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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Resenha: “Gente de Resultados” (Eduardo Ferraz)


Manual Prático para formar e liderar equipes enxutas de alta performance


Por Kleris: O livro certo, na hora certa, para o propósito certo! Se você sente que precisa alinhar seu modus operandis de líder, é este o livro. É com certeza o manual para (re)começar as atividades com o pé direito. 
[...] será de extrema importância você conhecer seu estilo, não para mudá-lo, mas para aproveitá-lo ao máximo e, ao mesmo tempo, para fazer as melhorias necessárias. O objetivo será ajustar a forma, não o conteúdo.

Mais uma vez, o autor ousa em retratar o potencial que temos cá conosco; mais uma vez é luz para nossa caminhada. Para quem não sabe, Eduardo já trouxe um livro sobre desempenho profissional, chamado Gente que convence (veja resenha aqui). Aqui em Gente de Resultados, foca-se mais na gestão de pessoas, como podemos ter mais suporte quando se trata de liderança e alcançar altos voos. Afinal, líder que é líder não opera sozinho.


 

É comum que muitos assumam um cargo de autoridade apenas “indo” – acontece de em algum momento de sua caminhada profissional tornar-se líder e ter que tomar responsabilidades por um empreendimento e seus subordinados. O livro vem justo para dar amparo aos tantos desesperos anseios e deveres do cargo, sobre como podemos nos reorganizar enquanto gestores e trazer resultados mais prósperos a todos. Para tanto, é essencial saber quem somos, que perfil temos, o perfil do empreendimento, a demanda, como podemos agregar pessoas para essa jornada e fazer tudo funcionar. Alcançar a alta performance é isso: manejar o melhor de todos para um propósito maior – e por isso, uma relação win-win.

 
Para alcançar excelentes resultados, a equipe deve ir além das simples obrigações. Contudo, esse algo a mais só existirá se as pessoas sentirem que o líder tem credibilidade e transmite confiança. 
Só é possível continuar obtendo grandes resultados com as pessoas certas nos lugares certos [...]

Mas a sacada master aqui é que, além de ser um suporte prático, o livro é voltado para os líderes de pequenos empreendimentos e organizações. Achei interessante isso, pois traz uma visão mais direta e próxima da realidade, coisa que já me decepcionei em outros livros e/ou estudos na área. Desta forma, Eduardo traz um rol de conhecimentos dos grandes para os pequenos, possibilitando acesso e ferramentas para engrenar qualquer plano de ação. Aliás, meu relatório de desempenho para este ano (do coletivo cultural de participo) praticamente se fez sozinho durante a leitura.


Semelhante ao livro anterior, há narrativas e estudos de caso, todos descritos de maneira bem simples e clara. Mas nada fica só no campo da teoria ou dos conselhos. Para além das ótimas observações e/ou análises, podemos tecer nossos próprios planos de ação, desde os pessoais (como líderes) aos da organização (como empreendimento). Me surpreendi com como é traçado os perfis “operacionais” de cada um, do líder ao subordinado, para que se tenha o melhor aproveitamento. Eduardo, nesse sentido, é muito didático em nos fazer entender em que pé estamos, no que podemos mexer e em como agir, sendo assim este guia necessário. 
No começo, a empresa pode ficar um pouco bagunçada, mas faz parte da cura.

Para isso, reserve papel, caneta, marca-texto e, claro, um momentinho de dedicação, pois não há como fazer as mudanças certas se não houver a disposição certa para aprender. É interessante também que, mesmo quando nos focamos numa linha de liderança (há um teste para se identificar e você pode realizar online; aqui!), podemos seguir curiosos e atentos às outras narrativas-exemplo, pois nada como acompanhar outros casos para acrescentar mais ao nosso repertório. 
Se ainda tiver dificuldade de formar uma equipe de alta performance, dê um passo para trás.

Minha parte favorita, por certo, foi sobre como podemos influenciar pessoas ao nosso redor para atingir a alta performance. As atitudes podem ser pequenas e não menos significativas por isso. Também pude reavaliar as últimas e a atual liderança; ao ver um panorama mais claro, ficou mais fácil de identificar as faltas e falhas que deixei passar. Muitas vezes as decisões se tratam de sair da zona de conforto e do quanto podemos nos disponibilizar para fazer dar certo, tanto da parte do líder, quanto da sua equipe. 
Equipes bem-sucedidas dependem muito da dedicação e do talento de seu líder para tocar a gestão do dia a dia. No entanto, muitas vezes esse sucesso torna o gestor refém de si mesmo, pois ele sofre uma grande tentação de centralizar decisões e executar tarefas desnecessárias.

 

Gente de resultados me revelou o quanto seguimos muito “instintivos” na hora de assumir uma liderança. Por vezes a gente não sabe bem pra onde tá indo ou como ir, só vai, e segue aprendendo na marra na tentativa e erro. Ter esse livro conosco é justamente a lanterna que nos ajuda a tomar a decisão mais certeira. Além de dar visão sobre o caminho que estamos a andar, nos dá noção de quem somos em poder deste conhecimento, sendo possível, ainda, ver quem está ali perto e o que podemos fazer a respeito. É algo que a capa instiga muito bem: para chegar em algum lugar, você precisa de pessoas e é muito mais jogo quando você sabe o que tá fazendo e porque está fazendo. 
O sucesso só vira se a pessoa mantiver toda essa garra e motivação no decorrer das semanas, dos meses e dos anos seguintes, mesmo com todas as dificuldades e todos os desafios que certamente ocorrerão.

Gente de resultados é, assim, uma leitura que esclarece, instrui, norteia e agrega. Em seus toques de coaching e consultoria, Eduardo trabalha de modo pontual para extrair o melhor de nós e, por consequência, impulsionar o ambiente empreendedor da melhor maneira possível. Não importa do que se trata seu empreendimento (se serviço, produto ou conteúdo), mas se você lida com pessoas e precisa gerir o todo, esse livro é pra você. Eduardo é O cara para te impulsionar!

Re-co-men-da-dí-ssssssssssssssiiii-mo! 
[...] esta obra é um precioso guia para nos orientar pelo tortuoso caminho de criar empresas fora de série, a partir daquilo que qualquer organização tem de mais importante e valioso: gente que faz a diferença. Ricardo Amorim. 
Desenvolver uma equipe de alta performance em sua organização requer um forte sistema de gestão de pessoas: uma liderança preparada para inspirar pessoas a realizarem objetivos e metas, mas, ao mesmo tempo, dar oportunidade aos sonhos delas! Janete Vaz.

Aos curiosos de plantão, deixo aqui o site oficial do livro pra conferir o índice e mais dos tópicos abordados. Lá, o autor também liberou 20 páginas para degustação. Clique na figura abaixo para ser direcionado:

Até!

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Vale a Pena Ler de Novo: “Gente que Convence” (Eduardo Ferraz)

Neste mês de Janeiro estamos em recesso, mas preparamos para você, caro leitor, uma seleção com nossas resenhas mais acessadas de 2017.
Enquanto isso, prepare-se para todas os lançamentos e novidades de 2018.

Por Kleris: Na escola, próximo do vestibular, a coordenação pedagógica costuma avaliar os alunos por suas aptidões em testes vocacionais. A gente considera nossos pontos fortes e fracos, conhece as áreas de mais interesse, analisa nosso perfil iniciante. Mas e depois de entrar na faculdade? E depois de começar a trabalhar? E depois de trocar de trabalho? Como (re)avaliar quem somos no mercado e como podemos melhorar?

Gente que convence é um livro para potencializar nosso desempenho, em qualquer área e propósito. Tem uma ideia? Um produto? Um serviço? Um talento? Não é convencer por convencer, nem manipulação, tampouco pra vender uma coisa aqui e ali. A compreensão comportamental aqui é, com certeza, uma luz para todo aquele que quer ser fiel à sua personalidade, alinhar perfil e trabalho e não sabe o que tá fazendo não sabe por onde começar. 

Para convencer você precisará, muitas vezes, quebrar uma barreira invisível – como se fosse uma barreira invisível (as pessoas se veem, mas não interagem de verdade) que variam de alguns centímetros a metros de espessura. Essa barreira chama-se desconfiança e quanto mais espessa, pior será o processo de comunicação.

É através de uma abordagem de coaching que Eduardo nos pega pela mão e senta com a gente para fazer as coisas acontecerem. Ou pelo menos entender como chegar lá. Passo a passo, com avaliações pontuais, com cases para análise e pausas para reflexão. Com foco. Com paciência e valoração do trabalho. 
[...] valorize ao máximo o que você tem, mas não invente! 
Em todos esses anos, aprendi que o mais importante na arte de convencer é usar estratégias que sejam coerentes com seu estilo de vida. O grande objetivo é convencer sendo autêntico.

O autor parte da ideia de autoaceitação e melhor uso de características e/ou habilidades para mover qualquer propósito. Ao sermos verdadeiros, nossas opções de caminho se abrem com mais clareza, sem precisar tomar atitudes drásticas ou até trágicas. Se a gente tá forçando a barra, é porque algo não tá bem alinhado (vide aqui). E isso não é “papo furado”. É algo que SÓ VOCÊ pode fazer isso por si mesmo se quer atingir o sucesso. Vale aqui um olhar estratégico.
Leva enorme vantagem quem conhece bem suas aptidões e seus pontos limitantes. Um bom persuador sabe que não adianta aceitar atribuições que não domina, pois perderá credibilidade e, com isso, seu poder de convencimento.

Vamos do autoconhecimento (perceber e analisar características, perfis e potenciais, limites de personalidades) às técnicas de convencimento (auxiliar no conhecimento dos gatilhos, quais são os que devemos acertar – pra saber o que vende, o que motiva, como aplicar, e o que faz a diferença nos contextos). Apenas deixe lápis e borracha à mão, pois tem variados testes (e orientações) pra te ajudar na caminhada. 


Que tal trocarmos a expressão “levo jeito” por “tenho potencial”? [...] Um adulto que se expressa naturalmente bem no dia a dia tem bom potencial para se tornar um ótimo orador, mas precisará aprender técnicas que o auxiliem a usufruir ao máximo esse potencial. [...] ter bom potencial de convencimento facilita bastante, mas não é garantia de bom desempenho. Por outro lado, ter baixo potencial de convencimento exigirá disciplina e estudo para chegar a bons resultados. 
[...] é muito improvável que um adulto tímido se transforme em extrovertido, pois isso faz parte da estrutura de seu prédio/personalidade. Não obstante, essa pessoa pode mudar o acabamento de sua personalidade/prédio ao aprender a falar em público, expressar-se com mais clareza e até participar de alguns eventos sociais, sem deixar de ser, na essência, uma pessoa introvertida e reservada a maior parte do tempo.

Para além destes passos teóricos, há diversos cases discutidos, que vão das relações pessoais às profissionais, para se encontrar e melhor analisar as posturas. É assim que Eduardo nos abre os olhos e faz deste livro uma leitura necessária. A linguagem clara e acessível ajuda bastante nesse quesito, o que faz da leitura um sopro até. Outro fator excelente são as epígrafes nas entradas de capítulo. Elas atingem o alvo de cara! 
Há dois tipos de pessoas: as determinadas e as indeterminadas. As primeiras sabem aonde querem chegar. As outras nem sabem onde estão. Marina Pechlivanis. 
Maldição do conhecimento é a dificuldade de imaginar como é, para o outro, não saber o que você sabe. Steven Pinker.

Sim!

Gente que convence é um livro que mescla teoria e prática e abre nosso campo de ação. É possível entender claramente onde nos adequamos, como funcionamos, que pontos precisam de atenção, quais posturas dão resultado. Você abre o livro inseguro e o fecha determinado – e até arrisco dizer que surpreso consigo mesmo. Vale a pena ter na estante para revisitar e tomar boas notas sempre.

Se recomendo? Com toda a certeza! 
[...] só damos valor às coisas quando estão no contexto adequado.

Ainda não tá convencido? Baixe as primeiras páginas do livro aqui e dê uma espiada no conteúdo. Os testes também se encontram no site. Você ainda pode conferir pequenos vídeos do Eduardo dissertando sobre temáticas do livro aqui.

Até a próxima!

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Resenha: “Gente que convence” (Eduardo Ferraz)

Por Kleris: Na escola, próximo do vestibular, a coordenação pedagógica costuma avaliar os alunos por suas aptidões em testes vocacionais. A gente considera nossos pontos fortes e fracos, conhece as áreas de mais interesse, analisa nosso perfil iniciante. Mas e depois de entrar na faculdade? E depois de começar a trabalhar? E depois de trocar de trabalho? Como (re)avaliar quem somos no mercado e como podemos melhorar?

Gente que convence é um livro para potencializar nosso desempenho, em qualquer área e propósito. Tem uma ideia? Um produto? Um serviço? Um talento? Não é convencer por convencer, nem manipulação, tampouco pra vender uma coisa aqui e ali. A compreensão comportamental aqui é, com certeza, uma luz para todo aquele que quer ser fiel à sua personalidade, alinhar perfil e trabalho e não sabe o que tá fazendo não sabe por onde começar. 


Para convencer você precisará, muitas vezes, quebrar uma barreira invisível – como se fosse uma barreira invisível (as pessoas se veem, mas não interagem de verdade) que variam de alguns centímetros a metros de espessura. Essa barreira chama-se desconfiança e quanto mais espessa, pior será o processo de comunicação.

É através de uma abordagem de coaching que Eduardo nos pega pela mão e senta com a gente para fazer as coisas acontecerem. Ou pelo menos entender como chegar lá. Passo a passo, com avaliações pontuais, com cases para análise e pausas para reflexão. Com foco. Com paciência e valoração do trabalho. 
[...] valorize ao máximo o que você tem, mas não invente! 
Em todos esses anos, aprendi que o mais importante na arte de convencer é usar estratégias que sejam coerentes com seu estilo de vida. O grande objetivo é convencer sendo autêntico.

O autor parte da ideia de autoaceitação e melhor uso de características e/ou habilidades para mover qualquer propósito. Ao sermos verdadeiros, nossas opções de caminho se abrem com mais clareza, sem precisar tomar atitudes drásticas ou até trágicas. Se a gente tá forçando a barra, é porque algo não tá bem alinhado (vide aqui). E isso não é “papo furado”. É algo que SÓ VOCÊ pode fazer isso por si mesmo se quer atingir o sucesso. Vale aqui um olhar estratégico.
Leva enorme vantagem quem conhece bem suas aptidões e seus pontos limitantes. Um bom persuador sabe que não adianta aceitar atribuições que não domina, pois perderá credibilidade e, com isso, seu poder de convencimento.

Vamos do autoconhecimento (perceber e analisar características, perfis e potenciais, limites de personalidades) às técnicas de convencimento (auxiliar no conhecimento dos gatilhos, quais são os que devemos acertar – pra saber o que vende, o que motiva, como aplicar, e o que faz a diferença nos contextos). Apenas deixe lápis e borracha à mão, pois tem variados testes (e orientações) pra te ajudar na caminhada. 



Que tal trocarmos a expressão “levo jeito” por “tenho potencial”? [...] Um adulto que se expressa naturalmente bem no dia a dia tem bom potencial para se tornar um ótimo orador, mas precisará aprender técnicas que o auxiliem a usufruir ao máximo esse potencial. [...] ter bom potencial de convencimento facilita bastante, mas não é garantia de bom desempenho. Por outro lado, ter baixo potencial de convencimento exigirá disciplina e estudo para chegar a bons resultados. 
[...] é muito improvável que um adulto tímido se transforme em extrovertido, pois isso faz parte da estrutura de seu prédio/personalidade. Não obstante, essa pessoa pode mudar o acabamento de sua personalidade/prédio ao aprender a falar em público, expressar-se com mais clareza e até participar de alguns eventos sociais, sem deixar de ser, na essência, uma pessoa introvertida e reservada a maior parte do tempo.

Para além destes passos teóricos, há diversos cases discutidos, que vão das relações pessoais às profissionais, para se encontrar e melhor analisar as posturas. É assim que Eduardo nos abre os olhos e faz deste livro uma leitura necessária. A linguagem clara e acessível ajuda bastante nesse quesito, o que faz da leitura um sopro até. Outro fator excelente são as epígrafes nas entradas de capítulo. Elas atingem o alvo de cara! 
Há dois tipos de pessoas: as determinadas e as indeterminadas. As primeiras sabem aonde querem chegar. As outras nem sabem onde estão. Marina Pechlivanis. 
Maldição do conhecimento é a dificuldade de imaginar como é, para o outro, não saber o que você sabe. Steven Pinker.

Sim!

Gente que convence é um livro que mescla teoria e prática e abre nosso campo de ação. É possível entender claramente onde nos adequamos, como funcionamos, que pontos precisam de atenção, quais posturas dão resultado. Você abre o livro inseguro e o fecha determinado – e até arrisco dizer que surpreso consigo mesmo. Vale a pena ter na estante para revisitar e tomar boas notas sempre.

Se recomendo? Com toda a certeza! 
[...] só damos valor às coisas quando estão no contexto adequado.

Ainda não tá convencido? Baixe as primeiras páginas do livro aqui e dê uma espiada no conteúdo. Os testes também se encontram no site. Você ainda pode conferir pequenos vídeos do Eduardo dissertando sobre temáticas do livro aqui.

Até a próxima!

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Ana Liberato