razão e mostrar a história dessas pessoas é como qualquer outra: ela está lá, independente do que é capturado pela câmera e do gosto geral das pessoas. Todos temos uma história – no caso de Kéfera, coloque aí uns causos. Mas deixemos essas questões de fenômenos de lado.

Em Muito Mais que 5inco Minutos temos um retrato do espírito zombeteiro e zoeira que é Kéfera. Ê menina peidada da cabeça! De ponta a ponta, o livro traz uma porção de causos, daqueles que todo mundo meio que coleciona na vida (inevitavelmente) – e diz que vai escrever em um livro – e, por ser tão comum, é fácil se identificar: ser criança, ser (ou não) criativo, ir pra escola e lá passar basicamente os piores momentos da sua vida, ficar perdido, ter inúmeras dúvidas, aprender no erro e etc, etc.

Não conheci Kéfera há muito tempo, e, como todo mundo, só aquelas histórias que ela conta em 5inco minutinhos. Toda aquela confiança, esperteza, loucura, hiperatividade, imaginava eu ser algo que fazia parte dela há muitos anos... E não, não é bem assim – e quando se trata de primeiras impressões, não é bem assim com quase ninguém. Nos cinco minutinhos que aqui se prolongam, Kéfera traz pontos comuns da vida jovem e não é tão nonsense quanto se costuma pensar. Na verdade, há muitos alertas e dicas, daqueles que gostaríamos de saber quando éramos crianças sem perspectivas. 
Não estou dizendo que a escola é uma coisa inútil. Muito pelo contrário. Lá você vai aprender lições importantes até mesmo para construção do seu caráter e da sua personalidade. Também pode, quem sabe, descobrir qual a sua vocação :) 
Lógico, tudo tem limites e, caso um dia esteja sendo julgada em um tribunal (o que não é exatamente o que espero pra mim, mas enfim...), não serei louca de mandar a juíza tomar lá naquele lugar. Acho que ninguém seria louco a esse ponto (pensando bem, algumas pessoas, não sei não...), mas o exemplo extremo é para deixar bem clara a diferença entre agir com originalidade e fazer a mesma coisa abandonando o bom senso.
Direta e indiretamente, ela faz colocações sobre os temas com que mais tem a ver, guardando sempre essa vibe transloucada, e ainda assim, consciente – e isso tanto para os assuntos sérios quanto para os menos sérios. Com certeza você encontra umas situações bem cotidianas, outras razoáveis, umas alarmantes e umas bem HAHAHA MEU DEUS, KÉFERA (vide últimos capítulos – ATENÇÃO NA PÁGINA 132).

Enfim, tem muita besteira, e besteira da boa, rondando basicamente dos 5 aos 20 anos da moça, antes de seu estrelato. A gente já acredita que a vida é uma saga, mas Kéfera, ela mostra como alguns clichês permanecem vivos por aí – e lascando com todo mundo. Buchmann agora é desinibida, então acho que há sempre a esperança de uma reviravolta por aí. Ninguém precisa ser sempre uma extraordinária, peculiar e super heroína pra uma grande realização. 
Não demorou muito para o pessoal da minha classe me escolher como objeto de zoeira. E em pouco tempo eu já odiava a escola inteira e vice-versa. Sempre fui o tipo de garota que atrai treta. Talvez fosse porque eu fazia muita besteira.
A edição também não fica atrás. Já conhecia o primor da Paralela e mais uma vez fizeram um ótimo trabalho – tem Vilma pra todo mundo! Mara para o fandom, mara para o jovem leitor. Vocês nem vão sentir o quanto as páginas vão passar rápido.




(clique em cima para melhor visualização)
Kéfera, com certeza, é produto do seu enorme talento e da capacidade inesgotável de criar. Sempre focada nas pessoas, em emoções, na ressonância de sua comunicação inteligente, dinâmica e atual, que tão bem reflete o estilo de ação no mundo da internet. (Prefácio fofo)

 
(clique em cima para melhor visualização)

E para os costumeiros haters - haters gonna hate, a melhor expressão para esse livro é aquela que o Chandler (Friends) fala em uma peça publicitária quando tenta vender um tênis/patins (S09xE15): Inadequado para adultos. Ou seja, se você não é um jovem dessa era de conteúdo, não vai curtir tanto quanto um.
  
P.S.: Vale MUITO esse vídeo sobre livros de youtubers e preconceitos envolvidos, do Cabine Literária.


Se já leu ou tem interesse, fala aí nos comentários o que você acha :) VLW, FLW.

Até a próxima! 




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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Resenha: “A vida peculiar de um carteiro solitário” (Denis Thériault)


Tradução de Daniela P.B. Dias

Por Kleris: Sabe aquela história de que é nos frascos menores que estão as melhores fragrâncias? É neste pequeno romance e na vida peculiar deste carteiro que temos um livro incrível. Pensar nele me faz lembrar também daqueles achados (ou perdidos) que se concentram embrenhados em confins de bibliotecas e que guardam enredos extraordinários como pequenos segredos, esperando só um leitor topar ali, sem querer – pode-se dizer que topei sem querer, afinal, foi um presente ^.^ 
Bilodo se sentia fazendo parte da vida do bairro, e considerava que tinha um papel discreto, porém essencial nela. Para ele, entregar a correspondência era uma missão a ser cumprida conscienciosamente, sabendo que assim estava contribuindo para a manutenção da ordem universal das coisas. Ele não tinha vontade de trocar de vida com ninguém no mundo. Exceto, talvez, com outro carteiro.

Bilodo é um jovem carteiro humilde, sem muitas pretensões e de vida pacata. Enquanto uns são mais propensos a sair para noitadas, Bilodo tem ooooutros interesses, e seu trabalho é certeiro para alimentar um vício secreto: espionar e ler correspondências das pessoas e conhecê-las pelo que escrevem – ele captura as cartas antes de chegarem ao destino e depois devolve, entregando aos de fato destinatários. Esse vício o levou para outro, de stalkear correspondências de dadas pessoas. Nisso, Bilodo acabou se apaixonando por Ségolène. Quer dizer, pelos haicais que esta trocava em correspondências com um homem, que morava na cidade de Bilodo. Com o tempo, quanto mais ele alimenta esse vício, mais barreiras ele se vê tendo que transgredir.

O destino então lhe reserva uma reviravolta que ou findaria seus pequenos crimes contra correspondências alheias ou lhe obrigaria a tomar uma decisão drástica para conseguir manter esse vício. Eis a tragédia: quando o homem com quem Ségolène trocava cartas foi postar a nova correspondência, ele foi atropelado pelo veículo dos correios, onde Bilodo estava. O tal homem, Grandpé, morre ali mesmo e a carta é engolida pelo esgoto por conta do rio que se formou no temporal que caía. E agora, como receber mais cartas de Ségolène? Como matar aquela ansiedade por seus haicais? Como se conectar a essa mulher? Como dar continuidade a essa... paixão? 
Montanhas austeras
em segredo esperam
serem enfim conquistadas

Ostentam bravura
em roupas contra avalanche –
mas no fundo, frágeis
Haicai/’haicai:/ sm. (pl. – AIS) 1. pequeno poema japonês composto por três versos, em geral com 17 sílabas, tratando muitas vezes de temas da natureza. 2. uma imitação dessa forma poética em outros idiomas. [F:Do jap. haiku]
A vida peculiar de um carteiro solitário fala de fascínios. Resgatando as correspondências, Denis coloca as cartas como as verdadeiras e perdidas almas de uma comunicação que ficou para trás. Quem, afinal, ainda escreve à mão? E cartas? E troca regularmente? E nelas brinca com as palavras, com a vida? Os fascínios aqui transitam desde o fato de escrever cursivas #aletradaspessoas às poesias que as letras e sons e o imaginário podem formar. Agora imagina uma pessoa que é fascinada pelo fascínio dos outros (eu): fiquei apenas APAIXONADA por como o autor descreve, insere e encaixa as construções artísticas nessa trama beeeem peculiar. 
Bilodo geralmente almoçava no Madelinot, um restaurante que não ficava muito longe da Central de Triagem, e, depois da sobremesa, passava um tempo praticando caligrafia – a arte da bela escrita manual, que havia adotado como hobby. [...]
Os colegas de Bilodo nos Correios não entendiam. Quando o bando barulhento adentrava o Madelinot, na hora do almoço, zombavam dos seus esforços caligráficos, chamando-os de garranchos. Bilodo não se ofendia, porque afinal aqueles eram seus amigos, e também porque, se tinham culpa de algo, era apenas de serem ignorantes mesmo. À exceção de uma pessoa informada, ou um entusiasta devotado àquela arte como ele próprio, quem iria saber apreciar a beleza sutil de um traço de caneta, o equilíbrio delicado de proporções de uma linha bem-traçada?  
Muito mais atraentes, sem dúvida, eram as cartas das outras pessoas. Cartas de verdade, escritas por pessoas de verdade que preferiam o ato sensorial de escrever à mão e a expectativa deliciosamente lânguida de aguardar pela resposta à frieza reptiliana dos teclados e à instantaneidade da internet [...].

capa com envelope fechado
A escrita de Denis é uma poesia em prosa e uma prosa em poesia. Já mencionei em algum post por aqui que AMO metaficção e que é um tema de difícil escrita, pois segurar e amarrar a história como deve ser ou se intenta, é bem complicado, é um delinear de camadas de enredos. Para as camadas que envolvem em A vida peculiar, o autor se saiu muito bem, muito ambicioso. Foi deliciosamente singelo e simplório (que me fez amar mais ainda!). 
Os poemas de Ségolène, por mais que fossem muito diferentes entre si, tinham todos a mesma forma, sempre com três versos: dois com cinco e um com sete sílabas, somando sempre dezessete sílabas – nem mais, nem menos. Sempre a mesma estrutura misteriosa, como se fossem regidos por um código.

capa com envelope aberto
Por tratar-se justo de uma escrita sobre escrita, imaginei que a leitura fosse se mostrar lenta, mas não, ela flui bem rápida e, com 128 páginas, é para uma sentada só. Parece um filme francês, aliás (quero filme já!). Você não encontra muita ação na história, porém, tem umas reviravoltas magníficas. Com pitadas de mistério e suspense, que a verdade seja dita: Denis prega várias peças na gente. Uma preciosidade só!

Para derrubar o forninho de vez, o projeto gráfico do livro é liiiiiiindo demais. A capa é em formato de carta (com um segredo para se espiar) e seus versos têm ilustrações com selos, a diagramação é permeada de carimbos, selos e flores, e como não falar das poesias e haicais? Igualmente bem trabalhados. 

Este é o segundo romance deste autor canadense e estou doida para conhecer o primeiro, que foi muito premiado (mas acho que ainda não chegou por aqui =/). Como veem, curti bastante e sim, shippei muito. Vou parar por aqui se não entro nos méritos das jogadas do destino e do tempo.


Magnifique! Admirable!

Segurem aí o meu recomendadíííííííííííííííííííííííííííííííííííííssimo!

Até a próxima!


P.S.: Acho que Bilodo piraria se visse o insta e/ou o livro do Eu me chamo Antônio ;)


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Resenha Especial: “A Sereia” (Kiera Cass)


Por Kleris: Acho que todo mundo que leu algum livro da Kiera Cass já ficou curioso e desejoso sobre o livro The Siren que costumava aparecer na nota de orelha da Série A Seleção. Após 6 anos da publicação lá fora, Kiera teve a oportunidade de retrabalhar esta singular história e agora a Seguinte nos presenteia com sua edição (linda!). Como segurar os FEELS depois dessa, né? Ainda mais que aqui no Dear Book recebemos a confiança e a prova antecipada da editora. Pois bem, cá estou para contar sobre essa leitura. 
As garotas que vocês estão prestes a conhecer aqui [...] são apenas jovens comuns que se depararam com uma irmandade misteriosa. O que mais gosto nessas garotas é que, apesar de serem sobrenaturais em muitos aspectos, ainda são muito vulneráveis em outros. O coração delas é bem frágil, e a capacidade de amarem umas às outras (e algumas pessoas que talvez não devessem) foi o que mais me comoveu quando decidi escrever tudo isto.
Kiera Cass

Kahlen foi a única que sobreviveu ao naufrágio do barco da família, salva pela Água, uma espécie de ser poderoso, que a detém como serva. Kahlen, junto das outras irmãs sereias, deve ajudá-la a saciar sua fome e faz isso cantando para humanos, elas os atraem para que se afoguem. A sentença das sereias é servir por cem anos e então ter sua vida de volta – com todo um apagamento de memória. Ser sereia é, assim, parar no seu tempo e se dedicar à Água. Não pode se envolver com humanos, tampouco falar com eles, pois o menor som de uma voz de sereia faz com que eles entrem em transe e siga para o mar. E ninguém quer matar mais que o necessário...

As meninas sereias têm basicamente três vidas: a comum nossa, a vida de sereia, e a volta à comum, totalmente desligada das anteriores. Por todos os anos de sentença, elas sonham, fazem planos, se ocupam, cumprem suas missões, mas é difícil lidar com o fardo de assassinar pessoas – mesmo que para o bem de outras. Dentre as irmãs, Kahlen parece ser a que mais sofre, pois ela não consegue não se conectar às vidas daqueles que tira. É por isso que o tom da trama é melancólico, pois é Kahlen quem nos conta essa história.

Já com 80 anos de sentença e tão próxima do fim, ela traz uma alma cansada e torturada. Não que suas irmãs Miaka, Elizabeth ou Aisling não sentissem o mesmo peso, mas Kahlen é aquela que mais transparece o quanto se deixa abater. Apesar de tão obediente, ela não consegue abraçar essa vida. Ser imortal, ter uma beleza mítica, viver entre os humanos (elas não tem uma cauda de fato), nada a conforta – às vezes nem mesmo o amor das irmãs, igualmente presas. Como uma depressiva tentando melhorar sua situação, Kahlen vivia um dia de cada vez. Em um desses dias foi que ela experimentou baixar a guarda, se apaixonar e viver como uma garota normal... o que mudou todo o curso de sua sentença.

Respira. Uau, Kiera, por essa eu não esperava... Por vários momentos eu só queria poder te dar um apertado e demorado abraço. Posso?
— [...] Mas também se resume ao que você é.
— Uma sereia? — perguntei, embora parecesse óbvio.
— Não. Minha. 

Em A Sereia, Cass traz o mítico e mergulha no sentimento humano com tamanha delicadeza. Ao concentrar suas ações no amor, no genuíno amor, mesmo com todas as chances contra, Kiera mostra que há sempre espaço para ele e isso é e deve ser libertador. Embora esse ideal tenha um pé de clichê, é como ela escreve e como descreve essa força interior que vemos que nada há de superficial nessa história. Muito pelo contrário, é tocante. Mas também envolve todo um pesar.

É, afinal, uma vida sem liberdade e de poucas escolhas. É como ser espiã, ter as complicadas missões, segredos e não poder falhar nunca, sob a promessa de ser eliminada. E ainda assim há uma centelha que sempre move os corações e não só o de Kahlen está nesse dilema.
Aisling apontou para o colégio interno, indicando a porta que poderíamos usar. A escola até que era bem bonita, com paredes brancas e janelas altas. Algumas garotas de uniforme estavam sentadas nos degraus, enfrentando o frio com copos de sidra quente, e imaginei Aisling naquele mesmo lugar, rindo com as amigas. Esperava que ela nunca ficasse triste por acordar sem lembranças.
— A noite está bonita. Você não podia ter escolhido uma melhor para se perder. Quer dizer, olha só a lua. Noite perfeita para se perder, não acha?

Há momentos, claro, mais suaves, ingênuos, fraternais, esperançosos, descontraídos... é com Akinli que Kahlen sorri verdadeiramente para a vida e é com as suas irmãs que ela encontra forças para não transformar a sentença na tortura da alma. Apesar dos pontos comuns quando se trata de romance, Kiera soube medir bem para não ficar aquela impressão de amor bobo ou de família forçada. Me impressionou que ela não seguiu o caminho fácil.  

Me impressionou também o encanto que é o universo da trama. Como mencionado, as sereias não têm propriamente uma cauda, elas são garotas normais que têm suas belezas afloradas para atrair. O toque da autora ao mito foi bem mais sutil, pois se detém mesmo à “irmandade misteriosa”, o que conferiu à trama poucas reviravoltas e poucos picos de ação – e nem por isso uma lentidão. Fico feliz que a Kiera pôde retrabalhar este livro, pois além de uma extraordinária história, vi uma autora mais amadurecida.
— Você é muito determinada. Um dia, vai encontrar alguma coisa para investir toda essa energia, e então ninguém vai poder te deter. Mesmo agora, numa função que não te dá alegria nenhuma, você cumpre o seu dever com zelo, porque só consegue agir assim. Há um quê de beleza nisso, Kahlen. 

Vale dizer ainda que Kiera tem mesmo um apego pela arte, pela comida (bolos) e vestidos! São com certeza momentos para aquecer o coração. Por outro lado, quem não se sente confortável com leituras melancólicas, talvez não se agrade muito em acompanhar a história de Kahlen, pois a vulnerabilidade salta das páginas.

Não posso deixar de mencionar o primor da Editora Seguinte nesta edição <333 Apesar de não ter a versão final em mãos, o trabalho deles tá bem show e delicado. Traz uma cartinha da autora para nós, leitores brasileiros, e essa capa <33333 vem direto da Bahia! E para quem não sabe, A Sereia é volume único, com nenhuma ligação (afora os traços da autora, claro) com a Série A Seleção.

Recomendo! Já deixo meu abraço a você, leitor, que logo for mergulhar nessa história. Não deixe de voltar aqui e comentar suas impressões. Enquanto isso, ouça um trechinho do canto das sereias (via Epic Reads) e, por favor, não entrem no mar! 

“Com um livro sobre sereias, TINHA que ter uma música. 
Ouça abaixo (link). Notícias logo mais! #ASereia” 
Os livros eram um porto seguro, um mundo separado do meu. Não importava o que acontecesse naquele dia, naquele ano, sempre existia uma história de alguém que havia superado seu momento mais sombrio. Eu não estava só. 

O livro está em pré-venda: na Cultura, na Saraiva e na Submarino. O lançamento oficial é dia 26/jan.


Até a próxima!

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sábado, 16 de janeiro de 2016

#Promo Virada de Ano Dear Book [Resultado]






Oi minha gente! É final de ano, é tempo de férias e é tempo de ganhar livros e mimos literários! UHUUULLL o/ Nada mais lindo que começar o ano com o pé direito, né? 

Dois de nossos resenhistas tinham livros disponíveis para sorteio e duas autoras super fofas estão colaborando com algumas fofuras para vocês. É fácil, rápido e indolor! Cruzem os dedos e boa sorte!






CONFIRA AS REGRAS GERAIS :


  • O sorteio vai ser feito pela nossa velha companheira, a ferramenta Rafflecopter; 
  • O sorteio será de 18/12/2015 até 15/01/2016; 
  • Serão 2 sorteados, sendo assim distribuídos os prêmios:
1º sorteado:
- 1 Livro Star Wars: Estrelas Perdidas - Jornada para Star Wars: O Despertar da Força (Claudia Gray) _ Editora Seguinte - Companhia das Letras
- 1 Livro A Odisseia de Tibor Lobato: O Oitavo Vilarejo #01 (Gustavo Rosseb) _ Editora Jangada - Grupo Editorial Pensamento

2º sorteado:
- 1 bottom espelhinho de Inverso (Karen Alvares)
- 2 marcadores de Inverso (Karen Alvares)
- 2 marcadores de Alameda dos Pesadelos (Karen Alvares)
- 2 marcadores Lagoena: O Portal dos Desejos (Laísa Couto)
- 1 mapa de Lagoena: O Portal dos Desejos (Laísa Couto)

 


 


  • O envio dos livros será feito por colaboradores do blog, o Eliel com Star Wars - Estrelas Perdidas e Marianne com A Odisseia de Tibor Lobato). Os mimos do segundo sorteado serão enviados por autoras parceiras, Karen Alvares e Laísa Couto;
  • Entraremos em contato pelo e-mail de cadastro para receber informações de envio. Certifique-se de deixar nome e email. O prazo é de 3 dias para resposta, caso contrário realizaremos outro sorteio;
  • É preciso ter endereço de entrega no Brasil.



RESULTADO

Gente, fizemos o sorteio pela plataforma e a primeira pessoa sorteada não cumpria as regras, infelizmente. Sendo assim, surgiram duas sortudas que estavam com tudo ok! PARABÉENS, MENINAS!! Entraremos em contato com vocês pelo email que já deixaram registrado no cadastro. :)

1ª sorteada: Rianne Ramos
2ª sorteada: Bruna Costenaro



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[Novidades] Renovação de parceria - Editora LeYa!



Renovamos com a Editora LeYa!!! A Editora que tem uma das séries mais valiosas do mundo, A Guerra dos Tronos, e muitos outros livros fantásticos que rodam o mundo. Para conhecer mais sobre a Editora LeYa  Clique Aqui

A Editora Leya tem uma das maiores séries de sucesso mundial, A Guerra Dos Tronos, que ate virou série, e muitos outros livros fantásticos para todos os gostos e idades. Além de ser uma editora maravilhosa, eles lançaram um evento que que se chama LeYa na Praça (#LeYaNaPraça). Vai funcionara assim, na ultima sexta-feira do mês, e pelas redes sociais da Leya, eles informarão por meio de pistas o local e o horário que estarão eles vão distribuir livros, mas apenas Um por pessoa, de acordo com a disponibilidade no estoque. Afinal quem não quer achar uma praça cheia de livros?! Essa ideia é promover a leitura para todos e ao ar livre, experimentando novas coisas. É uma ação que muitas pessoas vão adorar.

A editora LeYa está cheia de novidades neste começo de 2016, escritores muito bons e histórias fantásticas que vai que fazer pirar, que saber? Então venham comigo nesta onda ou melhor tsunami de lançamentos e livros já lançados pela Editora!


 - LANÇAMENTOS:

A torre - Danny O´Malley

“Querida você, o corpo que está usando costumava ser meu...” Assim começa a carta que acabou de encontrar no bolso do casaco. Encharcada pela tempestade que cai sobre o parque, ela ainda não sabe por que está cercada de cadáveres. Muito menos por que todos usam luvas de látex. Sem escolha, ela decide seguir as orientações deixadas nessa carta e encontra outras duas. Uma carta leva a outra e mais outra, e assim ela descobre seu nome: Myfanwy Thomas. E ainda que seja uma Torre – uma agente secreta de alto escalão que trabalha para uma organização do Império Britânico responsável por combater eventos sobrenaturais. Mas há um traidor nessa organização. Um traidor que a quer ver morta. E que logo perceberá que Myfanwy ainda está viva. E sem memória. Enquanto luta para salvar sua vida, Myfanwy conhece pessoas misteriosas: um homem com quatro corpos, uma aristocrata que pode entrar em seus sonhos, crianças que se transformam em guerreiros mortais e uma conspiração que vai muito além do que poderia imaginar. Com personagens fascinantes e uma narrativa repleta de ação e rica em detalhes, este livro é um suspense fantástico que marca a estréia de Daniel O’Malley como autor.

Radical - MaajidNawaz
Na língua inglesa, a palavra radical é usada quando se quer falar de algo extremo. Nas línguas latinas, pode, também, significar raiz, origem. Em Radical, lançamento da LeYa, Maajid Nawaz faz uso dos dois significados, para descrever quem ele foi e quem ele agora é: ex-líder de uma organização islâmica fundamentalista, Nawaz agora está na linha de frente de uma missão pessoal para desvincular o Islamismo da severa ideologia politizada que ele outrora seguiu fielmente.






Nova York para amantes de cinema - Barbara Boespflug e Beatrice Billon


Ao longo da história do cinema, cineastas renomados usaram a cosmopolita cidade de Nova York como pano de fundo para suas histórias. Muitas vezes, as locações escolhidas foram tão essenciais aos filmes que os lugares ficaram famosos no mundo todo. Quem não gostaria de visitar o Hotel Edison, palco de reviravoltas em O poderoso chefão? Ou de saborear um brunch no Bubby’s, onde Anne Hathaway comemora seu novo emprego no filme O diabo veste Prada? Ou de pedir o mesmo prato de Meg Ryan no Katz’sDelicatessen em Harry e Sally: feitos um para o outro? Nova York para amantes de cinema: um guia de endereços que inspiraram grandes filmes lançamento da Casa da Palavra, é um roteiro não só para os fãs da sétima arte, como também para quem quer conhecer a cidade e seus cenários que embalaram grandes clássicos.



A vida louca da MPB - Ismael Caneppele


Entre muitos comentários e olhares sobre a música popular brasileira, poucos atentam para a loucura de suas histórias. Buscando os detalhes pouco conhecidos das vidas conturbadas de artistas como Noel Rosa, Cazuza, Maysa e Vinicius de Moraes, este livro abre as portas para o lado obscuro, excêntrico e por vezes engraçado das vidas de dezessete figuras que não contemplaram qualquer barreira entre a música e o vício, que mergulharam de cabeça na vida e perpetuaram um testemunho tatuado em cifras que ainda não desapareceram de nossos ouvidos, mesmo depois de mortos.



O Trono do Sol vol. 3 - A magia da aurora - (S. L. Farrell)
Quinze anos após os acontecimentos de A magia do anoitecer,
Nessântico está prestes a viver seu momento mais sombrio. A atual ocupante do Trono do Sol, a kraljicaAllesandra se vê obrigada a engolir o orgulho e ceder o poder para o filho expatriado Jan - o hïrzg de Firenzcia e seu rival político - agora que a cidade está outra vez sob a ameaça dos tehuantinos, o mesmo inimigo que deixou um rastro de destruição sem precedentes pelo reino, há mais de uma década. Allesandra precisa 
Das tropas de Jan, mas talvez a salvação da cidade também dependa da revolucionária experimentação científica realizada por Varina, agora líder dos numetodos, os hereges que provocaram um cisma na Fé de Concénzia. No encerramento de O Ciclo Nessântico, S. L. Farrell amarra as tramas iniciadas em A magia da alvorada e dá destino aos vários personagens que elaborou tão bem em três volumes marcados por uma rica construção de mundo, grandes batalhas mágicas e intrigas palacianas maquiavélicas, que arrebataram os fãs de literatura de fantástica.

Gostaram dos lançamentos? Bom acho que vi um ali que quero na minha estante! XD
Vou mostrar-lhes alguns que já foram lançados, e está cada vez melhor a listinha!

OUTROS TÍTULOS JÁ ADQUIRIDOS PELA EDITORA:

Sonho Febril, de George R. R. Martin












 A Guerra dos Tronos HQ - Vol. 4, de George R. R. Martin












ALMAQUE JEDI - Guia do universo Star Wars feito por fãs para fãs, de Brian Moura e Henrique Granado

Estes são alguns, bem pouquinhos que mostrei, mas vocês podem  Clicar Aqui e ver todo o catálogo que está cheio de novidades e histórias fantásticas. Afinal, uma editora que promove um evento para ler na praça e levar um livro, não é de surpreender que terá livros maravilhosos.

Querem reler resenhas nossas da Editora LeYa? 
Vejam estes:

Os Corvos – George Dawes Green
Resenha: Os Corvos

A guerra dos tronos (graphic novel) – vol.1 - George R.R. Martin Resenha: A Guerra dos Tronos - Vol. 1

A guerra dos tronos (graphic novel) – vol.2 - George R.R. Martin


E ai leitores, quais lançamentos vocês mais esperam da Editora LeYa? 
Use #dearbookbr

Clarissa Silva
Equipe Dear Book

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