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sábado, 28 de janeiro de 2017

Retrospectiva Dear Book 2016 – Editoras Sextante, Globo Livros, Saraiva e Idea


Se você está procurando por um livro e não sabe bem qual adequar ao momento – ou mesmo está em dúvida sobre levar ou não um livro a mais no carrinho de compras numa promo, vamos destacar neste post livros e trechos de resenhas da nossa equipe, de 2016. Esperamos que isso ajude nossos caros leitores na hora da compra ;) Acompanhem as retrospectivas!

Obs: nem todos os livros são lançamentos de 2016.


~~~~~~~~ EDITORA SEXTANTE~~~~~~~~
Selos: Estação Brasil, Primeira Pessoa, Artes


Um dia “daqueles”
Bradley Trevor Greive
Resenha completa aqui

Uma das coisas que mais encanta no livro é a pureza, como vi em comentários de leitores. É uma edição para mexer silenciosamente com você. A mensagem de Bradley é simples – e para alguns, óbvia. Mas quem disse que não precisamos de um toque do óbvio quando bate a bad? [...] Este é o livro ideal para levar na bolsa em jornadas de trabalho, para assim que bater qualquer desânimo, ele estará lá pra te fazer rir. Duvido passar por suas páginas e não parar um minutinho para ler.


Uma pitada de coragem – palavras de incentivo para enfrentar as dificuldades
Bradley Trevor Greive
Resenha completa aqui

[...] muitas vezes erramos em esperar muito de um livro de autoajuda se não estamos no “recorte emocional” para o qual ele é voltado. [...] Uma pitada de coragem é um livro para manter na estante e buscá-lo naqueles dias que insônias, decepções ou perdas te pegarem de jeito. Que resistir esteja te consumindo. Que desistir pareça uma boa ideia – não é. Uma pitada de coragem é esse tapinha no ombro, um segurar na mão, um assentir de apoio, e uma fé na vida pra quando a gente sentir que tá perdendo o rumo.


A coragem de ser imperfeito
Brené Brown
Resenha completa aqui

Alguns preferem classificar como autoajuda, mas nem parece, vez que Brené escreve de uma maneira tão <333. Ela conversa e se conecta conosco sem trazer aquela impressão de “acredite em si mesmo e seja feliz”. Brown vai mais longe, mais fundo. [...] A coragem de ser imperfeito é uma leitura de tirar o fôlego. Um tapa na cara pra acordar! Também é tiro, porrada e bomba, te deixa no chão. E ainda assim, um abraço. Conforto. Esperança. Aceitação. Gratidão. Tudo isso pra nos mostrar que é preciso encarar a vulnerabilidade, pois ela é chave para tudo nessa vida. Para a coragem, a criatividade, a inovação, a ousadia, a vida plena. É um desafio universal.



~~~~~~~~ EDITORA GLOBO LIVROS ~~~~~~~~
Selos: Biblioteca Azul, Globo Alt, Globo Estilo, Globinho, Principium


Fúria Vermelha
Pierce Brown
Resenha completa aqui

O livro maçante se torna inlargável (nem sei se essa palavra existe, acho que não) e por isso foi tão difícil escrever, pois é um livro que não me cativou que me obrigou a ficar com ele até o fim para depois me apaixonar por esse mundo de palavras e detalhes criado por Pierce Brown.
Tem tudo o que é necessário para ser uma saga inesquecível, que é uma crítica velada à sociedade atual, metáforas, alegorias, sarcasmo e ironia. Leiam livres de preconceitos, não façam como esse que vos fala que se animou com a capa e logo achou tudo muito chato antes da 10ª página, e que depois devorou as 450. Já vão com sede de desvendar o porquê este volume foi comparado com sagas tão intensas.



~~~~~~~~ EDITORA SARAIVA ~~~~~~~~


Ansiedade – como enfrentar o mal do século
Augusto Cury
Resenha completa aqui

O que Augusto Cury propõe no livro é que há maneiras de burlar esse sistema, até então descontrolado, que é a nossa cabeça. Embora não possamos apagar todas as situações ruins, que nos levam aos ciclos de ansiedade, tampouco eliminar todo o lixo que se acumula na nossa cabeça, podemos reeditar tudo que é registrado. [...] Cury, assim, equilibra os tópicos sem mergulhar tanto na psiquiatria, nem pretende ser leigo demais.
É direcionado desde os profissionais de saúde mental a qualquer interessado em conhecer mais da Síndrome do Pensamento Acelerado (Ansiedade). É esclarecedor tanto para quem sofre quanto para sente que não tem maneiras de lidar com uma pessoa neste estado.



~~~~~~~~ EDITORA IDEA ~~~~~~~~
 (nossa parceira <3)

ArteTerapia – livro para colorir
Viviane Mendes
Resenha completa aqui

O Livro para Colorir – Artetarapia é uma boa obra para quem busca diversidade, uma vez que ele não é temático. Você vai encontrar gatos, santos, divindades indianas, abstratos, mandalas e por aí vai.
Mas para quem tem preferência por colorir determinados tipos de desenhos, talvez essa variedade de opções não seja uma boa pedida. Por exemplo, conheço gente que não curte pintar desenhos pequeninhos, enquanto outros se irritam com desenhos que tenham espaços muito grandes. Por outro lado, para quem não gosta de mesmice e/ou desconhece sua preferência, vai adorar esta alternativa.


O céu – Saga Primeira Alvorada (vol.3)
J.H. Paschoal

Resenha completa aqui

Fomos deixados no segundo livro em meio a uma batalha frenética e uma busca empolgante por respostas e, ao abrir o terceiro livro, encontramos toda a trama resolvida nas duas primeiras páginas, resumidas e condensadas. [...] Por isso demorei muitoooo para terminar de ler sobre a tal tempestade do Norte e por isso demorei muitooo para resenhar e, talvez, por isso não encontrei nenhuma outra resenha por aí. Me senti traída pelo autor #prontofalei.



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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Resenha: “O silêncio das montanhas” (Khaled Hosseini)



Por Marianne: Olá queridos amigos da leitura que gostam de derrubar umas lágrimas lendo livros por ai, essa resenha é pra vocês! E pra quem também não gosta de derrubar umas lágrimas, porque afinal o livro é muito bom.

Antes de falar do livro quero falar do autor, Khaled Hosseini, que também escreveu O caçador de pipas e Cidade do Sol, e do meu amor por esse homem que só foi confirmado com O silêncio das montanhas. 
A história começa com os irmãos Pari e Abdullah que vivem na fictícia aldeia de Shadbagh com o pai, a madrasta e o irmão Iqbal em condições de extrema pobreza. Pari e Abdullah são filhos da mesma mãe, a moça morreu dando a luz a Pari. Talvez por isso eles tenham uma ligação tão forte e construam uma relação tão bonita. Abdullah faz de tudo pela irmã, está sempre presente contando histórias, improvisando presentes que a realidade dele permite (penas de pássaros, geralmente) e se esforçando como pode pra deixar Pari feliz.

Mas é a pobreza e a esperança de poder dar a filha uma vida melhor que fazem Saboor, o pai das crianças, vender Pari pra uma rica família de Cabul, pra quem seu cunhado Nabi trabalha como chofer. 
“Uma história é como um trem em movimento: não importa onde embarquemos, cedo ou tarde estaremos fadados a chegar ao nosso destino. Mas acho que devo começar essa história com a mesma coisa que a encerra. Sim, acho que faz sentido iniciar esse relato com Nila Wahdati.”
Pari é vendida ainda muito pequena, por volta dos três, quatro anos, e aos poucos vai se esquecendo da vida e das pessoas que ficaram pra trás. E Abdullah, coitado, cai no fundo do poço da desolação de pensar que provavelmente nunca mais terá contato com a irmã.

A nova família de Pari é meio fora dos padrões das famílias de Cabul. A mãe, Nina, tem um jeito todo extravagante de ser, adora festas e escrever poesias de conotação sexual. Um comportamento atípico para uma mulher de Cabul que parece não incomodar seu marido, o reservado Suleiman Wahdati. 
“Certa vez li, monsieur Boustouler, que se uma avalanche nos enterrar, quando se está soterrado por toda aquela neve, não dá para dizer o que está em cima ou embaixo. Nós queremos nos desencavar, mas se escolhermos o caminho errado vamos entrar mais fundo até morrermos. Era como eu me sentia, desorientada, imersa em confusão, sem minha bússola. Indizivelmente deprimida também. E, nesse estado, ficamos vulneráveis. Provavelmente, foi a razão de eu ter aceitado quando Suleiman Wahdati pediu a minha mão ao meu pai no ano seguinte, em 1949.
Nos capítulos seguintes a chegada de Pari na família, Khaled Hosseini escreve sobre a vida de praticamente todos os personagens que estão direta e indiretamente relacionados à história da separação dos irmãos. Vamos conhecendo o íntimo de cada um ao longo de muitos anos, desde histórias da infância até a idade adulta. E essa é a hora de separar os lencinhos de papel porque HAJA LÁGRIMAS meus queridos pra viver essa nostalgia da história dos personagens.

Escrever sobre emoções humanas já é difícil, e Khaled Hosseini escreve sobre o lado mais sincero das nossas emoções sem soar irreal. Como, por exemplo, a garota de vinte e poucos anos que abre mão da sua vida pra cuidar do pai já idoso e debilitado. Que é elogiada por todos pela sua força e dedicação, mas no fundo sempre quis sumir de casa e se arrepende de não ter feito isso nas oportunidades que a vida deu. Ou do rapaz que mora nos Estados Unidos, que ao conhecer uma garotinha debilitada em Cabul promete mundos e fundos para ajudá-la, mas assim que volta pra sua família resolve que “Ah, melhor não, deixa quieto!”.

Existem alguns furos na história, que a gente só percebe depois que leu e tenta juntar as histórias de todo mundo. Mas esses são mais do que perdoáveis. O livro é excelente, exatamente no estilo nostálgico que eu gosto. 
E é isso ai minha gente. Deixem os comentários sobre o que vocês acharam do livro, da resenha, da história. 

Eu espero que tenham gostado, beijo e até a próxima! ;)

domingo, 22 de dezembro de 2013

Resenha: "O caçador de pipas" (Khaled Hosseini)

Por Sheila: Oi pessoas! Como estão todos e tod@s? Trago a vocês hoje um re-lançamento da Globo Livros, que ficou D-E-M-A-I-S! E do qual provavelmente vocês já devem ter ouvido falar... É o livro “O Caçador de Pipas”, primeiro livro de Khaled Hosseini, que ficou tão famoso que já foi até adaptado para as telinhas em 2007.

Na verdade essa é uma edição comemorativa: em 2013, “O Caçador de Pipas” está completando dez anos, e nem por isso deixa de ser uma obra atual e fascinante. A nova capa é linda, e o simples prefácio a esta edição de aniversário, escrito por Khaled Hosseini, já é emocionante. Uma “palhinha” para vocês...
Quando comecei a escrever O caçador de pipas em março de 2001, foi para contar a mim mesmo uma história que tinha fincado raízes na minha mente sobre dois garotos: um em conflito, com bases morais e emocionais incertas; o outro puro, leal enraizado na bondade e na integridade. Eu sabia que a amizade desses garotos estava condenada, que a desavença impactaria a vida dos dois de maneira profunda. O como e o porquê foram à razão, a compulsão, que e conduziram. Sabia que precisava escrever O caçador de pipas, mas pensei que estava escrevendo para mim mesmo.
Confesso que eu já havia lido este livro quando de seu lançamento, mas foi um imenso prazer lê-lo novamente. Revisitar a infância de Amir e Hassan foi, assim como da primeira vez, emocionante e encantador, um puro deleite recoberto do mais fundo pesar. Revisitando as páginas que relatam os rumos intricados desta amizade, mais de uma vez me vi relembrando o próximo trecho e me perguntando: “passaram-se mesmo dez anos?”.

Para quem não leu ainda, vamos à resenha! Apesar de eu me achar tão pouco qualificada para escrever algo que se aproxime, mesmo remotamente, da obra de Hosseini. E para quem já leu, vale um comentário no fim do post, sejam legais com a resenhista, façam ela se sentir importante, é natal!

Esta é uma estória de amizade entre dois garotos, Amir e Hassan, que se passa na década de 1970, no Afeganistão, na cidade de Cabul. O primeiro, era filho de um dos comerciantes mais ricos de Cabul; o outro, era um garotinho com lábio leporino e filho de Ali, nada mais do que um serviçal – o que fazia com que esta amizade, em muitos momentos, tivesse um grande “quê” de desigualdade.
Nos dezoito anos que vivi em Cabul, só entrei na casa de Ali e Hassan umas poucas vezes. Quando o sol começava a se pôr atrás das colinas, e tínhamos acabado de brincar, nos separávamos. Eu passava pelas roseiras a caminho da mansão de baba, Hassan ia para a casinha de pau-a-pique onde nasceu e morou por toda a vida. Lembro que ela era minúscula, limpa e fracamente iluminada por dois ou três lampiões de querosene.
Além de filho de um empregado na casa de Amir, Hassan e Ali são descendentes dos hazaras, povo que fora perseguido e oprimido pelo seu, sendo grandemente discriminados e se encontrando numa das mais baixas esferas da escala social da época. Assim, Hassan mostrava-se submisso a Amir, apesar de na maior parte das vezes isso se dever menos à sua posição social, e mais a sua grande bondade.

Como nasceram mais ou menos ao mesmo tempo, filho de patrão e empregado foram criados juntos e, por terem tido a mesma ama de leite – Amir por que a mãe morreu, Hassan por que a sua fugiu – dizia-se que eram como irmãos. Mas, infelizmente, o tempo iria se encarregar de mostrar que havia diferenças que viriam a por em xeque esta amizade.

A par dos acontecimentos de 1975 – que, Amir conta no princípio de sua narrativa, mudou sua vida para sempre, moldando quem ele seria dali por diante – sempre houve, por parte de Amir, certa rivalidade com Hassan pela aprovação de seu pai que, por mais que tenha se esforçado, parecia nunca conseguir receber.
Lembro que, na véspera da inauguração, meu pai me levou ao lago Ghargha, a uns poucos quilômetros ao norte de Cabul. Disse-me que chamasse também Hassan, mas menti dizendo que ele estava com dor de barriga. Queria baba só para mim. Além disso, certa vez, no lago Ghargha, Hassan e eu estávamos tirando pedras na água e ele conseguiu fazer com que a sua pulasse oito vezes. O máximo que consegui foram cinco saltos. Baba estava vendo tudo e deu tapinhas nas costas de Hassan. Chegou até a passar o braço em seus ombros.
Assim, os acontecimentos de 1975 – que envolvem a caça a uma pipa que acabou de forma trágica e traumática – são o que vem por um fim definitivo nesta amizade, sendo o proceder nem sempre honroso de Amir a chave para o rompimento drástico ocorrido entre os dois. Será só ao ficar adulto, que Amir conseguirá retomar ao seu passado em busca de alguma redenção – se é que isso ainda será possível.

“O Caçador de pipas” é uma estória brilhante, que mesmo após dez anos continua se mostrando atual, mas, além de tudo, universal. Não trata somente de dois meninos afegãos, mas de sentimentos complexos e tramas intricadas, mas reais que, se por um lado chocam, por outro emocionam as lágrimas.

Só me vem à mente uma palavra para descrevê-lo: belíssimo. Leiam – ou releiam – sem medo de arrependimentos. Recomendo.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Novidades da Semana #48

Oi gente! Que tal conferir algumas novidades do universo literário? Enjoy! ;D

Cassandra Clare anuncia data de lançamento do primeiro volume de "Magisterium"

Em uma conversa informal em seu twitter, a autora Cassandra Clare respondeu uma fã com a data de lançamento para o primeiro volume da série Magisterium. Cassie colocou como outono de 2014, o que para nós do Hemisfério Sul seria na primeira. Essa nova série não tem ligação com o mundo de Os Instrumentos Mortais e é escrita em parceria com a autora Holly Black. [Fonte] 



Nova capa de “Academia de Vampiros”, com cartaz do filme

Com a estreia da adaptação cinematográfica Vampire Academy, a editora que publica o livro nos EUA anunciou sua nova capa, com o cartaz do filme. Escrita por  Richelle Mead, a obra conta sobre um mundo oculto de vampiros no mundo atual. Na adaptação, o elenco conta com Zoey Deutch (Beautiful Creatures), Lucy Fry (Crepúsculo), Danila Kozlovsky (Legenda No. 17 ), Olga Kurylenko (Oblivion) e Sami Gayle (Blue Bloods) e tem previsão de estreia para 14 de fevereiro. [Fonte]



Aliás, temos uma super dica para dar para vocês... Sempre indicamos livros para nossos leitores, mas sabemos como é difícil ficar comprando eles o tempo todo. Não existe budget para isso, principalmente para estudantes! Mas, existem sites hoje em dia que disponibilizam cupons de desconto para os usuários, aí fica tudo mais fácil né. O truque é assinar a newsletter e ficar de olho nas promoções, pois eles normalmente têm vouchers de desconto específicos para determinadas lojas e produtos. Um site muito bom que encontramos é o Cuponzar. O legal deste site, é que não existe a necessidade de cadastro, os usuários podem simplesmente buscar códigos de cupons de desconto por loja ou por categoria, e ao selecionarem o que quiserem, é só inserir o código encontrado no final do pagamento do produto na loja escolhida e pronto! O usuário consegue o desconto.

No Cuponzar dá pra encontrar vouchers para muita coisa, como maquiagem, livros, roupas, eletrônicos, entre outros. Como o nosso interesse é livros, podemos adiantar que eles trabalham com marcas super grandes como a Saraiva, Americanas.com, a FNAC... Muito legal! Na página da Saraiva mesmo, encontramos um vale-desconto para mais de 200 livros diferentes, vale a pena conferir!

Agora de volta aos lançamentos...

Pré-venda de “Deixe a Neve Cair” do John Green!                                     

John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson participam deste livro com 1 conto natalino escrito por cada um deles. O livro será lançado pela Editora Rocco e está previsto para o inicio de Novembro. Deixe a Neve Cair entrou em pré-venda essa semana e você pode adquiri-lo:
O livro já teve os direitos comprados pela Paramount Pictures e em breve ganhará sua versão para o cinema.
“Na noite de Natal, uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para encontros românticos. Em Deixe a Neve Cair, bem sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. E provam que o amor verdadeiro pode acontecer quando e onde menos se espera.” [Fonte]

História inédita de Monteiro Lobato é publicada neste mês

O selo Globinho, da editora Globo Livros, lança este mês uma história nunca publicada  de Monteiro Lobato, que esteve guardada por mais de 60 anos. Após uma temporada morando na Argentina, onde seus livros infantis alcançaram grandes tiragens, Lobato escreveu, a pedido de seu editor, mais vinte obras com os personagens do Sítio do Picapau Amarelo, das quais 6 foram publicadas na Argentina e no Brasil.

Mais tarde, quando organizou suas Obras Completas, o autor deixou de fora algumas das narrativas encomendadas pelo editor argentino. “No tempo de Nero” é uma dessas preciosidades que ficou 66 anos escondida. Agora, com a nova edição lançada pelo selo Globinho, os leitores têm acesso a uma história praticamente inédita.

A história trata de uma viagem feita  pelos personagens do Sítio do Picapau Amarelo para conhecer a Roma Antiga. Dona Benta concorda com a aventura com a condição de visitarem o período governado por Marco Aurélio, que, segundo ela, era um homem nobre e sábio. Mas Emília, que achava os imperadores estourados muito mais interessantes, dá um jeito de levar todo mundo para o tempo do terrível Nero. O livro traz ilustrações de Simone Matias e é indicado para crianças a partir dos 7 anos. [Fonte]
 
Ana Liberato