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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

[Novidades] Verão Intrínseca e Saraiva - Livros Nacionais



Não tem coisa melhor do que o calorzinho do fim de tarde e um livro nacional, parece até que o leitor fica mais íntimo do escritor. Para visualizar todo o catálogo clique aqui e corra para pegar o seu.

Até logo galerinha, não perca essa mega promoção!

Clarissa e
Equipe Dear Book

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

[Novidade] Promoção de Verão na Intrínseca e Saraiva









Mega Promoção das Editoras Intrínseca e Saraiva, e nada melhor que a série 50 Tons de Cinza para esse calor, para ter maiores informações Clique Aqui e coloque seus livros no carrinho, nada melhor do quem uma tarde de calor com uma leitura maravilhosa.

Até logo galerinha e boa leitura!

Clarissa e 
equipe Dear Book

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sábado, 28 de janeiro de 2017

Retrospectiva Dear Book 2016 – Editoras Sextante, Globo Livros, Saraiva e Idea


Se você está procurando por um livro e não sabe bem qual adequar ao momento – ou mesmo está em dúvida sobre levar ou não um livro a mais no carrinho de compras numa promo, vamos destacar neste post livros e trechos de resenhas da nossa equipe, de 2016. Esperamos que isso ajude nossos caros leitores na hora da compra ;) Acompanhem as retrospectivas!

Obs: nem todos os livros são lançamentos de 2016.


~~~~~~~~ EDITORA SEXTANTE~~~~~~~~
Selos: Estação Brasil, Primeira Pessoa, Artes


Um dia “daqueles”
Bradley Trevor Greive
Resenha completa aqui

Uma das coisas que mais encanta no livro é a pureza, como vi em comentários de leitores. É uma edição para mexer silenciosamente com você. A mensagem de Bradley é simples – e para alguns, óbvia. Mas quem disse que não precisamos de um toque do óbvio quando bate a bad? [...] Este é o livro ideal para levar na bolsa em jornadas de trabalho, para assim que bater qualquer desânimo, ele estará lá pra te fazer rir. Duvido passar por suas páginas e não parar um minutinho para ler.


Uma pitada de coragem – palavras de incentivo para enfrentar as dificuldades
Bradley Trevor Greive
Resenha completa aqui

[...] muitas vezes erramos em esperar muito de um livro de autoajuda se não estamos no “recorte emocional” para o qual ele é voltado. [...] Uma pitada de coragem é um livro para manter na estante e buscá-lo naqueles dias que insônias, decepções ou perdas te pegarem de jeito. Que resistir esteja te consumindo. Que desistir pareça uma boa ideia – não é. Uma pitada de coragem é esse tapinha no ombro, um segurar na mão, um assentir de apoio, e uma fé na vida pra quando a gente sentir que tá perdendo o rumo.


A coragem de ser imperfeito
Brené Brown
Resenha completa aqui

Alguns preferem classificar como autoajuda, mas nem parece, vez que Brené escreve de uma maneira tão <333. Ela conversa e se conecta conosco sem trazer aquela impressão de “acredite em si mesmo e seja feliz”. Brown vai mais longe, mais fundo. [...] A coragem de ser imperfeito é uma leitura de tirar o fôlego. Um tapa na cara pra acordar! Também é tiro, porrada e bomba, te deixa no chão. E ainda assim, um abraço. Conforto. Esperança. Aceitação. Gratidão. Tudo isso pra nos mostrar que é preciso encarar a vulnerabilidade, pois ela é chave para tudo nessa vida. Para a coragem, a criatividade, a inovação, a ousadia, a vida plena. É um desafio universal.



~~~~~~~~ EDITORA GLOBO LIVROS ~~~~~~~~
Selos: Biblioteca Azul, Globo Alt, Globo Estilo, Globinho, Principium


Fúria Vermelha
Pierce Brown
Resenha completa aqui

O livro maçante se torna inlargável (nem sei se essa palavra existe, acho que não) e por isso foi tão difícil escrever, pois é um livro que não me cativou que me obrigou a ficar com ele até o fim para depois me apaixonar por esse mundo de palavras e detalhes criado por Pierce Brown.
Tem tudo o que é necessário para ser uma saga inesquecível, que é uma crítica velada à sociedade atual, metáforas, alegorias, sarcasmo e ironia. Leiam livres de preconceitos, não façam como esse que vos fala que se animou com a capa e logo achou tudo muito chato antes da 10ª página, e que depois devorou as 450. Já vão com sede de desvendar o porquê este volume foi comparado com sagas tão intensas.



~~~~~~~~ EDITORA SARAIVA ~~~~~~~~


Ansiedade – como enfrentar o mal do século
Augusto Cury
Resenha completa aqui

O que Augusto Cury propõe no livro é que há maneiras de burlar esse sistema, até então descontrolado, que é a nossa cabeça. Embora não possamos apagar todas as situações ruins, que nos levam aos ciclos de ansiedade, tampouco eliminar todo o lixo que se acumula na nossa cabeça, podemos reeditar tudo que é registrado. [...] Cury, assim, equilibra os tópicos sem mergulhar tanto na psiquiatria, nem pretende ser leigo demais.
É direcionado desde os profissionais de saúde mental a qualquer interessado em conhecer mais da Síndrome do Pensamento Acelerado (Ansiedade). É esclarecedor tanto para quem sofre quanto para sente que não tem maneiras de lidar com uma pessoa neste estado.



~~~~~~~~ EDITORA IDEA ~~~~~~~~
 (nossa parceira <3)

ArteTerapia – livro para colorir
Viviane Mendes
Resenha completa aqui

O Livro para Colorir – Artetarapia é uma boa obra para quem busca diversidade, uma vez que ele não é temático. Você vai encontrar gatos, santos, divindades indianas, abstratos, mandalas e por aí vai.
Mas para quem tem preferência por colorir determinados tipos de desenhos, talvez essa variedade de opções não seja uma boa pedida. Por exemplo, conheço gente que não curte pintar desenhos pequeninhos, enquanto outros se irritam com desenhos que tenham espaços muito grandes. Por outro lado, para quem não gosta de mesmice e/ou desconhece sua preferência, vai adorar esta alternativa.


O céu – Saga Primeira Alvorada (vol.3)
J.H. Paschoal

Resenha completa aqui

Fomos deixados no segundo livro em meio a uma batalha frenética e uma busca empolgante por respostas e, ao abrir o terceiro livro, encontramos toda a trama resolvida nas duas primeiras páginas, resumidas e condensadas. [...] Por isso demorei muitoooo para terminar de ler sobre a tal tempestade do Norte e por isso demorei muitooo para resenhar e, talvez, por isso não encontrei nenhuma outra resenha por aí. Me senti traída pelo autor #prontofalei.



Veja outras retrospectivas aqui

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Resenha: “Ansiedade – como enfrentar o mal do século” (Augusto Cury)

Por Kleris: Sabe quando o celular começa a travar tudo e você é obrigado a fazer uma limpeza, senão reiniciar o aparelho? Ou mesmo com um computador ou notebook, em que você se vê na necessidade de parar um minuto e otimizar sua máquina? Se for esperto, vai saber evitar novos acúmulos, senão, evitar encher a máquina tão rápido quanto da última vez.

A cabeça do ser humano funciona de maneira bem semelhante: ela acumula “lixo”, e, como as máquinas, nos notifica com sintomas, manda alertas, e, se preciso, vai te bloquear a ponto de você não conseguir acompanhar mais nada – até mesmo paralisar. Só que, diferentemente de máquinas e aparelhos, o ser humano não pode eliminar esse lixo – a não ser em casos especiais de acidentes bruscos – pois nada se perde. Então como otimizar nosso próprio cérebro pra não nos detonar?

A ansiedade vital torna-se uma ansiedade doentia quando contrai o prazer de viver, a criatividade, a generosidade, a afetividade, a capacidade de pensar antes de reagir, a habilidade de se reinventar, o raciocínio multifocal, entre outros. Um dos mecanismos psíquicos que mais transformam essa ansiedade vital numa ansiedade asfixiante é a hiperconstrução de pensamentos. 

Em Ansiedade – como enfrentar o mal do século, Cury é esse guia nos caminhos “desconhecidos” da nossa mente. A partir do estudo psiquiátrico e psicoterápico, de sua Teoria da Inteligência Multifocal (TIM), ele nos apresenta ao quadro contemporâneo da saúde mental e nos inteira sobre o funcionamento da mente humana. Mais que isso, ele demonstra como nossas mentes têm entrado em pane e como a sociedade tem respondido – com níveis e mais níveis de ansiedade generalizada sem a devida atenção.

As pessoas que têm SPA (Síndrome do Pensamento Acelerado) são frágeis? De modo algum! São elas desinteligentes? Em hipótese alguma! Elas têm habilidades como qualquer Homo sapiens, mas lhes falta a capacidade de proteger sua emoção e gerenciar seus pensamentos.

Não é difícil encontrar pessoas que sofram desse mal. Elas estão por todos os lados, cada uma com suas angústias, escondendo do mundo, escondendo, inclusive, de si mesmas. Você pode neste minuto fazer uma busca rápida numa rede social e assistir em tempo real pessoas comentando sobre a claustrofobia que é esse tipo de sofrimento (veja aqui um exemplo).

Acho que tranquiliza saber que há outros milhões sendo atacados no mesmo segundo que a gente, dá uma sensação de “não é só comigo” misturado ao “eu não pirando não”. A da bem verdade é que há (ainda) muito preconceito por trás dos problemas de saúde mental, e por conta dessa pressão, casos e mais casos estão aí trilhando caminhos cada vez mais difíceis. Não há loucura, apenas incompreensão.

Nesse meio tempo, nossa paz de espírito é, assim, roubada. Entre taquicardias, queda considerável de cabelos, fortes pesos de consciência, insônias, déficit de memória, sensações incompreensíveis, pânicos e outros tanto sintomas... todos são pedidos de socorro! É o seu corpo pedindo um stop de algo excessivo.

É ser asfixiado por dentro e não reagir. É ser aterrorizado em sua própria mente e ficar calado.

Nesse sentido, a abordagem do autor é de uma natureza informativa ao mesmo tempo que de autoajuda, pois nada melhor que estar esclarecido sobre o que está acontecendo, como acontece, por quê acontece ou o que podemos enfim fazer a respeito. Não sei vocês, mas se tratando de algo que pode nos sufocar assim, de uma hora para outra, “aparentemente sem razão”, eu não gostaria de ficar no escuro. Além disso, Cury nos traz técnicas embasadas e de fácil aplicação. Em um primeiro momento, elas podem parecer muito simples e algo que qualquer pessoa pensaria em realizar, porém, não é que costumamos fazer totalmente o contrário? 

É surpreendente a enorme facilidade que o ser humano tem para criar fantasmas e fazer o velório antes do tempo.

O que Augusto Cury propõe no livro é que há maneiras de burlar esse sistema, até então descontrolado, que é a nossa cabeça. Embora não possamos apagar todas as situações ruins, que nos levam aos ciclos de ansiedade, tampouco eliminar todo o lixo que se acumula na nossa cabeça, podemos reeditar tudo que é registrado. Podemos gerenciar toda essa configuração!

É na verdade uma questão de hábito... de otimização até. Vez que dominamos o controle de volta para gerenciar e balancear nossa mente, seremos nós que ditaremos a nossa história. Talvez soe como “conversa pra boi dormir”, como espalham uns ditos populares, mas... quando algo faz tanto sentido assim e possui mais cases de acertos do que de erros, não é algo para se deixar pra lá.

A linguagem do livro é de fácil compreensão se você tem certo costume com pesquisas e teorias. Toca-se em questões de memória, personalidade, comportamento, gatilhos e controle emocional. Por mais que o assunto seja um tanto complicado, ele procura diferentes abordagens e modos para explicar o conteúdo, com exemplos da sua vida privada, social e profissional, a fim de melhor se fazer entendido (como fiz ao equiparar a mente humana com o celular lotado). Cury, assim, equilibra os tópicos sem mergulhar tanto na psiquiatria, nem pretende ser leigo demais.

É direcionado desde os profissionais de saúde mental a qualquer interessado em conhecer mais da Síndrome do Pensamento Acelerado (Ansiedade). É esclarecedor tanto para quem sofre quanto para sente que não tem maneiras de lidar com uma pessoa neste estado. Aliás, pode ser o primeiro passo de um tratamento – por uma busca pela informação certa – e/ou de aceitar que se precisa de um, afinal, o livro não dispensa o acompanhamento de um profissional.

Recomendo!

P.S.: Em função desse livro, o escritor lançou o livro Gestão da Emoção, no qual explora mais das técnicas, coaching (treinamento) e aplicabilidades.
Ter coragem para velejar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossas fragilidades, admitir nossas loucuras, corrigir rotas e nos educar para sermos autores de nossa própria história é, acima de tudo, ter um caso de amor com a vida.
E ninguém pode fazer essa tarefa por você – nem filhos, parceiro(a), amigos, neurologista, psiquiatra, psicólogo ou livros. Só você mesmo... Não traia o que você tem de melhor!
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Ana Liberato