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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Resenha: "Nightflyers" (George R. R. Martin)


Tradução: Alexandre Martins

Sinopse: Nas fronteiras do universo, uma expedição científica composta de nove acadêmicos dá início à missão de estudar os volcryn, uma misteriosa raça alienígena. Existem, no entanto, mistérios mais perigosos a bordo da própria nave. A Nightflyer, única embarcação que se dispôs à missão, é uma maravilha tecnológica: completamente automatizada e pilotada por uma única pessoa. O capitão Royd Eris, porém, não se mistura com a tripulação – conversando apenas através de comunicadores e se apresentando somente por holograma, ele mais parece um fantasma do que um líder. 

Quando Thale Lassamer, o telepata do grupo, começa a detectar uma presença desconhecida e ameaçadora por perto, a tripulação se agita e as desconfianças aumentam. E a garantia de Royd sobre a segurança de todos é posta à prova quando uma entidade malévola começa uma sangrenta onda de assassinatos.


Por Jayne Cordeiro: Este livro do autor de Game of Thrones não é um lançamento, afinal o livro é antigo, mas essa é uma edição nova lançada pela Editora Suma. A edição é muito bonita, de capa dura, e com ilustrações em alguns pontos. É um livro curto e que consegue prender o leitor até o final. Em um primeiro momento a história segue um pouco devagar, apresentando os personagens. Não sei se a ideia é fazer o leitor se apegar a eles, porque isso não acontece. A escrita do autor é muito impessoal, e eu senti como se estivesse vendo tudo de fora, o que não é tão legal, como quando o leitor se sente vivenciando aquilo.

Não sei quem ou o que ele é, não sei se aquela história que nos contou é verdade, e não ligo. Talvez ele seja uma mente hrangan, o anjo vingador dos volcryn ou o segundo advento de Jesus Cristo. Que diferença isso faz, porra? Ele está nos matando! — Ele olhou para cada um deles. — Qualquer um de nós pode ser o próximo. Qualquer um de nós. A não ser… Temos que fazer planos, fazer alguma coisa, acabar com isso definitivamente.

Apesar dessa questão, a história se desenvolve bem, e um mistério vai surgindo, incentivando a leitura. Dá para perceber que a história vai tendo uma crescente, e consegue surpreender o leitor no final. Adoro uma história de ficção cientifica, e esse livro cumpre todos os requisitos. Tem conversas sobre temas espaciais e sobre um povo misterioso, tem personagens cibernéticos, acidentes e mortes suspeitas, ação e mistérios para resolver. É uma obra bem interessante. O livro já virou um filme, e tem previsão de se transformar em outro. Uma série estava sendo planejada, mas parece ter sido deixada de lado.

— Entende o quê? — perguntou D’Branin, perplexo.— Você não entende — disse Royd com firmeza. — Não finja que sim, Melantha Jhirl. Não! Não é sábio nem seguro estar lances demais à frente.

Como disse, a história é bem escrita e coesa. Apresenta vários personagens, e apesar da forma como a história é contada, é possível simpatizar com alguns personagens e torcer por eles no final. A história é bem entendível, e o autor procura deixar as informações claras para o leitor que é novato nesse universo. Nunca tinha lido nada do autor, e para um primeiro contato, foi uma boa experiência. E a Suma está de parabéns pela edição que está linda.

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Resenha: "A Incendiária" (Stephen King)

Tradução: Regiane Winarski

Sinopse: Após anos esgotado no Brasil, A incendiária volta às livrarias como parte da Biblioteca Stephen King, coleção de clássicos do mestre do terror em edição especial com capa dura e conteúdo extra. No livro, Andy e Vicky eram apenas universitários precisando de uma grana extra quando se voluntariaram para um experimento científico comandado por uma organização governamental clandestina conhecida como “a Oficina”. As consequências foram o surgimento de estranhos poderes psíquicos — que tomaram efeitos ainda mais perigosos quando os dois se apaixonaram e tiveram uma filha.
Desde pequena, Charlie demonstra ter herdado um poder absoluto e incontrolável. Pirocinética, a garota é capaz de criar fogo com a mente. Agora o governo está à caça da garotinha, tentando capturá-la e utilizar seu poder como arma militar. Impotentes e cada vez mais acuados, pai e filha percorrem o país em uma fuga desesperada, e percebem que o poder de Charlie pode ser sua única chance de escapar.

Por Sheila: Oi pessoas!!!! Vários pontos de exclamação por que eu sempre fico super, hiper, ultra MEGA empolgada quando o assunto é Stephen King. Juntamos o querido King com a Suma (sua linda!) + edição em capa dura + relançamento de livro esgotado e o que acontece? Eu SURTO, obviamente.

Lançado em 1980, estava esgotado há vários anos, e era um dos pedidos constantes de inclusão na Biblioteca Stephen King - Inclusive por mim! E a nossa querida Suma, mais uma vez, conseguiu se superar na escolha e no capricho!

Para quem ainda não leu, vamos ao livro: no melhor estilo sci-fi, King irá nos apresentar aos jovens Andy e Vicky McGee, que foram usados em uma experiência secreta ainda adolescentes. Enquanto Andy consegue "empurrar" as pessoas e levá-las a pensar o que ele deseja, sua filha Charlene (Charlie) herda os genes modificados dos pais e parece ter poderes muito mais proeminentes. Enquanto Andy fica esgotado ao usar seus poderes, Charlie consegue fazê-lo sem nenhum efeito colateral.

Andy pegou a carteira, que tinha só uma nota de um dólar. Agradeceu a Deus por não ser um daqueles táxis com divisória à prova de balas, que não permitia contato entre passageiro e motorista, exceto por uma abertura para o dinheiro. Contato direto sempre facilitava o impulso. Nunca conseguiu descobrir se eraalgo psicológico ou não, e agora não importava.
— Vou dar a você quinhentos dólares — informou Andy, baixinho —, para você levar a minha filha e eu até Albany. Certo?
— Jeee-sus, moço… Andy colocou a nota na mão do taxista, e quando o sujeito olhou, Andy deu outro impulso… com força.
O motorista estava satisfeito. Não estava pensando na história enrolada do passageiro. Não estava questionando o que uma garotinha de sete anos estava fazendo visitando o pai por duas semanas em outubro, época de aulas. Não estava pensando no fato de que nenhum dos dois possuía bagagem . Não estava preocupado com nada. Ele tinha sido impulsionado. Agora, Andy pagaria o preço.

Acontece que os McGee nunca deixaram de ser vigiados pela Oficina, uma sociedade secreta que investiga e explora pessoas que apresentem qualquer tipo de poder especial. E assim, quando a pequena Charlie herda de seus pais a capacidade de produzir fogo, conhecida como pirocinesia, o casal faz de tudo para evitar que a mesma se exponha, ou exponha seus poderes especiais.

O início do livro é muito rápido, já começa com a fuga de pai e filha. Infelizmente, como Charlie tinha dificuldade em controlar seus poderes por causa de sua pouca idade, a Oficina descobriu seu dom, e tentou tirá-la de Andy e Vicky. Em meio a fuga, descobrimos que Vicky não os acompanha por que foi assassinada pela Oficina em sua tentativa de proteger a filha.

Papai, estou cansada — disse com agitação a garotinha de calça vermelha e blusa verde . — A gente não pode parar? — Ainda não, querida. Ele era um homem grande de ombros largos, vestindo um paletó de veludo gasto e puído e uma calça marrom de sarja. Ele e a garotinha estavam de mãos dadas, andando pela Terceira Avenida em Nova York. Caminhavam rápido, quase correndo. Ele olhou para trás, e o carro verde ainda estava lá, seguindo lentamente junto ao meio-fio. — Por favor, papai. Por favor. Ele olhou para ela e viu como seu rosto estava pálido. Havia círculos escuros embaixo dos olhos da menina. Ele a pegou no colo e a apoiou na dobra do braço, mas não sabia por quanto tempo conseguiria seguir assim. Também estava cansado , e Charlie não era mais tão leve. 

Um dos grandes antagonistas desta trama é o agente da Oficina, Rainbird, um indígena que persegue  a menina não pelos ideiais da organização que representa, mas por um motivo muito mais bizarro: Rainbird acredita que, ao matar Charlie, precisa olhar em seus olhos para receber uma grande revelação espiritual.

Adaptado para as telonas em 1984, chegou ao Brasil com o título Chamas da Vingança e tinha Drew Barrymore, ainda muito pequena, como Charlie e David Keith como Andy McGee, o pai. Infelizmente à época foi considerado um fracasso de bilheteria, mas ainda tenho a esperança de um remake.


Repleto de cenas de fuga desesperada, amizades desfeitas, dúvidas horrendas e muita ação nas mãos da pequena Charlie, que precisa usar seu dom para se defender, A Incendiária é um livro maravilhoso, que irá nos prender do início ao fim, não só por sua escrita, mas por nos fazer questionar a ética por trás da existência de diferenças que impactem a vida de outras pessoas.

Afinal, até onde podemos esperar que Charlie se torne uma pessoa "normal", ou que se torne uma incontrolável máquina de matar, incendiando tudo e todos em seu caminho? Teria tirado alguma vida se não tivesse sido tratada como um monstro? Seria seguro mantê-la em meio as ouras pessoas, sem poderes?

Um clássico obrigatório aos fãs de nosso querido King, e um trabalho mais que espetacular da nossa querida editora Suma, mais uma vez com capa dura em alto relevo, folhas amarelas, ótima revisão e diagramação que tornam a leitura um prazer. Recomendo!

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sexta-feira, 23 de março de 2018

Resenha: "Matéria Escura" (Blake Crouch)

Tradução de Alexandre Raposo

Sinopse: Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca. Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”
Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?
Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.


Fonte: Skoob

Por Stephanie: É difícil existir uma pessoa totalmente satisfeita com a própria vida e as com as decisões que toma. Todos temos momentos em que nos fazemos a famigerada pergunta: “E se…?”, quando pensamos em algum acontecimento do passado. Matéria Escura aborda exatamente estas possibilidades e como as consequências de nossas decisões vão se formando de acordo com o que escolhemos.

Não acho que seja spoiler falar o tema principal da obra, mas mesmo assim vou tentar não entregá-lo durante a resenha. É um tema que eu particularmente gosto bastante e que pode funcionar muito se for feito de maneira correta, como é o que acontece em Matéria Escura.

Blake Crouch tem uma narrativa bem visual; os primeiros capítulos se parecem muito com um roteiro de filme e a gente já fica preso à história de imediato, sem vontade de parar a leitura. Depois do ritmo frenético do início, o enredo dá uma freada, mas sem perder o clima de mistério que acompanha o livro todo.
Não há avisos quando tudo está prestes a mudar, a ser tomado de você. Nenhum alerta de proximidade, nenhuma placa indicando a beira do precipício. E talvez seja isso o que torna a tragédia tão trágica.
É meio difícil falar sobre os personagens sem entregar parte do enredo, mas o que posso dizer é que Jason é um ótimo protagonista. Um pouco clichê do gênero de ficção científica, mas que consegue se destacar devido ao seu amor pela família e sua determinação. Os personagens secundários deixaram um pouco a desejar; a maioria foi pouco aprofundada e senti falta de conhecer melhor o background de alguns deles.

O que me deixou um pouco decepcionada foi a resolução final do mistério. Acho que o autor foi meio preguiçoso ao resolver um problema tão complicado de maneira tão simplista. O final, apesar de fechado, dá margens para uma continuação. Talvez ele tenha feito desta maneira porque desde a concepção do livro os direitos já estavam vendidos para a Sony e a obra se tornará um longa-metragem em breve.
Não posso deixar de pensar que somos mais do que a soma total de nossas escolhas e que todos os caminhos que poderíamos ter trilhado influem de algum modo na matemática da nossa identidade.
De qualquer forma, eu recomendo Matéria Escura para qualquer um, até para os que não são muito fãs de sci-fi. As explicações mais teóricas são expostas de maneira simples e sem subestimar a inteligência do leitor, e o ritmo acelerado consegue manter a curiosidade aguçada a cada capítulo que passa.

Até a próxima!
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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Resenha: "Ordem" (Hugh Howey)

Por Sheila: Oi pessoas! Trago a vocês hoje a resenha da continuação de Silo - resenhada aqui - trilogia de Hugh Howey que desbancou Game Of Thrones da série de livros mais vendida na Amazon.

Criada como uma distopia sci-fi independente, a trilogia já conquistou uma série de fãs pelo mundo afora - inclusive euzinha aqui! Bom essa é a parte em que aviso que, se você não leu o livro anterior, alguns spoilers são inevitáveis ok?

Então vamos lá. Ao final de Silo, temos algo as vezes incomum em livros que possuem continuação: a resolução de um conflito. Não que não tenham sido deixadas várias pontas soltas.

Afinal, por mais que "o bem tenha vencido o mal" ao fim de Silo - com Juliette voltando ao silo 18, Bernard sendo enviado para limpeza e o fim do recente e, esperamos, último levante - muitas coisas ainda precisam de explicação.

Como a humanidade acabou? Quem realmente esta no comando? O que houve com Solo e as crianças que Juliette encontrou no Silo 17? Como ficará a organização do Silo 18 agora que eles sabem parte da verdade?

E aí somo apresentados ao mundo de Ordem. E descobrimos que Ordem é o início de tudo. Neste livro, as ações começam a ser datadas, sendo que seremos levados adiante e para trás, desvendando as verdades - e suas consequencias - aos pouquinhos, junto com os personagens.

Nas primeiras páginas somos levados ao ano 2110, quando Troy esta sendo descongelado no Silo 1 para cumprir seu primeiro turno. Descobrimos que pessoas como Troy são descongeladas para que trabalhem por seis meses, e então congeladas de novo. Para afastar "memórias ruins" Troy e seus companheiros tomam pílulas azuis amargas que os fazem passar por esses meses num estado de torpor. Apesar de que algumas memórias eram difíceis de serem apagadas.

Troy começou a chorar cobrindo o rosto com as mãos, enquanto outra, solidária, pousava em sua cabeça. Os dois homens de branco permitiram que ele tivesse aquele momento. Não apressaram o processo. Era uma cortesia passada de uma alma despertada para a seguinte, algo que todos os homens adormecidos em seus caixões um dia acordariam para descobrir.
E, por fim... esquecer.

Logo em seguida, no ano de 2049, somos levados a Washington D.C. e apresentados ao deputado Donald Keene, parte essencial nos planos que começavam a se formar a respeito de uma guerra  da qual ninguém nunca ousaria pensar. Mas essa era a questão. Havia mesmo uma guerra a ser travada? Ou nada mais eram do que temores fruto de mentes paranoicas e obsessivas?

O livo vai alternando passado e presente, de uma forma que, em determinada parte, as duas viram uma só e as coisas começam a fazer sentido, até esbarrar na história que acompanhamos em Silo. Na verdade, vemos o que acontecia do outro lado, a forma como o Silo 1 lidou com a situação provocada por Juliette.

A narrativa de Hugh é forte, cheia de reviravoltas e, confesso, faz despertar também nosso lado paranoico de ver as situações. Como as coisas devem estar se dando nos bastidores, agora, enquanto estamos confortáveis sentados em nossas casas? Realmente sabemos que são as pessoas importantes por detrás das pessoas importantes, aquelas que tomam todas as decisões? E será que elas sabem o que estão fazendo?

Um final que só me deixa uma alternativa: correr para a livraria e comprar o último capítulo dessa história, "Legado", que já esta em pré-venda, para poder vir contar para vocês como tudo isso termina - uma parte pelo menos. Abraços e até a próxima.

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

[Série] Novidade :: Falling Skies


A série Sci-Fi do MOMENTO, que já foi renovada logo no seu 3º episódio para sua segunda temporada, é o grande tema da coluna de hoje: Falling Skies.

É produzida pelo maravilhoso e genial Steven Spielberg, com um elenco incrivel, falando de invasões alienígenas e a luta pela sobrevivência de alguns grupos de humanos.

A série conta a história de Tom Mason (Noah Wyle - E.R.), um professor universitário de história militar, que se vê diante de uma guerra entre humanos e alienígenas (Saltadores) e resolve se juntar a resistência após perder a esposa e seu filho Ben ser capturado. Torna-se o Segundo no comando da resistência 2ª Massachussets (2ª Mass) graças ao seu conhecimento e seu contato com os civis que formam o grupo.

Acompanhado por vários combatentes, entre eles Hal seu filho mais velho, e pela pediatra Anne Glass (Moon Bloodgood - Terminator Salvation), busca descobrir o porquê da invasão e como evitar serem exterminados pelos alienígenas.

Com muita ação (tiros e explosões), mistérios e momentos bem interessantes, a série se tornou uma das preferidas desse gênero. Com personagens cativantes e muito complexos, visto que todos estão no limite, a trama não se torna parada e nem chata.

Certo que todos esperávamos muito mais da série, afinal foram centenas de comerciais na TNT (Sexta às 22) e no SPACE (Sextas às 22) que nos geraram muitas expectativas que de certa forma não foram atendidas. Muitos a acharam parecida com Guerra dos Mundos, discordei um pouco delas quanto aos alienígenas e seus propósitos, que no filme foram falhos, e a história deles capturarem as crianças e as dominarem usando "arreios" (isso eu já achei meio A Hospedeira) para uma finalidade desconhecida.

Aspectos Positivos :: A temporada é curta (apenas 10 episódios) e por isso mais fácil de acompanhar. Possui temáticas muito importantes para a sociedade, como a esperança, a vida em comunidade e o valor a familia e aos amigos. Há uma grande lição de moral em cada episódio, mas sem ficar chato, pois o desenrolar da série com suas explosões e lutas com alienígenas de seis pernas realmente chama a atenção do telespectador. Com grandes mistérios, a série nos instiga a pensar e tentar descobrir o que está por trás das atitudes e planos dos personagens.

Aspectos Negativos :: A qualidade do episódio piloto aos episódios seguintes caiu um pouco, mas nem por isso desestimula a continuar a assitir. É uma série grandiosa, que tem tudo para dar certo, e por isso receio de seu futuro, afinal quantas séries grandiosas são canceladas assim do nada = muitas.

Já assistiu?? Ainda não??? Tá esperando o quê?? Veja o trailer e diga o que achou da estreante Falling Skies!!!!


 
Ana Liberato