sexta-feira, 28 de abril de 2017

Projeto Escrevendo Sem Medo (Abril) – Um fato sobre mim para cada aniversário



Projeto Escrevendo Sem Medo é uma proposta do blog Historiar para exercitar a escrita, abrir os horizontes e escrever sem medo. Acompanhe textos dos participantes do Projeto aqui

Abril: Um fato sobre mim para cada aniversário.
Você irá escrever uma lista. Se eu tenho 21 anos de idade, então vou escrever 21 fatos aleatórios – talvez interessantes – sobre mim.


1) O primeiro livro da minha vida foi "O bichinho da maçã", que só recentemente eu descobri ser do Ziraldo;
2) Quando vou comprar alguma coisa, fico escolhendo o produto por horas e nunca pego logo o da frente. Uso a desculpa de ter sido criada no comércio e conhecer a tática da validade, mas a verdade é que isso é mania mesmo;

3) Na 6ª série, venci um torneio de leitura. Foram mais de quarenta livros em um semestre e a verdade é que eu não estava nem aí para os prêmios.

4) Sou viciada em açúcar. Há uns dois anos, iniciei um processo de reeducação alimentar e tenho conseguido controlar a ingestão de porcaria;

5) Além de advogada e de ter cursado quatro períodos de Letras, sou também formada em Técnico de Alimentos, pelo IFMA. Quase prestei vestibular para Engenharia de Alimentos;

6) Esqueço coisas básicas, como ligar o fogão para esquentar a comida, a pipoca no micro-ondas, o sal no macarrão, enviar e-mail para editora; mas decoro o rosto de algumas pessoas com facilidade e me lembro delas mesmo depois de muitos anos sem vê-las;

7) Escrever é minha grande válvula de escape, mas sou muito autocrítica e nunca tive coragem de publicar nada, apesar das ameaças que recebo por parte das minhas besties;

8) O meu melhor remédio para crises de ansiedade são as músicas do Pablo Alborán;


9) Amo as músicas de origem latina. Ultimamente estou viciada – e viciando todos ao meu redor – em reggaeton;


10) Prefiro séries a filmes, mas dificilmente as vejo até o fim. Acabo abandonando lá pela terceira temporada e nunca mais volto. Com novelas é parecido: vejo o começo e o final, mas dou uma broxada ali pelo meio;


11) Comecei a dançar zumba em casa por: a) ter vergonha de dançar na frente dos outros; b) não curtir a playlist das academias; c) poder montar meu próprio cronograma. E não é que deu super certo? Me sinto muito menos desajeitada e faz um bem danado para o corpo e para a mente! Só ainda não consegui dançar funk...


12) Sou a maior procrastinadora que eu conheço. Levo uma semana para fazer algo que resolvo em duas horas;

13) Finjo que não sou ciumenta, faço a desapegada, mas é tudo mentira. Tenho a maior dificuldade em demonstrar sentimentos;

14) Não consigo maratonar séries/filmes. Vejo, no máximo, cinco episódios em um dia. Sou uma vergonha, eu sei;




15) Não sou boa em jogos de tabuleiro. Nunca aprendi a jogar xadrez (sei mover as peças, mas não articular jogadas), não tenho paciência para damas e só ganho no dominó por sorte.

16) Não sei falar de mim, estou aqui há quase um mês montando essa lista;

17) Ano passado, aprendi a andar a cavalo. Se eu já achava lindo, agora tenho paixão. Exibo meus hematomas com o maior orgulho;

18) O número 18 está sempre, de algum modo bem doido, relacionado às coisas na minha vida. Acabei adotando-o como número da sorte;

19) Eu tatuaria o símbolo do infinito no pulso ou na costela, se tivesse coragem (e a minha família não fosse me matar por isso);

20) Sou extremamente desorganizada com algumas coisas (a maioria das coisas) e meticulosamente organizada com outras; 

21) Sou viciada em artigos de papelaria. Querendo me presentear com canetinhas Stabilo e marca-textos, serão muito bem-vindos!

Dá até uma paz no coração!
22) Gosto de dirigir e sou supertranquila em engarrafamentos.

23) Só uso sapatos de salto alto quando é absolutamente necessário;

24) Tenho a maior dificuldade para achar anel, porque a medida dos meus dedos é infantil;

25) A única coisa que me tira do sério é falta de educação, por isso evito lugares aglomerados.


Veja mais textos dos colaboradores
participando deste Projeto aqui


Mary Leite é advogada, especialista em Direito Previdenciário e beletrista por amor. Fisgada desde cedo pela literatura, aventura-se pelo mundo literário, desde o lado da leitura ao lado de quem rabisca uma e outra história. Séries, novelas e resenhas são, dentre outros incisos, seus pequenos e grandes vícios. Intuitiva, deixa-se guiar por onde a curiosidade levar.

Até a próxima!
#blogdearbook #projetoesm #curiosidades

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Resenha: “O Último Adeus” (Cynthia Hand)


Tradução de Carolina Coelho

Por Stephanie: Oi, gente! Aqui é a Stephanie e esse é meu primeiro post no Dear Book. Fico muito feliz de estar fazendo parte da equipe do blog e espero que possamos conversar bastante sobre livros e o mundo da literatura por aqui. Hoje venho falar sobre O Último Adeus, livro que foi bastante comentado desde seu lançamento no Brasil.

Suicídio nunca é uma temática fácil de ser abordada. É triste, é pesado e muitas vezes não faz sentido. Em O Último Adeus, acompanhamos a jornada de Lex rumo a aceitação da morte de seu irmão, Tyler, que tirou a própria vida.

Lex é uma garota comum. Tem amigos, um namorado legal e uma família que, mesmo sem o pai presente, tenta se manter unida. E é um choque muito grande para ela quando, em uma manhã comum, Tyler dá um tiro em si mesmo na garagem de casa. A história começa poucos meses após a morte de Ty, então a protagonista se encontra desnorteada e ainda em fase de adaptação à sua vida sem o irmão. 
O tempo passa. É a regra. Independentemente do que aconteça, por mais que pareça que tudo em sua vida está congelado em um determinado momento, o tempo segue em frente.

O começo do livro foi complicado pra mim. Tive muita dificuldade em sentir empatia por Lex, talvez porque eu nunca tenha passado por nada parecido com o que acontece com ela. Os primeiros capítulos têm poucos acontecimentos e vemos a personagem apenas sofrendo e reclamando sobre o quão ruim está sua vida. Eu entendi o lado dela, só não consegui me conectar.

Conforme a história avança, conhecemos um pouco mais a fundo os outros personagens e principalmente a relação de Ty com Lex; ela nos apresenta suas memórias e os momentos bons que passou com o irmão. Ty aparenta ter tido uma infância alegre e despreocupada, e só começa a apresentar indícios de um comportamento depressivo após o divórcio dos pais. Eu entendo muito pouco do assunto, mas acho que traumas podem ser o estopim para uma pessoa que tem tendências suicidas. Pelo menos é o que o livro indica.

Acredito que O Último Adeus fale diretamente com pessoas que já perderam um ente querido ou um amigo para o suicídio. Senti que a autora tentou se aproximar ao máximo da realidade, levantando questões como sanidade e religião de uma maneira crível. Eu consegui imaginar pessoas reais passando pelas situações apresentadas. 
Existe morte ao nosso redor. Em todos os lugares para onde olhamos. 1,8 pessoa se mata a cada segundo. Só não prestamos atenção. Até começarmos a notar.

Dos pontos negativos eu destacaria os plots secundários como o romance e o dos amigos de Tyler. Lex não chega a encontrar redenção no amor, mas não gostei da forma que o namoro dela foi apresentado. Ficou young adult demais e só pareceu estar ali para encaixar o livro nesse gênero. Quanto aos acontecimentos com os amigos de Tyler, que não vou contar pra não dar spoiler, achei bem forçado e desnecessário.

As amizades de Lex são tratadas de maneira bem real. Ela tem um grupo diferenciado de amigos, que felizmente não é estereotipado. Gostei de ver que a personagem evolui durante a trama graças a reaproximação e empatia que desenvolve com alguns desses amigos.

O final foi o que me fez querer aumentar a nota. As cenas dos últimos capítulos entre Lex e sua mãe são muito tocantes e conseguiram me emocionar bastante. Me simpatizei muito pela mãe de Lex e por seu sofrimento, só de lembrar já fico triste de novo. O relato final da autora também cumpre o papel de emocionar.

Ainda prefiro “Os 13 Porquês”, mas com certeza recomendo O Último Adeus, principalmente para quem busca um livro realista do ponto de vista de quem perdeu uma pessoa amada. Vou ficando por aqui, até a próxima!

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Resenha: "Ecos do Espaço" (Megan Crewe)

Tradução de Jacqueline Damásio Valpassos

Sinopse: Skylar tem 17 anos e, desde que se entende por gente, é perseguida por sensações de que algo está terrivelmente errado. Mas, apesar dos ataques de pânico que a atormentam, nada nunca acontece, e Sky já está começando a acreditar simplesmente que ela não é normal. Sua vida sofre uma reviravolta quando ela Win, e descobre a chocante verdade que é a causa de suas premonições: somos todos cobaias. Há milhares de anos, a Terra está à mercê de cientistas alienígenas que não se importam nem um pouco com os seus habitantes e nos utilizam em seus experimentos de manipulação do tempo. Win é membro de uma facção rebelde que está tentando colocar um fim nisso e ele precisa da ajuda de Skylar ¿ mas, a cada alteração do passado, o próprio tecido do espaço-tempo se fraciona um pouco mais e logo poderá não restar mais nenhum planeta Terra para se salvar.
Fonte: Skoob

Por Eliel: Ecos do Espaço é o primeiro livro da trilogia Earth & Sky de Megan Crewe, e como sendo o primeiro tem a responsabilidade de encantar os leitores para que queiram ainda mais continuar nessa história e descobrir todos os mistérios envolvidos nesse Universo.

Vou confessar que é bem fácil me conquistar com uma boa ficção espacial, porém esse livro tem uma narrativa realmente muito envolvente. Iremos acompanhar a evolução de Skylar, ou Sky, que parece sofrer de um pequeno distúrbio mental que a faz ter a sensação de errado em algumas situações. Para se acalmar é tem o hábito de multiplicar coisas, detalhes por três, enquanto gira as três contas de uma pulseira que seu irmão, Noam, lhe deixou antes de desaparecer. Afinal, segundo Noam, três dá sorte.

O ponto de virada é quando Sky descobre que se distúrbio na verdade é um "dom". Aquela sensação de errado começa a incomodar e nem mesmo as contas a ajudam a se acalmar e a sensação aparece quando vê Win pela primeira vez.

Win é um alienígena que ao perceber a capacidade de Sky a arrasta para uma aventura para libertar a Terra que é um grande laboratório para os cientistas de Kemya. As experiências são em relação ao tempo, eles estão sempre mudando coisas e situações e é isso que provoca as sensações de errado em Sky.

"Alienígenas, penso, e, pela primeira vez, a palavra não me dá vontade de rir. Não consigo pensar em outra explicação que se encaixe".

Win pertence à uma facção rebelde que não aprova essas interferências e com a ajuda de Sky eles irão à procura de uma armada deixada por Jeanant, líder dos rebeldes. Durante essa busca são perseguidos por Kurra e sua equipe de Executores, responsáveis por eliminar qualquer um que esteja no caminho de Kemya.

"Vamos viajar no tempo numa toalha de mesa brilhante? Essa foi a parte mais maluca até agora. Balanço a cabeça que não, sem conseguir conter uma gargalhada".

Abordo do 3T, ferramenta de transporte através do tempo, Sky e Win viverão uma aventura cheia de emoção, suspense, reviravoltas e respostas. Em algumas passagens você precisará se lembrar de respirar, eu estou sem respirar até agora aguardando a continuação dessa aventura, Sombras do Espaço.

"Eu não sei. Não tenho como saber. Vai ver não havia mesmo nenhum jeito de sua jornada terminar bem".

P.S.: Os mais aficionados por ficção podem achar estranho o título Ecos no Espaço pelo fato de que no espaço não há propagação do som, entretanto "ecos" aqui se refere à reverberação das consequências de se mudar coisas no tempo, mais precisamente no passado.

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domingo, 23 de abril de 2017

Music Trip #2 – no automático


Music Trip
Algumas viagens acontecem nos intervalos


Não tem muito tempo que estava conversando com uma amiga sobre ter playlists pra tudo, e ela me disse a coisa mais maravilhosa em resposta: já pensou em usar a música a seu favor? Sabe, nos dias ruins, ouvir as músicas dos dias bons? Pessoinha iluminada essa. Claro que adotei essa filosofia pra vida.

No automático é o dia que a gente ativa a função shuffle de nossos programas de música – alguns shuffles até parece que entendem o que estamos passando no dia – mas um fator que faz toda a diferença para voltarmos a funcionar (após aquela noite insone ou crises desgastantes, por exemplo) é colocar um som bacana pra não prestar atenção, só deixar a mágica acontecer: sua energia subir carguinha por carguinha de volta.

Zumbi days are over.

Nesses dias não temos muito critério, mas recomendo evitar as batidas mais fortes, agitadas ou estridentes, pois, pelo contrário, podem te martelar a cabeça, e as muito calmas também, porque podem reforçar o cansaço no corpo. Meio termos então. Claro que aqui vale o que funcionar pra você. Faça uns testes ^^

Seguem aí umas companheiras que resgataram minha concentração e energia outro dia. Tô aceitando dicas também.

Bleu Feat. Alexz Johnson – Bottom Of My Heart


Para não começar chutando de vez a letargia, vai aí Bleu com uma preliminar para, com calma, preparar o terreno e começar a abrir o olho.

Hxly Kxss – Only For You (Feat. Emily Swingler)


Embora eletrônica, a batida de Only For You é um bem razoável. Ótema pra ficar só balançando a cabeça, enquanto ainda se vegeta um tantinho.

Kylie Minogue – Come Into My World


Numa vibe semelhante, Come Into My World é um eletrônico suave pra descansar a mente e, com seus momentos progressivos, engatar o foco de volta. Btw, AMO ESSE CLIPE <3

The Gossip – Are U That Somebody


Um indie rock, dance-punk, meio blue da vida pra dar aquele up. Depois de só balançar a cabeça, aqui você já está cantando, envolvida, ou pelo menos quase lá. Get A Job também é uma boa opção.

Paper Lions – Don’t Touch The Dial


Paper Lions assume o resgate num momento nada com nada. Travelling também é ótema pro serviço.

Melanie C – Goin’ Down


Aprochegar-se em uma pop antique gostosinha é uma boa. Funciona à base da ideia de arrodear-se de boas memórias. Grandes são chances de maratonar músicas de sua adolescência. Oi, Britney!

Intensifire – Victory


Agora já pode comemorar que você sabe qual é o seu nome, quanto é 2+2, que dia é e o que tem pro dia.

Segue vida J
Compartilhe sua música do automático nos comentários.
E se você é team spotify, pode curtir as músicas do post por lá.
   

Veja mais music trips aqui


Até a próxima e boa viagem de volta!
#blogdearbook #musictrip #boaviagem


Kleris Ribeiro é beletrista, produtora e agente cultural. Garota dos bastidores, se joga em marketing digital, comunicação e, recentemente, zines. Fascinada pelos mistérios do universo do livro, é administradora do blog Dear Book e diretora do Clube do Livro Maranhão. Fangirl, diz que mantém a cabeça nas nuvens e os pés no chão.



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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Resenha: "Apenas um Garoto" (Bill Konigsberg)

Tradução: Rachel Agavino

Sinopse: Rafe saiu do armário aos 13 anos e nunca sofreu bullying. Mas está cansado de ser rotulado como o garoto gay, o porta-voz de uma causa.

Por isso ele decide entrar numa escola só para meninos em outro estado e manter sua orientação sexual em segredo: não com o objetivo de voltar para o armário e sim para nascer de novo, como uma folha em branco.


O plano funciona no início, e ele chega até a fazer parte do grupo dos atletas e do time de futebol. Mas as coisas se complicam quando ele percebe que está se apaixonando por um de seus novos amigos héteros.

Fonte: Skoob

Por Eliel: Viver em mundo sem rótulos é praticamente impossível, principalmente nas escolas. Sempre haverá o atleta, o nerd, o alto, o baixo, o gordo, o magro etc; e nessa narrativa o gay.

Rafe não quer mais viver carregando esse rótulo, não porque sente vergonha do que ele é e sim porque sua identidade se perdeu atrás do rótulo. A saída do armário dele foi aos 13 anos e foi muito mais tranquila do que ele poderia sonhar. Tranquila até demais, seus pais aceitaram com muita tranquilidade e desde então ele é "forçado" a ser o ativista representando os LGBT que se escondem em seus armários por medo.

Acho que nem preciso dizer que Rafe nunca sonhou com esse papel na sociedade, ele gostaria de ser apenas um garoto como outro qualquer sem que sua orientação sexual fosse algo tão importante que o definisse.

Escola nova, novas oportunidades. Rafe se muda para uma escola apenas para garotos e lá ele não é mais o garoto gay e sim o atleta, tem amigos e está feliz. Estar em um vestiário com os outros garotos sem que ninguém o julgue por ser gay, finalmente ele é tratado como um garoto comum.


"Meu pai dizia:'Cinco minutos não são nada. É possível fazer qualquer coisa,qualquer coisa, durante cinco minutos'. Então eu fazia."

Embora, se esforce para viver sem rótulo o conteúdo da embalagem é o mesmo. Rafe é gay e isso não vai mudar e estar em uma escola onde estudam apenas garotos não é uma ideia muito inteligente para evitar os seus desejos. Rafe se aproxima muito de Ben, ele se torna um grande amigo e essa amizade fica cada vez mais forte. Pode apostar que as coisas vão ficar bem confusas por aqui.


Contar meus segredos. Ter um segredo pode ser emocionante no início, mas parece que sempre acaba sendo mais um peso do que qualquer outra coisa.

Bill Konigsberg tem uma leveza ao tratar um tema que é tão polêmico (o que não deveria ser), a habilidade empregada na narrativa é de uma maestria impressionante. O objetivo do livro é fazer uma reflexão sobre preconceito, aceitação e ser que você é.

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Resenha: "Liderança Saudável" (Alkíndar de Oliveira)

Por Kleris: Alkíndar de Oliveira é consultor de empresas, palestrante, conferencista, escritor, professor e colaborador em variadas revistas e jornais (como Pequenas Empresas, Grandes Negócios e O Estado de S. Paulo) que pautam mercado corporativo, relacionamento interpessoal, liderança, coaching, motivação, responsabilidade social, criatividade, dentre outros. Gosto de ler materiais na área por curiosidade e vontade de expandir meu lado empreendedor. Sabe, conhecer o que movimenta micro e macro corporações, entender sacadas de mercado, me inteirar do panorama. Liderança saudável foi, nesse sentido, uma leitura que me surpreendeu – de maneira positiva e negativa.

A proposta do livro é incentivar o profissional a interpretar o presente e a partir daí desenvolver uma visão do futuro – para apostar em decisões mais acertadas. Em boa parte de sua dissertação, Alkíndar cita Peter Drucker, o guru dos gurus, exaltando seu perfil visionário. Em paralelo, ele apresenta a ideia de uma nova ordem no mundo empresarial: dar sentido ao trabalho através do fator emocional, vez que, é certo, o cenário existencial que está mexendo com o ser humano no que diz respeito ao trabalho.

Toca-se muito na questão de dar significado e causa, de atender pessoas e não apenas clientes, de criar laços dentro e fora da empresa; importar-se. Nesse sentido, me lembrou  muito do professor Cortella em Por que fazemos o que fazemos? (reveja resenha aqui). 
Por que será que os empresários e executivos vão a seminário para conhecer estratégias corporativas e acabam, no fim, se envolvendo mais com um especialista da alma humana?
Conclusão: As pessoas estão ansiosas para encontrar para encontrar um significado para sua vida pessoal e profissional. Não é a toa que Peter Drucker disse com muita propriedade: “Ganhar a vida já não é suficiente, o trabalho tem de nos permitir vivê-la também”.

Ao propor a reflexão, Alkíndar trata de conscientizar, com exemplos desde a literatura a ações de mercado, sobre as mudanças inevitáveis no campo corporativo. Nessa colcha de retalhos discutem-se principalmente valores. Além de trazer um ponto a ponto desta perspectiva – uma nova ordem para a empresa, para o líder, os acionistas, os funcionários, os fornecedores, os parceiros, os clientes e a sociedade – ele expõe uma experiência prática com textos diversos (em pausas dos capítulos) ligando o trabalho ao emocional e espiritual. São mensagens, em sua maioria, de paz, motivação e ponderação. 
Pausa para reflexão.
Todo estresse é negativo? Não! O estresse só é negativo quando é intenso, bloqueia a inteligência e gera sintomas. Há um tipo de estresse positivo que abre as janelas da memória e nos estimula a superar obstáculos e resolver dúvidas. Sem esse estresse, nossos sonhos se diluem, nossa motivação se esfacela. Augusto Cury.

Achei interessante ter essa compreensão dos grandes executivos corporativos. Alguns dos apontamentos do autor, aliás, puxam características de renovação dos pequenos negócios que hoje podem ser novas soluções. Dentre elas, justo essa percepção do trabalho, as relações de confiança e o famoso caminho livre (quando a empresa oferece algo só seu ou só ela atende determinado público com um serviço específico).

A experiência negativa da leitura se deu quando o autor conferiu o fator importar-se à questão de gênero: diz ele que o homem deve estimular seu lado feminino e que, independente de ter mulheres em cargos altos, elas deviam parar de tentar ser homens (?). Nesse momento foi inevitável questionar todos os bons apontamentos dos outros capítulos, vez que ficou claro que Alkíndar não estava se reportando aos profissionais, mas aos profissionais homens. 
A lei do progresso não poderia mais postergar a vinda da mulher às empresas. A mulher com seu potencial materno, algo dado somente a ela, pela natureza, tem em seu íntimo a valorização do amor e da mais pura e efetiva educação. E sabemos que o par “educação e amor” é o casal perfeito desta nova fase do mundo moderno.
Pena que, quando promovida na empresa, a mulher tende a incorporar os defeitos masculinos, esquecendo-se de que a promoção foi motivada principalmente pelas suas qualidades femininas. Querem ser homens. Que pena! Mas como a vida é uma eterna escola, com o tempo as mulheres líderes aprenderão a ser quem são e, então, mais e mais o seu potencial vai desabrochar.

É, por certo, irônico ler um livro que fala de visão de futuro por interpretar o presente quando o mesmo deixa de lado – por claras questões de gênero! – parte de seus profissionais ou a luta destes. Por outro lado, vale reforçar o que Alkíndar fala sobre os líderes da terceira natureza dos significados empresariais: eles devem ouvir. 
A nova natureza mostra que o único caminho para melhorar o mundo externo é melhorarmos nosso interior. Enquanto enxergarmos no outro o problema ou a solução, as empresas e o mundo continuarão como estão.

Vê-se que o mundo corporativo ainda está muito truncado para oportunidades e que deve cada vez mais pegar emprestado valores dos pequenos. Fora este tiro no pé um machismo quase próprio do estilo a leitura é razoável, fluída. Também não possui um tom urgente desesperado como outros livros motivacionais da área empresarial. 
[...] quando a empresa valoriza o funcionário, o fornecedor, o cliente e o acionista, como seres humanos individuais, e não somente como integrantes de uma massa, ganha em termos de fidelidade e comprometimento de parceiros. 
[...] terá mercado a empresa que mais atender ao desejo do indivíduo, e vai perder mercado aquela que atender ao desejo de uma massa constituída de indivíduos.
Não é fácil atingir esse estágio.
Esse novo estágio dependerá não das mudanças das empresas, mas das dos trabalhadores, pois as empresas mudam somente quando seu pessoal e sua cultura mudam. Reforçando: a mudança das empresas será consequência natural da mudança dos funcionários.

Até a próxima!


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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Resenha: “Peça-me que quiser agora e sempre” (Megan Maxwell)


Tradução de: Ernani Rosa e Tamara Sender

Você já leu a resenha de Peça-me o que quiser?

*Por Mary*: CHEGOU!

CHEGOU!

CHEGOU!

(Essa foi a minha reação ao ver o carteiro dobrando a esquina)

(Ele nem estava trazendo o livro e agora tem certeza de que eu sou doida, mas tudo bem)

(Nem é como se ele já não desconfiasse disso)

Como vocês bem sabem, esta série chegou, me arrebatou e deixou-me desorientada. De onde veio a porrada? Não sei, não vi, só sei que estou aqui em prantos esperando o carteiro aparecer outra vez.
- Não posso viver sem você. O que você fez comigo, hein?
Isso me faz sorrir. Depois de lhe dar um beijo casto na boca, respondo:
- Fiz o mesmo que você fez comigo. Fiz você se apaixonar.
Que afronte, hein?

Mas antes de começar esta resenha, preciso deixar um aviso aos navegantes, de que este texto contém SPOILER do livro anterior. Então, se você ainda não começou a ler o primeiro livro e não tolera saber finais antes da hora, fique avisado e não venha me xingar depois.

E aqui está a playlist atualizada pra você curtir enquanto lê:




Pois bem, no primeiro volume desta série, descobrimos que Judith despiroca REAL OFICIAL após Eric terminar com ela. A bicha grita com a chefe, xinga o magya, pede demissão da empresa, joga um punhado de roupas no carro e foge para Jerez, onde mora seu pai.

Eric, óbvio, fica desesperado e, arrependido, vai atrás.
- Querida, não duvide um segundo de que você é o mais importante em minha vida e que estou louco por você. – Eu o olho, ele pergunta: – Você não me ama mais? – Não respondo. – Se me diz que não, prometo te soltar, ir embora e nunca mais te incomodar de novo. Mas se me ama, me desculpe por ser tão cabeça-dura. Como você disse, sou alemão! E estou disposto a continuar insistindo que você volte comigo, porque já não sei viver sem você.
Meu coração vai estourar. Que coisas mais bonitas Eric está me dizendo! Mas... não. Não devo ouvi-lo. Então murmuro com um fio de voz:
- Não me faça isto, Eric.
Sem me soltar, suplica, colando sua testa na minha.
- Por favor, meu amor, por favor. Me escute, por favor, por favor. Uma vez você me cobrou que eu me abrisse com você, mas eu não sei fazer isso. Eu não tenho nem sua magia, nem sua graça, nem sua doçura para demonstrar os sentimentos. Sou apenas um alemão sem sal que se põe diante de você e te pede... te suplica uma nova oportunidade.

A partir de então, o moço faz de tudo para conseguir o perdão de Jud, que está disposta a fazê-lo sofrer bastante antes de tê-la de volta em sua vida. Quando reatam, logo surge um novo conflito: as obrigações familiares exigem a presença de Eric em Munique e ele fica dividido.

Judith parte com Iceman para a Alemanha e, além da necessidade de se adaptar ao novo ambiente, ela também precisa conquistar Flyn, o difícil sobrinho de Eric, que não parece disposto a facilitar sua vida na nova casa. Como se já não fosse o bastante, há ainda a convivência diária e o problema de conciliar o gênio de cão que ambos têm, resultando em brigas faraônicas.
- Uau...! Eric tem razão. Você é esquentada, hein?
Fecho os olhos. Solto o ar bufando. Coço o pescoço e ele diz:
- Para de se coçar, mulher, que não faz bem pras suas brotoejas.
Olho para ele, que faz cara de reprovação.
- Pois é, linda. Eric está me deixando louco. Não para de falar de você e eu já não aguento mais. Sei até das tuas brotoejas, teus ataques de mau humor. Sei que adora trufas. Chiclete de morango. Por favor, já não aguento mais!
Assim como o primeiro volume da série, Peça-me o que quiser agora e sempre é narrado em primeira pessoa, no ponto de vista da protagonista Judith, mantendo-se uma narrativa linear e no presente.

Com sua escrita fluida e envolvente, característica típica de Megan Maxwell, esta guia o leitor para dentro da relação de Eric e Jud, que se aprofunda. Assim como a relação muda, os conflitos dos personagens avançam e se tornam mais complexos. Nada é repetitivo. Nós sentimos como a trama prossegue e se desenvolve, levando-nos a novas situações, tão reais, que conseguimos crer plausíveis. Acho que essa é uma das grandes sacadas da história de Megan: um mote aparentemente clichê e muito distante da nossa realidade, mas que é contado de uma maneira tão verossímil, e com conflitos tão comuns, que tornam o livro atraente e promissor.

Aliás, outro grande acerto da escritora, em minha opinião, é apostar em uma trama concreta, que não se alicerça no sexo, em palavras chulas ou cenas criadas para chocar. Assim como os personagens costumam dizer, os jogos são um complemento para a relação; e a gente conclui que também para a história. Apenas complementam
Não há ciúme. Não há reprovação. Apenas sexo, brincadeira e loucura. Nós três fazemos um trio maravilhoso e curtimos nossa sexualidade plenamente a cada encontro. Nada é sujo. Nada é obscuro. Tudo é absolutamente sensual.
Outro grande destaque desta obra, que ressaltei na resenha anterior e acho que vale mais uma vez o comentário, é a maneira natural como se retratam as fantasias sexuais, sem pudores ou tabus. Não se julga e muito menos condena, deixando-se muito claro que o consentimento é a peça fundamental para a realização plena da sexualidade.

Se no livro anterior, eu reclamei que a Jud não sabia dizer não a Eric; neste, ela continua não sabendo, mas também quando diz... passa de todos os limites, é fora da casinha. Me vi, em incontáveis momentos, irritadíssima pela teimosia dela.
O bichinho corre na minha direção e Eric o detém, preocupado que me machuque. Mas o cachorro está radiante de alegria, e eu mais ainda. Dou um abraço em Susto e faço carinho nele. Depois me viro para meu homem de olhos azuis e, sem me importar com a presença de Simona, me jogo nos braços dele e digo:
- Que ganbang que nada! Você é a coisa mais linda do mundo e juro que eu casava contigo agorinha e de olhos fechados.
Eric sorri. Está agitado. Me beija.
- Você que é a coisa mais linda. E quando quiser a gente pode casar.
Ai, meu Deus! O que foi que eu disse?! Eu realmente o pedi em casamento? Merda, vou me matar!
É bacana a construção dos personagens, que faz jus à analogia fogo e gelo. Vocês já pararam para imaginar como seria se o fogo e o gelo se relacionassem? Muito provavelmente há, em alguma parte do mundo, um mito a esse respeito. Tem que ter. Judith e Eric têm personalidades fortíssimas. Suas brigas são como um terremoto de grau máximo rachando tudo o que vê pela frente. E, ainda assim, não se trata de relacionamento abusivo ou violento, e é aí que está a graça.

Dominador, o Eric até gostaria de ser, mas a Jud não deixa. E por falar em Eric, QUE HOMÃO DA PORRA, hein, menina? Eu não aguentava nem um mês com um homem daqueles, mas é um homão sim. A protagonista, por sua vez, foge absolutamente das mocinhas ingênuas e frágeis – uma autêntica Guerrera Maxwell – Judith Flores é forte, decidida e teimosa pra cacete. Se eu fosse homem, também não aguentava um mês com ela.
- Quer me pedir pra eu ir embora, né? Só falta eu descumprir mais uma regra pra você me expulsar de novo de sua vida.
Não responde. Nos olhamos como rivais.
Meu desejo é beijá-lo. Mas não é o momento para isso. Então a porta do escritório se abre e Björn aparece com uma garrafa de champanhe. Olha para nós dois e, antes de dizer qualquer coisa, chego perto dele, seguro seu pescoço e beijo seus lábios. Enfio a língua na sua boca, e ele me olha com espanto. Não entende o que estou fazendo. Em seguida me viro para Eric e digo diante da expressão de incredulidade de Björn:
- Acabo de descumprir uma regra superimportante: a partir de agora, minha boca não é mais sua.
A cara de Eric é indescritível. Sei que não esperava isso de mim. E, diante do olhar assustado de Björn, explico:
- Vou facilitar para você. Não precisa me expulsar, porque agora quem decidiu ir embora fui eu. Vou juntar minhas coisas e desaparecer da sua casa e da sua vida pra sempre. Estou por aqui contigo. Cansei de ter que esconder as coisas de você. Cansei das duas regrinhas. Cansei! – grito.
O que mais posso dizer? Essa série me agarrou bem agarrado. AMO!

Portanto, se você está cansado dos livros eróticos típicos – do ricaço com a menina ingênua –, quer uma leitura que vai te prender do início ao fim, ama espanholadas e latinidades, está disposto a passar muita raiva e morrer de ansiedade pela visita do carteiro com o próximo volume da série, você não pode, em hipótese alguma, deixar de ler Peça-me o que quiser agora e sempre.
- Sua irmã Hannah morreu e você cuida do filho dela. Acha que ela aprovaria o que você está fazendo com ele? – Eric bufa. – Eu não a conheci, mas, pelo que sei sobre ela, tenho certeza que ensinaria a Flyn a fazer tudo o que você proíbe. Como Marta disse outra noite, as crianças aprendem. Caem, mas depois levantam. Quando é que você vai se levantar?
- Do que você está falando? – pergunta com raiva.
- De você deixar de se preocupar com as coisas quando elas ainda nem aconteceram. De você deixar os outros viverem e de entender que nem todo mundo gosta das mesmas coisas. De você aceitar que Flyn é uma criança e que deve aprender mil coisas que...
- Chega!


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quinta-feira, 13 de abril de 2017

#Indicação: Loja Geek 10 (+ PROMO) (Resultado)

RESULTADO #PROMO no fim da página


A maior loja geek, nerd e criativa do Brasil

Sabe quando você entra em uma loja e quer morar lá?


Se você AMA itens geeks e nerds, ou curte muito presentinhos criativos, você tem que entrar na Geek 10 AGORA! Tipo, agora mesmo! Mas se você precisa de um incentivo maior, saca só alguns dos produtos aqui no post. Vamos ver se você não baba de imediato XD 


(clique na foto para ser redirecionadx ao link J)



 














São canecas personalizadas, máscaras de dormir, porta-copos, bloco de anotações, pôsteres, aviso de porta, avental, quadros, capachos, porta-livros, almofadas decorativas, colares, carteiras, relógios de parede, porta-trecos, e muito mais <333 Vem pro lado massa do universo geek! 

MARCAS que você encontra na GEEK 10

 


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E tem muitas seções para facilitar a busca (e encher seu carrinho)!



 Nossos colaboradores foram à loucura *-------*
E QUEREMOS LEVAR VOCÊ À LOUCURA TAMBÉM
COM UMA PROMO
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UM CUPOM
DE 40 REAIS NA GEEK 10

VEM, GENTE!

COMO PARTICIPAR
- Siga as regras obrigatórias, de acordo com os formulários abaixo (Rafflecopter). Os itens que aparecem após o cumprimento dos obrigatórios são opcionais; cumpri-los aumentam suas chances de ganhar.

REGRAS OBRIGATÓRIAS
- Comentar neste post.
- Responda qual foi o produto que você mais gostou no site (www.geek10.com.br) – não é nenhum concurso cultural, só gostaríamos mesmo de saber qual produto mais te interessou – e não se esqueça de informar seu e-mail para contato. Serão válidos apenas comentários que respondam nossa proposta.

ATENÇÃO!
- O período de participações vai até 13 (HOJE) a 27 de abril de 2017. O resultado do sorteio será divulgado neste mesmo post em até uma semana após o término das participações.
- O(a) ganhador(a) receberá o cupom no e-mail de contato, com as devidas orientações.
- Perfis fake serão automaticamente desclassificados, bem como aqueles que não cumprirem as regras obrigatórias dos formulários.


U  P  D  A  T  E!
Você, leitor, acaba de ganhar 5% de desconto em todos os produtos da Loja Geek 10!
Use #VALARMORGHULIS antes de finalizar sua compra.
Clique em vale-presente e cole essa palavra J


a Rafflecopter giveaway


R E S U L T A D O 
#P R O M O

Parabéns, Juliana Holdefer!!!
Vamos em breve te enviar, por e-mail, o cupom.
Verifique sua caixa de entrada e nos confirme a chegada.
Aproveite <3
E mande fotos quando chegar suas comprinhas :)))

Obrigada a todos pela participação!
Não esqueçam que ao usar o cupom #VALARMORGHULIS,
vocês ganham 5% de desconto em todos os produtos da Loja Geek 10!
Como funciona? Clique em vale-presente e cole essa palavra.

Em breve, mais promos por aqui. Fiquem ligados o/


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