sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Resenha: "Céu sem Estrelas" (Iris Figueiredo)

Esta resenha pode ser encontrada também em O Clube da Meia Noite

Sinopse: Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento. 

Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

Por Ili Bandeira: Na história, iremos conhecer a Cecília, uma garota inteligente e um pouco gordinha que não aceita bem o seu corpo. Cecilia tem alguns problemas familiares e de auto-estima, os quais a  levam a ter medos e incertezas. A jovem está fazendo 18 anos, mas esse dia não está nada fácil. Ela perdeu o emprego, brigou com a mãe e foi expulsa de casa.

Sem ter onde morar, Cecília vai passar um tempo na casa de sua melhor amiga, Iasmin. A garota agora terá que conviver com o irmão de Iasmin todos os dias. A questão é: Cecília nutre um sentimento platônico por Bernardo desde criança.

A vida de Bernardo também não é um mar de rosas. Ele precisa enfrentar suas inseguranças com base em relacionamentos anteriores que não deram certo. Cecília, por outro lado, está sofrendo por causa do desentendimento com sua mãe e, a cada dia, está mais depressiva com várias  desventuras em sua vida.

“Eu era grande e gorda, então as pessoas me chamavam de fortinha. Eu não me sentia forte. Demorei muito tempo até encontrar minha própria força.”

"Céu sem Estrelas" é um livro doloroso que aborda a fase mais complicada na vida de uma jovem. A autora trabalha esse período entre o final da adolescência e o início da vida de adulta através dos medos e anseios que a maioria dos jovens sentem. Além disso, a escritora, Iris Figueiredo, retrata muito bem a depressão, a ansiedade, ataques de pânico e até autoflagelação. Tais assuntos são tratados como tabus para várias pessoas, no entanto, ainda bem autores como Iris decidem explorar esse universo. O intuito que o livro tem de orientar as pessoas que passam por isso ou conhecem alguém que sofra dessas doenças do século.

A narrativa do livro é em primeira pessoa e intercala entre Bernardo e Cecília - o que nos dá uma perspectiva sobre os seus sentimentos e inseguranças que eles enfrentam ao longo do seu dia a dia, afinal, ambos passam por problemas de família, amizade e relacionamentos. Aqui temos um alerta para a necessidade de respeitar o momento de cada um, pois cada pessoa tem seu tempo e sua forma de lidar com seus medos e anseios.

Sem dúvida esse livro é muito importante para refletir. Uma mensagem de superação para aqueles que passam por isso diariamente ou para os que não passam, terem mais empatia.

Por fim, queria agradecer muito a autora, Iris Figueiredo, por ter escrito um livro que me tocou muito. Simplesmente maravilhoso. POR FAVOR, LEIAM ESSE LIVRO!



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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Resenha: "O Clube dos Jardineiros de Fumaça" (Carol Bensimon)


Sinopse: Em um cenário formado por coníferas milenares, estradas sinuosas e falésias, a região californiana do Triângulo da Esmeralda concentra a maior produção de maconha dos Estados Unidos. É lá que o jovem professor brasileiro Arthur busca recomeçar a vida, depois dos acontecimentos que o levaram a deixar Porto Alegre. Aos poucos, ele se insere na dinâmica local e passa a fazer parte de uma história que começa com a contracultura dos anos 1960 e se estende até o presente. À vida de Arthur e daqueles com quem estabelece vínculos — o atormentado Dusk, a solitária Sylvia, a indecisa Tamara — mistura-se a de personagens reais que participaram do embate que levou à descriminalização do uso da maconha, fazendo deste um poderoso romance panorâmico. Cruzando história e ficção, com uma linguagem original e ousada, a meio caminho entre Brasil e Estados Unidos, Carol Bensimon compõe em O clube dos jardineiros de fumaça um brilhante retrato da geração hippie e de seu legado.

Por Jayne Cordeiro: Quando tive acesso ao livro, a primeira coisa que me chamou a atenção, foi o título do livro. Na época, eu não fazia a mínima ideia que o tema do livro girava em torno da Maconha. Mas achei o título e uma parte interessante da história bem criativa. Sobre o livro, ele foi escrito por uma brasileira e tem como protagonista um brasileiro, que vai para a Califórnia aprender a arte de criar desta planta tao polêmica. E o que a autora busca é nos apresentar diversos personagens, com pontos de vistas e histórias diferentes, que de alguma forma já se relacionaram com esse produto e possuem pensamentos diferentes sobre ela.

Ele queria entender tanta coisa. Lua sangrenta. A falha de San Andreas. Aquilo que parece fumaça e que chamam de Via Láctea e você pode ver quando está longe das cidades. As moscas da beira da praia. Impostos sobre gorjeta. Certas tatuagens. Uma mulher surfista com um rabo de cavalo grisalho. Ciclistas de roupas fluorescentes viajando pela Highway1. Adesivos de para-choque dizendo ‘veterano do Vietnã’. O canabidiol e os endocanabinoides. Entender de verdade. Lugares onde de repente todas as árvores morrem. A morte de sua mãe. A garota que faz bijuteria e seu discurso urgente sobre karma. Espiritualidade.

A autora cria vários personagens que trazem pensamentos e histórias bem interessantes. Muitos se tornam uma verdadeira surpresa. Ao mesmo tempo em que mostra suas histórias, também conhecemos pessoas e momentos históricos reais que influenciaram na produção de Maconha e seu uso, que se tornou permitido em determinados locais nos EUA. De certa forma, a autora busca tratar positivamente o assunto, e faz isso de forma delicada, sem levantar bandeiras, ma através de uma história que consegue ser envolvente, pela boa escrita dela.

Quando as pessoas são crianças, elas querem ser astronautas, detetives, cientistas. E depois elas olham para si mesmas e estão trabalhando em setores de contabilidade e recursos humanos e querendo se matar toda segunda-feira de manhã. O que aconteceu aí?

Muitas vezes a autora utiliza de capítulos curtos e de suas pesquisas para jogar temas no meio da história, o que dá uma quebra no enredo. Para muitos isso torna o livro leve e interessante, mas particularmente para mim (e digo isso porque é realmente um gosto pessoal) isso atrapalhou um pouco. Na verdade, eu tive um problema com o livro, e sei que é porque não me dou bem com estruturas assim, porque o enredo busca mostrar vários momentos que definem a produção de Maconha na região e a relação das pessoas com ela. Vemos fatos que acontecem no decorrer do livro com os personagens, mas para mim é difícil criar foco em um livro onde as coisas aparecem de forma muito aleatória, sem se encaminhar para um ápice. A sensação de que não vai dar em lugar nenhum, e não há aquela ansiedade para ver o que vai acontecer depois.

Tamara respira fundo, como se um pouco de maresia fosse restabelecer sua paciência com Arthur. Eles se conhecem há apenas duas semanas, mas ela já tem a sensação de que está sendo um pouco maternal demais, o que se revelou um erro em outros pontos da sua vida. É simplesmente angustiante agora perceber que isso vai continuar acontecendo. -Não é uma atividade como qualquer outra, Arthur. -Tudo bem, a gente não lê mesmo sobre isso nos folhetos turísticos. -A maioria vende pro mercado ilegal. Eles não têm licença nem nada. Eu não tô aqui há muito tempo, sabe? As pessoas também não saem me mostrando seus jardins. Não dá pra você só relaxar um pouquinho? Eles passam por uma fileira de hotéis cujos quartos têm varanda com vista para o mar e grandes portas envidraçadas. Um homem está fumando no segundo andar. É estranho ver a vida das pessoas acontecendo nos quartos, como se o prédio tivesse sido seccionado para um estudo antropológico.

Para quem gosta de uma drama calmo, sem grandes reviravoltas ou momentos dramáticos, mas que gosta do tema da legalização da Maconha ou de histórias realistas e simples, esse livro é sua escolha certa. Apesar de não ser o meu tipo de leitura, ele traz fatos interessantes, e é possível reconhecer que a autora tem uma escrita legal, bem elaborada e até poética. Vale a pena conferir.



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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Resenha: "Série The Royals: Príncipe Partido - Vol. 2" (Erin Watt)

Tradução de Regiane Winarski

Por Clarissa: Olá gente bonita, bom primeiramente um ótimo 2019 para todos nós, que rendam muitas leituras, saúde e paz. Bom faz um tempinho que não apareço aqui, a vida está uma correria e atolada de deveres, mas cá estou trazendo esta série apaixonante "The Royals - Príncipe Partido (livro 2)" De Erin Watt. Como sempre falo, nunca julgue um livro pela capa, pode parecer que só fala sobre princesas e arco-íris, mas não, é um livro com conteúdo adulto, partes quentes e muita emoção. 

Antes de conferir esta resenha dê uma olhadinha na resenha do primeiro livro Princesa de Papel - Livro 1. Deu uma olhadinha? Então vamos seguir adiante!

Tudo começou com Ella Harper, uma jovem órfã que sobreviveu aos acasos da vida e até que um dia aparece um melhor amigo de seu pai - super rico - querendo adota-lá e que prometera a seu melhor amigo que cuidaria de Ella, oferecendo tudo de bom e de melhor, tirando-a dessa vida miserável. Ella como sempre com um pé atrás aceitou a ajuda e foi para a casa - mansão - dele, que era puro caos e nenhum afeto, até que ela mudou este conceito e o caos diminuiu. Conhecendo seus filhos e se apaixonando por Reed e assim criando uma história de romance com diversos desafios e calmarias. Mas como a família é bem problemática o final não terminaria com o famoso Felizes para Sempre. E é bem na parte mais impactante que o primeiro livro termina e mal poderia esperar pelo segundo.

No segundo livro a história é mais voltada aos pensamentos, atitudes e a vida de Reed. Nesta trama toda, Reed vai ter que lidar com mentiras de pessoas que moram junto com ele, perda das pessoas que mais ama, saudade da pessoa que mantinha sua mente sã, raiva de tudo e de todos, e a grande busca do amor de sua vida que mantinha uma esperança que era uma boa pessoa e que fazia o certo.

Reed comete um deslize e Ella se afasta por completo, trazendo caos a família Royal. Reed vê seu mundo desmoronar, e toda esperança de viver um romance com ela desaparece.

"Ela não pode voltar logo para casa e gritar comigo? Preciso que ela me diga que sou um babaca que não merece o tempo dela. Preciso dela na minha frente, cuspindo fogo. Preciso que ela grite comigo, me chute, me bata.
Eu preciso dela, porra."
A garota dos sonhos de Reed não quer mais saber dele, porque tem certeza de que, se ficarem juntos, isso vai destruí-los. Ella pode estar certa. Ao mesmo tempo que um salva o outro, juntos são como uma granada prestes a explodir. Mas no amor tudo vence e, as vezes, suporta. Com o seu ponto de paz sumida de casa, Reed procura um escape para sua raive e dor, assim cria confusão, arruma brigas, há caos na escola, em casa, e em toda sua vida. E tudo o que ele quer é um perdão de uma pessoa especial e ele vai atras disso.
"Você sabe que eu faria qualquer coisa por você... Qualquer coisa pra proteger você."
Enquanto Ella foge de toda essa dor e caos, ela perde tudo o que tinha conquistado de bom nos últimos tempos, o que jamais tina sonhado. Ela preferiria sua vida miserável de volta do que sentir esta dor. Recomeçar do zero longe disso tudo, mas com uma pontinha de querer voltar e resolver.

O que me atrai nesta série é que se passa no mundo atual, mesmo tendo "reinado" é voltada ao poder, quem tem mais dinheiro é o que manda nos outros, o jogo do poder. Muitas vezes submisso a esse poder e não tem uma vida plena, na história as personagens vivem mentiras, trapaças e acordos para não acabar com o nome e dinheiro. E estas situações vemos no mundo real, manipulação nas autoridades maiores, pessoas cegas pelo dinheiro, perda de respeito pelas minorias, bullying, e é retratado com comoção que o leitor sente raiva e quer exterminar essa personagem da história, e isso que é o tcham de uma história, levar o leitor para dentro da trama.

Resumindo, tudo que eu tenho a dizer sobre esse livro é MANO DO CÉU!, que finalzão - até arrepiei agora - gente do céu, vocês irão ficar de queixo caído e querer voltar pelo menos todos os capítulos e começar tudo de novo rsrsrs. O começo do segundo livro mostra as consequências do final do primeiro, o que torna empolgante, esclarecedor e meio triste. Mais para o meio do livro fica meio parado e some um pouco a empolgação, mas mais para o final o êxtase volta e começa a sentir uma tensão, de querer saber o que acontecerá. E como eu disse chega o final com o ápice de surpresa, quando você acha que tava tudo de boa, chega uma nova surpresa e uma melhor que a outra. E como era de se esperar o livro CONTINUA...

É desesperador não ter o livro seguinte em mãos e mais perguntas aparecem em sua cabeça, cria milhões de teorias para o final, mas tudo o que queria é ter o outro livro. É bem parecido com história mexicana, tem brigas, poder, paixão, dramas e na hora H o livro continua...

Mas é uma história maravilhosa, com personagens complexos e com seus diferenciais, leitura de simples entendimento e captação de atenção. Super recomendo!

Espero que tenham gostado e comentem, compartilhe deixem suas ideias!

Até a próxima pessoal!


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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Resenha: "Hogwarts - "Um Guia ImPerfeito e ImPreciso" (J. K. Rowling)

Sinopse: Contudo, o Ministério da Magia percebeu que construir uma estação bruxa adicional no meio de Londres seria demais até para a notória determinação dos trouxas de não perceber a magia, ainda que exploda bem na cara deles. - J.K. Rowling
Pottermore Presents é uma coleção de textos de J.K. Rowling dos arquivos do Pottermore - pequenas leituras que foram apresentadas originalmente em pottermore.com. Esses e-books, com curadoria do Pottermore, levarão você além das histórias de Harry Potter, pois neles J.K. Rowling revela suas inspirações, detalhes intricados das vidas dos personagens e surpresas do mundo bruxo.
Hogwarts: um guia imperfeito e impreciso leva você numa jornada à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Você vai se aventurar pelos terrenos de Hogwarts, conhecer melhor seus residentes permanentes, aprender mais sobre as aulas e descobrir segredos do castelo... Tudo ao virar de uma página.

Fonte: Amazon

Por Eliel: No terceiro volume das Histórias de Hogwarts somos convidados para embarcar no Expresso que leva os alunos para a mais famosas escola de bruxaria da história. Desde a Estação de King's Cross até os segredos do castelo e seus habitantes.

J. K. Rowling revela curiosidades que enchem as paredes do castelo e as páginas de livros tão queridos e alguns segredos que ficaram apenas nas idéias da autora e agora ela compartilha nesse eBook incrível.

São curiosidades sobre os fantasmas, mais precisamente Nick Quase-Sem-Cabeça; sobre os retratos que enfeitam as paredes do castelos, como Sor Cadogan e os antigos diretores que auxiliam seus sucessores. Mas esse não é um guia definitivo, afinal não tem como ser, precisariam muitas páginas (que eu espero que venham) para se tornar um guia definitivo. A própria a autora define isso:

Então, aqui ficamos: não é uma visita guiada, nem um registro
inteiramente completo, mas agora vocês estão inteirados de alguns dos
muitos segredos da famosa escola de bruxaria. Deixamos você com
alguns conselhos: tenha cuidado ao usar um vira-tempo, pare de
procurar a Câmara Secreta (a não ser que seja ofidioglota) e não fique
tempo demais diante do Espelho de Ojesed.

Conhecer mais sobre as personagens, os cenários e as tramas criadas por J. K. Rowling é uma revisita ao Universo Mágico muito bem vinda. Recomendo fortemente aos fãs da série Harry Potter, afinal essa é uma história viva e merece várias releituras.


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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Resenha: "Histórias de Hogwarts - Poder, Política e Poltergeists Petulantes¨ (J. K. Rowling)

Sinopse: Nenhum Primeiro Ministro trouxa jamais pôs os pés no Ministério da Magia, por razões que foram sucintamente resumidas pelo ex-Ministro Dugaldo McPhail (mandato de 1858 a 1865): "seus cerebrozinhos não conseguiriam lidar com isso". - J.K. Rowling
Pottermore Presents é uma coleção de textos de J.K. Rowling dos arquivos do Pottermore - pequenas leituras apresentadas originalmente em pottermore.com, com algumas novidades exclusivas. Esses e-books, com curadoria do Pottermore, levarão você além das histórias de Harry Potter, pois neles J.K. Rowling revela suas inspirações, detalhes intricados das vidas dos personagens e surpresas do mundo bruxo.
Essas histórias sobre poder, política e poltergeists petulantes lhe oferecem um vislumbre do lado mais sombrio do mundo bruxo, revelando as raízes da implacável Professora Umbridge, informações sobre os Ministros da Magia e a história da prisão de Azkaban. Você poderá sondar mais a fundo os primeiros anos de Horácio Slughorn como mestre de Poções em Hogwarts - e sua relação com Tom Servolo Riddle.

Fonte: Amazon

Por Eliel: Esse segundo volume de Histórias de Hogwarts é igualmente interessante e que amplia nossas impressões sobre a saga Harry Potter, porém um pouco mais sombrio que o anterior. J. K. Rowling apresenta fatos e curiosidades sobre a criação e o contexto de dois importantes representantes da Sonserina, a origem de Azkaban e um pouco de política ao tratar sobre o Ministério da Magia.

Dolores Umbridge é sem sombra de dúvidas uma das personagens mais odiosas que Harry teve o desprazer de conhecer, exceto por Lord Voldemort. Curioso que esses dois deixaram cicatrizes em Harry. Uma pessoa ambiciosa e sem escrúpulos que não se importa com quem terá que pisar para atingir seus objetivos. Extremamente racista e preconceituosa esconde sua personalidade por trás de muito rosa e gatinhos fofos (ela me dá náuseas).

Ela sempre teve uma carreira importante no Ministério da Magia, e que tal conhecer um pouco da política no mundo bruxo e como ele se relaciona com o mundo dos trouxas? Desde a sua origem até os dias atuais temos uma lista dos Ministros e suas contribuições (ou não).

Uma delas foi a prisão de Azkaban, um habitat de dementadores que fez muitas vítimas atrás de seus portões e é usada até hoje como a mais importante prisão bruxa e que ninguém quer conhecer de verdade.

Para mim, a história do Professor Slughorn e sua predisposição a escolher os alunos mais talentosos para seu Clube do Sluge. Um professor excepcional, ambicioso e muito ingênuo. Sua relação com Tom Riddle e por ter compartilhado o segredo das Horcruxes atormenta a consciência desse pobre professor que só queria estar cercado de alunos promissores.

Falando em ambição, não podemos nos esquecer do Professor Quirell que achava que poderia vencer o Lord das Trevas e acabou se envolvendo de corpo e alma com ele. Inteligente e com um futuro promissor como educador, porém teve um triste fim por causa de escolhas erradas.

Já em Hogwarts temos um conto de uma das entidades mágicas mais petulantes, o poltergeist Pirraça. Embora, por motivos de roteiro ele não esteja presente nos filmes ele tem bastante participação nos livros, seja provocando os estudantes ou participando da Grande Batalha de Hogwarts.

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Resenha: "Histórias de Hogwarts - Proezas, Percalços e Passatempos Perigosos" (J. K. Rowling)

Sinopse: Minerva era a deusa romana dos guerreiros e da sabedoria. William McGonagall é celebrado como o pior poeta na história britânica. Havia algo de irresistível nesse nome e na ideia de que uma mulher tão brilhante pudesse ser uma parente distante do cômico McGonagall. - J.K. Rowling

Pottermore Presents é uma coleção de textos de J.K. Rowling dos arquivos do Pottermore - pequenas leituras apresentadas originalmente em pottermore.com, com algumas novidades exclusivas. Esses e-books, com curadoria do Pottermore, levarão você além das histórias de Harry Potter, pois neles J.K. Rowling revela suas inspirações, detalhes intricados das vidas dos personagens e surpresas do mundo bruxo.

Essas histórias sobre proezas, percalços e passatempos perigosos traçam o perfil de dois dos personagens mais icônicos e corajosos da série Harry Potter: Minerva McGonagall e Remo Lupin. J.K. Rowling também nos permite dar uma espiadinha por trás do mistério que é a vida de Sibila Trelawney, e você ainda vai se deparar ao longo do caminho com Silvano Kettleburn, um imprudente amante das feras mágicas.

Fonte: Amazon

Por Eliel: A saga do bruxinho mais querido é/foi muito importante para iniciar muitos leitores desde 1997 quando o primeiro livro foi lançado. Desde então muitos fãs foram cativados pelos livros, filmes, jogos e tudo o que envolve o Universo Mágico. Cada novidade que surge deixa os fãs em polvorosa. Atualmente, estamos acompanhando a expansão por meio de Animais Fantásticos. 

Em um "passeio" pela Amazon, encontrei alguns eBooks da Pottermore Presents bem interessantes. Não pensei duas vezes e abasteci meu Kindle. E com muito orgulho vim trazer o primeiro volume desses pequenos contos escritos por J. K. Rowling que expande nossa visão sobre esse vasto universo.

Para quem acompanha o site Pottermore sabe que a autora sempre publica muitas curiosidades inéditas por lá, mas encontrar em bom português reunido por aqui é bem mais prático e com preço bem acessível é sensacional.

Nesse primeiro volume iremos conhecer um pouco do passado de dois queridos professores, Minerva McGonagall e Remo Lupin. Saber do contexto em que essas personagens foram criados dá mais peso para cada releitura da obra que deu origem à essa saga. Além desses dois nomes de peso, temos também um conto da Professora Trelawney e do último professor de Trato das Criaturas Mágicas antes de Hagrid, Silvano Kettleburn. 

Entre um conto e outro, a autora incluiu curiosidades sobre Animagos, Lobisomens e Onomantes. Com a mesma qualidade de Harry Potter esses contos extras criados só enriquecem ainda mais uma narrativa que cativou tantos fãs ao longo de tantos anos.


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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Resenha: "Maus - A História de um Sobrevivente" (Art Spiegelman)

Tradução: Antonio de Macedo Soares

Sinopse: Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. 

A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. 

Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. 

De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável. 

"Maus é um livro que ninguém consegue largar. Quando os dois ratos falam de amor, você se emociona; quando eles sofrem, você chora." - Umberto Eco 

"Um triunfo modesto, emocionante e simples - impossível descrevê-lo com precisão. Impossível realizá-lo em qualquer outro meio que não os quadrinhos." - Washington Post 

"Uma história épica contada em minúsculos desenhos." - New York Times 

"Uma obra de arte brutalmente tocante." - Boston Globe 

"A narrativa mais comovente e incisiva já feita sobre o Holocausto." - Wall Street Journal 

"Maus é uma obra-prima. Como todas as grandes histórias, diz mais sobre nós mesmos do que poderíamos imaginar." - The Guardian

Fonte: Amazon

Por Eliel: No dia 16 de Dezembro assisti uma adaptação teatral baseada nesse livro e eis que me despertou a vontade de conhecer a obra original. A história do Holocausto eu já conheço, porém não se compara ao relato de alguém que vivenciou um dos momentos mais sangrentos do século passado e que marcou gerações.

"Maus" significa Rato em alemão. Durante a Campanha Nazista os judeus foram duramente atacados pela publicidade política e até mesmo representados como ratos, o mamífero que mais transmite doenças. Provavelmente por causa desse fato histórico, Art Spiegelman faz uso antropomorfismo para representar as nacionalidades das pessoas e assim representar o clima de racismo e segregação que pairava no ar.

Art conta a história de seu pai, Vladek Spiegelman, um dos sobreviventes do Campo de Auschwitz. Uma reaproximação entre Art e seu pai e o projeto desse livro garantiram um narrativa emocionalmente tocante. Além de ser a primeira obra em quadrinhos a receber o Prêmio Pulitzer.

Nessas páginas são feitos retratos reais dos envolvidos. Vladek é um sobrevivente cheio de histórias para contar e também um mesquinho muquirana cheio de preconceitos. Art não tem uma relação muito boa com seu pai e alguns problemas psicológicos para resolver, mas é um artista incrível que produziu essa graphic novel.

As memórias de Vladek estão registradas nessas páginas como uma biografia sem meias verdades, a vida na Polônia, o casamento com Anja, o período da guerra e após. Na peça em que assisti as passagens entre Vladek e Anja eram as mais emocionantes e as que me arrancaram algumas lágrimas.

Já no livro a riqueza de detalhes do dia a dia dos prisioneiros de campos de concentração é impressionante. Os atos cruéis cometidos com seres humanos são inimagináveis. Os fracos não tinha muita chance de sobrevivência, o que salvou Vladek foi sua inteligência e sua força de vontade.

Vou recomendar fortemente a leitura desse livro que pode ser uma porta de entrada para o mundo dos quadrinhos e também, se você tiver a oportunidade de assistir a adaptação teatral (essa dica é para os da capital de São Paulo). Impossível não se emocionar e diria até mesmo se envergonhar da capacidade humana de lidar com seu próximo de uma forma tão cruel. Uma obra para pensar e repensar.

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Resenha: "O Que Ainda Restou" (Bia Carvalho)


Sinopse: Meu nome é Arthur Montenegro. Três anos atrás eu simplesmente desapareci, sendo dado como morto pelos meus familiares e amigos. Porém, a verdade é completamente diferente.

Fui sequestrado por uma corporação secreta e recebi um treinamento militar. O objetivo era me tornar um assassino, mas eu escapei. Ao voltar para minha vida real, já não era o mesmo.

Apenas um pensamento preservou minha vontade de lutar e sobreviver: Christine. A mulher que eu amava e que tanto magoei antes de desaparecer. Contudo, surgir na porta da casa dela ferido e precisando de ajuda talvez não fosse a forma mais correta de me redimir. Muito menos colocá-la em perigo.

Aqueles que me sequestraram ainda me perseguiam. Por saber demais, queriam me eliminar. A solução que encontraram foi usar Christine para me atingir. Então, eu precisava protegê-la, enquanto armava um plano de vingança, sem saber que havia muito mais segredos que colocariam a prova tudo em que eu acreditava e todos aqueles em quem confiava.

Por Jayne Cordeiro: Encontrei este livro por casualidade na Amazon, entre a lista de mais vendidos. Fiquei curiosa pela sinopse, que achei muito bem escrita, e pela história, que me lembrava uma antiga série de TV que assisti, e comecei a ler O Que Ainda Restou.

- Não resista, Arthur. Você é um homem de sorte por ter sido escolhido. - disse o homem.
- Escolhido para quê? - vociferei e mal reconheci a minha própria voz. Soava arranhada, grave e quase embolada, como se tivesse acordado de um coma.
- Em breve você saberá. Precisa apenas se acalmar.

Quero começar dizendo que achei a capa muito bonita, muito bem feita e bem condizente com o clima do livro. Temos aqui uma história que mistura vários gêneros na medida certa. A história tem um romance muito bem desenvolvido, com um casal que a gente se apega fácil. A autora conseguiu mostrar bem a relação do dois, e da amizade que já existia antes disso. A forma como eles acabam se envolvendo no meio de todo o caos que aparece, é realista e  bem apaixonado.

- Christine... - ele sussurrou, e o som daquela voz fez misérias com meu coração. Não que o resto do meu corpo estivesse reagindo de forma muito normal. O estômago revirava, os pulmões falhavam e o sangue parecia congelado, quasse recusando-se a voltar a correr.

O livro é contado, revezando o ponto de vista dos dois, e isso ajuda ao leitor se apegar ainda mais aos dois e a história bonita dos dois. Os personagens secundários que aparecem também são bem desenvolvidos, e a autora não teve medo de usá-los para criar um enredo bem encaixado. O livro também trás o gênero suspense, porque temos o mistério inicial com o desaparecimento de Arthur, então a busca dele pelos chefes da organização que o sequestrou, e quem mais compactuava com os planos deles. Assim, acompanhamos toda a busca por informações e questionamentos que o personagem faz.

- Você etá mesmo decidido a entrar nessa guerra, 48?
- Não me chame assim. Você sabe o meu nome...
- Tudo bem...Arthur. você vai mesmso enfrentar a MR? Não acha que outras pessoas já tentaram antes? Mesmo lá de dentro?
- Não sei. Mas talvez eu seja o mais determinado... E estou aqui fora.

E pela capa também já dá pra ver que o livro traz outro gênero interessante que a ação. Pois é, o leitor vai acompanhar nossos personagens em lutas corporais, tiroteios e fugas, durante todo o tempo, já que a organização criminosa passa a perseguir Arthur e seus amigos. Essas cenas são muito bem feitas também, e em muitos momentos do livro eu pensava como a história daria um ótimo filme. Como ele tinha todas as características que a gente vê com tanta frequência em filmes de ação.

O pânico já havia se instalado. Pessoas tentavam correr, alguns se empurravam, outros caíam, mas toda a desordem foi interrompida por mais um disparo. Um homem, usando uma máscara de esqui, de pé sobre uma cadeira, apontava um fuzil AK-47 e uma Glock G25 para o alto, enquanto mandava que todos ficassem parados.

Para mim, este livro foi uma ótima surpresa e confirmou o porque está tão alto no ranking da Amazon. A autora tem uma escrita envolvente, com personagens bem elaborados. O enredo é interessante e segura o leitor o tempo todo, ansioso para saber o que vai acontecer a seguir, e se o mocinho vai conseguir destruir a empresa e ganhar a mocinha no final. E é claro, quanto ele terá que sacrificar por isso. O livro faz parte de uma duologia, sendo que o segundo livro foca em outro personagem. É uma ótima leitura e que vale a pena indicar para os amigos. 



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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Resenha: "A Dama do Rio e o Lorde das Terras Altas" (Silvana Barbosa)


Sinopse: Quando um rei decide apadrinhar um casamento, muitas coisas podem acontecer.

Alexandre III quer livrar a inocente filha de um amigo da cobiça do príncipe herdeiro do trono inglês. Para isso faz um acordo com um membro de sua corte, na Escócia.
Desse modo Alastair MacConnollyn e Rebeca Wilkinson vêem-se unidos em matrimônio, tendo o cenário encantador das Highlands como pano de fundo.
Com a atração entre eles servindo de ponto de partida, Alastair e Rebeca se envolvem em um intenso jogo de sedução.
Agora o casal precisa superar suas diferenças, vencer as dificuldades e os inimigos que se interpõem no caminho, e transformar sua paixão em união duradoura, provando que o verdadeiro amor pode triunfar sobre todas as adversidades, e reinar absoluto sobre tudo e todos.

Por Jayne Cordeiro: Eu já li vários livros desta autora na Amazon, todos de época, mas focados na sociedade inglesa. E fiquei positivamente surpresa quando descobri que ela está lançando uma série focada nos escoceses, que eu simplesmente adoro demais. Então corri para conferir se ela conseguiria trazer uma história tão boa quanto a que tem apresentado com outra sociedade. E não me arrependi.

- Meu pai deu ordens expressas de retirar minha noiva de sua casa o mais rápido possível. Ele tratou com o pai dela. Temem por sua segurança.
- E por que temem por sua segurança?...
- ...O casamento foi arranjado às pressas porque um dos príncipes da Inglaterra se encantou com ela. Como é plebeia, o seu pai teme que o príncipe convença o rei Henrique a mandar que ela siga para o castelo para servir-lhe a cama.

Já comecei gostando, porque adoro a cultura escocesa, e porque adoro uma história de época que começa com casamentos arranjados. E gosto ainda mais, quando o casal não fica se engalfinhando o tempo todo, mas que tentam se relacionar e formar um bom relacionamento. E isso é o que acontece aqui. Alastair e Rebeca são pessoas bem diferentes. Ele é o chefe de um Clã, um guerreiro forte e que precisa sempre tomar importantes decisões. Ela é uma jovem que foi criada livre pela família, que é obrigada a se casar para fugir de outro homem. Seu jeito solto é um motivo de embate com o marido no começo, mas eles precisam achar um meio termo entre a liberdade e a segurança dela.

- Em breve também desejável. Em breve também tomando banho nua no rio, e a história se repetirá com ela.
- Eu não estava nua! Respondeu, com dentes cerrados.
Ele a olhou severamente.
- Basta que me retruques! Admita que cometeu um erro. Não tem uma tina de banho em casa? - Vociferou.
- Ora, tenho sim!
- Então porque te exibes? Porque atrai desgraça para a sua casa?...
- Oh, você é detestável! -  Gritou, antes de pôr seu cavalo em disparada.

É divertido ver como o homens, incluindo Alastair se encantam facilmente por Rebeca, e sempre acontece diálogos bem divertidos entre eles, e com os outros guerreiro do clã. Dei várias risadas. Os momentos românticos também são bem legais, e a gente se apega fácil ao casal, torcendo para tudo dar certo. Os dois podem ser bem ciumentos e possessivos em relação ao outro e isso garante momentos bem legais na história.

- Qual o nome do seu cavalo?
Ele sorriu amplamente, os olhos com um brilho divertido.
- Ah já sei, Alastair. Vai dizer que o seu cavalo se chama Cavalo.
- Exato!
- Porque não escolhe um nome para ele?
- Porque você não o faz?...
- Que tal Dragão?
- Por mim está ótimo. Perguntaremo depois se ele também gostou. - Respondeu, brincalhão, tomando-a pelo braço para que entrassem em Torquill.

Os personagens secundários também são muito interessantes. Algo que a autora já conseguia mostrar na série Libertinos. Já dá vontade de ver os próximos livros da série, porque já me apaixonei por vários desses personagens secundários logo no começo de A Dama do Rio. Personagens secundários legais são sempre algo que me atrai nos livros de época. Eles costumam ser bem explorados, e abrem portas para diversas outras histórias.

Alaistair beijou Rebeca sofregamente no salão principal. Ele a prendia fortemente contra seu corpo, impedindo-a de desvencilhar-se. Quando a soltou, ela sentiu-se um pouco envergonhada por estar sendo observada pela maioria das pessoas que estavam presentes.
- Alastair! Que está faxendo? Estão nos olhando!
- Não me importo. Você é minha mulher e quero que isso fique bem claro para todos aqui.
- Ainda bem que você não resolvei urinar em mim para demarcar seu território!
Ele deu uma gargalhada: Ah, minha dama malcriada!

A escrita da autora é envolvente e muito boa. Ela consegue passar todas as emoções e ações dos personagens de forma coesa, e bem realista. O livro apresenta uma mistura de romance com ação, com cenas divertidas, quentes e situações inusitadas. É uma bela obra para quem gosta de romances de época escoceses ou ingleses. E sempre indico os outros livro dela também, da série Libertinos, que adoro.



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Ana Liberato