Tradução: Regiane Winarski
Sinopse: Billy Summers é o homem com a arma; um assassino de aluguel e um dos melhores atiradores do mundo. Mas ele tem um critério: só aceita o serviço se o alvo for realmente uma pessoa ruim.
Tradução: Regiane Winarski
Sinopse: Billy Summers é o homem com a arma; um assassino de aluguel e um dos melhores atiradores do mundo. Mas ele tem um critério: só aceita o serviço se o alvo for realmente uma pessoa ruim.
Tradução: Regiane Winarski
Sinopse: Compre agora. Pague depois.
Tradução: Regiane Winarski
Sinopse: Stephen King odeia voar.E agora, junto com seu coeditor Bev Vincent, ele está pronto para compartilhar esse medo com você.Bem-vindos a Terror a bordo, uma antologia sobre tudo que pode dar terrivelmente errado quando se está a 20 mil pés de altura, cortando os céus a 800 km/h, preso em uma caixa de metal com centenas de desconhecidos.
Por Jayne Cordeiro: Sou daquelas que tem vontade ler qualquer coisa que traga o nome de Stephen King. E aqui temos um livro que trás seu nome bem grande na capa, mas que não foi totalmente escrito por ele. "Terror a bordo" é uma antologia focada em um tema bem interessante. Quem nunca se preocupou com que poderia acontecer durante um voo? E aqui, tudo isso é aumentado ao dar uma conotação sobrenatural a todas essas possibilidades. Não vou falar sobre cada conto, mas sim no que o conjunto em si conseguiu passar.
Quem lê as minhas resenhas, sabe que não sou muito fã de antologias. Por mais que eu acabe gostando dos contos, terminar um livro deles, é uma tarefa mais difícil. Eu não consigo ter aquele animo para continuar lendo (o que explica nunca ter terminado Black Mirror), mas para quem gosta desse tipo de livro, não vejo motivos para não gostar desse aqui. O mais interessante sobre ele, é que os contos são dos anos mais variados, e o telespectador é situado com uma introdução que ocorre no começo de conto. E essa introdução já é interessante por si própria.
Individualmente, eu gostei de quase todos o contos. Eles não são longos, e você acaba vendo diversas escritas diferentes, com temáticas diferentes, e isso mantem a atração da coisa. Alguns me deixaram bem tensa, e outros me fizeram pensar "que estranho" e ficar com aquilo remoendo na mente. Todas as escritas me convenceram, e se mostraram bem coesos ao tema principal. Muitos contos até pareciam algo que o Stephen King teria escrito. E não foi a toa, que foram escolhidos por ele, para fazer parte dessa coletânea. Para quem gosta do gênero suspense/terror, e ainda gosta de contos, esse é um livro que vai entreter totalmente o leitor.
Sinopse: Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança... e do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permaneceu em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Neste clássico de Stephen King, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.
Por Jayne Cordeiro: Sempre ouvi falar do livro "It - A Coisa", mas nunca me atrevi a ler. Talvez por ser um livro de terror, talvez pela quantidade de páginas ou pelo preço do livro. Mas depois de ver mais nova adaptação para o cinema, fiquei mais curiosa para ler, e consegui entrar em uma leitura coletiva. E o que dizer?
Eu já li outros livros do Stephen King, e gostei de todos eles, incluindo O Iluminado. Mas "It" me conquistou de uma forma única. Começou como uma leitura diferente, em que eu só lia um capítulo por dia (e eles são enormes, no começo), e isso me deu a sensação de estar vendo uma série, onde cada dia havia um episódio novo. E depois veio a história, os personagens e um pouco do carinho já adquirido pelos filmes.
O livro é uma história de terror, mas também é muito mais do que isso. Ele passa mensagens importantes sobre familia, amizade, infância, e como o passado pode nos moldar, sem nem perceber. O jeito como ele apresenta o mal, não só como um ser "mágico", mas também como as facetas do ser humano, é de fazer o leitor se questionar sobre como o livro pode ter um tema sobrenatural, mas também tão realista.
O revezamento entre os personagens que contam a história, incluindo aqueles que nem são protagonistas, dá uma amplitude muito boa a história. Os personagens são cativantes, emocionantes e nos apegamos a eles facilmente. O livro mistura terror, suspense, drama e consegue ser divertido também. Trás temas importantes, como bullying e preconceito, de formas cruas e reais. Para mim foi um livro que trouxe mais do que só tensão, foi um livro que me fez pensar. E ele tema uma coisa ótima. O autor não te entrega as respostas fáceis. Ele te faz analisar e depois quando você já criou mil teorias, ele vem responde.
Deu pra ver que foi um livro que adorei, e que recomendo para todo mundo. Até quem não tem o costumo de ler terror. Ele tem cenas tensas, mas não chega ser pesado como um filme de terror consegue ser. A história é bem construída e segue um ritmo bom. Só teve uma cena que não gostei, e acho que é unanimidade entre os leitores, mas fora isso é um livro sem defeitos. E apesar de bem grande, não tiraria nada dele.
Era tão simples, mas era uma revelação: o que você fazia por si mesmo era o que lhe dava o poder.
(...) afinal, ele era escritor de ficção… e um escritor de ficção no fundo não passava de um sujeito pago para contar mentiras. Quanto maiores as mentiras, melhor o pagamento.
(...) Mas, quando estava escrevendo como George Stark, e particularmente sobre Alexis Machine, Thad não era o mesmo. Quando ele… abria a porta, talvez seja a melhor forma de dizer… quando ele fazia isso e convidava Stark pra entrar, ficava distante. Não frio, nem mesmo morno, só distante. (...)
Andy pegou a carteira, que tinha só uma nota de um dólar. Agradeceu a Deus por não ser um daqueles táxis com divisória à prova de balas, que não permitia contato entre passageiro e motorista, exceto por uma abertura para o dinheiro. Contato direto sempre facilitava o impulso. Nunca conseguiu descobrir se eraalgo psicológico ou não, e agora não importava.
— Vou dar a você quinhentos dólares — informou Andy, baixinho —, para você levar a minha filha e eu até Albany. Certo?
— Jeee-sus, moço… Andy colocou a nota na mão do taxista, e quando o sujeito olhou, Andy deu outro impulso… com força.
O motorista estava satisfeito. Não estava pensando na história enrolada do passageiro. Não estava questionando o que uma garotinha de sete anos estava fazendo visitando o pai por duas semanas em outubro, época de aulas. Não estava pensando no fato de que nenhum dos dois possuía bagagem . Não estava preocupado com nada. Ele tinha sido impulsionado. Agora, Andy pagaria o preço.
Papai, estou cansada — disse com agitação a garotinha de calça vermelha e blusa verde . — A gente não pode parar? — Ainda não, querida. Ele era um homem grande de ombros largos, vestindo um paletó de veludo gasto e puído e uma calça marrom de sarja. Ele e a garotinha estavam de mãos dadas, andando pela Terceira Avenida em Nova York. Caminhavam rápido, quase correndo. Ele olhou para trás, e o carro verde ainda estava lá, seguindo lentamente junto ao meio-fio. — Por favor, papai. Por favor. Ele olhou para ela e viu como seu rosto estava pálido. Havia círculos escuros embaixo dos olhos da menina. Ele a pegou no colo e a apoiou na dobra do braço, mas não sabia por quanto tempo conseguiria seguir assim. Também estava cansado , e Charlie não era mais tão leve.
Estou experimentando novas tecnologias, ele se imaginou dizendo. Ele gostou de como soava. Era totalmente moderno.
E claro que gostava de pensar na reação de Ellen. Ele tinha parado de deixar mensagens no celular dela e tinha começado a evitar certos lugares (o Pit Stop, o Harry’s Pizza) onde podia esbarrar com ela, mas isso podia mudar. Obviamente, estou lendo no computador, assim como todo mundo era uma frase boa demais para desperdiçar.
Estamos trabalhando nesses protótipos experimentais. Você os acha úteis?
— Ah, não sei — disse Wesley. — O que são?
O primeiro item do protótipo era REDE BÁSICA. Então, sim para a pergunta da internet. Aparentemente, o Kindle era bem mais computadorizado do que parecia a princípio. Ele olhou para as outras escolhas experimentais: download de música (um grande viva) e leitura em voz alta (o que poderia ser útil se ele fosse cego). Ele apertou o botão de virar página para ver se havia mais algum item. Havia um: Funções Ur.
Pelo mundo todo, algo de estranho começa a acontecer quando as mulheres adormecem: elas são imediatamente envoltas em casulos. Se despertadas, se o casulo é rasgado e os corpos expostos, as mulheres se tornam bestiais, reagindo com fúria cega antes de voltar a dormir.
Em poucos dias, quase cem por cento da população mundial feminina pegou no sono. Sozinhos e desesperados, os homens se dividem entre os que fariam de tudo para proteger as mulheres adormecidas e aqueles que querem aproveitar a crise para instaurar o caos. Grupos de homens formam as “Brigadas do Maçarico”, incendeiam em massa casulos, e em diversas partes do mundo guerras parecem prestes a eclodir.
Mas na pequena cidade de Dooling as autoridades locais precisam lidar com o único caso de imunidade à doença do sono: Evie Black, uma mulher misteriosa com poderes inexplicáveis.
A mariposa fez Evie rir. Pousa no antebraço exposto, e ela passa o indicador de leve pelas ondas marrons e cinzentas que colorem as asas.
- Oi, lindinha - diz ela para a mariposa. O inseto levanta voo. Subindo, subindo, subindo segue a mariposa, e é engolida por um raio de sol emaranhado nas folhas verdes e brilhantes seis metros acima de onde Evie esta, entre as raízes no chão.
Uma comprida cabeça de cobre sai pelo buraco negro no centro do tronco e desliza entre placas da casca. Evie não confia na cobra, obviamente. Já teve problemas com ela antes.
Sua mariposa e dez mil outras surgem da copa da árvore em uma nuvem crepitante e parda. O enxame rola pelo céu na direção da floresta debilitada de replantio de pinheiros do outro lado da campina. Evie detecta os primeiros odores químicos (amônia, benzeno, petróleo, tantos outros, dez mil cortes em um único pedaço de pele) e abandona a esperança que não tinha percebido que tinha.
Até aquele ponto, Tiffany tinha suposto que abusadores, gente como seu primo Truman, deviam viver em negação. Se não era assim, como eles podiam viver? Como era possível uma pessoa degradar outra se estivesse totalmente ciente do que estava fazendo? Bom, acontece que era possível, homens como o segurança porco faziam exatamente isso. Foi um choque essa percepção, que explicou abruptamente tanto da vida de merda dela.
UMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI.
O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto.
Agora,a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo?
Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada.

Antes que ele possa decidir o que fazer sobre o visitante, o choramingo baixo se transforma em um rosnado. Um baque soa quando uma coisa incrivelmente pesada bate na porta ... recua ... bate de novo. A porta treme na moldura, e um borrifo de neve entra pelas frestas.
A porta fica no lugar por mais um tempo, curvada em torno da linha vertical e, enfiado nela, investindo e atacando, com o focinho franzido em um rosnado e olhos amarelos ardentes, esta o maior lobo que Arnie já viu ...
E os rosnados soam terrivelmente como palavras humanas.
- Ei moleque! - gritou alguém. - Sai da frente!
Johnny não ouviu. Estava conseguindo! Estava patinando para tras! Tinha pegado o jeito - de uma hora para outra. Tudo dependia do ritmo no vaivém das pernas ...
Chuck Spier viu o que ia acontecer. Ele se levantou e gritou:
- Johnny! Cuidado!
O pequeno John Smith ergueu a cabeça ... e um instante depois o desengonçado patinador, com todos os seus setenta e três quilos, bateu a toda velocidade contra ele.
Algumas semanas antes, levara uma moça para o celeiro (...) Depois de ser possuída, a moça disse que teve a impressão de ter sido seduzida por um pastor. Então Greg a esbofeteou, ele mesmo não sabia por que. Deu-lhe um tapa e foi embora.
Bem, não.
Na realidade, ele deu três ou quatro tapas. Até ela começar a chorar e depois gritar pedindo socorro. Então ele parou e de alguma forma (teve que usar cada grama do charme que Deus lhe deu) conseguiu consertar as coisas com a moça. Foi nessa ocasião que sua cabeça começou a doer, os grão pulsantes e brilhantes disparando, dando cambalhotas no seu campo de visão. Ele tentou dizer a si mesmo que era o calor, o calor explosivo do celeiro. Mas não foi apenas o calor que fez sua cabeça doer: foi a mesma coisa que sentiu no pátio da fazenda quando o cachorro rasgou sua calça, uma coisa obscura e insana.
- Não estou louco! - gritou ele no carro.

"Às vezes estamos próximos demais de alguma coisa para conseguir enxergá-la."
- Alguma coisa aconteceu.
Espetada-espetada.
- Alguma coisa...
Botei a língua para fora e mordi. O clique voltou, mas não nos ouvidos, mas enterrado nas profundezas da minha cabeça. [...]
Olhei para a Lua, tremendo e imaginando quem ou o que estivera me controlando. Porque eu tinha sido controlado.

Juliana Rios
Graduada em Administração, aventureira e fundadora dos blogs Dear Book e Juny Pelo Mundo. Apaixonada por viagens, culturas e em descobrir novas possibilidades. Mora em São José dos Campos – SP.