domingo, 19 de outubro de 2014

Resenha: "Amor em jogo" ( Simone Elkeles)

Por Clarissa: Oi oi pessoal, tudo bem? Espero que sim, bom minha indicação de hoje é “Amor em jogo”, para quem gosta daquele romance fofo de tapas e beijos (risos) esta é uma boa pedida.
“Sabe aquelas fases da vida em que tudo parece dar errado? Derek e Ashtyn sabem muito bem como é isso.”
Derek acabou de ser expulso do colégio interno em que estuda desde que seu pai foi convocado pela marinha. As coisas vão de mal a pior quando recebe a noticia de que terá que abandonar a sua Califórnia para morar com sua madrasta, na cidade natal dela. A última coisa que ele precisava agora era se envolver em mais um drama familiar.
“Todo mundo tem um propósito na vida, ele me disse uma vez. Encontrar o seu é crucial para saber quem você é e o que você quer ser.”
Já Ashtyn se esconde atrás de uma fantasia da vida perfeita: boa aluna, a única menina- e capitã!- do time de futebol americano da escola e namorada do quarterback promissor. Longe de um conto de fadas, Ashtyn sente-se deslocada. Quer deixar tudo para trás e correr em busca de uma bolsa de estudos em alguma faculdade bem longe de sua vida atual. O encontro de Derek e Ashtyn revelará seus medos e terão que ter toda coragem para assumirem suas personalidades e seus desejos mais secretos.
“Nunca desista”
Amor em jogo é aquela leitura simples e gostosa de ler, mas o que me decepcionou foi à revisão, tem muitos erros de português que pode atrapalhar a leitura, necessita de mais uma revisão.

 Mas fora isso, é muito boa essa leitura, passa a mensagem que nunca devemos desistir daquilo que queremos, mesmo parecendo que nada está a seu favor. Não julgar as pessoas sem antes conhecê-las, e viver cada momento intensamente, como o primeiro amor, aproveitar os verdadeiros amigos e a família. Dar valor no que temos. O amor é o que pode nos unir, então não vamos perder a esperança no amor. Momentos ruins todos nós temos, mas não devemos desistir.ser originais,não mudar quem você é por causa dos outros. 

Esta leitura é daquela que se você começa a ler não quer para mais, o romance que os personagens vivem é muito sedutor, faz o leitor querer ter um pouco deste romance, muitos adolescentes vão se derreter, desmaiar com esta leitura. Os personagens são intrigantes. A escritora Simone Elkeles voltou a sua adolescência, muitos leitores vão se encontrar neste livro. Os sentimentos de cada personagens é tão realista que entramos de cabeça na estória e é tão bom, nos faz viajar. Além da capa do livro ser muito fofa e o conteúdo apaixonante e sedutor espera que possam ler, é muito bom poder entrar no mundo de Simone Elkeles, que pela primeira vez publicada no Brasil, e este livro é o primeiro romance da série Wild Cards.

Nunca desista dos seus sonhos!

Espero que tenham gostado desta indicação e que leiam também, e não se esqueçam de deixar seus comentários e dicas. Até logo! Boa leitura!

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Resenha: "Adeus à inocência" (Drusilla Campbell)



Por Marianne: Sou doida por livros e filmes de temática psicológica. Desses que falam sobre problemas comportamentais ou que criam uma situação inusitada que testa a conduta de todos os personagens e deixa a gente sem reação. E pela sinopse de “Adeus à  inocência” tive a impressão de que seria essa linha que o livro seguiria. Até seguiu mais ou menos... Mas bem, vamos pra resenha que eu explico melhor.

Madora era uma adolescente perturbada pelo suicídio do pai e o fracasso em que se transformou seu relacionamento com a mãe por conta disso. Até Willis aparecer e a salvar desse fundo do poço. Sem a aprovação da mãe, Madora fugiu com Willis assim que completou a maioridade e desde então vive isolada no meio do deserto da Califórnia com o moço.

Willis é um rapaz incompreendido pelo mundo que foi criado pela mãe e acompanhou a irmã Daphne se envolver com drogas e chegar no fundo do poço. E por esse motivo sente uma necessidade de ajudar mocinhas perdidas por ai a entrarem no rumo.
Madora não iria dar-se ao trabalho de lavar os lençóis, apenas juntaria todos e os jogaria no lixo; e se Willis dissesse que era um desperdício, poderia ele mesmo tentar tirar o sangue. Ela imaginou como seria falar com ele num tom tão audacioso. Então se deteve. Imaginar já era perigoso, pois ela podia ficar tão a vontade em suas próprias opiniões que um dia se esqueceria e as falaria em voz alta.
As coisas começam a mudar quando Willis traz Linda, uma adolescente de dezesseis anos e grávida, e a mantém trancada e acorrentada num trailer que fica no quintal com a premissa de que a garota era uma drogada que vivia nas ruas e ele a estava ajudando. Madora apoia e ajuda Willis sem questionar, admirando sua generosidade mesmo quando ele faz o parto de Linda e vende o bebê.

A coisa segue nesse contexto bizarro até que Django aparece. Django é um adolescente de onze anos que perdeu os pais (o pai era um astro milionário do rock)  num acidente de carro e teve de abandonar sua vida de rei do camarote em Bervely Hills pra viver em Arroyo com sua tia Robin, que ele nunca havia ouvido falar até então.

Django encontra a casa de Madora no meio do deserto quase que por acaso e na falta de amigos e alguém pra conversar (ele e a tia Robin tem um relacionamento tão próximo e amigável quanto você e aquela barata voadora da sua casa) ele vê em Madora uma amiga em potencial.
Madora, mesmo sabendo que Willis ficaria furioso se soubesse das visitas de Django, arrisca tudo por um tempinho na companhia do menino. De repente, sem entender muito o porquê, Madora começa a ficar incomodada com as perguntas de Django em relação  à sua casa que não tem telefone e nem TV, as condições em que vive com Willis (a casa é um chiqueiro) e ao trailer  onde Linda está “hospedada”. Basicamente o moleque coloca Madona pra pensar um pouquinho fora da caixa. E funciona. 
Murray, o gerente, disse que ela tinha um dom natural. Ela ficara orgulhosa e ávida por contar a Willis como fora elogiada, mas ele não se impressionou. Disse que tudo que precisava para servir comida eram duas pernas, duas mãos e um cérebro do tamanho de um repolho.
Madora começa a se questionar sobre coisas tipo “Seu eu quisesse trabalhar fora, Willis deixaria?”, “Se eu quisesse dar uma volta por ai, Willis se incomodaria?”, “Será que talvez, eventualmente, de repente, assim, por acaso, deixar Linda trancada e acorrentada no trailer não é meio que... errado?” (AEEE! Vai Madora, vai que é hexa menina!)

Por mais que Django plante a sementinha do “acorda menina!” em Madora, foram tantos anos convivendo com os abusos psicológicos de Willis que se desprender dessa corrente invisível é muito difícil. Acompanhamos isso de perto nos diálogos entre os dois, mas o que mais me chamou a atenção foram as afirmações de Madora a si mesma de que deixar Willis seria um erro porque ele precisa dela (ele mesmo afirma isso em vários momentos do livro).

Me lembrou muito um vídeo que uma amiga um dia me mostrou de um projeto chamado TedX. No vídeo uma mulher relata os abusos psicológicos e físicos que sofria do seu companheiro e revelou o motivo principal por não o ter deixado antes: a sensação de que o homem é uma alma frágil e vulnerável, incompreendido por todos e só ela o entendia e poderia ajudá-lo.
Ele podia dizer todas as coisas horríveis que quisesse. O amor dela era como um escudo, as palavras ricocheteavam sem feri-la. Não dava pra pensar em si mesma quando ele estava claramente sofrendo, tão furioso e humilhado. Era o trabalho dela levantar-lhe o ânimo quando ele mesmo não podia fazê-lo.
Sei que pra muita gente é difícil compreender esse sentimento, mas ele está ai. E foi justamente nesse sentido que eu acredito que a autora pecou um pouquinho. No desenrolar da história vemos claramente uma Madora desenvolvendo suas próprias ideias e vontades e questionando sua realidade atual em função disso. Mas no final do livro não sei o que aconteceu, parece que o prazo pra entregar estava se esgotando e a autora pôs pra fora a primeira ideia que lhe veio na cabeça.
Eis aqui a verdade: assim como ela era uma garota sem sorte, Willis era um garoto com uma história triste. Pensando nisso uma piedade maternal jorrou dentro dela. Por ele e por si mesma.
Os personagens são bem desenvolvidos durante o livro e no final não existe uma auto análise de Madora pra justificar seu comportamento. Nem se fala muito sobre o comportamento de Willis. Django do começo ao fim do livro tem um papel de protagonista de filme infantil da Sessão da Tarde, então sobre ele nem vou me estender. Alguns trechos também no decorrer do livro que (imagino) foram escritos pra chocar o leitor passam tão beges que a gente nem percebe.

A leitura vale a pena, saímos um pouco da nossa caixa pra entender o porquê de existirem mulheres que permitem que seus companheiros a dominem dessa maneira e pensarmos um pouquinho antes de julgar. Afinal, é muito fácil julgar todo um contexto baseado em nossos rasos “achismos” e ignorarmos toda a complexidade psicológica e comportamental que existe no ser humano.

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

TAG: Um livro e um filme



Olá, leitores!! Tudo bem com vocês?
Hoje estou aqui a fim de responder uma TAG que o Dear Book recebeu do blog Confissões Femininas
A TAG é sobre Um livro e Um Filme e consiste em 15 perguntas, cujas respostas devem conter o nome de um livro e de um filme.
E para indicar os blogs, ao invés de os nomes dos blogs tagueados no final desta postagem, mantém-se o nome dos blogs que já fizeram essa TAG, a começar pelo "Destinos Oposto" e, em seguida os outros blogs (no caso, o meu! haha). Em seguida deve-se avisar os blogs (mais de 5) que você escolher para responderem a TAG.


Perguntas:
L: Livro

F: Filme

1. O ultimo que você leu/assistiu?
L: Bordados (Marjane Satrapi)
F: Cavaleiros do Zodíaco, rsrs

2. Um que você quer muito?
L: Diário de uma Paixão
F: A Culpa é das Estrelas

3. Um que você se emocionou?
L: O Segredo de Brokeback Mountain
F: Sempre ao seu lado

4. Um que você riu muito?
L: A série toda do “Diário da Princesa” me fez rir muito em alguns momentos e em outros chorar, kkkkk
F: É o fim, kkkkkkkkk

5. Um "modinha"?
L:  Destrua Este Diário (não alterei porque concordo)
F: Se eu ficar

6. Um que marcou sua vida?
L: A trilogia Pão de Mel, sem dúvidas, da autora Rachel Cohn
F: Batman- O Cavaleiro das Trevas

7. Um romance?
L: Querido John
F: Para Sempre *o*

8. Um que você gostou mesmo todos não gostando?
L: Amar, verbo intransitivo, rsrsrs
F: Os filmes do Adam Sandler sempre são criticados, mas eu sempre gosto! Tipo o “Cada um tem a gêmea que merece”, rsrsrs

9. Um que te fez sentir medo?
L: Laranja Mecânica
F: Invocação do Mal, é top demais!!!

10. Um que te "prendeu"?
L: O Diário de Bridget Jones
F: Closer- Perto demais

11. Um que você não se enjoa?
L: Heath Ledger- O Astro Sombrio de Hollywood
F: 10 Coisas que eu odeio em você

12. Uma série/saga?
L: Minha Vida Fora de Série
F: A única série que eu assisto até hoje e amo demais é Friends.

13. Um que te passou uma lição de vida?
L: O Céu está em todo lugar
F: O Segredo de Brokeback Mountain

14. Quais seus gêneros preferidos?
L: Romance e drama
F: Drama, comédia, suspense

15. Um que te surpreendeu?
L: Todos os livros do Harry Potter, com certeza. É muita magia e muito amor!
F: Os Suspeitos

 P.S.: Quando forem postar a tag não podem tirar o nome do blog anterior. E qualquer vlog que ver a tag pode responder a tag más seguindo a mesma regra de não tirar o nome dos blogs anteriores.

Blogs que já fizeram a TAG:
Destinos Opostos

Confissões Femininas...
Dear Book



Indico qualquer blog que tenha vontade de responder essa TAG. Eu adorei ^.^

Beijinhos,
Kell

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sábado, 11 de outubro de 2014

Resenha: "Rede de Sonhos" (Felipe Pan)

Por Sheila: Olá pessoas! Como vão todos e todas? Trago a vocês hoje mais uma resenha de um livro nacional, de Felipe Pan, para mostrar que nossos autores estão cheios de grafite na lapiseira! Muitos livros de aventura e suspense para leitor nenhum colocar defeito.

Na trama, seremos apresentados a Arthur Ceneda, um adolescente comum, as vezes um pouquinho preguiçoso, vivendo as intempéries típicas de alguém na sua idade: estudar para provas do vestibular, ENEM, separações inevitáveis, namoros, festas, implicâncias com irmãos mais novos ...

Até que um dia recebe um presente inusitado pelo correio de um primo seu que mora no exterior. Aliás, logo que o abre, não consegue imaginar qual seria sua serventia, e nem mostra-se muito entusiasmado com seu novo pertence.
Depois de algumas tentativas fracassadas de abrir o pacote com suas próprias mãos, o garoto venceu sua preguiça e procurou uma tesoura para obter êxito. Quando a caixa de papelão foi finalmente cortada, Arthur se deparou com um embrulho branco, com os dizeres "Sonífero - Viva seu sonho". Levantando as sobrancelhas ao ler a mensagem esquisita, ele rasgou a embalagem e tirou de dentro dela uma esfera branca e pesada, um cabo, um livreto - que Arthur notou ser um manual - e duas plaquetas que cabiam na palma de sua mão.
Acontece, que o Sonífero é um aparelho com uma característica particular surpreendente: tem o poder de conectar as mentes de todos aqueles que se utilizam dele, e que se encontram na Rede de Sonhos - que acaba por intitular a obra. Além disso, viabiliza àqueles que dele se utilizam viajar para as mais diferentes regiões do planeta, dependendo para isso somente das memórias das pessoas da rede.

Arthur se maravilha com as possibilidades da Rede e junto com seu primo, Eduardo, junta-se a um grupo de jovens que compartilham um objetivo comum. É que, na verdade, não só de Sonhos é feita a Rede ... há alguma coisa de estranha acontecendo neste lugar, e esses amigos se juntam para tentar descobrir o que é.

São meninos e meninas de todas as nacionalidades: Arthur e seu primo são brasileiros, Naoki é japonês, Laura é italiana, Chris é inglês e Sarah, do Canada. Juntos, eles são os Caçadores de Memórias, que se unem para descobrir o mistério por detrás do "Estranho".
Estranho? O que é isso, uma pessoa? - perguntou. (...)
O ambiente era escuro e tinha um aspecto sujo ... No centro do escritório havia uma pequena escrivaninha, o monitor e a torre de um computador em sua superfície e, para o espanto de Arthur, um homem fazendo uso do equipamento. Arthur não soube explicar, mas sentiu seu coração disparar ao encarar o sujeito de pele meio morena, cabelos negros e barba por fazer.
Logo, Arthur descobre que o homem que os Caçadores chamam de Estranho parece ser uma memória, que se repete infinitamente dentro da Rede, o que aguça sua curiosidade. Quem seria o estranho? Por que ele estaria ali? E qual o significado de seu comportamento e das coisas estranhas que diz? É em busca destas respostas que os Caçadores decidem ir, a fim de descobrir o que está por trás deste "Estranho" - com duplo sentido - acontecimento.

Só que coisas estranhíssimas começam a acontecer: surge um encapuzado que os ataca, quando descobrem mais uma das manifestações do "Estranho", e o primo de Arthur, Eduardo, sofre ... bom eu não vou dizer o que, vocês terão que ler a obra para descobrirem o que acontece com ele.

Rede de sonhos é um livro de literatura infanto-juvenil, que mescla fantasia com aventura, que tem uma escrita leve e envolvente. Li o livro em apenas dois dias, é um tema que absorve e você se vê perguntando afinal de contas quem é o "estranho" e como a estória acabará.

No entanto, algumas questões poderiam ter sido melhor trabalhadas. Por exemplo, é difícil acreditar na naturalidade com que Arthur e seu amigo Thiago aceitam a existência do Sonífero. Além disso, alguns pontos ficam mal explicados, e a importância que Arthur assume na resolução do mistério é um tanto quanto forçada.

Mas não é um livro ruim, só não chega a se tornar um clássico, vale a pena ser lido. Recomendo.

www.submarino.com.br/produto/7015919/livro-rede-de-sonhos?franq=AFL-03-1524

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

#Lançamento “Lagoena: O Portal dos Desejos” (Laísa Couto)

 
— Oooh! Não pode ser! – repetiu, incrédula, ao perceber a estranha marca em forma de “S”, na palma da mão de Rheita. — Gornef, o-o que significa isso?- perguntou, benzendo-se.
— Nunca achei que seria possível, Adeliz. O “S” é uma lenda, e lendas não se tornam realidade.
— No entanto, Gornef, esta não só parece ser uma realidade, como se tratar da vida de sua neta. A marca... a cicatriz... Ela tem um “S” – disse a doceira, relutante.   
Veja mais na amostra grátis, na Amazon.
Por Kleris: Oi, pessoal! É um enorme prazer apresentar “Lagoena” a vocês; espero que já tenham ouvido falar por aí pelo boca-a-boca da blogosfera (comentei brevemente aqui). Conheci a história em seus primórdios, por assim dizer, e agora o Brasil inteiro o mundo em breve, espero pode entrar nessa jornada fantástica, lançamento da Editora Draco.

Sinopse:
Rheita é órfã de mãe e a única neta de um joalheiro falido. Por mais que seu avô tente, os esforços para isolar essa garota de 10 anos do mundo e esconder sua verdadeira identidade são inúteis. Inteligente e esperta, a curiosidade da garota leva-a a uma descoberta no antigo quarto da mãe.
Encontra a metade de um mapa mágico, mas qual seria a relação disso com o desaparecimento de seu pai? Quando Kiel, o filho gago do sapateiro, faz revelações incríveis a Rheita, juntos partem para uma aventura repleta de segredos ainda maiores, rumo a um outro mundo, Lagoena, a Terra Secreta que corre grande risco de não mais existir. A menina deverá salvar esse lugar mágico, protegendo o tesouro do mapa da cobiça de um imperador amaldiçoado, enquanto segue o maior desejo de seu coração: encontrar o pai que nunca conheceu.
Lagoena: O Portal dos Desejos é o romance de estreia de Laísa Couto, autora que resgata a magia dos contos de fada em uma história emocionante e envolvente. Quando a verdade da sua vida lhe foi negada, fugir para um mundo fantástico pode ser a única salvação.
(Via skoob)


Sobre o livro

A trilogia de literatura fantástica se inicia com “O Portal dos Desejos”. Rheita é uma menina protegida por seu avô, este temeroso pelo destino que uma marca à mão da garota pode reservar. Cansada de segredos, a curiosidade fala mais alto e leva Rheita a explorar sua história perdida, assim como à Terra Secreta, Lagoena, que corre risco de não mais existir.

Publicada inicialmente na plataforma Book Série (onde livros são postados no formato de seriado, e capítulos funcionam como episódios), Lagoena atuou por 2 anos na web e contou com 2 temporadas postadas. Conheci a história por minhas andanças pela net e do que li e acompanhei, me impressionou bastante. Além de uma geniosa construção de história, Laísa Couto nos presenteava com uma escrita tão incrível quanto.

Passei um tempo afastada da história e confesso que de vez em quando pensava a respeito, sobre o que teria acontecido, se Laísa teria publicado por alguma editora, como estava Lagoena nesse processo... Noutras andanças, já esse ano, encontramo-nos novamente pela web. Fiquei muito feliz de termos nos esbarrado, saber que Lagoena tinha trilhado uma boa jornada, que seria publicada e que estava alcançando seu sucesso. Foi como ter aquela velha intuição confirmada.

E qual não foi nossa surpresa ao descobrirmos que éramos da mesma cidade?

Sei que hoje Lagoena não é mais aquela história que tive a oportunidade de ler no Book Série, sei que tomou novas formas, mais consistência e confiança, que passou por altos e baixos, teve de sua autora muita, muita dedicação. Sei também que conserva aquela boa poesia, uma trama e universo incríveis para deitar e se aventurar. Ainda guardo aquela intuição e grande expectativa ;)


Quem é a autora?

Laísa Couto é uma poesia quebrada. De dia sopra histórias ao vento, de noite explora nebulosas, e colhe lágrimas de deuses esquecidos. Quando dorme, apenas sonha.

É escritora, blogueira, designer maranhense. Mantém o blog pessoal Confissões Desajustadas e escreve de vez em quando lá no Leitor Cabuloso e Escolhendo Livros. Já publicou contos diversos pela blogosfera (veja links aqui) e um pela Draco, este último chamado "O Inverno das Rosas", disponível em ebook em diversas lojas online


Sobre o lançamento

"Nada é mais como 8 anos atrás, quando Lagoena ainda era um segredo. Agora, esse mundo não pertence mais a mim e sim àqueles que se dispuseram a dividi-lo comigo." 
Laísa C., no blog oficial

O livro entrou em pré-venda no site da Editora Draco nesse setembro e participou do Salão de Livros de Guarulhos. Lagoena chegou às mãos dos leitores antes mesmo da autora! Laísa fará um lançamento agora em outubro, na cidade de São Luís, Maranhão, e um relançamento na 8ª Feira do Livro de São Luís (FeliS), em novembro.

Data: 17 de Outubro.
Local: Galeria SESC, Av. Gomes de Castro, 132, Deodoro – Centro; São Luís – MA.
Horário: 18h.


Quer saber um pouco mais? Lagoena traz muitas curiosidades na rede

Conheçam o Blog Oficial

Vejam o Booktrailer
Curtam a Page
Adicionem no Skoob

Conheçam Laísa Couto: Facebook; Twitter

Comprem o livro (impresso/ebook) 

Quer mandar um e-mail ou está interessado em fazer parceria? Acessem aqui.


Até a próxima!

Kleris Ribeiro.

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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Resenha: "P. S. Eu te Amo" (Cecelia Ahern)

Por Mary: Olá, queridos e queridas! Sou a Mary, nova integrante do Dear Book e os nossos encontros serão em resenhas, a fim de debatermos algumas leituras. Quero muito ouvir ler a opinião de vocês sobre as obras comentadas, certo? E eu amo argumentos! Então, argumentem! Argumentem!
Fiquei muito feliz por ter começado com P. S. Eu te Amo, porque tomei esse livro como um desafio pessoal. Há alguns anos iniciei a leitura, porém, por motivos diversos, não a finalizei, embora tenha mantido a vontade de um dia terminá-la.
Eu acredito, sinceramente, em “maturidade literária”. Já aconteceu de vocês lerem um livro e não gostarem – ou, simplesmente, o livro não ter tocado vocês – mas, anos depois, quando vocês releram a obra, terem se perguntado: Como diabos eu não percebi que esse livro era tão bom???
Pois então, aconteceu mais ou menos isso, só que diferente. Lembro de na primeira vez, já ter começado P. S. chorando loucamente logo no primeiro capítulo.
“Holly segurou a blusa de lã azul perto do rosto e imediatamente sentiu o perfume familiar (...).”
(E aqui jazia a Mary, chorando igual criança já com a primeira frase do livro)
Sério, gente.
Hoje, anos depois terminando de ler um livro que mexeu tanto comigo na primeira tentativa, vejo que eu não estava madura o suficiente para encarar uma obra tocante, doce e forte como P. S. Eu te Amo. No decorrer das páginas, acompanhamos o avanço de Holly em vencer o luto por conta da perda do marido, que, muito além de ser apenas um marido, era sua alma gêmea, seu melhor amigo e confidente.
“Algumas pessoas procuram a vida toda e nunca encontram a sua alma gêmea. Nunca. Você e eu encontramos, mas ficamos com eles por um curto período.”
Holly e Gerry é o tipo de casal perfeito que todos amam. Ninguém do seu círculo de amigos conseguiria imaginá-los separados, mas é o que acontece. Gerry descobre uma doença grave e, apesar das tentativas, não consegue vencê-la. A história começa dois meses após a morte dele, ainda com Holly atravessando um luto profundo, que deixa amigos e família seriamente preocupados com sua saúde física e mental.
“Assim como fizera todas as outras noites das últimas semanas, Holly caiu em um sono agitado nas primeiras horas da manhã. A cada dia, ela acordava e se via espalhada sem nenhum conforto em cima de um móvel diferente (...). Mais uma vez, foi o telefonema de um amigo ou familiar preocupado que a despertou.”
Mas quem pensa que P. S. Eu te Amo é apenas drama, está muito enganado. Cecelia é muito perspicaz – e provavelmente era justamente esse o objetivo dela – em não explorar a tragédia, mas sim o processo de cicatrização pelo qual Holly passa. Quem já perdeu entes queridos sabe muito bem o quanto é difícil essa fase do luto e de “se acostumar” à ausência da pessoa amada (bem, quem nunca perdeu, provavelmente consegue imaginar a dor, também).
Nem de longe esse momento é fácil. Muito pelo contrário. Holly permeia por altos e baixos, começando muito bem alguns dias – cheia de otimismo e determinação – mas tendo muitos dias ruins também, nos quais levantar da cama é quase um sacrifício. Gerry tem um papel fundamental nesse processo ao colocar em prática uma piada interna do seu ciclo de amigos: A LISTA.
Meses após a morte do marido, Holly recebe um pacote endereçado à casa dos pais dela, cujo conteúdo traz dez pequenos envelopes para serem abertos um em cada mês, começando em março e terminando em dezembro. Neles, Gerry incentiva a esposa a tentar seguir sua vida sozinha, aprendendo a lidar com os problemas ela mesma, utilizando desde conselhos pequenos, como “compre um abajur” até coisas maiores, como buscar um emprego de que realmente goste – algo um tanto difícil para Holly.
A narração se dá em terceira pessoa, partindo-se preponderantemente do ponto de vista de Holly. Desse modo, Cecelia Ahern consegue abordar muitas nuances do luto – inclusive a falta de tato ou insensibilidade de algumas pessoas com relação à perda, sem deixar de descrever situações engraçadas e de verdadeira comédia.
- Alguma coisa especial hoje à noite? – Perguntou ele, atacando a cadeira.- Três ponto zero. – Disse ela, mordendo o lábio.- O que é isso, o número do ônibus que você toma?
Os personagens de P. S. são, absolutamente apaixonantes. Para não me estender muito, vou apenas mencionar o crescimento do Richard no decorrer da trama, um personagem secundário que, definitivamente, conseguiu ganhar o meu coração. Mas de quem eu quero conversar com vocês é mesmo sobre a Holly e o Gerry.
Algo que, ao mesmo tempo em que me incomodou, me causou certa compreensão, foi a dependência de Holly com relação ao Gerry. Compreensão porque consigo entender crível que, um namoro iniciado ainda na época da escola, quando ambos tinham em torno de quatorze ou quinze anos e que evoluiu para uma relação profunda como a deles, é “normal” que ambos tenham moldado a sua maturidade em função do outro. Por outro lado, me incomoda que a Holly, por vezes, dê a impressão de ter se anulado em função do Gerry, como quando ela menciona que só sabia ser “uma boa esposa” ou no seguinte trecho:
“Gerry a incentivara a ser corajosa; ele a incentivara a querer um emprego que significasse mais para ela do que apenas um salário. Não teria necessitado procurar por essas coisas se Gerry estivesse com ela.”
E aí eu fiquei me perguntando: Por quê? Por que Holly não poderia querer um emprego do qual amasse, caso ainda tivesse Gerry ao seu lado? Por acaso ter o amor da sua vida justifica e supre todas as ausências nos outros âmbitos? Bem, não estou de acordo com a completa perda de individualidade pelo único motivo de ter encontrado o amor. Acredito não só que não se justifica, como também que Gerry não aprovaria tal pensamento.
E falando em Gerry, me peguei pensando na história pelo ponto de vista dele. Quero dizer, fiquei imaginando esse cara incrível, ante o veredito médico de que sua vida seria ceifada tão precocemente. Gostei bastante das passagens em que ele apareceu, que deram uma ideia bem bacana do homem íntegro e gentil que conquistou Holly.
“Ficar velho tornou-se algo que ele queria alcançar desesperadamente, em vez de uma inevitabilidade temida.”
Acredito, de verdade, que P. S. Eu te Amo é um livro que você deveria ler, pela mensagem que nos transmite. De forma tocante, sutil, delicada e engraçada, Cecelia Ahern é capaz de nos fazer repensar o modo como encaramos tantos aspectos da vida. Nós podemos viver ou simplesmente passar por este mundo, tudo depende das escolhas que você faz e de como prefere marcá-lo. Não há nada de errado em estar só, desde que este não seja motivo para se diminuir. Às vezes é preciso deixar a pessoa amada ir e aprender a viver sem ela, ainda que seja complicado fazê-lo.
“Vivemos coisas lindas juntos e você fez a minha vida... Você fez a minha vida. Não tenho arrependimentos. Mas sou apenas um capítulo de sua vida, muitos outros virão. Guarde nossas lembranças, mas, por favor, não tenha medo de criar outras.” 

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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

[Especial] Cobertura da Feira do Livro do Shopping da Ilha de São Luís - 2014

São Luís, ilha do amor... literário :)


Hey, gentes! Hoje apresentamos a vocês um pouco da cidade de São Luís (MA) não, este não é um post do Happy Hour rs, a Feira do Livro do Shopping da Ilha e o Clube do Livro do Maranhão. Quem aqui escreve é a Kleris e a Mary (nossa nova resenhista), visitamos a Feira e vamos mostrar um pouco do que rolou esse ano. 


Terra de Gonçalves Dias, Raimundo Correa, Aluísio e Arthur Azevedo, o Maranhão mais uma vez está fazendo história no meio literário; a conhecida “Atenas Brasileira” está de volta. São Luís, a capital, não só está de braços abertos, como também tem apresentado escritores que andam despontando na Literatura Nacional. Dentre autores já conhecidos, podemos citar a Nazarethe Fonseca (não conhece os livros? Tem um podcast ótimo aqui) e Ahtange Ferreira (ela esteve esse ano na Bienal de SP). Neste post conheceremos mais duas, a Laísa Couto e a Deyse Batista.

Mas primeiro vamos à Feira do Livro no SDI (Shopping da Ilha) :)

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domingo, 5 de outubro de 2014

Resenha: "Battle Royale" (Koushun Takami)

Por Sheila: Oi pessoas! Como vão todos e tod@s? Resenha de um livro que eu levei um tempão para terminar de ler, não por que não fosse bom, mas em função da quantidade de páginas (664!) e por causa da densidade da história.

Mas vamos lá, este é o livro de um autor Japonês, chamado Koushun Takami, e que foi publicado por lá em 1999 – ou seja, um tempão, quase 15 anos atrás. Mas ficou tão famoso por lá, que até virou filme e mangá. 

A sinopse é mais ou menos a seguinte: num futuro, que infelizmente o autor não deixa distante o suficiente para que nos sintamos seguros, o governo escolhe jovens entre 15 e 16 anos para participarem de um jogo. A regra? Matar todos, sendo ganhador aquele que conseguir sobreviver à carnificina.

Ele explica as condições sociais e de governo que levaram a aprovação da lei conhecida como ATO BR, mas confesso que não entendi muito bem essa parte, talvez sejam questões de uma cultura local que eu não domino muito bem. Mas é essa lei que justifica a criação e manutenção dos jogos. 

Shuya Nanahara e Yoshitoki Kuninobu são melhores amigos. Os dois são órfãos e estudam na mesma escola, estando à espera da “viagem dos sonhos” que farão junto com alguns outros alunos. Em algum momento da viagem todos dormem e, quando acordam, descobrem-se em uma sala, com uma coleira contendo um rastreador.

Nesta sala, são orientados de que participarão de um jogo chamado “O Programa”. O objetivo? Matarem uns aos outros. O mais cruel do jogo é que, se em 72 horas sobrar mais de um aluno vivo, a coleira de todos irá explodir, não havendo nenhum vencedor.

Os alunos são então colocados em uma ilha, onde vemos despontar os mais diversos tipos de comportamento, desde aqueles que deixam de lado seus princípios e buscam preservar-se participando de forma efetiva do jogo, ou seja, matando; até aqueles que tentam unir-se para superar as adversidades.

Por mais que o kit básico de sobrevivência inclua apenas água, um pouco de comida, e uma arma, pior quanto melhor se considera o jogador, isto de nada adianta; os melhores jogadores em alguns momentos enfrentam aqueles com menos capacidade, e conseguem tomar-lhes as armas melhores, que supostamente geraria equilíbrio.

O livro é cheio de ação, cenas brilhantemente escritas, e sangue. Muito sangue. Se você não tem estômago para este tipo de leitura, não leia. Talvez por isso eu tenha demorado um pouquinho para conseguir ler todo. Além disso, Tamaki consegue descrever seus personagens em termos tão complexos e humanos, que tornam a trama fortemente imprevisível e cheia de reviravoltas.

Tive muita dificuldade com o nome dos personagens, devido a questão cultural – são nomes difíceis! – e a quantidade de alunos inicialmente participando dos jogos, o que dificultou um pouquinho a leitura. Sei que em algum momento rolou uma discussão sobre a similaridade deste livro com a trilogia “Jogos Vorazes” de Suzanne Collins mas, afora a temática semelhante, as obras não poderiam ser mais distintas.

Mas poderíamos citar outros livros clássicos com núcleos parecidos. Se não levarmos em conta o tema distópico, Willian Goldin já falava em “O Senhor das moscas” como os homens, na ausência de uma lei maior reguladora do comportamento, as vezes deixam-se levar por seus instintos mais vis como forma de sobrevivência.

Lançado agora em 2014 pela Globo livros, o livro ficou muito bem diagramado, assim como a textura da capa. Recomendo, mas com as ressalvas anteriores no que tange à alta presença de violência. Abraços e até a próxima.

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Resenha: "The Dig" (Audrey Hard)

Sinopse: Zoe Calder sempre foi meio excluída. Aluna de um internato desde que seus pais morreram, Zoe se enterra em estudos sobre mundos antigos. E o que mais a entusiasma, é passar o verão em escavações com seus tios arqueologistas. E um dia, durante uma investigação em um recém-descoberto templo em Creta, Zoe descobre um artefato luminoso que a transporta para a Grécia antiga.  Zoe descobre rapidamente que os deuses do Olímpio são reais, humanos com poderes misteriosos... Poderes que Zoe também chegou a possuir. No entanto, quando o povo da Grécia Antiga confunde Zoe com uma olimpiana, os deuses percebem que o equilíbrio do mundo antigo foi atingido e eles devem restaurá-lo o mais rápido possível.  Zoe é forçada a jogar um jogo perigoso e confuso assim que Hera coloca os deuses contra ela – menos Zeus, o deus jovem e belo que arrisca tudo para salvá-la.  Zoe se vê na Grécia antiga, lutando contra o poder do Olímpio e a vingança de uma deusa desprezada – tudo por um estranho garoto que ela veio a se apaixonar.
Fonte: Tradução livre de GoodReads
Por Eliel: Surpreso, é como posso me descrever ao ler esse livro. Começando por receber um convite da própria autora para resenhar a sua série de estréia sob o pseudônimo de Audrey Hart. A principio, sou um pouco preconceituoso quanto à releituras da Mitologia Grega, então não esperava que fosse tão bom. Li o primeiro capítulo e praticamente tinha que ler os outros. A leitura foi um pouco demorada em função da barreira linguística, meu inglês é bem bom, mas ler um livro fora do seu idioma materno dá um pouco de preguiça (principalmente para quem tem listas intermináveis de leitura).
"E não há nada mais perigoso neste mundo, em qualquer mundo, do que alguém calmo, claro e com raiva".
Mas como a maioria das releituras, esse tem uma nova forma de apresentar os mitos, uma abordagem bem mais contemporânea e pode parecer que se distanciam do original, e de fato o faz, até porque os grandes deuses olimpianos são adolescentes em idade escolar.

A personagem principal, Zoe, é muito racional e verdadeira. Gostei muito dessas características que permitem que ela não seja do tipo de personagem que acredita no inacreditável logo de início, com um humor ácido ela tenta se convencer o tempo todo de que não está na Grécia Antiga até que tem reações bem verdadeiras, caso alguém um dia se encontrasse na mesma situação, ou seja, ela pira.
"O amor é chato assim. Leva embora seu sentido de humor e auto-preservação".
A estória é repleta de altos e baixos e em alguns momentos dá até para adivinhar o desfecho de alguns personagens, mas não se iludam e aguardem as surpresas. Escrito com um tom leve e bem humorado e narrado através dos olhos de Zoe, que é um insegura e não faz amigos com facilidade e lhe falta autoconfiança. Seus pais estão mortos e agora ela vive com seus tios arqueólogos, nas férias de verão ela os acompanha em escavações. Zeus é um jovem forte, bonito. Ele está entediado e esta à procura de algo diferente. Quando ele põe os olhos em Zoe, ele percebe que ela é exatamente o que ele está procurando. O único problema é que ela não sabe que ele é um deus grego e não um deus qualquer, mas o rei dos deuses. Receita para uma aventura histórica.

No geral, uma leitura bem agradável e leve que vai agradar os fascinados por Mitologia Grega, altamente recomendado. Agora, para os leitores do Brasil nos resta aguardar a tradução dessa trilogia. O segundo volume ainda não foi publicado nos Estados Unidos.

P.S.: Quotes em tradução livre.

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