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quarta-feira, 4 de março de 2015

Resenha: "Emma" (Jane Austen)


Por Yuri: Olá a todos! Sou a nova resenhista do Dear Book! Antes de apresentar a minha primeira resenha, gostaria de "falar" como surgiu a minha paixão por livros.

Quando eu tinha 6 anos de idade, sempre voltava da escola com um livrinho que alugava na biblioteca e pedia para a minha irmã ler para mim antes de dormir.
Eu cresci e essa paixão por livros só aumentou. Antes eu lia para dormir, agora eu leio para descobrir um mundo novo e para vivenciar coisas que talvez, de verdade, nunca aconteceriam comigo.

Então para estrear, a minha primeira resenha é de uma autora que gosto muito.

O livro escrito por Jane Austen conta a história da personagem Emma, que além de ser bela, inteligente e rica, é também adorada e mimada por todas as pessoas do seu círculo de convivência, e por esse motivo acredita que não precisa se casar. No entanto, um dos seus divertimentos é bancar a casamenteira.
Emma Woodhouse, bela, inteligente e rica, senhora de uma confortável mansão e de excelente disposição de espírito, parecia congregar em si alguma das melhores bênçãos da existência e vivera cerca de 22 anos num mundo em que quase nada havia que pudesse perturbá-la ou aborrecê-la.
Quando a jovem Harriet Smith chega à Hartfield, Emma decide que sua missão é arrumar um companheiro para sua nova amiga, mesmo que seu fiel amigo, Mr. Knightley, seja contra “Emma casamenteira”.
O sr. Elton é bem-humorado, alegre, obsequioso e educado. E me parece que ultimamente ele tenha ficado ainda mais gentil (...) Se ele está querendo alguma coisa, certamente será para agradar você. Já lhe contei o que ele disse a seu respeito noutro dia?
Eu vou apenas dizer que as intuições de Mr.Knightley se mostram corretíssimas, já que Emma arruma muitas confusões com seus conselhos amorosos!

Para quem não gosta de leituras paradas, o livro não é uma boa indicação, pois o livro aborda os aspectos cotidianos da vida de Emma, nada de reações super dramáticas e cheias de reviravoltas. Outra dificuldade que o leitor pode encontrar é a quantidade de personagens que aparecem com o decorrer da história. Como os personagens são tratados pelo seu título e sobrenome, às vezes dá um nó na cabeça para entender qual indivíduo de uma mesma família está sendo citado.

Mas o que torna o livro de Jane Austen digno de ser lido é a riqueza dos personagens. Para quem gosta de personagens com uma personalidade bem definida, esse livro é rico em descrições psicológicas e personagens bem construídos.
Não tem nada a ver com aqueles livros em que o autor, para criar uma trama e prender a atenção do leitor, abre mão da personalidade do personagem, fazendo com que este tome uma atitude que não tem nada a ver com quem ele era, e no final você fica sem entender o motivo do personagem ter feito tal idiotice.

No livro “Emma” o que acontece é um amadurecimento da personagem principal. Emma não muda de uma hora para outra, mas com os acontecimentos da vida ela percebe que não é perfeita como parece aos olhos de todos.

É a evolução da personagem que faz o leitor passar de “Odeio Emma mimada” a se apegar à mulher que ela se torna, portanto, não pare de ler o livro mesmo que Emma te deixe com raiva!

E para quem se interessa por curiosidades, o filme "As Patricinhas de Beverly Hills", lançado em 1995, foi inspirado nesse livro!



quarta-feira, 16 de abril de 2014

Resenha: “As Sombras de Longbourn” (Jo Baker)

Tradução de Donaldson M. Garschagen

Por Kleris: É uma verdade quase universalmente reconhecida que, uma história antiga como “Orgulho e Preconceito”, em domínio público, permanecerá sendo lida, relida e remexida ao longo dos anos.

Não, não é assim que se inicia a narrativa de Jo, mas posso afirmar que, tal como a Jane Austen, ela abre a história colocando os pontos direto nos Is, nos revelando sobre qual realidade tratará: a vida das presenças espectrais que servem à família Bennet. Jo lhes deu nome, personalidade e história. 

Tomo aqui que vocês já conhecem o enredo em “Orgulho e Preconceito” (OeP). Para que certos acontecimentos tenham maior valor, a história exige uma carga de referências sobre o original; porém, em nada impede o entendimento geral. Na maior parte essas referências funcionam como um guia.

Bom, de volta à residência da família Bennet, dessa vez passeamos por cômodos que Jane Austen pouco se deteve. É na cozinha, no sótão, nos estábulos e no terreno da família que vemos Sarah e Polly, duas órfãs, trabalhando duramente ao lado do mordomo sr. Hill, e sua esposa sra. Hill, a cozinheira/governanta. 

A partir de um narrador na terceira pessoa, semelhante à Austen, conhecemos os cansativos serviços diários e as perspectivas de vida desse pequeno grupo, mais precisamente as de Sarah, jovem criada. Ela é uma moça que guarda opiniões, que não se contenta com o emprego, sofre de desgaste e tem sonhos de uma vida melhor. Duas novas mãos serviçais eram do que a casa precisava.

A chegada de James Smith, o novo lacaio, em nada muito substancial muda a rotina. Ele era uma presença, claro, diminuía o trabalho duro das criadas, veio muito bem a calhar, mas aos olhos desconfiados de Sarah, ele não passava disso. Os outros serviçais, por outro lado, eram bem agradecidos e acomodados em seus postos. Polly é uma menina doce e inocente, sr. Hill é um velho bondoso e trabalhador, e sra. Hill é a “mãezona” que comanda as coisas.

Logo a casa começa se movimentar, pois Bingley é o novo vizinho. Acho que é inevitável por essas horas ter o filme de 1995 ou 2005 (para quem assistiu) passando sob nossas vistas. É enquanto rola o início do romance da srta. Jane com Bingley que Sarah conhece o lacaio Ptolemy (que prefere ser chamado de Tol), um homem vivido e com um status melhor por trabalhar para uma família importante. Isso dá alguma esperança de mudança real de vida a Sarah. Só que uma mudança dessas já havia acontecido sem ela notar.
Sarah não podia imaginar que, ao secar as xícaras que ela lavara, ele pretendia chamar a atenção dela de alguma maneira.
As unhas dele, ela notou, pareciam luas pálidas – e chamou-lhe a atenção o movimento de seus músculos no antebraço enquanto ele passava o pano no interior das xícaras –, mas ele permanecia tão silencioso como uma pedra. Depois ela se lembrou [...] de Tol [...] e de como ele a notava, de como ele lhe dirigia todas aquelas atenções [...].
James trabalhava com deliberada lentidão, enxugando cada xícara e copo até rangerem, mantendo-se perto dela, apreciando sua expressão de enfado, seu silêncio obstinado. Aquela pertinácia, aquela carranca o encantavam de uma forma que ele não entendia claramente. [...].
Ela era mais dura do que ele imaginava. Não queria nada dele. Ela o afastava de si como uma mosca.
Ele se deliciava com isso. 

Conforme a história original foi progredindo, que os dias se faziam de esforços, reconheci um orgulho e preconceito que não poderia imaginar. É incrível como as coisas acontecem debaixo do nosso nariz. Nesse sentido, Jo seguiu a linha do romantismo e realismo de Austen, marcando a narrativa não com frases de efeito, mas cenas, muitas cenas detalhadas e longas (como o trecho anterior), para mostrar o ponto a ponto de como as coisas se davam, como as personagens se comportavam e o que realmente tinham em seus pensamentos. Isso dá uma graça maior às conveniências e nos faz colecionar um monte delas.
“O pacote. O que tem dentro dele?”
“Rosetas de sapatos”, ela respondeu.
“Rosetas de sapatos?”
“Rosetas de sapatos. Rosetas para sapatos.”
“Não entendi.”
Ela se impacientou. “Os sapatos de baile têm rosetas, que são presas neles.”
“Para que se faz isso?”
“Para que fiquem bonitos.”
Ele ergueu os olhos para o céu.
“O que foi?”
“Nada. É que, se a encarregarem de novo para uma incumbência tola como essa, debaixo de uma chuva tola como essa”, ele disse, “me procure, me ache, que eu irei no seu lugar.”
Ela pôs as mãos aos quadris, os olhos chispando.  “E por que você deve determinar o que eu posso e não posso fazer?”
Ele ergueu as palmas das mãos. “Eu não quis...”
“E se eu quiser ir? E se para mim for um prazer ir? E se eu não quiser que você meta o bedelho onde não é chamado?” 

O livro conta com três partes e um finis. Até a segunda parte as coisas se movem em função do mundo de “Orgulho e Preconceito”; é na terceira que vemos a real imaginação de Baker. A maneira como ela entrelaçou isso à trama de Austen me impressionou bastante, vide as entradas de capítulo, com trechos reais da obra (semelhante às epígrafes em Jane Austen: A Vampira, de Michael T. Ford). 

Houve uns momentos em que a narrativa se arrastou, mas gosto de pensar que era por ansiedade de chegar em alguns “finalmentes” (rs). Jo foi malandra de me deixar com o coração na mão diversas vezes, me emocionou, me fez rir, torcer shippar, e me chocou a ponto de me questionar seriamente sobre alguns personagens e comportamentos. Para o que Austen nos deu com uma visão romântica, Baker nos traz uma visão realista e vice-versa.

De todas as adaptações que já vi sobre OeP, esta certamente me chacoalhou! Já vi diversos filmes, séries e livros e nenhum até então consigo equiparar. Jo basicamente estendeu o quadro de vivência de Longbourn, região da casa “modesta” dos Bennet. Digo isso entre aspas por todos sabermos que a família não era nada abastada, mas viviam confortavelmente, o que nesse livro, sob a vista dos criados, a gente entende de outro jeito.
Sarah fez apenas um leve gesto de assentimento com a cabeça, cerrou os lábios e voltou a atenção para a mesa, oferecendo o prato de presunto frio: tudo seria esclarecido no devido tempo, não lhe cabia indagar. Nunca lhe cabia falar, a não ser quando lhe falavam primeiro. Era melhor ser surda como uma porta para tais conversas e parecer incapaz de formar uma opinião sobre elas.
Acho que a capa ilustra bem isso (o trecho). Apesar de o livro abarcar várias histórias, é em Sarah em que se centra. Gostei bastante do título também: o original é Longbourn, e a edição daqui acrescentou “as sombras”, o que concorda em dar mais vida a esses personagens. Só não concordo talvez com uma coisa (rs): na contracapa, há uma informação que diz que “Orgulho e Preconceito é só metade da história”. Arrisco afirmar que não é NEM metade e que foram uns bons 200 anos de espera que valeram a pena. Assim como guardei Lizzie e Darcy no coração, guardarei Sarah e James. E Polly, sr. Hill e sra. Hill!

Recomendo àqueles que já leram (ou conhecem a história) OeP alguma vez, independente de terem gostado. Ou mesmo se gostam da série Downtown Abbey! Vocês PRECISAM ver o que Jane não pôde, àquela época, nos contar, e não falo só pelos criados, mas também um imaginário sobre as Bennet casadas. Sugiro, no entanto, que mantenham um aplicativo de dicionário perto (rs). No começo tem umas palavrinhas que podem parar sua leitura, mas com o tempo vocês levam na boa.

Acho que nem preciso dizer que AMEI, né?

E já quero saber de outros trabalhos da escritora.

Espero que também amem. Até a próxima o/



terça-feira, 18 de janeiro de 2011

FILME: "O Clube de Leitura de Jane Austen"

Título: O Clube de Leitura de Jane Austen (The Jane Austen Book Club)
Lançamento: 2007 (EUA)
Direção:
Robin Swicord
Atores:
Kathy Baker, Maria Bello, Marc Blucas, Emily Blunt.
Duração:
105 min
Gênero:
Drama

Sinopse:
Sacramento. Bernadette (Kathy Baker) foi casada 6 vezes e hoje vive sozinha. Jocelyn (Maria Bello) jamais se casou e está em depressão devido à morte de Pridey, seu cachorro. Sylvia (Amy Brenneman) é casada com Daniel (Jimmy Smits) e tem 3 filhos, mas sua vida está abalada pelo fato de que o marido está apaixonado por outra mulher. Allegra (Maggie Grace), filha de Sylvia e Daniel, é uma jovem gay que decide voltar para casa para servir de suporte à mãe, devido aos problemas em seu casamento. Prudie (Emily Blunt) é uma jovem professora de francês de colegial, que casou-se recentemente com Dean (Marc Blucas) e teve que cancelar uma aguardada viagem para Paris devido a um problema nos negócios. Grigg (Hugh Dancy) é um técnico nerd, que gosta de participar de convenções de ficção científica. Um dia Bernadette sugere a criação do clube do livro "Sempre Austen o Tempo Todo", dedicado aos livros da escritora Jane Austen, alegando que ela é perfeita para curar os males do mundo. Jocelyn, Allegra, Prudie, Sylvia e Grigg aceitam fazer parte dele, o que faz com que todo mês o grupo se reúna para discutir um dos livros da escritora. Com o tempo eles se abrem sobre suas vidas, percebendo as mudanças neles ocorridas.

Esse filme foi uma grande surpresa! Ainda não sou grande conhecedora das obras de Austen (confesso ainda não li os livros, apenas vi filmes, mas juro que vou corrigir isso em breve) e foi muito bom saber pelo menos um pouquinho sobre cada uma.

O filme começa meio confuso pela grande quantidade de personagens. Depois, com a formação do clube de leituras, as estórias de cada personagem vão se cruzando com os livros tudo fica muito mais interessante.

Os dramas reais são encontrados nos debates sobre os livros e é muito ressaltado a importância da leitura na vida das pessoas. Um filme muito bem produzido que mostra que as obras de Austen, que até hoje, continuam atuais. Recomendo!

Trailer:




Esse post participa do "Mês Jane Austen" do Coffie & Movies




segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FILME: "Amor e Inocência"


Título: "Amor e Inocência" (Becoming Jane)
Direção: Julian Jarrold
Roteiro: Kevin Hood
Elenco: Helen McCrory (Sra. Radcliffe), James McAvoy (Tom Lefroy), Anne Hathaway (Jane Austen), Maggie Smith (Lady Gresham), James Cromwell, Julie Walters (Sra. Austen)

Sinopse: Em torno dos 20 anos, antes da fama, a escritora Jane Austen se apaixona por um jovem advogado irlandês chamado Tom Lefroy. O relacionamento com ele a inspira a criar os personagens masculinos de sua mais famosa obra, `Orgulho e Preconceito`.

Um filme para conhecer a vida da maior autora da literatura inglesa, antes de seu sucesso. Retrata suas paixões e renúncias, numa época que nada podia ser decidido por si só, amor não era argumento para casamento, o que valia era dinheiro e poder.

Jane estava muito a frente de seu tempo, conseguiu ser uma mulher independente numa época que isso era visto como um "fracasso" pela sociedade, uma incapacidade de arrumar um bom casamento.

Tom Lefroy, seu grande amor, que foi fonte de inspiração para muitos dos personagens masculinos de seus romances e principalmente Mr. Darcy. A principio arrogante, porém, acaba se apaixonando pela singularidade de Austen.

Um romance que nos tempos de hoje poderia ser levado a diante, mesmo sem muita riqueza, poderiam ter um casamento feliz, porém, naquela época muitos eram os obstáculos.

Um ótimo filme para conhecer mais da personalidade e das escolhas dessa grande autora, muitos já sabem o final, pois sua biografia é muito conhecida, mas vale a pena conhecer tudo que aconteceu para que as coisas terminassem assim. Recomendo muito!

Trailer:




quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

FILME: "Orgulho e Preconceito"

Jane Austen é uma autora clássica da literatura inglesa, creio que mesmo quem nunca leu um livro dela ao menos conhece seu sucesso mundial. Escreveu romances como: "Orgulho e Preconceito", "Razão e Sensibilidade", "Persuasão", entre outros. Mesmo fazendo mais de 100 anos que suas obras foram publicadas, ainda são sucesso entre os leitores de todas as idades.

Todo esse sucesso gerou séries e filmes relacionados aos seus livros. Dentre eles destaco a versão de 2005 de "Orgulho e Preconceito".
Título: Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice)
Lançamento: 2005 (França, EUA, Inglaterra)
Direção:Joe Wright
Atores:Keira Knightley, Talulah Riley, Rosamund Pike, Carey Mulligan, Matthew Macfadyen.
Duração: 127 min
Gênero: Romance

Sinopse: Inglaterra , 1979. As cinco irmãs Bennet foram criadas por uma mãe que tinha fixação por lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth, uma jovem sensível e determinada, deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido. Elizabeth conhece o charmoso Sr. Darcy, um cavalheiro rico, arrogante e rude, o qual ela acredita que ele seja o último homem na terra com quem ela poderia se casar um dia. Mas, quando suas vidas se tornam entrelaçadas em uma inesperada aventura, ela se descobre cativada pela pessoa que jurou desprezar por toda eternidade. Será que Elizabeth finalmente encontrará razão para se casar?
Sem dúvidas um dos filmes mais lindos que já vi! Foi uma adaptação muito bem sucedida, os atores, principalmente Keira (como Elizabeth) e Matthew (como Mr. Darcy), se encaixaram muito bem em seus papeis, o cenário (lindo!), todo o clima romantico que só Austen consegue criar.

Filmes costumam ser piores que os livros que os originam, mas esse conseguiu ser exceção a regra. Não há como não se apaixonar por Mr. Darcy, o sonho de consumo de qualquer mulher: lindo, rico e extremamente apaixonado! vi esse filme umas 5 vezes e até hoje ainda me emociono com esse amor que nunca saiu de moda: puro, poético, encantador.

Não sou muito boa para resenhas de filmes, mas uma coisa posso garantir, "Orgulho e Preconceito" é o meu romance favorito, vale a pena conhecer o livro e o filme!

Trailer:



Outros videos (com spoilers):
- Cena da Tempestade
- Melhores cenas com "3 Doors Down - Here Without You" como trilha sonora



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

INDICAÇÃO: "Orgulho e Preconceito" - Jane Austen

Quem nunca ouviu falar na maravilhosa e autêntica Jane Austen? A mulher que encantou ao mundo inteiro com suas obras corajosas, românticas e originais. Já ouviu falar na obra "Orgulho e Preconceito"? Claro que já e, agora você estar associando-a ao nome de Mr. Darcy. Eu sei. O homem mais interessante de toda as obras literárias já criadas. Autêntico, romântico, inteligente... E dono de belas cenas ao lado de Elizabeth.

Se você já assistiu ao filme, deve ler o livro, afinal não é segredo de ninguém que as obras literárias são mais completas e mais instigantes que os filmes. A cada página lida uma emoção vivida e o melhor de tudo é que podemos saborear lentamente cada cena criada por nossa mente. É possível prolongar esse prazer por semanas ou até meses. E por esse motivo, nós do Dear Book, não poderíamos deixar de indicar essa obra que mudou todos os conceitos da até então literatura inglesa. Se você não conhece Jane Austen, por favor, faça isso agora mesmo!


I.S.B.N.: 9788500017230
Reduzido: 1969839
Altura: 20,5 cm.
Largura: 13,5 cm.
Número de Páginas: 160

Figura exponencial da literatura inglesa, Jane Austen é considerada um dos principais elementos criadores do romance inglês. Seus livros atravessaram os anos com assombrosa vitalidade, e as sucessivas reedições em todo o mundo são a melhor prova disso. As recentes adaptações para o cinema de suas histórias levaram a um grande público a exata noção de trama bem construída, humor cáustico e engenharia de personalidades, como a heroína Elizabeth, que numa disputa com Mr. Darcy encontrou o amor e um entendimento maior de suas próprias emoções.

"Os preconceitos e o casamento são abordados de maneira simples e engenhosa neste livro, considerado uma das primeiras comédias românticas da história e uma obra-prima da literatura universal."
Clique aqui para comprar o livro.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010

RESENHA: "Jane Austen - A Vampira" Michael T. Ford

Quem nunca ouviu falar de Jane Austen? A autora clássica da literatura inglesa que escreveu sucessos que nunca saem de moda como “Orgulho e Preconceito”, “Razão e Sensibilidade” e etc. Mesmo quem não leu os livros já deve ter ouvido falar dessas historias ou visto algum filme. Ela teve a inspiração de criar o Mr. Darcy, o homem perfeito que nunca saiu de moda! *-*

Agora, imagine, que a autora não morreu, simplesmente acabou virando vampira e tem uma livraria numa cidade do interior dos Estados Unidos!? Incrível não? Esse é o ponto de partida desse livro encantador e engraçado lançado pela Editora Lua de Papel, a capa é um espetáculo a parte, linda, ficou melhor que a versão original!

Antes de ler, você pode achar o livro sem muitas pretensões, apenas uma paródia, mas tenho certeza que irá se surpreender, como eu me surpreendi. O fato dela ser vampira é um detalhe, o livro não gira em torno apenas disso, há muitos outros fatos que tornam a história muito cativante. O objetivo de Jane Austen, ou melhor Jane Fairfax, como é sua identidade falsa, é conseguir publicar um novo livro depois de quase 200 anos de rejeições por parte das editoras, que não conseguem reconhecer seu grande talento. Até que um dia tudo muda e finalmente o caminho para a publicação de “Constance” parece chegar!

É muito legal ver o mundo editorial nesse livro, os bastidores, coisas que realmente acontecem com os autores novos, com a publicação de um livro, tem um trecho até que cita o envio de livros para resenha e a própria Jane pesquisa na internet em blogs literários a opinião sobre o lançamento do seu livro.

A vida amorosa de Jane, em pouco tempo passa de inexistentes para super movimentada, devido a Walter (um construtor e restaurador da cidade, que a ama), Lord Byron (sim, é aquele poeta clássico que também é vampiro... uma decepção amorosa do passado) e Kelly (misterioso editor que ela acha lindo, mas que não há muita reciprocidade), em alguns momentos achei ate meio a lá “Zoey Redbird” (da serie “House of Night”) devido às opções, duvidas e confusões! XD Mas eu sou “Team Walter” forever *-* HUAUHUHA

Não vou contar mais detalhes da história para evitar spoilers, mas posso garantir que há romance, amizade, mistérios e muita ação, principalmente no final! ;D ... Posso garantir que é um livro ótimo, a leitura flui rapidamente, porque prende muito atenção, li as 300 paginas em 2 dias, quando você vê já acabou =/ UHAUUHA E há uma brecha para um enredo de uma possível continuação, que espero muito que aconteça e que com certeza não perco por nada! Altamente recomendado!

“É impossível não amar a perspicácia de Michael Thomas Ford e os dentes afiados de Jane Austen…” – Seth Grahame-Smith, autora de Orgulho e Preconceito e Zumbis

“Jane Fantasmica! A Jane de Michel Ford é muito divertida! E é engraçado ver a heroína sofrendo as indignidades da publicação e venda de livros e (talvez) encontrando o amor.” – Publishers Weekly

“Hilário! Eu já achava que gostaria deste livro. Agora, tenho certeza de que você também vai adorar!” – Vampire Librarian
domingo, 11 de julho de 2010

INDICAÇÃO: JANE AUSTEN – A VAMPIRA

JANE AUSTEN NÃO MORREU!

Essa é a proposta do lançamento da Editora Lua de Papel, que mostra a história da classica autora inglesa como uma vampira! Esse livro vai ser o maior babado! Pela sinopse da para ver que há muito humor na história, imperdivel!


  • Leia nossa resenha sobre o livro aqui
GOSTOU? CLIQUE AQUI PARA COMPRAR O LIVRO!
Formato: 14×21cm
Tradução: Carlos Szlak
Páginas: 312
Editora: Lua de Papel
ISBN: 978-85-63066-19-0

SINOPSE: Segundo este livro, a autora de Orgulho e Preconceito e outros clássicos do século XVIII não morreu, mas vive hoje numa cidadezinha no interior do estado de Nova York. Dona de uma livraria, vive frustrada por não receber os direitos autorais e ter o reconhecimento de suas obras de sucesso. Em Jane Austen – A vampira, ela mudou o nome para Fairfax e sobrevive há 233 anos, porque foi mordida por um vampiro, quando se tornou imortal. Entre romances com o Lord Byron, que também é um vampiro, e tentativas frustradas de publicar um novo livro, Jane Austen, ou melhor, dizendo, Jane Fairfax, envolve o leitor em uma divertida viagem ao universo literário, com personagens de outras histórias, de maneira inteligente e divertida!

“É impossível não amar a perspicácia de Michael Thomas Ford e os dentes afiados de Jane Austen…” – Seth Grahame-Smith, autora de Orgulho e Preconceito e Zumbis
“Jane Fantasmica! A Jane de Michel Ford é muito divertida! E é engraçado ver a heroína sofrendo as indignidades da publicação e venda de livros e (talvez) encontrando o amor.” – Publishers Weekly
“Hilário! Eu já achava que gostaria deste livro. Agora, tenho certeza de que você também vai adorar!” – Vampire Librarian
 
Ana Liberato