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sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Resenha: "Quase Rivais" (J. Sterling)

 

Tradução: Ricardo Lelis

Sinopse: James é louco por sua vizinha Julia... Julia brilha e se arrepia cada vez que esbarra com James... a combinação seria perfeita se suas famílias não fossem rivais há gerações. E, como se não bastasse, os dois são concorrentes no trabalho. Mas, mesmo com tudo jogando contra, quanto mais tentam resistir, mais forte fica o desejo. James e Julia entendem que precisam se manter afastados. O problema é: como? J. Sterling, autora conhecida por seus romances incríveis, recria em Quase Rivais a maior história de amor de todos os tempos. Neste Romeu e Julieta dos tempos modernos, há alguns detalhes que se repetem, mas o que poderia ser diferente?


Por Jayne Cordeiro: Em "Quase Rivais", de J. Sterling, conhecemos James e Julia. Os dois são membros de duas famílias vizinhas e rivais à gerações. Desde crianças foram orientados a não se aproximar um do outro, e a odiar tudo envolvendo a outra família. O problema é que desde novos, os dois nutrem sentimentos um pelo outro. Como uma versão moderna de "Romeu e Julieta", será que os dois estão dispostos a ir contra a rixa de família, e seguir atrás desse romance, ou vão se manter distantes, apesar da atração cada vez maior entre eles?

"Quase Rivais" foi um livro muito gostoso e rápido de ler. Ótima opção para aliviar a mente, e curtir um romance rápido e divertido. Gostei de como os protagonistas já começam com toda essa bagagem passada e já sabem que nutrem sentimentos um pelo outro. Enquanto James já dá como certo que precisa dar um jeito de ficar com Julia, ela luta contra tudo o que envolve ele, devido ao medo de ser deserdada pelo pai, e dono da vinícola onde trabalha. Sendo assim, cabe a James a tarefa de acabar com as inseguranças dela, e mostrar que é possível superar décadas de rancores, e dar um final feliz para essa história.

Os protagonistas tem uma química ótima. Também adorei os amigos deles, aquele tipo amigo que sabe dos sentimentos que os protagonistas tentam disfarçar e ficam tentando colocar as coisas para andar. Me diverti muito com eles, e até mesmo com os membros da pequena cidade onde todos vivem, que já conhecem toda a história da família, e parecem saber mais sobre esse romance, do que os próprios mocinhos.

A história é rápida, mas ainda assim bem escrita e completa. Não há muito tempo para dramas ou enrolações, e a história nos conquista rápido também. Já tinha lido outro livro da autora, e continua achando a escrita dele bem envolvente, dinâmica, e que consegue fluir sem enrolar demais, e trazendo reações e comportamentos bem reais. Consegui ler em uma tarde, e achei a capa bem fofinha, com a cara da história. O romance fica no ar, o tempo todo, com direito a algumas cenas hots, e flashs do passado, mostrando toda a história do casal. Como disse, é um livro gostoso de ler, sem grandes expectativas ou grandes plots, mas cumpre a ideia ao qual se propõe, e recomendo com certeza!


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segunda-feira, 8 de março de 2021

Resenha: "Dear Heart, Eu odeio você!" (J. Sterling)

 

Tradução:  Carlos Szlak e Fabio Maximiliano

Sinopse: Jules era viciada em trabalho. Colocando sempre o amor em segundo plano, sua principal meta era construir uma carreira com sólida reputação. Cal Donovan era muito parecido. Ele havia traçado uma lista de objetivos para alcançar na vida, e nela só havia espaço para ascensão profissional. Mas um encontro ao acaso muda tudo. De repente, o amor não parece uma distração para atrapalhar seus planos. Como fazer um relacionamento dar certo quando a sua cara-metade mora a milhares de quilômetros de você? Como viver esse amor sem abandonar tudo o que construiu? Algumas vezes as nossas mentes elaboram planos, estabelecem metas, perseguem sonhos. E algumas vezes os nossos corações ignoram as nossas mentes e decidem apostar no amor.”

Por Jayne Cordeiro: "Dear Heart, Eu odeio você!" é um livro que estava guardado na minha estante faz um bom tempo, e que decidi pegar para ler. A sinopse me atraiu com a ideia de um relacionamento à distância, e os personagens me conquistaram muito rápido. A forma descontraída como Jules e Cal se conheceram, tão natural e que poderia ter acontecido com qualquer pessoa. E a dinâmica entre eles é muito gostosa de acompanhar. Gostei de como eles se adaptaram ao relacionamento deles, e como eram parecidos em termo de gostos trabalho. 

Eles são um casal que a gente sorri o tempo todo enquanto estão juntos. É interessante ver um casal se conhecendo, com paciência, apesar da atração forte. Muitos romances em livros, são explosivos e tudo acontece muito rápido. Mas nesse livro, tudo acontece seguindo o fluxo. Eu gostei dos dois protagonistas. Até me surpreendi, porque achei que um dele faria uma das besteiras clássicas do relacionamento à distância, mas nem foi assim. O que aconteceu de problemática seguiu o mesmo clima e contexto de todo o desenvolvimento da história. E isso manteve tudo bem coeso.

Os outros personagens secundários, como Tami e Lucas (amigos deles) são muito divertidos, e são um suporte bem legal para as dúvidas amorosas de Cal e Jules. A história toda é bem atraente. A autora consegue criar, de forma verdadeira, uma ligação entre os personagens. Eles dois são divertidos, compreensivos e apaixonantes. As cenas românticas são ótimas e até os diálogos distantes deles, também. É uma leitura gostosa, leve, que não trás grandes reviravoltas, mas é um bom romance. Recomendo para quem quer ler um bom romance, mas sem muito drama ou sofrimento.


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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Resenha: "Morte Lenta" (Matthew Fitzsimmons)

Tradução Fabio Maximiliano

Por Sheila: Oi pessoas! Como estão? Eu hoje vou trazer a vocês a resenha de um estreante, Mathews Fitzsimmons, que, segundo o Washington Post, "criou um sociopata excepcional". Como thrillers são minhas leituras favoritas, devo confessar que minhas expectativas quanto ao livro eram bem altas. 

Para me ajudar com a resenha, vou recorrer à sinopse disponível no nosso querido skoob. 
Dez anos atrás, Suzanne, uma garota de 14 anos, simplesmente desapareceu sem deixar qualquer vestígio. Filha do então senador Benjamin Lombard, agora poderoso vice-presidente dos EUA, o caso continua sem solução e se transformou numa obsessão nacional.
Para Gibson Vaughn, renomado hacker e mariner, trata-se de uma perda pessoal. Suzanne era como uma irmã para ele. No décimo aniversário do desaparecimento da garota, o ex-chefe de segurança de Benjamin Lombard pede a ajuda de Gibson para realizar uma investigação secreta e entrega a ele novas pistas.Assombrado por memórias trágicas daqueles dias, Gibson acredita ter agora a chance de descobrir o que realmente aconteceu. Utilizando as suas habilidades, já em suas primeiras pesquisas descobre uma rede de múltiplas conspirações em torno da família Lombard e se depara com adversários poderosos – e perigosos – que farão qualquer coisa para silenciá-lo. Ao mexer no vespeiro, novas informações e personagens vêm à tona, a identidade de Gibson é revelada, tornando-o igualmente vulnerável.
E enquanto navega por essa teia perigosa de fatos, ele precisa estar sempre um passo à frente se quiser descobrir a verdade… e se manter vivo.

O livro narra exatamente isso: a caçada da equipe de George Abe que, num ato de reparação, resolve tentar descobrir o que de fato houve com Suzanne e, além disso, ajudar Gibson, tendo em vista que seu envolvimento com a família Lombard não se limita à proximidade que desenvolveu com Suzanne.

Na verdade, essa criação "como irmãos" só se deu por que o pai de Gibson era coordenador das campanhas de Lombard, o que o fez praticamente se criar na mansão da família. Acontece que o pai de Gibson se envolveu no desvio de verbas de campanha e, apanhado, optou pelo suicídio para fugir da situação.

Inconformado, Gibson invadiu os computadores de Lombard, para tentar provar a inocência do pai e fracassou, inclusive descobrindo provas contrárias às suas crenças. Assim, na época do desaparecimento de Suzanne, Gibson estava enfrentando o processo judicial que o obrigaria a servir no exército para se livrar da pena e, ao mesmo tempo, entrando para uma lista pessoal de Lombard, que o faria penar muito no futuro para ser contratado em qualquer lugar que fosse, mesmo aqueles considerados muito abaixo de sua qualificação.

Logo, quando George Abe procura Gibson para "acertarem as contas" do passado, ele parece não ter muita escolha: ou ajuda na captura do sequestrador de Suzanne para ter como pagar a hipoteca da casa, onde sua ex mulher e filha vivem, ou se afundará em dívidas e, de quebra, talvez acabe passando fome também.

Há muitos elementos que compõem o livro de Fitzsimmons: a relação complicada de Gibson com George, a sombra do suicídio de seu pai, intrigas políticas, um assassino de elite impiedoso, a verdade por trás do desaparecimento de Suzanne, entre outros. E talvez seja aqui justamente o lugar onde a trama "se perdeu" um pouco.

O título "Morte Lenta" parece não encaixar nem um pouco com a temática da trama, apenas para descrever como me senti ao lê-lo; as coisas parecem terem demorado demais para começar a acontecer e, quando começaram, a se desenvolver num ritmo absurdamente rápido, nos deixando com a impressão de que algumas subtramas foram simplesmente deixadas de lado.

O livro também foi excessivamente focado em personagens que na verdade não tinham muito a ver com o desaparecimento de Suzanne, mas acredito que a explicação para isso, assim como às inúmeras pontas soltas ao longo da história, se deva ao fato de que este é o primeiro livro de uma série. Ou seja, não estávamos acompanhando a resolução do sequestro de Suzanne, mas sendo apresentados a Gibson, o verdadeiro protagonista.

É um livro bom, mas não o classificaria como thriller, seria mais um romance policial bem escrito, com partes densas, outras com mais ação, mas sem aquele suspense intenso e de tirar o fôlego, por isso leia, mas não com este tipo de expectativa. Com essas ressalvas, recomendo.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

[Novidades] Novo Livro do autor de A Garota do Lago sai em 2018 pela Faro Editorial


Mal acabando de lançar no Brasil seu primeiro livro, Charlie Donlea, que estreou em 2016 com Summit Lake (A Garota do Lago, Faro Editorial), fecha contrato para o seu segundo livro de suspense. Segundo a editora, além da qualidade da história, outro motivo foi ver tiragem de 15.000 exemplares evaporar da editora em apenas 20 dias. Metade dela por reposição de vendas.

O novo livro, The Girl Who Was Taken, que será lançado nos Estados Unidos no próximo mês, conta uma história cheia de reviravoltas e alta tensão acerca de duas meninas sequestradas – uma foge do cativeiro (Megan), outra não (Nicole) – e a irmã da desaparecida, uma perita forense em busca respostas.

Um ano depois, Megan, lança um livro que rapidamente se torna best-seller para contar a sua história, o que a transformou numa celebridade nacional. É uma história triunfante e inspiradora, exceto por um detalhe inconveniente: Nicole, a outra garota, ainda está desaparecida. Então surge uma primeira pista: um corpo que aparece no necrotério de um jovem ligado ao passado de Nicole. A perita vai até a Megan para pedir ajuda, esperando aprender mais sobre a noite em que os dois foram levados, mas Megan sabe mais do que ela revelou em seu livro bestseller. Flashes de memória vão se juntando, apontando para algo mais profundo e monstruoso. E quanto mais ela e Livia vão a fundo por respostas, mais elas percebem que, às vezes, o verdadeiro terror está em encontrar exatamente o que você procura.

Confira resenha de A garota do Lago, de Charlie Donlea, aqui.


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Resenha: "A Garota do Lago" (Charlie Donlea)

Tradução: Carlos Szlak
Por Sheila: Oi pesso@s como estão? Andei numa ressaca literária horrorosa, de não conseguir ler nem bula de remédio, o que já estava me deixando doida com tantos livros lindos na mina estante pedindo para ser abertos.

Por isso, foi com grande expectativa que decidi pra quebrar o “jejum” que se instaurara desde fins de 2016 e começar a ler “A Garota do Lago”. Acredito que o que mais me instigou a leitura foi a chamada da orelha que dizia ser esse "Um suspense brilhante e assombroso, como se Garota Exemplar encontrasse O Silêncio dos inocentes", por isso já aviso que minhas expectativas eram altíssimas.

Logo de início somos apresentados a Becca e seu assassino – apesar de que não é nos dito quem ele é, mas que há laços entre os dois, dado que a mesma se emociona ao vê-lo pela porta e abre a mesma para que ele entre.

Segue então o relato de um ataque violento, com direito a cabelo arrancado do couro cabeludo, socos e pontapés, sufocamento e estupro, vindo Becca a falecer no hospital em virtude dos ferimentos.
Despreparada para o ataque dele, Becca sentiu os calcanhares serem arrastados por sobre o piso de ladrilhos. Então, ele a empurrou com força contra a parede. Agarrando-a pelos ombros e pelos cabelos, arrastou-a até a cozinha. O pânico esvaziou a mente de Becca. Naquele momento, todas as ideias e imagens que tinham estado ali até alguns segundos atrás desapareceram, dando lugar aos seus instintos mais primitivos. Becca Eckersley passou a lutar por sua vida.

Ficamos sabendo logo em seguida que Becca é Rebecca Alice Eckersley, uma jovem graduada em Direito que estava em Summit Lake para estudar e que, aparentemente, não possuía inimigos, logo, sem suspeitos para o que quer que tivesse ocorrido na casa da família em um lugar tão calmo e pitoresco. Filha de um advogado poderoso e influente, a morte de Becca é tratada inicialmente como mais um caso aleatório de arrombamento que acabou muito mal.

Mas tanto a repórter investigativa Kelsey Castle, como o detetive de Summit Lake não acreditam que esta seja, de fato, a melhor explicação para o que ocorreu à Becca. Há alguns moradores de Summit Lake, antigos conhecidos da família, que também trazem à tona segredos escondidos até mesmo dos pais de Becca. 
A confissão no café foi um teste. Prático. No último ano, Becca guardara muitos segredos - e aquele era o maior e mais insensato de todos. Os outros podiam ser atribuídos à juventude, à inexperiência. No entanto, esconder essa última parte de sua existência era pura imaturidade, explicada apenas pelo medo e pela ingenuidade. O alívio que sentiu ao enfim contar para alguém confirmou sua decisão. Seus pais precisavam saber. Já era hora.

Aliado a isso, temos o fato de que detetives estaduais tomaram o caso da polícia local, cortando o fluxo de informações; há uma autopsia sendo impedida de chegar ao conhecimento da imprensa, como se houvesse algo a ser ocultado o máximo de tempo possível; e a certeza de que Becca estava escondendo algo realmente muito importante para alguém. Seria o motivo de ter sido assassinada?

Também vamos acompanhar Kelsey Castle tendo que enfrentar os próprios fantasmas ao se deparar com os detalhes da morte de Becca, algo que ela desconhecia ao resolver escrever sobre o caso; tendo que superar um luto ainda recente, descobrir a verdade sobre a morte de Becca vira não só mais um trabalho investigativo, mas também uma forma de lidar com sua própria parcela de dor.

Pensei muito antes de escrever esta resenha, a fim de tentar ser clara e justa em todos os aspectos possíveis, inclusive discuti com outras pessoas a respeito de alguns pontos, a fim de tentar ser o mais democrática possível. Assim, vou dividir esta parte seguinte entre os pontos fortes e fracos da leitura.

Um dos pontos fortes é a escrita fluída e as frases bem construídas do autor que consegue escrever e descrever as cenas de forma a instigar a curiosidade. Além disso, a forma como a história é contada - partindo do ataque a Becca, passando pela reconstrução dos fatos por Kelsey e voltando mais atrás, 14 meses antes de tudo acontecer - vai fazendo com que a imaginação e curiosidade sejam cada vez mais instigadas. Destaco também o enredo, não de todo original mas bastante interessante em nos levar nessa caçada para descobrir os segredos de Becca Eckersley.

Infelizmente também houveram pontos, não digo fracos, mas que fizeram a leitura ficar um tanto quanto dificil, particularmente para mim. Uma delas foi a facilidade com que Kelsey consegue fazer com que um médico, o xerife e algumas pessoas que tinham estreita convivência com a família de Becca comecem a lhe revelar informações que deveriam ser íntimas/confidenciais. Também notei alguns equívocos de continuidade, principalmente na reconstrução da cena do ataque à Becca.

No mais, recomendo a leitura, e espero que vocês possam ler e me dizer o que acharam. Abraços e até a próxima!

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

[Novidades] Editora Faro Editorial


Jovem gaúcho é a nova aposta da Faro Editorial


Seguindo sua proposta de revelar talentos na literatura nacional, a paulista Faro Editorial anunciou a contratação do novo integrante em seu grupo de escritores: Júlio Hermann, 19 anos. Focada principalmente num público jovem, a editora decidiu levar ao formato impresso as crônicas sobre amor e relacionamentos do jovem de Gramado.

Colunista de portais como entre todas as coisas e Hermann começou a publicar na internet no início de 2015. Em dois anos, foi lido por mais de 10 milhões de pessoas e registra um alcance superior a 400 mil leitores semanais.

“Ser contratado por uma editora como a Faro é um sonho. Tenho muitos títulos da casa em minha estante… E agora serei colega de cada um deles. Sei que é apenas o começo; será como uma nova estreia, mas estou muito animado e é uma oportunidade de aprendizado e crescimento que estou abraçando com muita alegria. ”, comenta o escritor.

Nascida há 3 anos, a editora já revelou mais de 6 novos escritores nacionais, e ainda publica outros best-sellers brasileiros e internacionais. No próximo ano, desafiando o mercado em crise, a casa dobrará sua produção. Serão mais de 25 novos títulos, e mais da metade da lavra de autores nacionais.

Segundo o Publisher da casa, Pedro Almeida, a decisão de contratá-lo foi tomada por diversos motivos. “É impressionante ver como alguém tão jovem consegue exprimir sobre sentimentos com tanta beleza. Júlio recria em suas crônicas uma canção de amor com o olhar de sua geração. Quem lê não consegue ficar indiferente. Ele transforma o grito preso nas gargantas em literatura” , finaliza.

SOBRE O ESCRITOR

Júlio Hermann, 19, é escritor, repórter e graduando em jornalismo. Natural de Gramado – RS, escreve sobre amor e comportamento há mais de 2 anos. É apaixonado pela dinâmica dos relacionamentos humanos e se descobriu escritor ao publicar pequenos textos em blogs e ver o volume de compartilhamentos.

Mais informações, e comentários sobre o autor em www.juliohermann.com.

Informações complementares:

E-mail: juliohermann@gmail.com

Website: www.juliohermann.com – Facebook: facebook.com/juliohermannfp

Instagram: instragram.com/juliohermann – Twitter: twitter.com/ojuliohermann


Faro aposta em autor gaúcho de 19 anos
PUBLISHNEWS, REDAÇÃO, 20/12/2016

Em dois anos, Júlio Hermann amealhou mais de 10 milhões de leitores em suas colunas que tratam sobre amor e relacionamento.

Seguindo sua proposta de revelar talentos na literatura nacional, a Faro Editorial anunciou a contratação de Júlio Hermann, 19 anos, para integrar seu grupo de escritores. Focada principalmente num público jovem, a editora decidiu levar ao formato impresso as crônicas sobre amor e relacionamentos de Júlio. Colunista de portais como entre todas as coisas e Hermann começou a publicar na internet no início de 2015. Em dois anos, foi lido por mais de 10 milhões de pessoas e registra um alcance superior a 400 mil leitores semanais.
Segundo Pedro Almeida, publisher da Faro e colunista do PublishNews, a decisão de contratá-lo foi tomada por diversos motivos. “É impressionante ver como alguém tão jovem consegue exprimir sobre sentimentos com tanta beleza. Júlio recria em suas crônicas uma canção de amor com o olhar de sua geração. Quem lê não consegue ficar indiferente. Ele transforma o grito preso nas gargantas em literatura”, finaliza. O livro, que terá como título Desculpe se eu estraguei o final..., chega às livrarias no início de 2018.


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Clarissa e
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Ana Liberato