sexta-feira, 27 de maio de 2016

Resenha: "Nova ordem - Mundo novo vol 2" (Chris Weitz)

Por Sheila: Oi pessoas! Como estão? Trago a vocês hoje a continuação do livro "Mundo Novo", da editora Seguinte, já resenhado por euzinha aqui. Como este livro é a continuação dos acontecimentos narrados no anterior, imediatamente após o final, haverão alguns spoilers, ok?

No final de Mundo Novo descobrimos que parece que o Velho não era, afinal de contas, o último adulto restante. E que a humanidade não havia acabado.

Na verdade, Jefferson e seus amigos são resgatados por, nada mais nada menos do que  o que parece ter restado da marinha dos Estados Unidos.

Mas o que parecia ser um resgate e, logo, a solução de todos os problemas, mostra-se mais uma vez nada mais do que um engodo. Eles são mantidos confinados, em alojamentos diferentes, numa suposta quarentena que parece ter objetivo bem diferente.

Afinal de contas, eles passam a ser interrogados constantemente, sem que ninguém lhes diga exatamente por qual resposta procuram, o que acaba gerando desconfiança e animosidade entre os dois grupos - os oficiais e os amigos de Jefferson.

Mais uma vez, observo à minha volta. Num dos cantos, há um cubo de metal cinza, oleoso, com uma pia e um assento sanitário de aço escovado. No outro, uma cama estreita. Há também uma porta de metal resistente, com uma janelinha de acrílico, tampada com fita adesiva preta por fora (...)
Então ouço a batida de um bastão de metal na porta e um grito de "Afaste-se!". Meu interrogador entra, trazendo consigo uma cadeira dobrável ...
- Mais? - pergunto.
- Só algumas perguntas - ele diz. Ele sempre diz isso.


Jefferson e seus amigos, quando os oficiais a bordo descobrem que nada mais conseguem de informações do grupo, são tirados da suposta quarentena, só para descobrirem que o mundo como conheciam não havia acabado; na verdade, apenas os Estados Unidos haviam sido atingidos, restando ainda muitos adultos e até mesmo um Governo dos Estados Unidos, mas sediado em outro lugar.

Acontece que nem todos estão contentes com esta "Nova Ordem". Alguns dos países que aceitaram os fugitivos não o fizeram por uma questão humanitária, mas sim pelo poderio dos Estados \unidos em território marítimo. Além disso, nem todos concordam com a forma como as coisas se deram. Afial de contas, um sem número de cidadãos simplesmente foi deixado para trás, sem informações e sem perspectiva.

Eu: Mas nós nunca soubemos... ninguém nunca veio nos buscar...
Ele: Quarentena. Imposta e mantida sob pena de morte. E, acredite em mim, tem acontecido coisas suficientes para nos manter ocupados no resto do mundo.
Eu: Mas ... vocês não poderiam ter nos mandado comida com aviões:
Ele: Estávamos ocupados com os refugiados do Velho mundo. Além disso, o resto do planeta pensa que vocês estão mortos.

É então que Jefferson e seu grupo entram em contato com a resistência. O que acontece então? Bom vocês terão que ler o livro para saber como este ovo conflito será trabalhado, e como essa nova informação mudará os rumos do Novo Mundo que até então vinha sendo comandado por adolescentes.

Neste segundo volume continuaremos tendo uma narração de duas vozes, Jefferson e Donna, mas com uma modificação: outras vozes virão se juntar a desses dois! O que foi um movimento legal pois, quando a história é narrada pelo ponto de vista de um personagem em específico, fica mais fácil compreendê-lo, bem como suas motivações.

A busca pela cura já não é mais o que motiva o grupo, mas uma corrida por estabelecer um novo regime, e evitar que algumas situações antigas voltem a acontecer. O livro todo tem uma conotação mais política, falando muito  a respeito de formas de governo, certo e errado, bem e mal. Eu gostei muito e estou ansiosa pela continuação. Abraços e até a próxima.

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

[Novidades] Mary Del Priore lança livro em São Luís


Esse sábado, dia 28 de Maio, às 19hs, na Livraria Leitura do Shopping São Luís, em São Luís - MA, a historiadora Mary Del Priore lançará seu mais novo livro, intitulado Histórias da Gente Brasileira. Esse é o primeiro volume de uma série em que a autora pretende abordar as pessoas comuns e pequenos fatos que colaboraram para formar o caráter nacional.

Nesta data, Mary Del Priore fará uma sessão de autógrafos, que será seguida de um debate com o Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Euges Lima, e terá como mediador o professor Sebastião Moreira Duarte.


Nesse mesmo dia, um pouquinho mais cedo - às 15h - vai acontecer o Planeta de Leitores, com um debate bem legal sobre temas relacionados ao livro Beije-me Onde o Sol não Alcança, com a autora e a participação de duas convidadas de apoio - sendo uma delas resenhista aqui do blog \o/ Quem não puder participar do encontro, o Dear Book vai fazer uma cobertura pelo SnapChat - add "DearBook" - e também postaremos aqui no blog. Acompanhem também o Clube do Livro Maranhão, o hostess do encontro! 

Como vocês podem perceber, o sábado será animado! Não percam!

Ficou curioso para saber mais sobre o livro?


Histórias da gente brasileira
Volume 1: Colônia
Mary Del Priore
LeYa| 432 páginas | R$ 54,90



 Mary Del Priore apresenta uma outra história do Brasil
Primeiro volume da série Histórias da gente brasileira aborda o cotidiano da Colônia

Por trás da história dos grandes feitos, datas marcantes e personalidades notáveis estão as narrativas do cotidiano, um passado escrito por personagens anônimos que, ao longo dos anos, acabaram por se misturar ao próprio tecido social. O que Mary Del Piore oferece na nova série Histórias da gente brasileira (LeYa) é um estudo desse tecido, uma “histologia histórica” que analisa os fios miúdos que entrelaçam as tramas do passado e, com simplicidade e frescor, apresenta uma história do Brasil diferente. No Volume 1: Colônia, a autora lança luz sobre o universo multicolor das pessoas comuns e coisas pequenas que formaram um caráter nacional ainda hoje presente em nossas vidas e formas de pensar.

“O que parece uma cacofonia, ruído desencontrado, é música. São os sons da rua, da casa, dos instrumentos de trabalho ou de festas. Para isso é preciso olhar pelo retrovisor para ver como nossa gente era, como morava, vestia, comia, trabalhava, ria, amava e sonhava. De que forma seus problemas foram ultrapassados de geração em geração. Mas é preciso também olhar pelo buraco da fechadura, para enxergar como se comportava em sua intimidade nos momentos de medo, dor ou prazer”, escreve Mary na apresentação.

Em seus primeiros anos, a Colônia foi precariamente povoada pelos “desassistidos”, portugueses desenraizados a quem a Coroa se dispunha somente a distribuir machados para a extração das eventuais riquezas de uma terra em que, nas palavras de Américo Vespúcio, “não encontramos nada de tirar proveito”. Medindo o passar do dia por meio de orações (“tempo de duas Ave-Marias”) ou de funções fisiológicas (“de uma mijada”), eles não dispunham de muito além de obstáculos e incertezas, mas mesmo assim investiram em construir uma sociedade europeia sobre os ombros dos habitantes nativos – os índios, que mantinham uma elaborada agricultura e um conhecimento sofisticado da fauna e da flora.

Por isso esta é uma história repleta de texturas e sabores, como mandioca, mel de abelhas selvagens, larva de taquara, bunda de tanajura, araçá, pitanga, umbu e os múltiplos usos das palmeiras: palmito, óleos e frutas que, amassadas e fervidas, eram transformadas em um pó castanho consumido como sal. As diversas tribos locais ainda ensinaram os europeus a utilizar a natureza na vida prática. Uma folha de capim selvagem, por exemplo, fazia as vezes de lâmina de barbear. Os objetos, aliás, também surgem como protagonistas desta trama: marcados pela intenção de seu criador (e, depois, de seus detentores), são o signo de uma ação.

Como em todas as nossas épocas, prazer, angústia, harmonia, conflito, civilização e barbárie coabitam neste Volume 1: Colônia, que detalha como os homens e as mulheres que viveram no Brasil entre mais de três séculos e dois Pedros – o Cabral e o de Alcântara – se relacionavam com terra, trabalho, casa, comida, nascimento, adolescência, uniões, doença e morte.

Mas essas nunca deixaram de ser também histórias da destruição do meio ambiente, da exploração do outro, da enxada e do chicote. É surpreendente constatar tudo o que mudou de lá para cá, porém o que mais impressiona é o tanto que continua igual. As Histórias da gente brasileira abrem nossos olhos para verdades a respeito de quem somos, o que torna a leitura ainda mais pertinente. Porque, nas palavras de Mary Del Priore, “descobrir os caminhos da gente brasileira e conhecer mais e melhor o nosso passado é a receita para se gostar mais e melhor dele”.

O próximo tomo, com lançamento previsto para novembro, vai acompanhar a ação do tempo e as transformações na rotina de nossos ancestrais durante o Império. O terceiro e o quarto tratam do período republicano.

A autora

Mary Del Priore, ex-professora de história da USP e da PUC/RJ, pós-doutorada pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, é autora de 45 livros de história. Recebeu mais de vinte prêmios literários nacionais e internacionais, foi colunista do jornal O Estado de S. Paulo por dez anos e é sócia titular do IHGB, IHGRJ, Academia Portuguesa de História, Real Academia de la Historia de España, PEN Club do Brasil, Academia Carioca de Letras, entre várias academias latino-americanas. Atualmente leciona no curso de pós-graduação da Universidade Salgado de Oliveira.



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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Resenha: “Noite das Garotas” (Izabela Lopes)

Por Kleris: Pense numa leitura gostosinha! Tava numa dessas andanças pela Amazon e, bem, as leituras miúdas e duma tacada só são as que mais procuro por lá, assim achei esse pequeno conto da Izabela Lopes, que me surrupiou a atenção (e umas risadas) logo de entrada. 
Vi está digitando...
Bruna (09:20): Eita, que agora parece sério. Ela está demorando pra digitar!
Vi está digitando...
— Bruna, larga esse celular. – Pedro estava sério.
— Emergência das três espiãs!
— O que pode ser assim tão importante?

Em A Noite das Garotas, topamos com três amigas (“as três espiãs”, como se denominaram) que numa sexta-feira tem cada uma sua experiência cotidiana, e que as divide sempre que podem – mais precisamente em conversa no whatsapp. A narrativa do conto se dá quase como um diário em que cada menina, Mari, Vi e Bruna, relatam cada qual com seu ponto de vista o que está ocorrendo naquele dia e o que faz dele diferencial. 
Respirei fundo. Eu precisava era sair da cama e me trocar. Ninguém disse que seria fácil, Chris Martin, do Coldplay, já cantou isso e deixou bem claro. 
Ele me puxou em direção ao elevador e logo estávamos no estacionamento. O único problema era que ele estava vazio. Não tinha nenhum carro lá embaixo. Se fosse a bosta de uma pegadinha eu podia jurar que iria matá-lo ali mesmo. Já vi muito CSI nessa vida, posso apostar que sei matar alguém sem deixar pistas.

Acho que o que mais me chamou atenção foi a naturalidade das garotas e como juntas elas celebram a amizade. Quem não tem aquele círculo de besties para tagarelar o dia todo no whatsapp, né? ^^

Entretanto, no que consta sobre a estrutura do conto, este deixou a desejar... A história me parece que seria ainda melhor se fosse mais longa, com mais desenvolvimento dos conflitos; senti que a autora ficou um pouco presa a fechá-lo como pequeno. Foi algo mais estrutural mesmo, de maturar e conciliar com a trama. Não curti muito o final ou como a autora foi encaminhando esse fim, me pareceu um pouco fora de tom e foco, porém, é uma leiturinha interessante para um descanso e os diálogos das meninas são ótemos!

Embora iniciante (veja bastidores do conto aqui), Izabela mostra ter uma escrita leve e gostosinha; ela deu um bom pontapé. Gostaria de ler mais histórias dela num futuro. Vale só mais umas revisõezinhas de trama e escrita ;)

Para acessar o conto, clique aqui – é possível ler de graça se você tiver o Kindle Unlimited. 
— Como sempre, vocês até parecem que vivem em alguma série. Nunca vou entender essa ligação que vocês têm, mas não posso negar que acho isso muito legal. [...]


Até a próxima!


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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Resenha: “No mundo da Luna – A entrevista” (Carina Rissi)

Por Kleris: A entrevista é um mimo da Carina para os leitores – inclusive, disponível GRATUITAMENTE na Amazon (aqui). Originalmente, era um trecho do livro No mundo da Luna (resenha aqui), porém, como o livro estava muito longo, ele precisou ser cortado. Mas era um material bom demais para ser assim, descartado. 
A entrevista de emprego é uma das minhas cenas favoritas – uma das mais divertidas – , e é com imenso prazer que agora eu a divido com você.
Carina Rissi.

Basicamente, A entrevista é um close da história antes de todo o rolo da trama principal acontecer. É quase um headcanon, na verdade: uma parte da história que foi mencionado por cima na linha de tempo oficial (canon) e que momentaneamente é descrita para esclarecer como dado fato aconteceu; ou seja, um trecho que só fica na cabeça/imaginação (head) – geralmente de fãs, porque a história passa direto sobre ele. Enfim, você pode encarar até como conto-prólogo, já que daqui muita coisa define bases para o romance da Carina.

Luna é uma jornalista recém-formada que está em busca de ação na sua profissão – ou pelo menos tentando pagar as contas e viver mais confortavelmente. Ela divide um minúsculo apê com Sabrina, sua melhor amiga, e, como a clássica heroína de chick-lits, Luna é aquela personagem que está tentando crescer na vida em meio às sagas do dia a dia. Ao procurar por uma oportunidade, Luna se depara com uma vaga de emprego na revista Fatos & Furos e a chance de trabalhar com seu ídolo do jornalismo, Dante Montini. Para isso, ela só precisa passar na entrevista. 
Por favor, Deus, me ajude a me sair bem nessa entrevista. Isso pode mudar a minha vida!
Eu me levantei. Sabrina, ainda adormecida, rolou no colchão, se esticando toda, como uma estrela-do-mar. Uma perna escapou para fora da cama e atingiu meu joelho.
Tá legal, Deus, nem precisa ser uma mudança muito grande. Um apê com dois quartos já está de bom tamanho.

O conto é curto e mostra toda a garra de Carina Rissi de nos envolver em situações desastrosas. Luna é essa pessoa que não consegue respirar sem algo repercutir ao seu redor e causar algo catastrófico. É fácil se identificar com sua ansiedade medonha, seu deslumbramento e coração esperançoso. Apesar de cair facilmente na lei de Murphy, Luna não perde a fé de que vai sair do buraco – embora muito demonstre o contrário e se jogue na sofrência. 
Meu primeiro crachá. Ai, meu Deus!Tomei o elevador, ainda fascinada com o pequeno retângulo de plástico. Aquele seria o primeiro de muitos. Tinha que ser. Será que eu podia ficar com ele quando fosse embora? 
Tentei não parecer uma boboca deslumbrada e evitei ficar olhando para todo lado. Não queria parecer uma criança que acaba de entrar na Disneylândia e... Ah, meu Deus, aquele ali é o Murilo Velasques? Eu sou muito fã desse cara!
Ok. Foco, Luna!

Ainda não li o livro No mundo da Luna, mas com certeza fui fisgada por esse conto. É possível ler sim sem ter conhecido o livro anterior, vez que a Carina não entrega demais nem de menos. Acho que para quem, como eu, não leu o livro principal, leva o conto como uma prévia do que vem aí; já quem fez sua leitura do romance, leva as situações como um bônus ou curiosidade. 
Li uma vez que Steve Jobs, o fundador da Apple, ficava nervoso em palestras, por isso segurava um clipe de papel entre os dedos enquanto falava no microfone. Isso o ajudava a encontrar o equilíbrio e a serenidade necessários. Se nem o Steve Jobs sabia como se comportar no ambiente de trabalho, quem saberia então? O sobrenome do cara era trabalho!

Recomendadísssimo para você que está procurando uma tragicomédia, algo leve ou breve. É a Carina Rissi, bebê :) 
E havia algo mais no ar. Uma sensação nova, um arrepio diferente, que me fez sentir cócegas na boca do estômago.
— Acho que algo maravilhoso está prestes a acontecer, Sá. 


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sábado, 21 de maio de 2016

Planeta de Leitores MA: encontrão com Mary Del Priore e convidadas

Alô MAIO maravilhoso!

Como fora anunciado (reveja aqui), o novo projeto literário, Planeta de Leitores, vai chegar com tudo em sua primeira edição. Um abraço à Editora Planeta por concretizar um encontrão desse! 

E que honra receber a autora Mary Del Priore!

Nossa convidada é um show de conhecimento <333 Historiadora, pesquisadora e professora, Mary é apaixonadíssima pela História do Brasil. É também colaboradora em revistas científicas e não científicas, escreve crônicas para O Estado de S. Paulo. E premiada; nacional e internacionalmente. Foi duas vezes vencedora do Prêmio Casa Grande & Senzala (1997 e 1999), ganhou duas vezes o Prêmio Jabuti (1998 e 2015), Prêmio Fundação Biblioteca Nacional (2009), dentre outros.

Del Priore traz em seus livros muito de sua bagagem acadêmica. Com um toque especial de fascínio, ela envolve os leitores da primeira à última página. Não foi muito diferente com Beije-me onde o sol não alcança, o livro-tema de nosso encontro.

Aliás, “Beije-me...” é sua primeira ficção histórica. Trata-se de um romance epistolar baseado em fatos reais, do Brasil Imperial, em que muito bem pontua sobre o relacionamento de um conde russo com a herdeira de um barão do café do Vale do Paraíba e uma ex-escrava.

Veja a sinopse abaixo:


Unindo as pontas do triângulo, paixões, tragédias, a moral hipócrita de uma época, grandes fortunas, falências, derrocadas... Neste romance que parte de fatos e personagens verídicos, o olhar da historiadora faz um retrato vivo do tempo e dos acontecimentos que o marcaram, mas é a história de amor de Maurice Haritoff, Nicota Breves e Regina Angelorum (nomes reais que parecem inventados) que nos arrebata.

Com descrições de uma riqueza impressionante, Mary Del Priore nos faz mergulhar na narrativa, nos carrega para dentro da história. Sentimos os cheiros, ouvimos os sons, vemos pelas frestas dos casarões um mundo onde convivem dramas, angústias, ambição, sensualidade, opressão feminina e religiosidade. Somos levados, ou nos deixamos levar. Difícil é voltar da viagem quando o livro acaba.

Fonte: skoob (adicione na sua estante!)

A discussão do encontro será sobre as literariedades de que a autora se utilizou para resgatar o passado e fazer este romance tão primoroso. Ademais, terá sessão de autógrafos e foto com a autora \o/

Anotem aí os avisos:
Lista de frequência começará às 14h30, no local.
- O encontro iniciará pontualmente às 15h.
- Os leitores participantes do Planeta de Leitores têm direito a autógrafo (de um exemplar do livro-tema) e foto com a autora. As fotos serão tiradas por nossa equipe e constará na nossa page (modo público). Não é obrigado que o livro seja um exemplar comprado na livraria no momento – vez que muitos leitores já leram previamente.
- Leitores podem enviar perguntas desde já às nossas redes. Faremos uma seleção. Aos leitores que comparecerão no dia, pedimos que levem a(s) pergunta(s) anotada(s), para facilitar a comunicação; favor repassar a nossa equipe no início ou durante o bate-papo.

E para enriquecer mais a dinâmica do evento, teremos convidados locais de apoio. Vem conhecer!


Aline Nascimento
Bibliotecária e diretora da Biblioteca Pública Benedito Leite


Mary Leite
Advogada e blogueira resenhista no blog Dear Book
(veja a resenha do livro aqui)


Fernanda Araújo
Coordenadora do Clube do Livro MA e mediadora de eventos literários
Blogueira no Caçadora de Livros  


Claudia Rosenberg Aratangy 
Representante da Editora Planeta e mediadora do Planeta de Leitores

Marquem presença aqui no link do evento e 
não deixem de convidar amigos leitores para este encontrão!


Planeta de Leitores MA – Beije-me onde o sol não alcança
Dia: 28/maio
Horário: das 15h às 17h
Local: Livraria Leitura, São Luís Shopping


E este é só o começo, queridos leitores.
Confira outros posts sobre encontros (aqui) do Clube aqui no blog.

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Post fonte: blog do Clube

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[Novidades] "Lançamentos de Abril/Maio da Editora Planeta"





Olá pessoal, venho trazendo mais lançamento, e a Editora de hoje é a Planeta, com muitos livros maravilhosos, desde histórias de ficção a histórias reais.

Confira algumas resenhas feita pelo Dear Book
Resenha: Beije-me Onde o Sol não Alcança (Mary Del Priore)
Resenha: Comece Por Aqui (Lee Crutchley)

Que tal agora irmos ao o que interessa? Os lançamentos \0/

Lançamentos:

A Garota PerfeitaMary Kubica
Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.
Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota.
O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.

Quando a encontra, porém, a professora esté em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?

Eu Te Odeio, Corey Taylor
Mascarado, Corey Taylor arrasta multidões cantando músicas aterrorizantes com o Slipknot. Ele tem muito mais a dizer e não será nada delicado!
Eu te odeio! é uma crítica direta, sem meias palavras, ao mundo moderno e a tudo aquilo que consideramos comum. Responsável pela condução de uma banda onde os integrantes vestem máscaras típicas de um filme de terror, Taylor faz uma avaliação devastadora, e ao mesmo tempo engraçada, sobre a sociedade atual, alfinetando os padrões de comportamento humano a partir de histórias reais vivenciadas por ele.
Trabalho, escolas, educação dos filhos, a preocupação com o planeta, programas de televisão, bebida, drogas, reuniões de famílias e outras práticas do cotidiano são ridicularizadas pelo vocalista. Não se engane: o autor deste livro não é o Corey Taylor sem máscara, normalmente educado. Também não é o profissional que se preocupa com os fãs e os atende educadamente. Este é o nº 8! É aquele mascarado que canta músicas infernais no Slipknot. E ele está sem limites!
Engraçado, profano, blasfemo e, acima de tudo, verdadeiro, Eu te odeio! é a pior versão de Corey Taylor e expõe o que há de mais insano e ridículo na sociedade moderna.

Você se Lembra de Mim?, Megan Maxwell
Alana é uma mulher independente que não acredita no amor e tem na profissão sua única razão de viver. Jornalista freelancer, é enviada a Nova York para escrever uma reportagem sobre a metrópole, onde conhece o atraente Joel Parker. Quando ela descobre que aquele homem bonito e sedutor que tem lhe feito companhia nos últimos dias é um militar, como seu pai – uma lembrança que ainda a assombra –, a jornalista desaparece sem deixar vestígios. Apesar de resoluta em sua vontade de se afastar do capitão da Marinha americana para não repetir a história de sofrimento de sua mãe, ela não conseguirá aplacar o desejo de seu coração por Parker. Quem vencerá essa disputa entre razão e emoção? O passado de sua mãe irá assombrá-la ainda mais ou irá ajudá-la a esclarecer muitas questões mal resolvidas?



Over the Rainbow - Um Livro de Contos de Fadxs, Milly Lamcobe
E se a Cinderela se apaixonasse por uma garota, e não por um príncipe encantado? Ou se os irmãos João e Maria, homossexuais assumidos, enfrentassem a ira de uma madrasta religiosa que só pensa em “curá-los”? Ou, ainda, se a Branca de Neve, abandonada numa cidade bem distante de sua terra natal, fosse acolhida por... sete travestis? Pois pare de imaginar se os contos de fadas fossem revisitados e recebessem uma
roupagem LBGTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Abra este livro e confira as clássicas histórias da infância de milhões de pessoas contadas sob a ótica de cinco autores que fazem parte desse universo, representado pelas cores do arco-íris. Ou melhor, contos de fadxs, como reza a nova norma de gêneros.



Quando o Sofrimento Bater à sua Porta, Pe. Fábio de Melo
Em todas as culturas, o sofrimento humano figura como um dos assuntos mais recorrentes. Muitos ramos do conhecimento já se ocuparam dele. O sofrimento é naturalmente interessante. Ele nos instiga a uma aproximação respeitosa, pois parece condensar boa parte do significado da vida. Compreendê-lo nos oferece uma chave de leitura para todas as questões humanas. Afinal ele perpassa toda a problemática da existência. O sofrimento é o “lugar” onde reconhecemos nossa humanidade em sua crueza mais venturosa.







Flor da PeleJavier Moro
Estamos no início do século XIX, e a varíola, também conhecida como “flor negra” pelas marcas que deixa na pele daqueles que são infectados, é a doença mais temida do mundo. Não há rico ou pobre, criança ou velho, que esteja a salvo. Ao menos até pesquisadores começarem a testar um método ousado, porém eficaz, que consiste em provocar infecções atenuadas em pessoas saudáveis, tornando seus organismos resistentes ao mal. É nesse momento que uma jovem mãe solteira, Isabel Zendal, torna-se a primeira enfermeira da história numa missão internacional. Acompanhada por vinte e duas crianças com idades entre três e nove anos, ela parte rumo aos territórios espanhóis no além-mar para levar a recém-descoberta vacina da varíola à populações pobres. A expedição é liderada pelo médico Francisco Xavier Balmis e por seu ajudante, Josep Salvany, que enfrentarão a oposição do clero e a corrupção de autoridades locais – e também disputarão o amor de Isabel. A história real de amor e coragem de Isabel Zendal, à qual o best-seller Javier Moro teve acesso após ampla pesquisa, é retratada neste romance com a mesma riqueza de detalhes e delicadeza de outros sucessos do autor, como Paixão índia e O sári vermelho

E estes são alguns que estão em lançamentos, quais vocês já querem em sua prateleira? Quais vocês estão esperando para serem lançados? deixem nos comentários o que acharam!
Eu já tenho que acrescentar alguns à minha infinita lista, não é maravilhoso mais livros de diversos assuntos.

Para conferir preços e as novidades da Editora Planeta Clique Aqui

Espero que gostem e adicionem mais livros na estante, até em breve com mais lançamentos!

Clarissa 
e toda equipe do Dear Book

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

[Novidades] Planeta de Leitores: um novo projeto \o/




O Clube do Livro Maranhão e Editora Planeta de Livros Brasil têm o prazer de apresentar um novo projeto literário, o PLANETA DE LEITORES.


Planeta de Leitores é uma aposta da Editora Planeta de Livros Brasil em promover encontros literários e aproximar os autores da casa de seus leitores através de parcerias com clubes de leitura; e o Clube do Livro Maranhão é o primeiro a sediar este projeto. Cada encontro é pensado para ter um autor visitante, para dialogar e trazer novos interesses e repertórios à mediação. As primeiras edições estão marcadas para este maio, julho e setembro \o/ 

Para esta primeira edição do Planeta de Leitores MA, fechou-se a parceria para levar a autora Mary Del Priore à ilha de São Luís e tem como livro-tema o recém-publicado título “Beije-me onde o sol não alcança”Haverá, ainda, convidados à mesa para enriquecer mais o bate-papo literário. É claro que nossas colaboradoras de São Luís vão participar! A Kleris está pelos bastidores da organização e a Mary - quem já nos presenteou com uma resenha do livro (aqui) - vai estar à mesa como convidada de apoio. 


Pense na ansiedade!

Sobre a autora

Mary é uma historiadora, pesquisadora, pós-doutora, professora e escritora em diversas editoras, como Planeta, Rocco e Leya. Graduou-se em História, fez doutorado em História Social e pós-doutorado na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, na França.

É colaboradora em revistas nacionais e internacionais, e publica crônicas no jornal O Estado de S. Paulo. Escreveu, organizou ou colaborou em mais de 40 livros. Foi duas vezes vencedora do Prêmio Casa Grande & Senzala (1997 e 1999), ganhou duas vezes o Prêmio Jabuti (1998 e 2015), Prêmio Fundação Biblioteca Nacional (2009), dentre outros.

Desde 2010, Mary Del Priore publica livros na Editora Planeta. Além de “Beije-me...”, conta com sucessos como “Uma breve história do Brasil”, “A descoberta do Novo Mundo”, “A viagem proibida nas trilhas do ouro”, “Histórias internas”, “Histórias e conversas de mulher”, “Do outro lado”.

“Beije-me onde o sol não alcança” é seu primeiro romance histórico; um romance epistolar baseado em fatos reais que traz à luz o relacionamento entre um conde russo, a herdeira de um barão do café do Vale do Paraíba e uma ex-escrava no período Brasil imperial. O olhar da historiadora faz um retrato vivo do tempo e dos acontecimentos que o marcaram, mas é a história de amor de Maurice Haritoff, Nicota Breves e Regina Angelorum (nomes reais que parecem inventados) que nos arrebata. Como outros livros da autora, é um livro de bagagem acadêmica e histórica que leva leitura de qualidade a seus leitores. 

Para adicionar na sua estante, acesse aqui no skoob. 
Para mais informações, consulte: http://marydelpriore.com.br/


Sobre o Clube do Livro Maranhão

O Clube do Livro Maranhão é um projeto sem fins lucrativos que reúne cidadãos da comunidade leitora maranhense em encontros culturais, como eventos literários, seminários, oficinas e outros, com o objetivo de proporcionar oportunidades de desenvolvimento sociocultural através de um intercâmbio de conhecimento; recentemente, aliás, foi certificado como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (MinC). Em sua confraternização com leitores, o Clube agrupa um público de jovens e adultos antes dispersos, de modo que incentiva, impulsiona e integra diversas atividades culturais a partir da leitura e entretenimento – como o cinema, as artes plásticas, as artes cênicas, além de toda disseminação e divulgação de obras literárias, artísticas e culturais.

Vem pro Clube, vem pro Planeta de Leitores MA!
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Planeta de Leitores MA
Dia: 28/mai
Local: Livraria Leitura – do São Luís Shopping
Horário: 15h às 17h

Entrada Franca.



Na página do Clube do Livro Maranhão já se encontra o link do evento 
Não deixe de marcar presença!
Confira outros posts sobre encontros (aqui) do Clube aqui no DB.

Post fonte: blog do Clube


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Resenha: "Eu Fico Loko - As Desaventuras De Um Adolescente Nada Convencional" (Christian Figueiredo de Caldas)

Por Clarissa: Oi pessoa, l tudo bem? Hoje venho com o livro “Eu fico loko – As desaventuras de um adolescente nada convencional. De Christian Figueiredo de Caldas, ele é um famoso youtuber, além de ser hilário e gente como a gente.

Bom, primeiro eu não via muito os vlogs dele, e depois deste livro eu tive a curiosidade de assistir, logo de cara reparei que ele é um ótimo youtuber, muito bem humorado, é sincero e é gente como a gente, já passou por tudo que nós passamos (adolescentes) e depois de todos os erros, aprendeu com isso e hoje leva tudo com muitas risadas e transformou isso em livros, sim teremos dois livros, este é o primeiro.
“Amizade é uma coisa de loko. Já pararam pra pensar na quantidade de pessoas muito diferentes que são nossos amigos? Todo mundo tem aquele amigo muito bobo, aquela amiga que não sai da frente do espelho, um que adora ler, um que odeia ler, um que joga bola, um que não sai da frente do computador, um em quem você sempre pode confiar e contar coisas. Mas todo mundo, todo mundo mesmo, tem aquele amigo que quando vocês se reúnem dá merda...”
Ele só precisou de uma câmera, muita criatividade e um pouco de coragem para criar um dos vlogs mais acessados do Youtube. O canal Eu Fico Loko é um recordista de viwes e inscrições, com mais de 1milhão e 500mil assinantes. Para os entendedores, o Christian hoje é um vlogger e um youtuber dos mais bombados. Mas na verdade ele é apenas um cara que gosta de escrever e que transformou o papel em vídeo.
Todos os dias, milhões de jovens procuram pelo Christian em suas redes sociais para saber o que ele está pensando.

“Vou começar este livro falando apenas uma coisa:
E aí, meus Lokões e Lokonas deste Brasil? Tudo bem com vocês?”
Neste livro você vai encontrar um pouco de tudo, coisas que aconteceram na vida de cada um, pelo menos em algum capítulo você vai se identificar e se lembrar da época. A fase da adolescência pode ser dura ou chata, mas é a melhor parte da vida, porque fazemos de tudo um pouco e assim temos histórias para contar no futuro e aprender com nossos erros. E Foi isso que Christian Figueiredo passou para os leitores neste livro, e se você não assiste os vlogs dele vou deixar o link no final da resenha, garante que vão dar muitas risadas e se descontrair.
Muitos Vlogueiros estão fazendo livros e tal, mais esta ideia nos deixa mais perto deles, como se fizemos parte da história de cada um, conhecer eles além da tela. E vemos que passamos por quase os mesmos perrengues e alegrias.
Eu gostei bastante do livro, tem uma escrita esclarecedora, estilo bem adolescente, e com muitas risadas. As paginas com fotos do Christian com amigos e família, Um livro interativo e que tem algumas paginas para o leitor, escrever o que achamos que seremos no futuro, o que queremos. E isso faz que cada um se sinta parte do livro e mais próximo de Christian.

Link do vlog:Eu fico loko

Espero que tenham gostado e deixe seus comentários falando do que achou do livro e da resenha.
Até logo!

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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Resenha: “Um Dia ‘Daqueles’ – uma lição de vida para levantar seu astral” (Bradley Trevor Greive)

Tradução de Pedro Bandeira


Por Kleris:


Comprei esse livrinho (edição de bolso) numa feira de livros ano passado. Me arrependo até hoje de não ter comprado outro do mesmo autor na ocasião e com uma pegada semelhante... Infelizmente, o money tava reduzido e eu tive que escolher – mas voltarei para comprar O Sentido da Vida e Uma Pitada de Coragem!

Pelo fato de ser edição de bolso (fato pelo qual tenho certa super hiper mega paixão), de ser quadrado (acho que só tenho um ou dois livros nesse formato) e ser fotográfico (tenho admiração por eles; ainda não um desses na minha biblioteca), fofurinhas assim logo me chamam atenção. A proposta do livro, por outro lado, é que deve valer nesta resenha. 

Todo mundo tem um dia “daqueles”.

Você não consegue levantar naaada. Começar qualquer coisa parece impossível.

Num dia “daqueles”, você se sente mergulhado num oceano de tristeza. Você fica a ponto de se derreter em lágrimas, sem ao menos saber por quê.

Você se sente como se estivesse perambulando pela vida sem propósito. Você nem sabe quanto tempo mais dá pra se segurar. 

Um Dia “Daqueles” é sim um livro autoajuda. Não sei bem quando/como isso é entendido como algo negativo para dados leitores, mas não importa, tenho certeza de quem estiver precisando de um momento para espairecer nesse mundo, vai encontrar nele um bom achado. A leitura é super rápida, coisa de cinco minutinhos, e nesse tempo você é levado pelo bom humor de Bradley, assim como pelos animais que compõem as fotografias, estes em instantes interessantes da vida “selvagem” combinados ao texto do autor.

Seu chefe pode estar de olho em você e todo mundo no escritório está te deixando doido. 

Ai, o que fazer? O que fazeeeer? Bom, se você é como todo mundo, pode se agarrar à crença idiota de que tudo há de dar certo no fim. 

E o que é preciso para fazer você se sentir como se estivesse mergulhado numa deliciosa banheira de espuma? É fácil!
(vão ter que ler o resto pra descobrir!)

Uma das coisas que mais encanta no livro é a pureza, como vi em comentários de leitores. É uma edição para mexer silenciosamente com você. A mensagem de Bradley é simples – e para alguns, óbvia. Mas quem disse que não precisamos de um toque do óbvio quando bate a bad? Quem nunca se refugiou após um dia difícil em um vídeo de animais? Até outro dia, em noites insones, recorri aos gifs de gatinhos (tem de pugs, coelhinhos e adversos se preferir) e nada como uma fofurinha boba para melhorar uns feels down. Melhorou de fato. E aí lembrei desse livro, que já tinha lido, resolvi ler novamente e Bradley me deu um refresh. Um Dia “Daqueles” bem cumpre seu papel.

Este é o livro ideal para levar na bolsa em jornadas de trabalho, para assim que bater qualquer desânimo, ele estará lá pra te fazer rir. Duvido passar por suas páginas e não parar um minutinho para ler. É ótimo também para dar de presente! – principalmente a quem adora animais. Acho que vale ainda para fazer leitura em grupo – atividades como de RH ou brincadeiras em família, por exemplo. Recomendo sim ou com certeza? 
Este livro, além de me dar motivos para rir quando eu precisava muito rir, fez com que, para minha surpresa e prazer, pessoas do mundo inteiro partilhassem comigo, felizes, uma forma tão especial de ver o mundo. [...] Espero que esta edição especial de Um dia “daqueles” lhe dê uma razão para sorrir quando você precisar sorrir. Funcionou comigo muitas vezes e sei que vai funcionar com você também.

BTG (prefácio)
Espero que experimentem a leitura. Se já leram algo do autor, contem-me nos comentários. Já estou adicionando outros dele no skoob e já quero trazer um monte deles pra casa! Até a próxima :)


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