segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Resenha: "Reino de Cinza" - Trono de Vidro Vol. 6 (Sarah J. Maas)

 

Tradução:  Mariana Kohnert  

Sinopse: Reino de Cinzas é a conclusão épica e inesquecível da série Trono de Vidro.Aelin arriscou tudo para salvar seu povo, mas isso pode não ter sido suficiente. Capturada pela rainha sombria trancada em um caixão de ferro, Aelin luta para permanecer forte e resistir às torturas de Maeve, pois sabe que a sobrevivência de seu povo depende disso.Embora tenha resistido por vários meses, sua determinação começa a diminuir a cada dia que passa. Em Terrasen, Aedion, Lysandra e seus aliados se esforçam para conter a ameaça iminente, porém a força dessa aliança pode não ser o suficiente para barrar as hordas de Erawan e proteger Terrasen da destruição total.Espalhados pelo continente, Chaol, Manon e Dorian precisam correr contra o tempo para encontrar seus destinos. Toda esperança de salvação - e de um mundo melhor - encontra-se por um fio.E do outro lado do oceano, com seus companheiros inabaláveis, Rowan luta para encontrar sua parceira e rainha capturada - antes que a perca para sempre.A batalha final se aproxima, todos devem se reunir em Terrasen, para uma última tentativa de vencer a guerra contra Maeve, Erwan e Valg. Seus finais felizes estão à vista se eles puderem aguentar o tempo suficiente para alcançá-los.Sara J. Maas fez um trabalho fantástico nesta edição final, amarrando todos os locais do mapa que ela teceu ao longo de todos os livros. A autora criou habilmente uma movimentação pelos campos de batalha, levando em consideração a rota, o relevo e o clima, fazendo com que seu universo emergisse de forma viva e realista. Maas construiu uma saga impecável, seus personagens complexos e únicos contribuem para tornar a série simplesmente inesquecível. Aelin Galathynius é uma protagonista forte e inspiradora. Em Trono de Vidro como Celaena Sardothien, é uma jovem mal-humorada, brilhante, mas quebrada. Ao final da saga ela está de pé, corajosa e independente. Reino de Cinzas é o fechamento perfeito e completo, sem pontas soltas, para uma aventura memorável.


Por Jayne Cordeiro: Finalmente cheguei ao último livro da série "Trono de Vidro". É aqui que todos os planos, viagens, aventuras e pessoas, devem convergir para o objetivo final de derrotar Erawan e seu exercito sombrio. Aelin está nas mãos de Maeve, com Rowan e seu grupo indo atrás dela. Dorian atrás da última peça para o fecho, Manon tentando juntar as Crochans, Chaol segue com seus aliados para o continente, Aedion e Lysandra segurando o exercito contra Erawan ao Norte. Varias coisas acontecem nesse livro, e ele não é grande a toa. Mas nenhuma cena é desnecessária. Tudo está em constante movimento, e seja com cenas dramáticas, embates épicos ou romance, "Reino de Cinzas" é uma conclusão maravilhosa para essa série.

É impressionante ver o amadurecimento e mudanças, pelas quais diversos personagens passam. E como todos os acontecimentos, as vezes de livros atrás, se encontram e se justificam aqui. Tudo isso mostra um planejamento e escrita aguçada da autora. É uma série sem defeitos, e esse livro foi o encerramento perfeito. Teve momentos em que eu não tinha a mínima ideia de como a coisas se resolveriam. Fiquei tensa diversas vezes, chorei, sorri, comemorei... tudo que tinha direito. O enredo é muito bem elaborado, e você percebe que nenhum personagem está ali em motivo. Fiquei surpresa diversas vezes, com os resultados, e acho isso um ponto alto da história.

Quando você pega esse livro, o oitavo da série, somando os extras, ver o desfecho desses personagens, a reunião final deles, dá uma sensação única de nostalgia, realização e de ficar orfã, quando tudo se acaba. Eu li os livros nesses últimos meses, sempre um atrás do outro, e chegar ao fim, é uma sensação de dever cumprido. Conversando com algumas pessoas, percebi o desejo de ler mais sobre alguns personagens, como Dorian e Manon, e concordo com elas. Mas entendo muito bem porque as coisas terminaram aonde foi, porque agilizar alguns processos, seria fugir do perfil da autora, de desenvolver bem a questões emocionais e de evolução. De qualquer forma, foi um livro cheio de emoções, e que manteve o alto patamar da série. Não há dúvidas quanto a isso.


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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Resenha: "O Timbre - Scythe #03" (Neal Shusterman)


Tradução de Guilherme Miranda

Sinopse: A humanidade alcançou um mundo ideal, em que não há fome, doenças, guerras, miséria… nem mesmo a morte. Mas, mesmo com todo o esforço da inteligência artificial da Nimbo-Cúmulo, parece que alguns problemas humanos, como a corrupção e a sede de poder, são igualmente imortais. Desde que o ceifador Goddard começou a ganhar seguidores da nova ordem, entusiastas do prazer de matar, a Nimbo-Cúmulo decidiu se silenciar, deixando o mundo cada vez mais de volta às mãos dos humanos.

Depois de três anos desde que Citra e Rowan desapareceram e Perdura afundou, parece que não existe mais nada no caminho de Goddard rumo à dominação absoluta da Ceifa — e do mundo. Mas reverberações da Grande Ressonância ainda estremecem o planeta, e uma pergunta permanece: será que sobrou alguém capaz de detê-lo?

A resposta talvez esteja na nova e misteriosa tríade de tonistas: o Tom, o Timbre e a Trovoada.

Por Stephanie: Como é bom finalmente poder dizer que finalizei uma das minhas trilogias favoritas! E melhor ainda é afirmar com tranquilidade que a conclusão da história foi extremamente satisfatória.

Quando li O Ceifador, lá em 2017, eu sabia que havia encontrado algo especial. Foi uma experiência muito impactante pra mim, e até hoje me lembro exatamente como me senti quando finalizei aquela leitura. Basicamente, eu fiquei obcecada pelo mundo e personagens criados por Neal Shusterman, bem como pela escrita do autor.

Aí veio A Nuvem e desconstruiu praticamente tudo que eu achava que sabia. Neal ampliou o mundo, trouxe novos personagens e até fez algo bastante arriscado: mudou o foco da narrativa. Eu estranhei bastante isso, mas o final chocante desse volume explodiu minha cabeça num nível que eu só conseguia pensar no que viria na terceira (e última) parte da história.

(...) depois que o impensável se transforma em norma, você fica insensível a ele.

Foram dois anos de espera e muita ansiedade para finalmente saber o que o autor havia preparado para o futuro de Citra, Rowan e cia. Eu poderia ter pensado em várias de possibilidades para a conclusão da trilogia Scythe, mas acho que nenhuma delas teria se aproximado do que Neal Shusterman arquitetou com tanta maestria.

Os eventos de O Timbre se passam alguns anos após o bombástico final de A Nuvem. Logo nos primeiros capítulos, percebemos que esse volume tem mais de uma linha temporal, além de diversos pontos de vista e personagens novos. É um pouco confuso no começo, mas não demora muito para nos acostumarmos.

É muito difícil falar da conclusão de uma trilogia sem dar spoilers, por isso vou ser breve. O Timbre é um livro muito completo, que consegue abordar, além dos temas que já conhecíamos – como mortalidade, ética, religião e a corrupção humana –, outros temas muito relevantes. Há, por exemplo, um debate sobre gênero, decorrente de um personagem em específico que particularmente gostei muito e achei uma ótima adição para essa história.

Acredito que Neal conseguiu finalizar as histórias de todos os protagonistas e personagens secundários, o que pra mim é o mais importante. E por falar em personagens, eu gostei muito das relações entre todos aqui, sejam as amorosas, de amizade, família etc. Pra mim, todas foram bem inseridas e trabalhadas (com exceção de uma que queria ter visto um pouco mais… hehe).

É a natureza da vida temer o seu próprio fim. É assim que sei que estamos vivendo de verdade.

A Nimbo-Cúmulo foi um dos destaques de O Timbre. Ainda que em A Nuvem o papel dela já tenha sido de extrema importância, nesse último livro eu senti que ela se tornou mais essencial do que nunca. Algumas cenas dela eu amei tanto que nem sei explicar.

Quanto aos outros personagens, prefiro não me aprofundar muito para evitar fazer qualquer comentário com spoiler. O que posso dizer é que a cena final é puro amor. Eu não esperava chorar, mas lá estava eu me debulhando em lágrimas de emoção!

Os acontecimentos finais são muito grandiosos e impactantes. Acho que o autor foi bem ousado em algumas decisões e entendo perfeitamente que algumas pessoas possam não ter gostado tanto delas, porque nem todas têm consequências positivas. Mas esse tom agridoce fez toda a diferença pra mim; eu amei demais.

Somos seres imperfeitos (...). Como poderíamos nos encaixar em um mundo perfeito?

Portanto, se você ainda tem dúvidas se deve ou não ler essa trilogia, eu te digo: TÁ ESPERANDO O QUÊ? Corre pra ler essa história maravilhosa!

Até a próxima, pessoal!

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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Resenha: " Torre do Alvorecer" - Série Trono de Vidro (Sarah J. Maas)

 



Tradução: Mariana Kohnert

Sinopse: Os leitores fiéis da série Trono de Vidro anseiam para saber como a narrativa de Chaol se desenrolaria, que caminho ele seguiria após tudo o que aconteceu. Torre do Alvorecer certamente nos dá isso e muito mais.Chaol Westfall sempre se definiu por sua lealdade inquebrável, sua força e sua posição como capitão da Guarda. Mas tudo isso mudou desde que o Castelo de Vidro se quebrou; seus homens foram abatidos, e o rei de Adarlan o poupou de um golpe de morte, mas deixou seu corpo quebrado.Ele foi despedaçado emocionalmente, enlouquecendo pela culpa que sentia por decepcionar a si mesmo e a seus homens. Agora, enfraquecido se senta em uma cadeira, um recipiente para seu espírito profundamente combalido.Sua única chance de recuperação reside nos lendários curandeiros da Torre Cesme em Antica - a fortaleza do poderoso império do continente do sul. E é para lá que ruma Chaol, acompanhado de Nesryn, a única mulher na Guarda Real e sua nova capitã, depois de ter sido nomeado Mão do Rei. Então, eles viajam para Antica, na esperança de que os lendários curandeiros da Torre Cesme curem seu corpo. Eles também esperam fazer aliados do império sul na iminente guerra.Com a guerra se aproximando de Dorian e com Aelin lutando por seu trono de direito, Chaol pode ser uma peça-chave para a sobrevivência dos dois jovens monarcas, convencendo outros governantes a se aliarem a eles. O que Chaol e Nesryn descobrem em Antica, no entanto, vai mudar os dois - e será mais vital para salvar Erilea do que eles poderiam ter imaginado.As histórias de novos personagens acrescentam riqueza e profundidade ao universo de Trono de Vidro. A autora faz bom uso do tempo para explorar o passado e o presente.Embora contenha guerra e monstros, ameaças e perigos, Torre do Alvorecer é uma história de cura. É sobre as maneiras pelas quais medimos nosso próprio valor. E também é uma afirmação de que todos - não importa quão perdidos ou quebrados - podem se erguer novamente.


Por Jayne Cordeiro: "Torre do Alvorecer" é o penúltimo livro da série "Trono de Vidro", entre o volume 5 e 6. Ele serve como uma quebra da série principal,  porque sabemos que "Império de Tempestades" terminou de forma bem bombástica. O leitor pode ficar meio decepcionado ao pensar que ele vai ter que deixar de lado, personagens e histórias tão envolventes, para acompanhar a recuperação de Chaol. Mas não se enganem, muita coisa acontece nesse livro, e ele consegue ser tão bom, quanto qualquer outro livro da série.

Por um lado, "Torre do Alvorecer" lembra um dos livros iniciais da série por trazer mais do jogo político e a descoberta de fatos impactantes, mas também trás romance e um pouco de aventura e ação. Tudo na medida certa. É muito interessante conhecer um povo tão diferente do que estavamos acompanhando. Reencontramos mais um personagem de "Lâmina Assassina", e que vai ter um papel importante para toda a história.

Chaol é um personagem que sempre teve destaque, e que nos aprofundamos mais em seus pensamentos e sentimentos nesse livro. A forma como o relacionamento dele com Yrene, e outros personagens se desenrola, foi muito gostoso de acompanhar. É um livro grande, mas você consegue ler muito rápido. Várias informações surpreendentes surgem nesse livro, que serão fundamentais no último livro. Me surpreendi com outros personagens, que nunca dei muita importância, mas que apareceram e se destacaram positivamente. É um livro que vale muito a pena, dentro da série. E no final, ficamos ansiosos para ver o que vem pela frente.


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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Resenha: "Como se livrar de um escândalo" (Tessa Dare)

 



Tradução: A. C. Reis

Sinopse: Na noite do baile na Mansão Parkhurst houve um encontro escandaloso na biblioteca.

Será que Lady Canby teve um caso com um criado? Ou a Srta. Fairchild tinha um romance secreto? Talvez um casal de criados tenham aproveitado o momento de distração dos patrões para se encontrarem…

Tudo o que Charlotte Highwood sabe é que não foi ela. Mas os rumores apontam o contrário. A menos que descubra a verdadeira identidade dos amantes, a jovem será forçada a se casar com o marquês Piers Brandon, também intitulado Lorde Granville – o cavalheiro mais frio, arrogante e lindo que ela já teve a infelicidade de conhecer.

Quando começam as investigações dos verdadeiros amantes envolvidos no escândalo, Piers revela esconder muitos segredos. E guarda ferozmente a verdade sobre seu passado sombrio.

O escândalo na biblioteca parecia um mistério simples de resolver, mas logo perigos perturbadores surgem na vida de Piers e Charlotte.

A paixão é intensa. O perigo é real. Charlotte arriscará tudo para provar sua inocência nesse caso escandaloso ou irá se entregar a um homem que jurou nunca amar?


Por Jayne Cordeiro: O que dizer desse livro que eu simplesmente adorei? Este é o último livro da série "Spindle Cove", e ele também funciona como o quarto livro da série "Castles Ever After". Isso porque a mocinha, Charlotte, é a irmã caçula de Minerva, do segundo livro, e de Diana, protagonista de uma das novelas da série. Já o mocinho, Piers, o Marquês de Granville, é o ex noivo de Clio, do livro "Diga sim ao marquês", e irmão do Rafe. São muitas referências, mas pra quem já leu as duas séries, fica mais fácil de entender. Eu não esperava que ele fosse ser o protagonista, e achei ótimo, a autora ter escolhido ele.

Eu adorei o enredo inicial do livro, com o casal sendo pego em situação indecorosa, sendo que os coitados não tiveram culpa de nada. Tudo acontece de forma muito divertida, o que é bem característico da autora. Pra mim, ela foi se superando a cada livro, ficando um melhor do que o outro. Os protagonistas são encantadores. Por um lado, temos Charlotte, jovem, espontânea, bem diferente do tipo de pessoas que Piers costuma lidar, como espião da Coroa. E é isso que o atrai. Os diálogos deles são espertos, divertidos. A forma como o romance vai se desenvolvendo conquista fácil o leitor.

Há um pouco de mistério, com Charlotte tão convencida a achar o verdadeiro "casal indecoroso", para que ela não seja obrigada a casar sem amor. Mas Piers parece cada vez mais satisfeito com a ideia do casamento. E ele também tem seu próprio mistério para resolver. A parte dramática tambem foi interessante, com o motivo por trás do desejo de Piers de não se envolver demais com ninguém. É aquele tipo de romance, em que a mocinha vai derrubando as barreiras que o homem frio criou ao seu redor. Foi um livro gostoso de ler, que trás uma ideia comum, mas aborda de forma única. É um encerramento perfeito para a série, e um dos melhores livros dela também.



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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Resenha: "Império de Tempestades" - Trono de Vidro Vol. 5 (Sarah J. Maas)

 

Tradução: Mariana Kohnert

Sinopse: A série Trono de Vidro se tornou um fenômeno mundial. Nesse volume único do quinto livro da série, Império de Tempestades, a trajetória intrigante e repleta de ação de Aelin Galathynius continua: ela atravessa e sobrevive à prisão, traições, perda de amigos e amores. Agora, deve vencer seu maior medo para salvar o mundo.

A tarefa não é fácil. Com a vida e poder jurados ao povo que está determinada a salvar, a antiga assassina, conhecida como Celaena Sardothien, colocará a própria segurança em risco para proteger os seus. Mais que nunca, Aelin precisa de Rowan, de Dorian e de todos os aliados para conseguir descobrir a localização da relíquia sagrada capaz de banir de seu mundo a ameaça valg e os horrores libertados em Morath. Chegou a hora de levantar os exércitos de Erilea. De cobrar velhas dívidas... É hora de marchar contra o mais supremo dos males. E confiar na pureza de seu coração para trazer a luz.


Por Jayne Cordeiro: "Império de Tempestades" é o quinto volume da aclamada série "Trono de Vidro". Eu já venho a semanas resenhando os livros da série, então muitos dos meus comentários podem parecer repetitivos, mas não há jeito melhor de classificar essa série, e cada livro que vai cada vez mais se superando. Eu gostei muito desse livro. E uma das coisas que mais gostei nele, foi a possibilidade de ver todos os personagens que acompanhamos, separadamente, reunidos em uma única aventura. Alguns encontros (ou reencontros) foram de trazer lágrimas. E olha que eu não sou de me emocionar tanto em livros.

Individualmente, é incrível acompanhar o amadurecimento desses personagens, e como o destino deles vai se entrelaçando. Descobrimos coisas bem impactantes aqui neste livro. A história de "Império de Tempestades" é muito bem elaborada, conectando fatos anteriores, incluindo de "Lâmina Assassina", e acontecimentos desse próprio livro, que surpreendem o leitor. Os diálogos são bem construídos, junto com os pensamentos e decisões dos personagens, que apontam a complexidade de cada um deles.

As cenas de aventura são impactantes, com eventos cheios de grandeza, que fazem o leitor ficar ansioso, para saber como serão resolvidos. Há várias surpresas também, e Aelin se supera na capacidade de planejar os acontecimentos. Os outros personagens também possuem grande destaque, e vemos várioa casais se desenvolvendo e formando. O livro termina de forma bombástica, e fiquei muito ansiosa para saber o que vem por aí. Mas já vejo que promete ser grande.




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Ana Liberato