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quinta-feira, 4 de abril de 2019

[Cineclube]: Bumblebee




Cineclube é uma coluna que tem como objetivo trazer para os leitores do Dear Book, críticas sobre filmes (do retrô até os últimos lançamentos), além de alguns especiais sobre temas do universo cinematográfico, passando eventualmente pelas séries que tocam nossos corações (seja por amor ou total aversão mesmo). Qualquer assunto da sétima arte que mereça ser discutido você vai ver por aqui, no Cineclube.



Titulo: Bumblebee
Data de lançamento (Brasil): 25 de dezembro de 2018
Diretor: Travis Knight
Elenco principal: Hailee Steinfeld, John Cena, Jorge Lendeborg Jr, Jason Drucker, Pamela Adlon, Stephen Schneider, John Ortiz e Glynn Turman
Gênero: Ação, ficção cientifica.

1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, Bumblebee, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Hailee Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida ela enfim nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel.


A franquia Transformes já possui uma quantidade razoável de filmes, com direito a vários protagonistas humanos e muita explosão acontecendo. Não vou mentir, que demorei a assistir esse filme, porque andei bem desmotivada com a série. Os últimos filmes foram bem fracos, só trazendo destruição no enredo, e com personagens humanos bem fracos e sem graça. Para mim, os melhores filmes foram o primeiro e o segundo. Depois disso a coisa começou a desandar. Mas decidi dar uma chance a Bumblebee e até que gostei bastante.


Para começar, o fato de o Michael Bay não ter dirigido o filme já foi um alívio, e acho que o novo diretor conseguiu dar uma boa repaginada na série. E é claro que por ser uma história que se passa bem antes do primeiro transformes, ele acabou tendo muito mais liberdade para atuar. E por vir antes dos outros, o filme pode explicar algumas coisas que são mostradas nos filme anteriores, e isso é sempre legal. O filme tem vários momentos divertidos também.


Anos 80 é uma época bem rica e interessante para ambientar um filme. Caracterizaram bastante a protagonista  e aproveitarem bem a trilha sonora da época. Gostei da protagonista. Acho que trazer um elenco mais juvenil dá um ar mais divertido e interessante para o roteiro. A forma como ela interage com o Bee, e como ele ajuda a garota a lidar com a perda do pai, que ela não havia conseguido superar é um drama que ajuda o filme a ser mais do que apenas tiro e explosão. O filme não chega a ser tão bom quanto o primeiro e segundo Transformers, mas conseguiu ficar em terceiro lugar, superando os outros filmes, que para mim foram bem superficiais.







Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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quinta-feira, 21 de março de 2019

[Cineclube]: A Cinco Passos de Você







Cineclube é uma coluna que tem como objetivo trazer para os leitores do Dear Book, críticas sobre filmes (do retrô até os últimos lançamentos), além de alguns especiais sobre temas do universo cinematográfico, passando eventualmente pelas séries que tocam nossos corações (seja por amor ou total aversão mesmo). Qualquer assunto da sétima arte que mereça ser discutido você vai ver por aqui, no Cineclube.





Titulo: A Cinco Passos de Você
Data de lançamento (Brasil): 21 de março de 2019
Diretor: Justin Baldoni
Elenco principal: Haley Lu Richardson, Cole Sprouse, Moises Arias, Parminder Nagra, Claire Forlani, Emily Baldoni, Gary Weeks e Ariana Guerra
Gênero: Romance, Drama.


Aos dezesseis anos de idade, Stella Grant (Haley Lu Richardson) é diferente da maior parte dos adolescentes: devido a uma fibrose cística, ela passa muito tempo no hospital, entre tratamentos e acompanhamento médico. Um dia, conhece Will Newman (Cole Sprouse), garoto que sofre da mesma doença que ela. A atração é imediata, porém os dois são obrigados a manter distância um do outro por questões de saúde. Enquanto Stella pensa em quebrar as regras e se aproximar do garoto da sua vida, Will começa a se rebelar contra o sistema e recusar o rigoroso tratamento.


Passei um tempo longe, mas estou de volta com o Cineclube, e trazendo um lançamento da semana. Não é preciso muito para saber que esse filme promete ser no mesmo estilo de A Culpa é das Estrelas. E posso dizer que você vai gostar quase tanto quanto. A Cinco Passos de Você é uma história que gira em torno de dois jovens que carregam uma doença série e que lhe dão uma baixa expectativa de vida. Fora isso, eles ainda precisam se manter afastados, pois eles são mais suscetíveis a pegar bactérias que podem fazer grandes estragos, e Will está com uma bem difícil de matar.


Como todos, já comecei a ver o filme com a expectativa de que iria chorar horrores (hipótese confirmada com sucesso), mas curiosa para ver como esse romance se desenrolaria, quando o casal não pode sequer se tocar. Será o clima aconteceria? Será que faria alguma falta? Na verdade não fez nenhuma falta. Eles ainda são muito legais juntos, e eu só ficava pensando ("não se toquem, não se toquem...não quero ninguém morrendo"). Gostei de como os protagonistas são tão diferentes. Stella, a metódica, focada no tratamento, e Will, o cara fatalista e que não se preocupa com nada. É interessante ver como um acaba ajudando ao outro a ser menos preocupado ou despreocupado.


Para mim, o Cole está ótimo no papel, e a Haley também. Os personagens/atores secundários também. O filme traz diversas cenas divertidas, principalmente envolvendo os protagonistas e Poe (interpretado pelo Moises). Com como eles lidam com a doença e as piadas, e rotinas. É sempre garantia de riso. Mas o filme também tem várias cenas emocionantes, que fazem chorar (eu sou uma manteiga derretida). Mas não vá para o filme achando que sabe como ele vai acabar, porque na verdade ele me trouxe até certa surpresa. Acho que isso é um ponto bem positivo no filme.


Quanto a questão técnica, o filme usa bem o espaço, e precisa ter muito cuidado com o enquadramento, já que os personagens não podem se aproximar, e é preciso pegá-los sempre de longe. A trilha sonora também está ótima. O filme também pode parecer longo, quando você olha os minutos, mas a história é legal, então passa bem rapidamente. É um clássico filme de romance com direito a lágrimas, mas ele consegue cumprir ao que se propõe. É uma ótima indicação para quem gosta do gênero.






Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

[Cineclube]: 22 Milhas






Cineclube é uma coluna semanal que tem como objetivo trazer para os leitores do Dear Book, críticas sobre filmes (do retrô até os últimos lançamentos), além de alguns especiais sobre temas do universo cinematográfico, passando eventualmente pelas séries que tocam nossos corações (seja por amor ou total aversão mesmo). Qualquer assunto da sétima arte que mereça ser discutido você vai ver por aqui, no Cineclube.




Titulo: 22 Milhas
Data de lançamento (Brasil): 20 de setembro de 2018
Diretor: Peter Berg
Elenco principal: Mark Wahlberg, Lauren Cohan, Iko Uwais, Ronda Rousey, John Malkovich, Emily Skeggs, Terry Kinney e Poorna Jagannathan
Gênero: Ação, suspense.

Depois de ser auxiliado por uma unidade de comando tático ultrassecreta, um agente da CIA (Mark Wahlberg) tem que transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância.


22 Milhas é um filme de ação, sobre um grupo de agentes secretos, que precisam transportar um informante para fora do país, para evitar a criação de uma bomba que pode causar muita destruição. Não parece um roteiro inovador, e realmente não é, mas o filme consegue prender o telespectador o tempo todo a tela. As cenas de ação são bem feitas, com um mega destaque para as cenas de luta com o ator Iko Uwais, que ficaram muito boas, e para mim, foram o ponto alto do filme.


Mark Wahlberg ficou mais com as cenas envolvendo tiros e explosões. Seu personagem, um homem sempre irritado, nervoso, mas incrivelmente de sangue frio, é um personagem interessante, talvez um pouco forçado, mas que é responsável por contar o filme, e dar o tom. Os outros personagens também retratados de forma superficial, mas isso é um costume dos filmes de ação.


Como falei, achei as cenas de ações bem legais, e o filme segue um ritmo bem dinâmico e eletrizante. O roteiro cria uma surpresa no final, que pode surpreender muita gente, mas que também não foi tão bem feito assim, deixando muitas pistas pelo caminho. Mas quando o filme termina, o telespectador fica com a sensação de satisfação, então fica claro que o filme cumpre o papel que se predispôs, com muito tiro, lutas e explosões. Do jeito que os fãs de ação gostam.






Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

[Cineclube]: Animais Fantásticos - Os Crimes de Grindelwald





Cineclube é uma coluna semanal que tem como objetivo trazer para os leitores do Dear Book, críticas sobre filmes (do retrô até os últimos lançamentos), além de alguns especiais sobre temas do universo cinematográfico, passando eventualmente pelas séries que tocam nossos corações (seja por amor ou total aversão mesmo). Qualquer assunto da sétima arte que mereça ser discutido você vai ver por aqui, no Cineclube.





Titulo: Animais Fantásticos - Os Crimes de Grindelwald
Data de lançamento (Brasil): 15 de novembro de 2018
Diretor: David Yates
Elenco principal: Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol, Jude Law, Johnny Depp, Ezra Miller e Zoe Kravitz
Gênero: Fantasia, Aventura

Newt Scamander (Eddie Redmayne) reencontra os queridos amigos Tina Goldstein (Katherine Waterston), Queenie Goldstein (Alison Sudol) e Jacob Kowalski (Dan Fogler). Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law), para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp), que escapou da custódia da MACUSA (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos.

Os Crimes de Grindelwald é o segundo filme da nova franquia que se passa no mesmo universo que a série Harry Potter. É preciso que você tenha assistido o primeiro filme "Animais Fantásticos e Onde Habitam" para entender este. Não é preciso ter visto a série Harry Potter antes, mas acredito que o filme pode não ter tanto apelo para você, se não tiver a bagagem dos outros filmes. E vou te dizer o porquê.


Falando primeiramente deste filme, ele traz algumas qualidades, mas muito mais coisas que me incomodaram. Começando pela coisas boas, os efeitos especia estão muito bons, principalmente na criação da criaturas mágicas, que continuam tendo um destaque, o que vale o título inicial da série.  As cenas em 3D estão também muito boas e vale a pena ver o filme assim (apesar de por aqui só existir realmente sessões em 3D). 


A história em si é interessante, e apresenta novos personagens, ao mesmo tempo que trás alguns do nosso passado (no caso do futuro do "universo"). Então, o filme ganha alguns pontos por nos mostrar Hogwarts anos ante da ida do nosso bruxinho favorito, Harry Potter, e mais do que isso, nos mostra Alvo Dumbledore mais novo e com aquele mesmo ar misterioso, que Jude Law conseguiu representar perfeitamente. Por isso, digo que o filme atrai muito mais pelas referências série inicial, do que por seu próprio mérito. 


Quero chamar a atenção para a atuação da Zoe Kravitz, que interpreta Leta Lestrange, que para mim, se saiu muito bem no papel, e representou o único personagem que mostrou alguma complexidade e conteúdo nos filmes até agora. Todo o apelo de Dumbledore e Grindelwald vem muito mais do que já conhecemos deles, e é legal ver isso ser contado no filme. Ainda que de forma discreta até agora. Mas em relação aos personagens novos, a série tem um problema sério, que torna dificil se apegar a tudo. As personagens de Tina e Quennie não conseguem agradar e são sem nenhum atrativo. O jeitinho enjoada na Quennie é bem difícil de aguentar.


Os outros personagens, como Jacob (que foi o humor do primeiro filme) ficou quase como um figurante, sem nenhuma função especial. E todos os outros personagens, com a Nagini (que criou tanta polêmica) e Credence, são fazem ocupar a tela, e dar uma história de fundo (no caso de Credence). Espero que eles sejam mais aproveitados no próximo filme. Outra questão é que é muito problemático quando você tenta misturar passado e futuro do universo HP, porque para quem conhece bem a série, é possível perceber alguns falhas cronológicas e de conteúdo, que incomodam, e são surpreendentes, quando a roteirista é a própria autora do universo.


Sei que acabei sendo bem crítica sobre o filme, e particularmente ele não me encantou, mesmo que um dos pontos mais legais seja ver adultos podendo usar magia no mundo exterior. Isso possibilita muito coisa e dá um ar empoderado aos personagens que me atrai bastante na série. O filme é bom, entretêm, e as horas passam rápido. Ele consegue passar o ambiente e clima do universo bruxo, mesmo que tenha uma história bem mais sombria. Não é perfeito, e tem algumas questões que precisam ser melhoras, e outras que não sei o que pode ser feito a respeito. Mas é uma ida obrigatória ao cinema, para quem assistiu a série original. E talvez seja isso, que faz o filme ter tanto sucesso nas bilheterias.





Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

[Cineclube]: Mente Sombrias





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Titulo: Mentes Sombrias
Data de lançamento (Brasil): 16 de agosto de 2018
Diretor: Jennifer Yuh Nelson
Elenco principal: Amandla Stenberg, Harris Dickinson, Miya Cech, Mandy Moore, Bradley Whitford, Mark O`brien, Skylan Brooks e Patrick Gibson.
Gênero: Ficção Científica

Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui.


Mentes Sombrias é um filme que eu estava ansiosa para ver, pois logo quando vi o trailer meses atrás eu me identifiquei muito. Sua história misturando mundo pós apocalíptico e super poderes é uma receita certa para mim, que adoro ficção científica. Por isso corri atrás do livro e o devorei em pouco tempo. Essa semana pude assistir o filme e aproveitei para para trazer o que achei para vocês.

Bom, estamos falando de um filme de ficção cientifica juvenil. Se esse não é seu gênero de escolha, então provavelmente Mentes Sombrias não é o filme para você. Ele tem como pano de fundo um mundo em que as crianças foram dizimadas por uma doença desconhecida e as que sobraram foram trancafiadas, pois adquiriram poderes especiais. Junto a essa temática, temos uma protagonista que passou quase metade da vida nesta prisão e que aprendeu a temer seus poderes. A história também apresenta aquele momento mais leve, mostrando as interações sociais e as descobertas da juventude. Por isso, acredito que esse seja um filme que os jovens vão se identificar.

Gostei da escolha do elenco. A protagonista Amandla tem conquistado bastante espaço nas telonas, e logo mais ela vai estrear com o filme O Ódio que Você Semeia, uma outra adaptação que o livro já fez muita gente se emocionar. Ela pode não ser uma atriz espetacular, mas tenho visto uma evolução nela, e acredito que possa se consolidar no meio. Quando aos outros atores, como fã do livro, posso dizer que os outro integrantes do grupinho foram bem escolhidos e conseguiram (mesmo que de forma rápida) passar um  gostinho de como eles interagem. Quanto a Mandy Moore (nome mais conhecido ali) o papel dela não tem muito destaque, então ela passa mais desapercebido. 

O enredo segue um bom fluxo, entre momentos emotivos, divertidos e de ação. Os efeitos são bem feitos, e o filme prende você até o final. Para quem já leu o livro e está curioso em saber se foi uma boa adaptação, posso dizer que foi sim. Sem grandes sustos. Fizeram algumas mudanças, para poder condensar o filme, isso era o esperado. Mesmo que eu tenha sentido falta de uma das cenas finais, que para mim são um dos pontos altos do livro. No filme, Ruby está mais decidida com ela mesma, com meno medo em relação aos poderes dela. Mas no geral, foi uma adaptação bem fiel, ao contrário de outras coisas que temos visto por ai.


Mentes Sombrias é um filme de ficção juvenil divertido, e que prende o leitor, mas não consegue passar todo o potencial do livro, não por falta de tentativa, mas porque o livro abre muito mais possibilidades. No final, você sente que gostou do livro, mas ele não consegue marcar realmente. Acaba sendo mais um filme do gênero, que vale a diversão, mas que não te faz dizer "Uau!". Mas vale a pena ser assistido por quem leu o livro ou por quem gosta do gênero.





Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

[Cineclube]: Um Dia Para Viver





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Titulo: Um dia para viver
Data de lançamento (Brasil): 07 de junho de 2018
Diretor: Brian Smrz
Elenco principal: Ethan Hawke, Xu Qing, Paul Anderson, Rutger Hauer, Liam Cunningham e Nathalie Boltt.
Gênero: Ação, Suspense.

Um assassino (Ethan Hawke) ganha uma segunda chance quando seu empregador o traz de volta à vida temporariamente, logo após ter sido morto no trabalho. Ele ganha então 24 horas para realizar sua missão e se redimir.



Um Dia Para Viver é um filme de ação que se sai muito bem no gênero a que se propõe. A primeira coisa que me chamou a atenção é o fato de que ele foi produzido pelos mesmos responsáveis pelos filmes de John Wick, que podem ser considerados um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos. E pode-se perceber certas semelhanças no roteiro desses filmes, ao termos um assassino profissional, considerado o melhor de sua profissão, que deve ir atrás de uma organização criminosa. Mesmo com essas semelhanças, os filmes acabam sendo bem diferentes, apesar de que eu esperava ver um pouco das maravilhosas lutas coreografas de John Wick, mas que em Um Dia para Viver dá lugar a ótimas cenas de tiroteio.


E é exatamente nessas cenas cheia de tiros que o filme conquista o telespectador, com situações realistas, além de um roteiro bem interessante, mesmo que não tão inovador. A ideia de o protagonista ter um tempo cronometrado antes que algo aconteça não é uma grande novidade, mas eles conseguiram criar uma forma diferente de colocar essa situação. 


Ethan Hawke estava convincente no papel de assassino profissional, e o resto do elenco também atuou bem dentro de suas limitações. A única exceção é a atriz Xu Qing que não conseguiu mostrar tanta atuação quanto os colegas, mas não causa muitos estragos.



Um dia para viver pode não ser um filme diferente do modelo comum, mas ele consegue ser eficiente como filme de ação. Ele possui um roteiro dinâmico, bem construído, foge dos excessos que muitas vezes acontecem em filmes do gênero, e consegui criar ótimas cenas de ação. O único problema que vejo em seu roteiro é a forma como eles deixam o gancho para uma possível continuação. Os últimos segundos do filme caem desnecessariamente em clichê, e atrapalham um filme que flui perfeitamente bem. Mas isso não diminui a qualidade do filme, como uma ótima opção para quem gosta de filmes de ação. 




Jayne Cordeiro é de Salvador-Bahia, e tem 26 anos. Enfermeira, com pós graduação em auditoria, sempre foi apaixonada por livros e filmes, e entrou no universo dos blogs em 2015, ao se tornar resenhista literária da página Maravilhosas Descobertas. Além disso, hoje ela também participa do blog O Clube da Meia Noite, como resenhista literária e esporadicamente na crítica de filmes. E agora faz parte do blog Dear Book com a nova coluna sobre filmes, Cineclube.

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Ana Liberato