Por Gabi: Gente, já vou adiantando que tentarei ao máaaximo me controlar falando desse livro porque estou apaixonada! <3
Barbara e Beatrice dividem suas vidas entre seus talentos no mundo da mídia e suas paixões por descobrir locações de cena de seus filmes prediletos. E foi assim que nasceu este livro, de experiências pessoas na Big Apple e a vontade de mostrar a todos o por quê de esta cidade respirar cinema!
A ideia que, por si só já é bacana, vem coroada com um projeto gráfico que da gosto de ver, coisa de encher os olhos! <3 Parabéns aos lindos projeto gráfico de capa de Angelo Allevato Bottino e projeto gráfico de miolo de Editions du Chêne / Hachette Livre em um papel de alta gramatura (mais grossinhos).
Para facilitar o uso, o guia é organizado por bairro e cada tópico contém informações práticas, inclusive uma classificação por estrelas, com uma estrela indicando o preço médio de US$10 - exceto para hoteis, categoria em que cada estrela representa US$100. Por fim, códigos QR permitem que você assista a trailers e acesse informações sobre o filme.
A organização do livro é super linear e fácil de acompanhar! O hiperlink com o Omelete para assistir a trailers e conhecer mais dos filmes é um dos tantos pontos de destaque.
E gente, quem não tem vontade de conhecer NY, né? Está na minha bucket-list! E como mais ainda gostaria de embarcar em uma viagem para desbravar os locais em que foram gravados os filmes que amo... Quando vejo na telona algum lugar que já estive da uma nostalgia tão gostosa, aquela saudade e vontade de ficar repetindo loucamente algumas cenas- e reviver experiências. A cada página do livro ou você se sente no universo daquele longa de novo, ou fica super curioso para assistir a ele já que conhece um pouco mais de um de seus cenários. Alerta! Você pode demorar muito para finalizar este livro, por um motivo super nobre: assistir a todos filmes que ainda não viu!
Já imaginaram comprar alog no Zabar's, loja amada de Woody Allen imortalizada no clássico Manhattan?
Entrar na BookCourt, livraria em que Julia Roberts comprou um livro de frases em italiano em Comer Rezar Amar, eleita a melhor livraria independente de NY em 2012?
Ou conhecer o queridinho Café Havana, inspirado em uma lanchonete mexicana, onde dizem que Che Guevara e Fidel castro tramavam a Revolução Cubana, em que Mila Kunis e Timberlake almoçam na comédia romântica Amizade Colorida?
São tantos cenários com histórias bacanas que ficaria aqui dias falando pra vocês, mas acho que deu pra sentir um gostinho, né? Enfim, puderam perceber o quanto essa bookaholic apaixonada por viagens amou esse livro e adoraria tomar um café com Barbara e Beatrice e ouvir suas histórias de caçadas por cenários ao longo do globo. Leiam, se apaixonem e venham enlouquecer comigo! <3
Oi genteeeee!! É novidade, é promo relâmpago, é pegar um cineminha de graça!! <3 A Geração Editorial vai sortear 5 vouchers para assistir ao filme "O outro lado do paraíso", homônimo de um dos livros da editora! Infos do livro aqui.
As regras são bem fáceis:
- Os vouchers vão valer do dia 16/06 até o dia 13/07 e serão enviados por email para a editora;
- No momento serão apenas válidos para o cinema Espaço Itaú Cultural no Frei Caneca;
- Comente este post pela plataforma do blogger com um agradecimento à Geração pelo mimo e tweete:
" #PROMO Vou curtir o filme 'O outro lado do paraíso' no cinema por conta da @geracaobooks pelo sorteio no @dear_book http://www.dear-book.net/2016/06/promo-relampago-tickets-cinema.html "
O sorteio é válido até dia 30/06, às 22h. A-pro-vei-tem!
BOA SORTE!!
~~~~~~//~~~~~~~
E a vencedora da promo é a Josele Lopes, que cumpriu todas as regras! Obrigada pela participação de todos e mais atenção na próxima, hein!
Já contatamos a ganhadora e logo mais uma voucher vai estar caindo no e-mail :)
Estou aqui hoje invadindo – autorizadamente – a coluna
da Alice por motivos de: não estou sabendo lidar com o pós-filme de Como Eu Era Antes de Você.
E assim como eu não soube lidar com o livro (cuja
resenha vocês podem conferir aqui), preciso compartilhar com vocês a minha
opinião sobre o filme.
Antes de tudo, eu quero dizer que vivi para ver a doce
e amigável interação entre Tywin Lannister
e Daenerys Targaryen. Não acredito que nenhuma santa alma da zueira criou memes relacionados a isso. #chatyada #vidaingrata
Sem sombra de dúvidas, esta é uma das melhores adaptações de livros que eu já vi. Achei muito fiel não só ao texto, mas também aos personagens.
Eu costumo dizer que, em se tratando de adaptações,
alguma coisa tem que dar errado. E se não for na elaboração do roteiro, é na
escolha dos atores e vice-versa. Mas desta vez nada ficou a desejar.
Para a adaptação, algumas cenas do livro foram
cortadas – até por que não daria para encaixar tudo em duas horas –
mas os fatos foram modificados o mínimo possível. A produção do filme mostrou para o mundo que é sim possível transformar um livro em longa sem
transmutar completamente a obra. Nesse quesito, creio eu que nenhum leitor
sairá da sala de cinema reclamando.
E, cá entre nós, estamos calejados disso, né?
A escolha dos atores foi outro grande acerto da
produção. E quando me refiro a escolha, quero dizer física e talentísticamente – lá vem eu criando
palavras outra vez, haha.
Todos os atores se encaixaram perfeitamente no que eu
tinha imaginado. Talvez a ex-noiva do Will eu teria trocado pela Natalie Dormer, mas acredito que a cota Game Of Thrones do elenco já havia sido
preenchida. #entendedoresentenderao #piadinhamarotadodia
E já que toquei no assunto Game Of Thrones, caramba, eu fiquei CHO-CA-DA com a Emilia Clarke, talvez por nunca tê-la
visto atuando em nada mais além da nossa amada ou nãoKaleesi. Fato é que a atriz deu show na
pele da maluquinha, tagarela e de gosto duvidoso para roupas, Louisa Clark.
Penso que a Emilia conseguiu transmitir perfeitamente a essência da personagem,
com uma atuação impecável e de um talento inigualável.
Quanto ao Sam
Claflin, eu já sabia que ele era bom, então não foi lá uma grande surpresa
que o Will estaria muito bem
representado.
Aliás, que química maravilhosa a desse casal!
Uma química muito boa, somada ao talento dos dois, não
teve para mais ninguém.
Outra coisa que me impressionou muito, de um modo
geral, foi como os atores conseguiam falar muito, sem dizer exatamente com
palavras. Quero dizer, o filme se valeu muito das expressões faciais e da
linguagem corporal para transmitir a mensagem do livro ao telespectador.
Não sei se muita gente reparou nisso, ou se estou
sendo um pouco presumida ao afirmar, mas não sou atriz e só consigo supor que é
algo muito difícil incorporar a tal ponto o personagem e viver a história de
tal maneira que se é capaz de atuar muito mais com o olhar do que com os
diálogos propriamente ditos.
Ao fim da sessão, quando cheguei ao banheiro, ouvi
algumas pessoas competindo por quem chorou mais e comparando o quanto chorou ao
ver A Culpa é das Estrelas. Bom, não
entendo que a qualidade de um filme seja medida pela quantidade de lágrimas que
você verteu, mas sim pelo conjunto da obra.
Além disso, não acredito que as duas obras possam ser
comparadas, porque são absolutamente diferentes. Sinceramente, comparar duas
obras dessa maneira – seja filme ou livro – me parece injusto de inúmeras
formas.
Comecei esse texto acreditando que seria curtinho (foi
inclusive isso que eu disse para a Alice quando ela me autorizou a invadir sua
coluna para falar de Como Eu Era Antes de
Você), mas, como vocês sabem, não consigo escrever pouco.
Enfim, deixem aqui nos comentários as impressões de
vocês sobre o filme, porque quero muito saber o que acharam dessa adaptação e
se eu não disse muita besteira no texto. Para quem ainda não viu, indico
muitíssimo o filme. É excelente!
As
criações têm se expandido e revolucionado o cinema cada vez mais com o passar
dos anos, o que torna as obras cimatográficas ainda mais encantadoras e lindas.
A
última animação lançada pelos estúdios Walt Disney foi Operação Big Hero,
inspirado nos quadrinhos de super heróis da Marvel, Operação Big Hero 6, que
conta a história do menino gênio Hero Hamada e seus novos, mas fiéis, amigos
nerds: Go Go Tomago, Wassabi, Honey Lemon e Fred.
A
trama se passa na fictícia cidade San Fransokyo - EUA, cidade que foi criada
exclusivamente para contar a história de Hero, reunindo elementos das cidades
de São Francisco, nos Estados Unidos, e Tóquio, no Japão (uma boa mistura,
não?!).
Logo
no começo do filme somos apresentados a Hero – um menino de 13 anos que já
terminou o colegial e ainda não ingressou na faculdade por já saber tudo sobre
o que lhe interessa: robótica – e seu irmão mais velho, Tadashi, um adolescente
também super dotado, que estuda em uma faculdade para pessoas com talentos
acima da média. Vendo o irmão seguir por caminhos tortuosos, Tadashi decide
apresentar o local em que passa parte do seu tempo ao irmão. Hero fica
encantado com o lugar, um super laboratório, e resolve inscrever-se para uma
vaga no próximo semestre. Todavia, para isto, precisa fazer sua própria
invenção e concorrer com diversas pessoas e seus respectivos experimentos. É
quando a vida de Hero muda da água para o vinho. Para superar esta mudança e
enfrentar o vilão mascarado Kabuki, Hero vai contar com a ajuda do robô agente
de saúde, Baymax, criado por Tadashi. Além de seus mais novos amigos, é claro.
Baymax é a coisa mais
fofa! Literalmente. O robô é um enorme
balão de oxigênio, fofo, branco e que parece um enorme marshmallow!!! (Os
próprios personagens do filme concordam comigo.)
O
filme ganhou o Oscar de melhor animação esse ano e é, de fato, sensacional. Os
efeitos e trilha sonora são ótimos, a cidade criada é linda, mistura
perfeitamente as culturas norte-americana e japonesa, os personagens possuem
personalidades próprias e incríveis (apesar do Hero me parecer um Tony Stark
mirim!), cada um com sua marca registrada. Mesmo assim, gostaria que os amigos
do Hero pudessem ter aparecido um pouco mais, mas quem sabe em uma possivel
continuação?!
Big
Hero tem a assinatura dos criadores de Detona
Ralph e Frozen: Uma aventura
congelante, filmes que conquistaram uma legião de fãs. Contudo, o filme
discutido hoje possui um tom diferente em sua história, se comparado aos supracitados.
Mesmo sendo um filme, a priori,
voltado para o público infantil, a trama aborda questões que até para um adulto
é difícil de lidar, tais com: perdas, raiva, frustrações etc. Apesar disso, em
momento algum o humor fica de fora ou na hora errada, pelo contrário, as cenas
de comédia são encaixadas no momento e medida certos.
Recomendo
Operação Big Hero a todos que
procuram um bom filme de animação, mas que não seja tão infantil quanto
aparenta. Espero, sinceramente, que tenha uma continuação e que seja tão boa
quanto.
Bom
filme!
#...2:
Animações que estão por vir
E
já que estamos falando de animação, nada melhor que mostrar um pouquinho sobre
os filmes que estão por vir. Um mais fofo e lindo do que o outro!
Cada
Um na Sua Casa: Do mesmo criador de Megamente, os estúdios DreamWorks lançam
Cada um na sua casa no dia 26 de março, semana que vem.
O
filme conta a história do encontro de Tip, uma adolescente humana, e oh, um
alien, que pertence à espécie dos Boov – seres de cor roxa e cheios de pés, que
mudam de cor quando dançam (fofo, não?!). Confere o trailer clicando aqui.
Frozen:
febre congelante: O curta-metragem com estreia marcada para o dia 26 de março
vai mostrar como os personagens, apresentados em Frozen: uma aventura
congelante, Elsa, Kristoff e Olaf estão programando o aniversário da Anna e têm
como objetivo fazer um grande evento, entretanto, se deparam com um pequeno
probleminha: Elsa está resfriada!
O
que será que vai acontecer nessa festa?!
Frozen:
febre congelante será exibido em todas as salas de cinema que exibirem Cinderela
no dia 26 de março.
Poucas
vezes os estúdios lançam curtas-metragem nos cinemas. Frozen foi uma exceção
graças ao sucesso que o primeiro filme fez. (Estou louca para ver!)
Ainda
sobre Frozen, foi confirmada há poucos dias a continuação da história, em forma
de longa-metragem. Frozen 2 terá a assinatura dos mesmos diretores do primeiro
filme e do curta, mas por enquanto ainda não foi anunciada a data de estreia.
Minions:
O spin-off de Meu Malvado Preferido chega aos cinemas no dia 25 de junho. O
longa vai mostrar a origem e como foi a vida dos Minions antes de conhecer e
começar a trabalhar para o Gru. Clique aqui para ver o primeiro trailer e aqui
para ver o segundo, aconselho ver os dois. ;)
Divertida
Mente: Novo filme da Pixar, dispensa qualquer explicação. É melhor ver o
trailer:
Estou
louca para ver esse filme, aposto que será muito divertido! O filme tem data de
lançamento para o dia 2 de julho, logo no início das férias.
O
Pequeno Príncipe: A adaptação do clássico de Antoine de Saint-Exupéry ganha
vida, mais uma vez, no dia 8 de outubro. A animação vai usar dois traços (tipos
de desenho) durante o filme, o que possivelmente o deixará visivelmente mais
delicado. O trailer por ser visto aqui.
Só
em ver o trailer já me emocionei. É, só posso imaginar o que será esse filme.
Lindeza pura! <3
Além
dos filmes citados acima, há outras diversas animações para chegar ao cinema em
2015, tais como: Hotel Transilvânia 2; Snoopy e Charlie Brown - Peanuts, o
Filme; Monster Trucks; Shaun, o Carneiro; dentre outros.
E
aí, por qual animação você está esperando ansiosamente??? Diz nos comentários.
Meu nome é Alice Lauer, a nova colaboradora do Dear Book, e estou
responsável pela nova coluna #2Em1.
Mas do que se trata a #2Em1?
É simplesmente 2 posts em 1! A primeira parte, #1..., sempre será uma
resenha sobre algum filme que assisti recentemente, já na segunda parte, #...2,
vai ser destinada às novidades, curiosidades, dentre outras coisas do mundo
cinematográfico.
Espero que gostem dessa coluna tanto quanto eu, e vamos ao primeiro
post.
#1... :
Divergente
Falar de filme que tem um livro como base, na maioria das vezes, não é
fácil; nem sempre conseguimos avaliar os filmes por eles mesmos, ignorando de
certa forma a história original, mas é isso que vou fazer a princípio. Ao final
farei uma breve comparação entre filme e livro.
Divergente foi uma distopia lançada mundialmente no formato de
longa-metragem em março de 2014. A produção conta com Lucy Fisher, Pouya
Shabazian, Douglas Wick, na direção geral, Neil Burger e, no roteiro, Evan
Daugherty e Vanessa Taylor. O elenco é composto pelos atores Shailene Woodley
(Tris), Theo James (Quatro), Kate Winslet (Jeanine Matthews) e Zoë Kravitz
(Christina), dentre outros.
A história se passa na cidade de Chicago – EUA. Devastada por diversas
guerras, a sociedade foi dividida em cinco facções: abnegação, que é
responsável pelo governo da cidade; audácia, encarregada em manter a segurança
e ordem; erudição, responsável pelo conhecimento e avanços tecnológicos; franqueza,
representando a justiça e a verdade; e amizade, cultivadores da terra,
responsáveis em prover os alimentos para todos que vivem dentro da cidade.
Existe também os sem-facções, que são pessoas que não se encaixam em nenhuma
facção e vivem pela cidade em pequenos grupos.
Ao atingir uma certa idade todo adolescente é obrigado a escolher qual
facção irá pertencer pelo resto da vida. É a partir deste momento que a vida da
até então Beatrice Prior muda radicalmente e a jovem assume a identidade de
Tris. Nesta nova fase, Tris conhece novas pessoas que se tornam amigos,
inimigos, namorado, pessoas que a seguem, de uma forma ou de outra, por sua
jornada.
O filme é bem dinâmico e requer um tanto de atenção na hora de se
assistir, a fim de que consiga pescar os detalhes da história. Os cenários e
figurinos são muito bons e condizentes com a proposta distópica e pós-guerra do
roteiro. A trilha sonora é repleta de músicas da cantora Ellie Goulding (são
três, ao todo), dentre outras músicas tão lindas quanto.
Com relação à atuação, sinceramente nunca tinha visto muitos daqueles
atores do elenco em outros filmes, exceto por Theo James e Kate Winslet (que eu
lembre), então não posso avaliar individualmente. Entretanto, no conjunto,
alguns atores não mostraram uma química extremamente perfeita, como no caso do
par romântico (Theo James e Shailene Woodley) (apesar de terem me falado que
são namorados), mas não creio que seja algo que prejudique consideravelmente o
filme. Aguardo a sequência, Insurgente, para avaliar melhor esta parte.
Livro x Filme
O livro Divergente é narrado em primeira pessoa pela Tris, o que
dificulta a adaptação para as telonas, já que você só tem um ponto de vista da
história, enquanto filmes/series são contados, geralmente, em terceira pessoa.
Dessa forma, quando o roteirista vai adaptar uma história assim, encontra
algumas dificuldades, que variam de texto para texto (e que só um roteirista
pode exemplificar melhor, meus conhecimentos não chegam a tanto rsrs).
Mas, então, Alice, a adaptação ficou boa ou não??
Na minha opinião, sim! Ficou boa.
As mudanças feitas não foram extremamente drásticas, e algumas até
necessárias, como no caso de alguns cenários. Não vou comentar as mudanças nas
características de alguns dos personagens, porque é quase impossível um ator
(ou atriz) ser exatamente igual ao descrito em um livro.
Mas uma coisa que eu percebi logo de cara, é que no livro a autora deixa
claro a idade dos personagens principais e no filme não é citado idade, em
nenhum momento (pelo menos que eu percebi, já vi o filme 3x, culpa da minha
faculdade de estendeu as férias). Tive a impressão de que eles omitiram a
informação no filme, pois os atores que interpretam a Tris e o Quatro não
aparentam ter 16 e 18 anos, respectivamente. Não sei ao certo se é isso, posto
que não acompanhei a produção deste filme (quem acompanhou, pode me dizer se
estou certa, nos comentários. Fiquem à vontade!), mas, se for, gostei de que
tenham feito, dada a escolha dos atores.
Recomendo o filme Divergente tanto quanto o livro. Na minha opinião, os
dois são bons, tanto avaliando os dois separadamente ou juntos. Ambos devem ser
apreciados por todos, são obras incríveis e viciantes.
A resenha do livro Divergente – Veronica Roth pode ser vista aqui!
#...2: Adaptações
Nos últimos anos, pudemos ver diversos livros de grande sucesso se
tornarem filmes. Então, hoje vou fazer um apanhado e falar em que fase estão
algumas dessas produções, em andamento ou prestes a serem lançadas. Tem
bastante coisa, se liga só:
· Simplesmente Acontece:
adaptação do livro Simplesmente Acontece, de Cecelia Ahern – mesma autora de
P.S. Eu te amo - chega às telonas brasileiras no dia 05 de março deste ano
(semana que vem, para ser mais exata). O longa conta com Lily Collins
(Instrumentos Mortais), Sam Claflin (Branca de Neve e o Caçador) e Christian
Cooke (The Promise – minissérie), dentre outros.
Simplemente Acontece já teve sua estreia adiada duas vezes, espero que
não aconteça a terceira às vésperas do lançamento (quero ver esse filme!!).
Olha só o trailer:
Em breve haverá resenha do livro aqui no blog, pela Mary Leite.
· Como Eu Era Antes de Você: Tem estreia prevista para o dia 21 de
agosto de 2015 e terá a atriz de Game of Thrones, Emilia Clarke e Sam Claflin
de Jogos Vorazes – Em chamas, nos papéis principais. O primeiro roteiro foi
escrito pela própria autora do livro, Jojo Moyes. Contudo, o roteiro final
ficou por conta da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos
roteiristas de A Culpa é das Estrelas (não esqueçam suas caixinhas de lenço
quando forem ao cinema, portanto).
A resenha do livro Como Eu Era Antes de Você pode ser lida aqui.
· Uma Longa Jornada: a adaptação tem estreia prevista para abril de
2015. O livro do autor Nicholas Sparks irá contar com Scott Eastwood, filho de
Clint Eastwood, no elenco.
· Insurgente: segundo livro da série Divergente, de Veronica Roth,
será lançado no dia 19 de março de 2015, um dia antes dos Estados Unidos
(Brasil está ficando chiques!), o filme é dirigido por Robert Schwentke. Vale a
pena dar uma olhada nos últimos teasers/cenas liberados. No canal Divergente Brasil você encontrará todos legendados.
Fiquem com o trailer final:
Estas são apenas algumas das centenas de adaptações que estão sendo
produzidas ou com data de lançamento breve. Tem alguma que você quer muito
ver?! Deixa nos comentários aqui.
Ah!
A Kleris Ribeiro, da coluna Littera Feelings já falou um pouco sobre
adaptações de livros também, vale a pena dar uma conferida, só clicar aqui!
Por que gostamos de filmes de terror? Por que dedicamos algumas horas das nossas vidas corridas para ver um filme que gera tensão e que poderá ter um forte impacto sobre nós?
Não tenho as respostas concretas, mas como um apreciador desse tipo de filme, analisarei expondo a minha visão sobre o que nos puxa a ver esse tipo de filme.
Primeiramente vamos falar um pouco sobre o gênero terror que temos, lembrando que não estou falando de filmes/documentários que são reais ou os que servem apenas para expor atrocidades ou algo do tipo, isso eu repudio e não merece atenção.
Nesse gênero, podemos citar filmes: de assassinos imortais perseguindo algum grupo; contendo situações de terror psicológico (menção honrosa para o excelente “À Beira da Loucura”); de suspense sobrenatural com situações misteriosas; trash como no caso do muito bom “Os mortos vivos” e suas continuações; gore que contém cenas fortes e muitas vezes nauseantes; etc.
Os tipos de filmes de terror que mais me chamam a atenção são os filmes que “brincam” com o expectador, que põem fatos misteriosos a serem desvendados no desenrolar do filme e que muitas vezes não têm respostas no final. Há casos de filmes muito bons nessa categoria (ex: O chamado) como também há casos de filmes que são realmente ruins (ex: Annabelle???).
Minha teoria é que cada filme de terror gera estímulos e impactos diferentes em nossas mentes, eles nos levam a “estressar” e entreter, reduzindo a importância dos problemas “reais” através de cenários fictícios, considerando a partir de situações plausíveis até ao absurdo.
Gostaria de perguntar, nunca assistiu a um filme de terror que pensou que faria diferente em uma situação cujo personagem passou? Pois é, isso é a sua mente trabalhando em possíveis saídas de situações adversas, citando também pensamentos hilários e pejorativos aos personagens que não conseguem tomar decisões simples...
Acredito que todo esse “trabalho” que o cérebro faz quando assistimos a algum filme desse gênero, talvez nos prepare para situações difíceis que enfrentaremos. Claro que isso funciona em todos os gêneros de filmes que assistimos, porém menciono os filmes de terror porque muitas vezes eles estão ligados a tabus ou conceitos difíceis de gerir e interpretar.
Temos afinidades por alguns tipos de filmes, afinal de contas o que vale é o nosso entretenimento, apenas deixo uma dica para quem tem a vontade de expandir os seus gêneros de filmes!
Hoje estou aqui a fim de responder uma TAG que o Dear
Book recebeu do blog Confissões Femininas
A TAG é sobre Um livro e Um Filme e consiste em 15
perguntas, cujas respostas devem conter o nome de um livro e de um filme.
E para indicar os blogs, ao invés de os nomes dos blogs
tagueados no final desta postagem, mantém-se o nome dos blogs que já fizeram
essa TAG, a começar pelo "Destinos Oposto" e, em seguida os outros
blogs (no caso, o meu! haha). Em seguida deve-se avisar os blogs (mais de 5)
que você escolher para responderem a TAG.
Perguntas:
L: Livro
F: Filme
1. O ultimo que você leu/assistiu?
L: Bordados (Marjane Satrapi)
F: Cavaleiros do Zodíaco, rsrs
2. Um que você quer muito?
L: Diário de uma Paixão
F: A Culpa é das Estrelas
3. Um que você se emocionou?
L: O Segredo de Brokeback Mountain
F: Sempre ao seu lado
4. Um que você riu muito?
L: A série toda do “Diário da Princesa” me fez rir muito
em alguns momentos e em outros chorar, kkkkk
F: É o fim, kkkkkkkkk
5. Um "modinha"?
L: Destrua Este
Diário (não alterei porque concordo)
F: Se eu ficar
6. Um que marcou sua vida?
L: A trilogia Pão de Mel, sem dúvidas, da autora Rachel
Cohn
F: Batman- O Cavaleiro das Trevas
7. Um romance?
L: Querido John
F: Para Sempre *o*
8. Um que você gostou mesmo todos não gostando?
L: Amar, verbo intransitivo, rsrsrs
F: Os filmes do Adam Sandler sempre são criticados, mas eu sempre gosto! Tipo o
“Cada um tem a gêmea que merece”, rsrsrs
9. Um que te fez sentir medo?
L: Laranja Mecânica
F: Invocação do Mal, é top demais!!!
10. Um que te "prendeu"?
L: O Diário de Bridget Jones
F: Closer- Perto demais
11. Um que você não se enjoa?
L: Heath Ledger- O Astro Sombrio de Hollywood
F: 10 Coisas que eu odeio em você
12. Uma série/saga?
L: Minha Vida Fora de Série
F: A única série que eu assisto até hoje e amo demais é Friends.
13. Um que te passou uma lição de vida?
L: O Céu está em todo lugar
F: O Segredo de Brokeback Mountain
14. Quais seus gêneros preferidos?
L: Romance e drama
F: Drama, comédia, suspense
15. Um que te surpreendeu?
L: Todos os livros do Harry Potter, com certeza. É muita
magia e muito amor!
F: Os Suspeitos
P.S.: Quando forem
postar a tag não podem tirar o nome do blog anterior. E qualquer vlog que ver a
tag pode responder a tag más seguindo a mesma regra de não tirar o nome dos
blogs anteriores.
Blogs que já fizeram a TAG:
Destinos Opostos
Confissões Femininas...
Dear Book
Indico qualquer blog que tenha vontade de responder essa
TAG. Eu adorei ^.^
Estou passando por grandes momentos importantes na minha
vida pessoal, como o término de uma faculdade (mais precisamente: elaboração de
TCC), início da minha carreira como professora, início da minha carreira como escritora (hehehe), enfim, muitas coisas.
Por isso ando sumida.
Mas, como agora estou de férias, o tempo livre é maior,
então pretendo voltar com a coluna de filmes.
E hoje trago uma novidade: Vou fazer,a princípio, dois especiais sobre documentários
brasileiros \o/
Eu adoro “docs”, porque são filmes rápidos que retratam a
realidade.
Para quem não sabe, 'documentário', segundo o site WIKIPEDIA,
documentário é um "gênero cinematográfico que se caracteriza pelo
compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve
deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim
como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjetiva da
realidade."
Não sei porque nunca havia falado com vocês desse gênero tão
interessante do cinema. Os docs são bem legais porque, muitas vezes em pouco
tempo, conseguem transmitir muitas mensagens. E eu, realista que sou, adoro
quando o tema de filmes é "realidade"/ drama.
Hoje, para "inaugurar", apresento-lhes, o doc.
"ILHA DAS FLORES", um curta, de 1989, dirigido e produzido pelo
cineasta Jorge Furtado, apresentando a história de pessoas que vivem em "Ilha das Flores". . Ele narra a desigualdade entre as pessoas de uma forma diferente, seja pelo enredo, seja pela linguagem, seja pelas imagens, então,
podemos dizer que o documentário é narrado de uma forma única.
Assisti ao "Ilha das Flores" durante uma aula quando
cursava Jornalismo em 2011 e, como admiradora do cinema, achei muito
interessante essa forma diferente de abordar o assunto (desigualdade social),
em meio a tantos clichês.
Segundo o site WIKIPEDIA, esse documentário ganhou os
seguintes prêmios:
-Melhor filme de curta-metragem (e mais 8 prêmios) no 17°
Festival de Gramado, 1989.
-Urso de Prata para curta-metragem no 40° Festival de
Berlim, 1990.
-Prêmio Air France como melhor curta brasileiro do ano,
1990.
-Prêmio Margarida de Prata(CNBB), como melhor curta
brasileiro do ano, 1990.
-Prêmio Especial do Júri e Melhor Filme do Júri Popular no
3° Festival Clermont-Ferrand,França,1991.
-Blue
Ribbon Award no American Film and Video, New
York, 1991.
-Melhor Filme no 7º No-Budget Kurzfilmfestival, Hamburgo,
Alemanha, 1991.
Segue abaixo, o documentário completo para quem ainda não
viu e para quem já viu e deseja rever. Vale muito à pena e espero que vocês
gostem.
Logo estarei de volta com a Segunda Parte do especial “Docs”,
trazendo um outro que também é imperdível!
Desculpem-me
por ter ficado sumida nos últimos tempos, mas realmente o final de 2013 foi uma
correria e praticamente não tinha tempo para realizar alguns hobbies, como
escrever as resenhas.
Enfim,
passou e estou de volta com uma lista gigantesca de filmes para resenhar.
Pensei
muito sobre qual filme gostaria que abrisse a coluna em 2014 e percebi que
praticamente eu não dou muito espaço nas minhas resenhas para os filmes
nacionais. Não, eu não tenho preconceito, apenas acabo sendo levada pela maré
hollywoodiana e privilegio os filmes “blockbusters”. Então, como acredito
naquele ditado “Ano Novo, vida nova”, resolvi deixar filmes como “O Hobbit 2” na fila de espera e passar “Mato
sem Cachorro” na frente.
Para
mais tarde, pretendo fazer um “TOP 10”
com os filmes nacionais que mais gosto, o que vocês acham?
Se
livro é livro e filme é filme, leitor é leitor e telespectador é telespectador.
Olá
leitores, como estamos? Féeeeeerias? Recesso? Amigo oculto? Presentes? Livros? Não
li nenhum livro por agora em dezembro DDD: mas tô com Perdida e Gatsby (dessa vez vai!) comigo na
viagem.
E
olha que coincidência, vai ter filme de Perdida
(Carina Rissi) e O Grande Gatsby (F. Scott
Fitzgerald) saiu esse ano.
Acho
que depois de nossas experiências como leitores ao ver nossos livros adaptados
para o cinema, se não mesmo séries de tv, a gente já estala a língua e fica
incerto sobre o que vai dar. Quem nunca se decepcionou com um filme após ler o
livro que atire um marcador o/
Esperamos
demais talvez? Andei refletindo sobre isso esses tempos. Friso aqui que as
descrições abaixo de filmes são minhas opiniões e se concordam ou discordam, só
comentar. Percepções e gostos são variados o/
No
outro dia comentaram comigo que o filme Mar de Monstros (Percy Jackson e os Olimpianos 2) tinha sido muito muito massa (a pessoa não
leu e/ou conhecia os livros) e eu achei que só... assassinaram a base da história,
assim como se contradizia enquanto trama mitológica. Mas eu não disse isso a
pessoa, pareceria pedante demais comparar, ainda mais se ela não conhecia e
tinha gostado bastante da produção.
Dessa
série, havia visto primeiro o filme O
Ladrão de Raios (Rick Riordan). Não nego, o filme havia me encantado,
afinal, eu não tinha muitas referências daquela história. Ainda acredito que
adaptações são na verdade convites para nós conferirmos aquela trama – Possessão, de A.S. Byatt (o romance, não
o filme de terror) é um desses que me convida há anos; já Querido John, do Nicholas Sparks,
espero que não seja tão incerto quanto pareceu, pois terminei o filme com
muitas interrogações. Não foi exatamente um convite.
Quanto
a O Ladrão de Raios, fui lá conferir.
Encontrei muita coisa desconstruída, fato.
Mas
mais desconstruído que Avalon High
(Meg Cabot) não me lembro de ter visto (O Lado Bom da Vida,
do Matthew Quick, não chega aos pés). Nem saberia por onde começar a frustração
que foi essa adaptação. Me pergunto às vezes o que realmente a tia Meg deve ter
achado desse suposto “tiro pela culatra”. Ou o próprio Matthew.
Acontece
que eu já estava muito bem ambientada em Avalon
High, enquanto que em O Ladrão de
Raios não. Deve ter muito filme por aí que, por não termos lido o livro,
aos nossos olhos parecem ótimos. Poucas pessoas sabem que 10 Coisas que Eu Odeio em Vocêé
do David Levithan ou que As Patricinhas
de Beverly Hills traz um pouco de Emma,
Jane Austen. Quem sabe mudamos de opinião após ler? Esses dois já são filmes
batidos, ler a essa altura do campeonato pode é nos fazer desacreditar no livro
:D
O
que é, então, pior/melhor: quando assistimos primeiro e descobrimos os “causos”
na leitura ou quando lemos primeiro e percebemos as modificações no filme?
Não
li Harry Potter (e nem vi todos os
filmes), mas, corrijam-me se estiver errada, o fandom parece de bem com as
adaptações. O mesmo para Jogos Vorazes (que também não li, assisti apenas o primeiro) em geral. De Crepúsculo,
achei alguns genéricos e que boas coisas foram muito pouco exploradas. Não
acompanho Academia de Vampiros,
mas pelo que vi em trailers e coments da galera, tenho alguma ideia do esperar.
Onde
está a complicação? Por que não pegar o
livro e usar como roteiro?
Porque
não dá rs.
O
caso melhor se explica quando vem o professor e pede para fazermos uma peça de
um livro, seja na escola (fiz Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente), seja na faculdade (fiz
Lisístrata, Aristófanes - e olha que ambas obras são teatrais). A gente quer encaixar coisas legais, dar uma incrementada, inovar,
utilizar-nos de sacadas, remexer numas partes, tirar outras, enrolar algumas.
Aí
se encaixa bem o velho ditado de “uma imagem vale mais que mil palavras”. Uma
cena de segundos no filme pode equivaler/render mais que cinco páginas no
livro, por o autor ir passo a passo, nos desenhando aquele mundo. No filme não,
a leitura é imediata. Ai de ti se
perder um detalhe!
Ou
seja, não se conta, se mostra. Para isso trabalham-se os diversos recursos. Se
na leitura dependemos da visão e imaginação, nos filmes somos incitados por
sentidos a mais, como audição e percepção mais apuradas.
Se
não fosse complicado o bastante, vem o marketing (senão a publicidade) pra
mover a “sedução” pela história. Porque sim, o filme, se baseado numa trama de
livro, eles não querem fazer apenas para os fãs, eles querem abarcar o máximo
de pessoas que conseguirem mobilizar. Por isso seguir tendências e tecnologias.
(sobre Jogos Vorazes - Em Chamas)
A
verdade, infelizmente, é essa: a adaptação apenas toma por base determinada história
(e somos avisados naquelas letrinhas no início e fim do longa-metragem), não é
a tradução de uma linguagem para outra. Por mais que esperamos diálogos e cenas
cruciais, é difícil bater o filme que fazemos na nossa cabeça. E difíiiiiicil
às vezes largar esse nosso lado leitor pra respeitar o do telespectador.
(sobre O Hobbit - A Desolação de Smaug)
A Fera (Alex Flinn), por exemplo, não precisou seguir a
história como definida no livro e se saiu super bem, a essência foi mantida. O Vestido, baseado em O Caso do Vestido (Carlos Drummond de
Andrade), deu mais vida ao “simplório” triste caso. Não é necessário conhecer o poema pra
entender, só que o fato de ter lido previamente é que marca e surpreende, pois
o próprio filme se utiliza de trechos para alguns diálogos e pensamentos
narrativos.
Aprendi assim no hard way que não devo esperar muito das adaptações, principalmente
questão de fidelidade às tramas. O próximo filme a que for assistir, sendo de
algum livro, vou tentar só pensar na coerência, pra aproveitar melhor o
longa – mas quem não ama a cena da chuva em Orgulho e Preconceito? Foi coerente :D
Agora só de imaginar o filme de A Culpa é das Estrelas (John Green),
acho que não tenho estrutura pra assistir XD
E vocês? Que filme te convidou para uma
leitura? Quem não convida? Que filme deu um up no livro? Ou que surpreendeu de
descobrir que tem livro? Quais filmes vocês estão esperando?
Aproveitando o ensejo: FELIZ NATAL,
GALERE!
E se eu não aparecer segunda-feira que vem: FELIZ ANO NOVO!
Juliana Rios Graduada em Administração, aventureira e fundadora dos blogs Dear Book e Juny Pelo Mundo. Apaixonada por viagens, culturas e em descobrir novas possibilidades. Mora em São José dos Campos – SP.
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O Dear Book é um blog colaborativo destinado a resenhas e indicações, noticias do mundo literário, entre outros.