A resenha de hoje é o livro de estréia da autora brasileira Juliana Ferreira, “Minhas lembranças”, tive o grande prazer de ser uma das escolhidas para resenhá-lo logo após o lançamento.
“Minha lembranças” começa bem, no prefácio há um texto lindo que dá o tom da estória, segue um trecho:
Ela decide aceitar o convite de seus tios, Joanne e Josh, para ir morar por uns tempos numa fazenda no interior da Inglaterra, para tentar superar a recente perda. Lá ela reencontra Calebe, um jovem criado por seus tios, que ela só se lembra vagamente em sua infância, quando ela ia passar férias com os pais na fazenda.
Calebe mudou muito, se tornou um rapaz muito bonito e misterioso, porém seu comportamento, no inicio, irrita muito Ônix, ora ele fica imerso em seus pensamento, ora faz perguntas inoportunas.
Pensei que era apenas um romance dramático. Na metade do livro aparecem questões sobrenaturais. No inicio fica um pouco confuso, mas após alguns esclarecimentos e a revelação da história de Lis, as coisas ficam mais claras.
Há alguns erros, a maioria de digitação, que incomodam um pouco durante a leitura e podem ser resolvidos com uma revisão na próxima edição. É uma pena que as Editoras, na maioria das vezes, não tem dado o suporte necessário aos autores nacionais.
PS: Já esta previsto o lançamento da 2º edição do livro, com uma nova capa e revisão, confira os detalhes aqui.
Tive tantas perdas e ainda sim continuo aqui. Continuo respirando. Continuo amando tudo como sempre amei desde o começo, quando aprendi a amar. Não culpo Deus por ter me feito viver essas perdas, nem pergunto “Por que?”, simplesmente vivo. E sei que no final só nos restarão lembranças.O livro nos mostra a trajetória de Ônix, uma garota da Dinamarca que passa por um momento muito difícil, ela acabou de perder seus pais em um acidente e sente culpada por não ter dado o devido valor a eles enquanto podia.
Ela decide aceitar o convite de seus tios, Joanne e Josh, para ir morar por uns tempos numa fazenda no interior da Inglaterra, para tentar superar a recente perda. Lá ela reencontra Calebe, um jovem criado por seus tios, que ela só se lembra vagamente em sua infância, quando ela ia passar férias com os pais na fazenda.
Calebe mudou muito, se tornou um rapaz muito bonito e misterioso, porém seu comportamento, no inicio, irrita muito Ônix, ora ele fica imerso em seus pensamento, ora faz perguntas inoportunas.
Ás vezes as dores podem fazer parte de um começo mais feliz e nós nem percebemos.Gostei da maneira com que a autora descreve as emoções, o sentimento de perda de Ônix. O inicio do romance entre Ônix e Calebe poderia ser explorado melhor, aconteceu tudo de forma muito repentina, antes de um envolvimento mais intenso, de ações mais sutis. Porém, ao decorrer do livro, Calebe é tão romântico e doce, em suas palavras e ações, que acabamos por relevar essa questão.
Pensei que era apenas um romance dramático. Na metade do livro aparecem questões sobrenaturais. No inicio fica um pouco confuso, mas após alguns esclarecimentos e a revelação da história de Lis, as coisas ficam mais claras.
Há alguns erros, a maioria de digitação, que incomodam um pouco durante a leitura e podem ser resolvidos com uma revisão na próxima edição. É uma pena que as Editoras, na maioria das vezes, não tem dado o suporte necessário aos autores nacionais.
Essas lembranças não saem de jeito nenhum de minha mente e não quero que elas saiam. Em hipótese alguma, quero esquecer meu passado, por mais que ele me machuque e me sangre, quero lembrar.A autora passa a mensagem que por mais dolorosas que sejam as perdas, elas nos ajudam a amadurecer. A leitura vale a pena, principalmente pela questão emocional, a maneira como o amor pode curar as feridas, essa é uma das lições que o livro me deixou. O final é extremamente emocionante, gostei muito. Recomendo!
PS: Já esta previsto o lançamento da 2º edição do livro, com uma nova capa e revisão, confira os detalhes aqui.
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