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terça-feira, 2 de maio de 2017

Projeto Escrevendo Sem Medo (Abril) - Um Fato Sobre Mim para Cada Aniversário

Projeto Escrevendo Sem Medo é uma proposta do blog Historiar para exercitar a escrita, abrir os horizontes e escrever sem medo. Acompanhe textos dos participantes do projeto aqui.

Tema de Abril: Um Fato Sobre Mim para Cada Aniversário

O desafio é fazer uma lista com a mesma quantidade de aniversários que você já fez. 
No meu caso lá vão 26 fatos sobre mim:


1 - Meu nome é Hebraico e significa “Meu Deus é Deus”;

2 - Sou formado em Gastronomia, embora não exerça oficialmente. Vocês podem acompanhar os posts antigos da coluna Gastronomia e Literatura enquanto ela não volta do hiatus;


3 - Amo dançar e estudo muito para ser melhor nessa arte;

4 - Tenho inúmeros manuscritos impublicáveis, pelo menos por enquanto não encontrei meu diamante bruto a ser lapidado;

5 - Me considero um artista, embora ainda não decidi qual é o meu tipo de arte;

6 - Sou péssimo em relacionamentos amorosos ou ainda não encontrei alguém pra me domar;

7 - Meus pratos favoritos são: risotos, comida indiana e sorvete (principalmente os sabores exóticos);

8 - Prefiro salgado do que doce;

9 - Sou dramático e até consigo chorar se eu assim desejar hahaha; 

10 - Participo de musicais como bailarino, porque cantar é outro assunto que deixo para o meu chuveiro;

11 - Tenho mais livros do que realmente consigo ler. Incluindo compras, presentes, parcerias e desejos. E pensa que a coleção para de crescer?

12 - Prefiro dirigir à noite e chovendo;

13 - Odeio filmes de terror – na verdade, tenho pavor. Embora seja extremamente curioso, quando assisto geralmente é a tarde e bem claro de preferência em um dia lindo de sol;

14 - Na minha mente transformo letras de músicas em diálogos de teatros musicais. Altas performances na minha mente;

15 - Sou muito emotivo;

16 - Não estou com as séries em dia e no ritmo que vai nunca estarão;

17 - Temas de fantasia, Idade Média e drama são os meus favoritos;

18 - Sonho em conhecer a Disney;


19 - Quero ser pai;

20 - Tenho uma alma poética;

21 - Natação é o melhor esporte;

22 - Minha cor favorita é vermelho;

23 - Odeio academia com todas as forças;

24 - Tenho astigmatismo;

25 - Não tenho irmãos, mas a vida me deu algumas pessoas que fazem esse papel;

26 - Ás vezes me sinto mais velho do que realmente estou...


Veja mais textos dos colaboradores 
participando deste Projeto aqui.


Eliel Carvalho é gastrônomo por formação e artista por paixão. Se aventura nos desenhos, nos palcos e principalmente nas páginas das mais diversas aventuras literárias. Tenta cozinhar as mais loucas ideias, sejam elas comestíveis ou artísticas. Dança quando as palavras já não são mais suficientes e em um futuro breve será um arte-educador. Afinal arte e educação harmonizam.

Até a próxima!
#blogdearbook #projetoesm #curiosidades


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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Projeto Escrevendo Sem Medo (Abril) – Um fato sobre mim para cada aniversário



Projeto Escrevendo Sem Medo é uma proposta do blog Historiar para exercitar a escrita, abrir os horizontes e escrever sem medo. Acompanhe textos dos participantes do Projeto aqui

Abril: Um fato sobre mim para cada aniversário.
Você irá escrever uma lista. Se eu tenho 21 anos de idade, então vou escrever 21 fatos aleatórios – talvez interessantes – sobre mim.


1) O primeiro livro da minha vida foi "O bichinho da maçã", que só recentemente eu descobri ser do Ziraldo;
2) Quando vou comprar alguma coisa, fico escolhendo o produto por horas e nunca pego logo o da frente. Uso a desculpa de ter sido criada no comércio e conhecer a tática da validade, mas a verdade é que isso é mania mesmo;

3) Na 6ª série, venci um torneio de leitura. Foram mais de quarenta livros em um semestre e a verdade é que eu não estava nem aí para os prêmios.

4) Sou viciada em açúcar. Há uns dois anos, iniciei um processo de reeducação alimentar e tenho conseguido controlar a ingestão de porcaria;

5) Além de advogada e de ter cursado quatro períodos de Letras, sou também formada em Técnico de Alimentos, pelo IFMA. Quase prestei vestibular para Engenharia de Alimentos;

6) Esqueço coisas básicas, como ligar o fogão para esquentar a comida, a pipoca no micro-ondas, o sal no macarrão, enviar e-mail para editora; mas decoro o rosto de algumas pessoas com facilidade e me lembro delas mesmo depois de muitos anos sem vê-las;

7) Escrever é minha grande válvula de escape, mas sou muito autocrítica e nunca tive coragem de publicar nada, apesar das ameaças que recebo por parte das minhas besties;

8) O meu melhor remédio para crises de ansiedade são as músicas do Pablo Alborán;


9) Amo as músicas de origem latina. Ultimamente estou viciada – e viciando todos ao meu redor – em reggaeton;


10) Prefiro séries a filmes, mas dificilmente as vejo até o fim. Acabo abandonando lá pela terceira temporada e nunca mais volto. Com novelas é parecido: vejo o começo e o final, mas dou uma broxada ali pelo meio;


11) Comecei a dançar zumba em casa por: a) ter vergonha de dançar na frente dos outros; b) não curtir a playlist das academias; c) poder montar meu próprio cronograma. E não é que deu super certo? Me sinto muito menos desajeitada e faz um bem danado para o corpo e para a mente! Só ainda não consegui dançar funk...


12) Sou a maior procrastinadora que eu conheço. Levo uma semana para fazer algo que resolvo em duas horas;

13) Finjo que não sou ciumenta, faço a desapegada, mas é tudo mentira. Tenho a maior dificuldade em demonstrar sentimentos;

14) Não consigo maratonar séries/filmes. Vejo, no máximo, cinco episódios em um dia. Sou uma vergonha, eu sei;




15) Não sou boa em jogos de tabuleiro. Nunca aprendi a jogar xadrez (sei mover as peças, mas não articular jogadas), não tenho paciência para damas e só ganho no dominó por sorte.

16) Não sei falar de mim, estou aqui há quase um mês montando essa lista;

17) Ano passado, aprendi a andar a cavalo. Se eu já achava lindo, agora tenho paixão. Exibo meus hematomas com o maior orgulho;

18) O número 18 está sempre, de algum modo bem doido, relacionado às coisas na minha vida. Acabei adotando-o como número da sorte;

19) Eu tatuaria o símbolo do infinito no pulso ou na costela, se tivesse coragem (e a minha família não fosse me matar por isso);

20) Sou extremamente desorganizada com algumas coisas (a maioria das coisas) e meticulosamente organizada com outras; 

21) Sou viciada em artigos de papelaria. Querendo me presentear com canetinhas Stabilo e marca-textos, serão muito bem-vindos!

Dá até uma paz no coração!
22) Gosto de dirigir e sou supertranquila em engarrafamentos.

23) Só uso sapatos de salto alto quando é absolutamente necessário;

24) Tenho a maior dificuldade para achar anel, porque a medida dos meus dedos é infantil;

25) A única coisa que me tira do sério é falta de educação, por isso evito lugares aglomerados.


Veja mais textos dos colaboradores
participando deste Projeto aqui


Mary Leite é advogada, especialista em Direito Previdenciário e beletrista por amor. Fisgada desde cedo pela literatura, aventura-se pelo mundo literário, desde o lado da leitura ao lado de quem rabisca uma e outra história. Séries, novelas e resenhas são, dentre outros incisos, seus pequenos e grandes vícios. Intuitiva, deixa-se guiar por onde a curiosidade levar.

Até a próxima!
#blogdearbook #projetoesm #curiosidades

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Projeto Escrevendo Sem Medo (Abril) – Um fato sobre mim para cada aniversário



Projeto Escrevendo Sem Medo é uma proposta do blog Historiar para exercitar a escrita, abrir os horizontes e escrever sem medo. Acompanhe textos dos participantes do Projeto aqui.  

Abril: Um fato sobre mim para cada aniversário.
Você irá escrever uma lista. Se eu tenho 21 anos de idade, então vou escrever 21 fatos aleatórios – talvez interessantes – sobre mim.

Ok, vamos lá.


Sou esquecida. Muito esquecida. Quase nível Dory. Não me passe recados, PELAMORDEDEUS! estão avisados


Pessoas me contam memórias que eu não tenho sobre o que já fiz. É na verdade interessante quando isso acontece. Mas sim, já me preocupei com meu cérebro. Parece que é hormonal –‘


Isso me faz ser mega organizada. Mantenho cadernos, bloquinhos e agendas sempre à mão, porque se o lembrete, pensamento, nota, o que seja, fugir e eu não anotar a tempo, vou regretar forever. Mas é ótimo manter tudo anotado, pois às vezes a minha memória me dá uma pista certa sobre algo, daí sei por onde sair em busca. Eu sei onde tá tudo (ou quase tudo) se ninguém mexer. Inevitavelmente, sempre tem aquele que mexe.


Ligo o ventilador e me cubro. Clássico.


Cheiro saco de pão <3


Me identificava muito com os filmes Esqueceram de Mim (1, 2 e 3) porque já fui esquecida uma vez em passeio de família (gente demais dá nisso) (e também em passeio de escola), mas o que eu admirava mesmo era a genialidade do garoto.


Às vezes penso em maneiras de como me proteger em casa caso invadam. Com cautela e sem exaltação ^^


Amo comercial de perfume chique (já quase não vejo). Givenchy, Carolina Herrera, Hugo Boss, Gucci, Dior, Nina Ricci. Universo paralelo de RIQUEZA only.




Elevador panorâmico é um terror pessoal. Altura, coisas se mexendo, engrenagens às claras. Que agonia da p****.


Já li Dostoievski (quem se lembra daquela comunidade no Orkut chamada “Nunca li Dostoievski”?) e foi uma novela muito amorzinho chamada “Noites Brancas”.


Minha meta de leitura de 2016 foi ler MENOS e eu consegui ler MAIS QUE 2015. Vai entender.


Sempre tem pelo menos uns três livros na minha mesa. Um que estou lendo no momento, outro que pretendo ler em seguida ou junto e mais um que meio que fica por ali (por dias, semanas, meses a fio) antes de ir pra prateleira. Esse aleatório geralmente marca presença por eu fazer referência a ele em um texto ou precisar para alguma pesquisa. 


Orgulho e Preconceito – e suas mil e uma adaptações e releituras – é meu livro-referência da vida.



Sou a louca das perguntas. Não à toa tenho uma coluna em que mando bombas perguntas pra convidados. Adoro!



E a louca dos roteiros. No Clube do Livro Maranhão, recebemos de vez em sempre convidados para os encontros/eventos literários (vide aqui) e sempre rola aquele roteiro básico pra deixar todos os envolvidos a par do que vai rolar.



E a louca das playlists. Playlist pra tudo nessa vida. Movida literalmente à música. Não levanto sem.


Faço parte dos 1,33% da população que tem Spotify e não usa a conta. Team Youtube \o/ 
Update: agora o blog tem uma conta.


Faço parte dos 0,11% da população que ainda conserva o Winamp, aquele programa de música.


Amo/sou music trip. Tô quase lançando uma coluna de músicas só por isso. 
Update: vai ter sim. Em breve.



Sou viciada em exercício físico pra relaxamento, estresse e concentração. Tênis, música, elíptico (aeróbico) e alongamento. AMO. Fico insana se tiver que parar por muitos dias #truestory Acho que é meu tipo de meditação.


Não consigo me concentrar no exercício se tiver música agitada, entro em fuso – uma das razões pelas quais odeio academia. São as mais suaves que me colocam em atividade e as agitadas que me fazem levantar pela manhã.


Tenho uma quedinha por zumba. Mas só tentei uma vez no youtube hehehe


Ainda ouço RBD #guiltypleasure


Não uso corretor no celular. Como vocês aguentam?


Todos somos um mistério até pra nós mesmos.


Sou das Letras, não dos números. Façam as contas :)


Veja mais textos dos colaboradores 
participando deste Projeto aqui.


Kleris Ribeiro é beletrista, produtora e agente cultural. Garota dos bastidores, se joga em marketing digital, comunicação e, recentemente, zines. Fascinada pelos mistérios do universo do livro, é administradora do blog Dear Book e diretora do Clube do Livro Maranhão. Fangirl, diz que mantém a cabeça nas nuvens e os pés no chão.

Até a próxima!
#blogdearbook #projetoesm #curiosidades

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sexta-feira, 10 de março de 2017

Resenha: “58 listas – 33 úteis & 25 Nem tão Úteis Assim” (Manuela Barem)


Por Kleris: Abri esse livro e apenas soube: ele vai viajar pra mão de muita gente. Porque ele tem que cumprir uma missão terrena.





Semelhante a revistas conhecidas como Mundo Estranho e Super Interessante, 58 Listas da Manuela Barem, editora-chefe do Buzzfeed Brasil, é um livro de muitas curiosidades para folhear num momento oportuno. Mas, diferente dessas revistas, o livro é uma compilação de feels, fatos e comportamentos da geração Y.



Sabe aquele sentimento de compartilhar um post do buzzfeed e nunca sair do site? Manuela bem o preserva. Ao mesmo tempo que nos coloca em xeque com grandes questões, nos derruba com coisas nonsense e saudosas. Saudosismo na verdade é um traço seu muito forte. É ótemo para caminhos longos do busão, quaisquer viagens, esperas em clínicas, intervalo de aulas ou apenas uma leiturinha antes de dormir durante uma ressaca literária. Vale também para dar de presente ou abrir num encontro de amigos e/ou família. Além de quebrar um gelo, vai render assunto até o fim da vida.

Eu jurava que Filadélfia era aqui no MA (?) Mas temos Nova York!

Como o próprio título fala, umas são bem úteis, outras nem tanto. Tem as gargalháveis, as mais ou menos, as que vale tirar foto e mandar pros migos, pra família, as relativas, as passáveis, as engraçadinhas... e assim por diante. É interessante como cada um pode reagir a elas. O livro também dá esse espaço, permite que você faça suas próprias listas.

A edição da Paralela super respeitou a experiência imersiva de Manuela, suas listas e Buzzfeed vibe. É chamativo sem gritar aos olhos. Acho que não tem como deixá-lo sobre uma mesa e várias pessoas não folhearem de passagem.


Essa com certeza foi uma das melhores listas! 
Filmes clássicos com versões BR hahaha A escolha dos atores então, mto mara


 

SLz (MA) garantindo seu espaço ^^


Fico a imaginar que relíquia esse livro pode se tornar daqui a 50 anos. Quem sabe? 58 listas tem todo esse potencial!

#LivrodasListas
Até a próxima!

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segunda-feira, 14 de março de 2016

Resenha: "História Bizarra da 2ª Guerra Mundial" (Otavio Cohen)

Sinopse: Adolf Hitler era um tirano com mania de grandeza, Winston Churchill era um grande estrategista, Franklin D. Roosevelt era um presidente bastante popular. Disso, todos sabem. Mas talvez você não tenha ouvido falar que Hitler adorava tanto o filme E o vento levou que até tentou copiá-lo. Ou que Churchill, em pleno racionamento de comida, comeu de uma só vez uma porção de carne que deveria durar uma semana. Ou ainda que o filho de Roosevelt chegou a tirar soldados americanos de um avião de guerra para transportar seu cachorro em segurança. A Segunda Guerra Mundial deixou o mundo em pedaços. Mas, debaixo dos escombros, há grandes histórias inusitadas, personagens incríveis e feitos absurdos. E foi a partir dessas partes mais bizarras do conflito mais importante da história que Otavio Cohen elaborou esse livro. Diversão e conhecimento “junto e misturado”!Fonte: Skoob

Por Eliel: Na escola aprendemos sobre os conflitos políticos que culminaram nos eventos da Segunda Guerra Mundial, aprendemos sobre Adolf Hitler e suas atrocidades contra as minorias, e sobre as duas bombas nucleares no Japão que deram fim à essa era. Porém, muita coisa aconteceu nos bastidores, muitos detalhes e curiosidades não são ensinados nas aulas de história. O período de 1939 e 1945 está repleto de fatos que você não poderia nem desconfiar.

Agora, esqueça tudo que já foi escrito e reportado sobre o conflito porque chegou a vez de você conhecer os relatos mais fora do comum já reunidos sobre o tema.

Otavio Cohen é o jornalista responsável por reunir todos os fatos mais bizarros e curiosos desse período tão trágico. Mas não se trata apenas de uma coletânea de fatos engraçados, e sim de fatos que nos ajudam a compreender as intenções e motivações por trás dos atos tão bem conhecidos.

A solução era transformar a Inglaterra numa grande fazenda, estimulando o cultivo de subsistência. Os cidadãos eram encorajados a plantar batatas, que logo viraram mania nacional (meio que por falta de opção).

Com uma linguagem clara e objetiva pode ser de ajuda para os estudantes compreender o que aconteceu em um dos mais importantes eventos da história mundial. O objetivo não é ser um livro didático, isso pode ser visto claramente pelo humor característico que os fãs da revista Superinteressante (Otavio Cohen escreve lá ^^). Na minha opinião de educador, essa é uma das melhores formas de ter a atenção e consequentemente o aprendizado das pessoas.

Se a Segunda Guerra Mundial fosse um tabuleiro do War, você conseguiria ver nitidamente que os nazistas estavam ganhando.

Os fatos são apresentados de uma forma lúdica, temos relatos da vida das peças mais importantes desse conflito e também de anônimos que sem querer estavam envolvidos nisso tudo, enfim, para os fãs do tema vão se deliciar com essas mais de 50 histórias. Tomo a liberdade de dizer que esse livro acaba se tornando indispensável para todos que queiram entender as nuances da Segunda Guerra.


Me diverti bastante, apesar do tema não ser engraçado, em perceber do que as pessoas eram capazes em tempos de guerra. Além disso, nos lembrarmos do que aconteceu nos impedirá de repetir erros tão catastróficos.

Vida de nazista megalomaníaco não é fácil.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Littera Feelings #22 – Desafios Literários nas Redes Sociais

Desafio a gente faz todo dia, não é, de levantar da cama e de alcançar o ônibus, de não voltar na livraria até ter lido aquela pilha ali do lado, de manter aquele livro pesado são e salvo da chuva enquanto você se molha toda(o). Isso sem falar do desafio que é terminar aquela xerox da aula para alcançar uma leitura mais prazerosa...


Olá, pessoal o/

Como vão seus desafios? Não sei se a enxurrada foi proposital ou viral, mas o que já vi de desafios literários esse mês não foram poucos. Há muitas tags e memes pela blogosfera e/ou vlogosfera nas timelines afora (com os mais variados desafios todos os anos), mas esses que têm se espalhado pelas redes sociais parecem ter atingido mais e mais leitores – que até os reinventaram, como num efeito telefone sem fio, e seguido outras temáticas.

Ao longo dos anos, se participei de um ou dois foi só por brincar, mas a verdade (shhhhhhhhh) é que alguns davam preguiça e zoar a estante de tempos em tempos (apesar de que o movimento seja bom por questões de acúmulo de poeira) ou a cada geniosa proposta, era de um esforço que passei um bom tempo dispensando... E aí chegou setembro, não sei o que me deu na telha, me lancei no #fotografeolivro no Instagram. Fora ele, outros desafios paralelos têm se propagado nas redes sociais – principalmente em murais de Facebook.

#desafioliterário (Facebook)
#desafioliterário (Instagram)

Embora muitas perspectivas sejam bem pessoais, e nem de todo são comentadas como gostaríamos (afinal, temos de ser breves), “é uma maneira muito eficiente de espalhar amor à leitura, como escreveu Danilo Venticinque numa matéria ano passado. O efeito, como diz, é de “transformar um hábito tradicionalmente solitário numa diversão coletiva”.

O que mais tenho gostado nesses desafios está justamente nessa ideia, de que eles estão abertos ao público. Nesse espaço, não importa se a pessoa é um exímio, um voraz, um mediano ou um principiante leitor, todos lemos, e o propósito básico é ter uma perspectiva sobre essas leituras. É uma ótima opção para quem não tem blog ou vlog onde postar e gostaria de participar.

E se espalham, ah, como se espalham, como fogo em pavio pelas redes. 

Um plus ótimo sobre essas pequenas doses de vida literária são as prendas. Diferente da febre mundial do desafio do balde de gelo que tivemos recentemente, aqui todo mundo só cumpre o objetivo, fogem das penas (rs). Verdade que alguns desafios não passam de brincadeiras ou memes, mas ainda há aqueles que são mais fiéis e propõem punições. Esses desafios nos dão um prazo de horas ou dias e ficam a critério do inventor de determinar a prenda. Ai de vocês se não cumprirem, vão ter que postar vídeo fazendo abdominais ou presentear o desafiante com livros – e por mais que quem nos desafiou queira um livro novo, postar suas dicas de leitura podem o deixar bem mais satisfeito.

Outra coisa que vale o destaque é o hall de curiosidades a que temos contato – no outro dia, por exemplo, quase ao aleatório, descobri o porquê de uma dada capa ser "feia". Por estarmos ligados por certas hashtags padrões do desafio (como #fotografeolivro, #bookadaybrazil, #picturechallenge, #desafioliterário, #desafiodesetembro, entre outras), podemos explorar várias opiniões, recomendações eita que minha tag “vou ler” do skoob só aumenta e interagir com os mais diversos participantes. Isso sem falar das hashtags curiosas que partem de alguns livros...



Superada a preguiça, acho que vale muito a pena participar desses desafios. Como quando ao finalizar um livro, fechar um ciclo nos dá um panorama bem diferente do que costumávamos pensar. Recomendo, porém, irem com calma. Apesar de nos comprometermos em cumprir “metas”, lembrem-se de fazer disso uma diversão e não seguir todas as avalanches que aparecem. E não falo por flood em timelines, é porque depois de uns vários, os saldos começam a se repetir e aí ciclos não se fecham, propósitos se perdem.

Boa sorte, boa memória e muita disposição para vocês que já estão se programando para os próximos desafios do ano. Quem já participou ou está participando conte-nos aí nos comentários quais foram, a curiosidades, do que gostaram, e, sei lá, que clics proporcionaram. Meus saldos têm me dado até epifanias :)

Até a próxima,

Kleris Ribeiro. 
 
Ana Liberato