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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Resenha: "Pacote Completo" (Lauren Blakely)


Tradução: Leonardo Castilhone

Sinopse:  Ele tem um presente para você. E o pacote é especial. Chase levava uma vida tranquila como médico na movimentada Nova York, sucesso entre as mulheres, parecia que não faltava nada... até que descobre que seu contrato de aluguel está para vencer e se vê entre duas opções: morar na rua e dividir apartamento com a deslumbrante irmã do seu melhor amigo. O problema é que conseguir um bom apartamento em Nova York é mais difícil do que encontrar o amor verdadeiro. E se eu tiver que dividir um espaço com alguém, que seja com uma garota tão maravilhosa como a irmãzinha do meu amigo. Só peço que os céus me ajudem. Eu posso resistir à Josie. Sou disciplinado, e, se me esforçar, consigo manter meus pensamentos sob controle, mesmo no minúsculo apartamento que dividimos. Mas, certa noite, bem atordoada com um dia difícil, ela insistiu para deitar-se ao meu lado, sob as mesmas cobertas. Isso a ajudaria a dormir, foi o que ela disse. ...MAS COMO UM HOMEM COMUM PODE RESISTIR A UMA SITUAÇÃO COMO ESSA? O difícil vai ser segurar a tentação diante da tensão sexual que desperta toda vez que os dois dividem bons momentos. Entre conversas, pizzas e risadas, o clima esquenta e Chase percebe que aquela que em pouco tempo já se tornou uma amiga, pode ser algo mais... talvez um pacote completo.

Por Jayne Cordeiro: Eu gosto muito dos livros da Lauren Blakely, e finalmente consegui ler Pacote Completo. Ele faz parte de uma série que começou com "Big Rock" e "Mister O", e você pode ler cada livro separadamente, apesar dos personagens se conhecerem. Eu acho muito legal, o fato de o livro ser narrado pelo personagem masculino, e isso me encantou quando li "Mister O" tempos atrás. Pois bem, "Pacote Completo" continua no mesmo perfil dos outros, e com isso quero dizer que você vai gostar desse também.

Eis o meu dom especial: eu sou o rei da compartimentalização. Ou seja, eu nasci com gavetas diferentes para cada aspecto da vida. Desejos e ações. Luxúria e sentimentos. Amor e sexo. Um vai aqui, o outro ali. Tudo bem separadinho e sem chances de se encontrar.

O livro traz uma história divertida, sensual, e bem quente, que consegue prender o leitor até o final. Chase e Josie são grandes amigos e precisam dividir um apartamento em Nova York, porque morar sozinho sai muito caro. É com certeza uma boa ideia, mas Chase precisa tirar da cabeça os pensamentos sensuais sobre Josie. E é claro que morar junto não vai diminuir isso em nada. Pois eu gostei muito do relacionamento dos dois, dos diálogos. As interações de Chase com seus amigos também são ótimas, e conseguimos até ter um deslumbre de personagens antigos da série.

Quando se é o mestre da resistência, nada é capaz de afetar seu autocontrole. Nem mesmo coabitar um espaço de 55m² com a mulher que você deseja há anos. Bom, eu sempre acreditei nisso... Até a noite em que acordei e a vi deitada, encolhida ao meu lado, embaixo das cobertas.

As coisas seguem um bom ritmo em seu desenvolvimento, então nada acontece de forma apressada. As cenas quentes são espetaculares, e a amizade entre os dois torna tudo mais doce. Minha única ressalva em relação ao livro, é que eu fiquei com uma pequena sensação de deja vu. Isso porque, os livros anteriores também trazem uma relação parecida entre os protagonistas. Uma amizade já estabelecida, a ideia de ser um relacionamento apenas de sexo, e depois tudo voltaria ao normal.

Os lençóis farfalharam e ficamos frente a frente. Coloquei minha mão em seu rosto e rocei o polegar ao longo de sua mandíbula. Então a beijei, e puta merda. Em questão de segundos eu estava pegando fogo. Cada centímetro do meu corpo parecia aceso. Fagulhas, desejo, luxúria — Todos entraram em combustão assim que nossos lábios se tocaram.

O livro não menos especial por isso, mas eu queria ver algo diferente dessa conversa de que "depois vamos voltar a amizade platônica". Porque essa galera já deveria ter visto que isso nunca dá certo. Mas, como falei, a história é muito boa, a dinâmica entre os personagens é o ponto alto da história, e vale muito a pena parar para ler este livro e os outro também, se você nunca leu. A Lauren Blakely já uma autora consagrada, e se você gosta do gênero new adult ou de romance erótico, ela é a sua autora certa.

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Resenha: "Nós - O felizes para sempre de Ryan e James" (Elle Kennedy e Sarina Bowen)


Tradução: Lígia Azevedo

Sinopse: Será que seus jogadores de hóquei preferidos terminarão a primeira temporada juntos e invictos? Ryan Wesley (Wes) e James (Jamie) Canning se conheceram num acampamento de hóquei quando crianças. A amizade entre os dois cresceu pouco a pouco até que um acontecimento inesperado os afastou. Quando eles se reencontram na faculdade, ambos já adultos, se apaixonam e iniciam uma nova relação, agora de amor. Por motivos profissionais, Wes não quer que seu relacionamento se torne público, mas um de seus colegas de time se muda para o mesmo prédio onde ele está morando com Jamie, e a vida secreta que os dois construíram cuidadosamente corre o risco de ruir. Com o mundo externo pronto para testá-los, Jamie e Wes precisam descobrir do que são capazes em nome do amor que têm um pelo outro. 

Por Jayne Cordeiro: Eu fiquei muito feliz em saber que teríamos um segundo livro para esses dois. E como mencionei no Instagram do blog, já estava encantada por esse livro com poucas páginas lidas. Não conheço dois personagens tão cativantes quanto esses dois. Normalmente no casal, sempre temos aquele que gostamos mais. Mas aqui, não dá para fazer essa escolha. Eles são tão perfeitos um para o outro, e mesmo quando a situação está difícil, ainda assim estamos do lado deles.


Não é meu estilo mentir, e não finjo que uma garota está me esperando em casa. Tampouco estou pronto para dizer quem está. Então fico na minha.

A história de Nós é bem elaborada, e mostra como é difícil esconder uma parte importante dos outros. E de como em um relacionamento, precisamos saber equilibrar quem somos sozinhos, mas também como parte de outra pessoa. Que para manter um relacionamento, é preciso amor, compreensão, e trabalho de ambos os lados. É muito interessante ver o mundo do hóquei em que o Wes e o Jamie estão inseridos, e as passagens envolvendo os colegas de trabalho de Wes nos rende boas risadas.



Não é a palavra "homem" que me fascina na frase e sim "amo". O modo com que me sinto por Ryan Wesley... É algo que eu pensava que só existia nos filmes. Ele é minha cara metade, complementamos um ao outro de mais maneiras do que eu posso explicar. Quando estamos no mesmo ambiente, só me concentro nele; se vai embora, sinto sua falta."

O enredo é interessante, bem escrito, e tudo segue de forma bem coesa, realista, mas sem perder a pegada sensual e romântica. Na verdade, nesse livro é impossível não se derreter por esses dois. Os personagens secundários também são ótimos. O livro traz uma temática muito legal, sobre como é para uma pessoa pública ter que lidar com a sua vida pessoal, e separá-la da mídia. E é um tema que não está restrito a um personagem gay, mas a qualquer um.



Às vezes esqueço como essa vida é nômade. Essas mulheres têm que fazer as malas e se mudar toda vez que o marido é negociado. Agora isso vai acontecer comigo também. Preciso de um segundo para pensar a respeito. Isso me machuca? Dou outra olhada para Wes, que joga a cabeça para trás para rir de algo que Hewitt disse. Preciso dessa risada e desse homem. Aonde quer que ele vá, também vou. Vale a pena.

A escrita das duas autores funciona muito bem, e o livro consegue ser melhor que o primeiro. Gostei muito da escolha de capa, como se fosse realmente uma continuação da primeira, com os mesmos modelos e figurino, mudando apenas a posição. Vale muito a pena a leitura, e super recomendo. E se você nunca teve a oportunidade de ler um livro de romance erótico, envolvendo um casal homossexual, está na hora de tentar e dar uma chance a esses dois. Tenho certeza de que não vai se arrepender.




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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Resenha: " A Ladra - A Irmandade da Adaga Negra" (J. R. Ward)



Tradução: Cristina Tognelli


Sinopse: Sola Morte, antiga ladra, desistiu da sua vida pregressa do lado errado da lei. Fugindo de uma família de traficantes de drogas, hoje ela mora longe de Caldwell, mantendo sua amada avó a salvo e permanecendo afastada de encrencas. Seu coração, no entanto, ainda está voltado para o único homem que conseguiu derrubar suas defesas: Assail, que nunca teve a intenção de se apaixonar – com certeza nunca por uma humana. Mas eles não têm futuro, e não só porque ela desconhece o fato de ele ser um vampiro, mas também porque ele não pretende deixar de vender armas para a Irmandade da Adaga Negra. O destino, contudo, tem outros planos para eles. Quando Assail entra em coma e paira à beira da morte, seus primos procuram Sola e imploram que ela lhe dê um motivo para viver. A última coisa que ela deseja é retornar ao passado, mas como ela pode permitir que ele morra? Enquanto um novo inimigo letal dos vampiros mostra a cara, e a Irmandade precisa que Assail volte à ativa, Sola descobre ser não só um alvo, mas também uma força essencial numa guerra que não compreende. E quando a verdade de Assail vier à tona, ela fugirá aterrorizada. Ou seguirá o coração, caindo nos braços do macho que a ama mais do que a própria vida?

Por Jayne Cordeiro: A Ladra é mais um livro da série de sucesso A Irmandade da Adaga Negra. Se você gosta de livros de vampiros, mas com uma pegada bem adulta, com ação e erotismo, essa série não pode faltar na sua estante. Os últimos livros são bastante interligados, então é preciso estar acompanhando a série para entender alguns fatos. Neste livro temos três histórias ocorrendo simultaneamente, que são continuações do que já aconteceu no livro anterior. Aqui temos o desenrolar da história de Assail e Marisol, que já foram apresentados anteriormente, e terminaram afastados. A situação é que Assail está doente, Marisol é humana e não sabe sobre vampiros, e ainda precisa fugir de pessoas do passado que podem matá-la.


Tropeçando “Tropeçando para frente, frente, ela pegou seu equilíbrio equilíbrio pouco antes de cair, e então ela simplesmente simplesmente ficou lá, incapaz de se mover. Se ela não tivesse tivesse dito que era ele, ela não teria encontrado encontrado uma ...característica ...característica ... que era de Assail no paciente paciente deitado, deitado, calvo e encolhido, encolhido, naquela naquela cama. Sua pele era branca como a neve, suas bochechas bochechas estavam estavam vazias, vazias, seus lábios rachados rachados se separaram separaram enquanto enquanto ele mal respirava. respirava. Quando Sola percebeu percebeu uma pressão pressão em sua própria própria boca, percebeu percebeu que tinha colocado colocado a palma da mão no rosto para manter a reação. reação. Como isso aconteceu? aconteceu? ela pensou. pensou. Como ele tinha ido daquele homem saudável e forte ... para isso?

Temos também o desenrolar de um problema no relacionamento de Vishous e Jane, que estão cada dia mais soterrados pelo trabalho, e deixando de lado o casamento dos dois. E por último a história envolvendo Throe e o misterioso livro que o está ajudando em um plano que pode destruir com a Irmandade. 


Tudo bem, ele pensou conforme seguiam pelo corredor até o quarto deles - seu, dela, tanto faz. Tinha esperanças de poderem conversar enquanto ela -  bem, não havia nada ali a ser limpo. Mas talvez ela tivesse alguma ideia para reduzir o inchaço.Deus, quem haveria de pensar que eu objetivo seria o de conversar com uma fêmea. Mas, pensando bem, Jane sempre fora diferente.E, por causa disso...ela o tornara diferente.

Eu fiquei enrolando para começar esse livro (faço isso com todos que não trazem os Irmãos originais como protagonista), mas sempre termino o livro adorando e me perguntando porque enrolei tanto. A autora continua com o mesmo talento para criar situações, atritos e conseguir misturar fantasia e realidade de uma forma, que você consegue enxergar tudo aquilo acontecendo na esquina. É um tipo de livro, que mesmo aquele que não é muito fã de fantasia e histórias de vampiro, vai ler e se apaixonar.


Sentia saudade do homem que ela nunca deveria ter tido como parte da sua alma deixada para trás. Mas assim eram as coisas. O destino era um tremendo ladrão

Os personagens são complexos, a autora é muito sútil na forma como vai desenvolvendo a história, buscando te levar até o ponto que ela queria. O livro consegue ser sério e maduro, mas também faz o leitor dar várias risadas, se aquecer com as cenas sexuais e gosto como traz personagens fortes, principalmente as mulheres. A série continua ótima, apesar de já ter passado dos 15 livros, sem cansar o leitor. E se você nunca leu IAN, está na hora de dar uma chance para eles. Não vai se arrepender.


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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Resenha: "The Chase - A Busca de Summer e Fitz" (Elle Kennedy)


Tradução: Juliana Romeiro

Sinopse: Todo mundo diz que os opostos se atraem. E deve ser verdade, porque não tem nada que explique minha atração por Colin Fitzgerald. Ele não faz meu tipo e, o pior de tudo, me acha superficial. Essa visão distorcida que ele tem de mim é o primeiro ponto contra. Também não ajuda que ele seja amigo do meu irmão.

E que o cara que mora com ele tenha uma queda por mim.
E que eu tenha acabado de me mudar para a casa deles.
Mas isso não importa. Estou ocupada o bastante com uma faculdade nova, um professor que não larga do meu pé e um futuro incerto. Além do mais, Fitzy deixou bem claro que não quer nada comigo, embora tenhamos uma química de dar inveja a qualquer casal. Nunca fui de correr atrás de homem, e não vou começar agora. Então, se o meu roommate gato finalmente acordar e perceber o que está perdendo…
Ele sabe onde me encontrar.

Por Jayne Cordeiro: A Editora Paralela lançou o primeiro livro da série Briar U, que é um spin off da série Amores Improváveis. Este livro pode ser lido separadamente sem problemas. Ele traz uma capa muito bonita, e uma história que me conquistou rapidinho. Na verdade, se você nunca leu nada da Elle Kennedy, e gosta de romances universitários, você precisa ler algo dela. Posso dizer que ela é uma das melhores autoras do gênero, e a Paralela tem investido muito em suas obras.

Não sou fã dos meus próprios pensamentos. Eles tendem a ser um misto de insegurança, dúvida e autocrítica, com uma pitada de excesso de confiança injustificada. Minha mente é um lugar confuso.

O livro mostra dois personagens extremamente diferentes. O Fitz é calado, fechado, e jogador de hóquei. Já a Summer, é tão calorosa quanto seu nome. Ela atrai as pessoas com a sua personalidade extrovertida, de dizer o que pensa, além de ser extremamente bonita e rica. Mas carrega o peso de ser rotulada de burra, por causa do estereotipo da loira, rica e que gosta de moda, fora que ela tem Déficit de Atenção, e isso dificulta muito o seu aprendizado. É difícil para a Summer lidar com a faculdade e tirar dela mesmo, esse pensamento de que não é inteligente. 

Mas ter um carrão não faz de mim uma pessoa superficial. Gostar de moda e ser de uma fraternidade não fazem de mim uma pessoa superficial.

O começo entre ela e Fitz é dificil, e dá vontade de sacudir o Fitz várias vezes, porque ela e mostra  a fim dele, mas apesar de também gostar dela, Fitz tenta se afastar, porque acha que a Summer é demais pra ele, e que são muito diferentes. A Summer também não é perfeita o tempo todo, e torna as coisas bem difíceis em alguns momentos. Mas é muito fácil gostar dos dois, e você fica o tempo todo torcendo para as coisas darem certo logo.

Estou usando a maior parte da minha energia para tentar entender tudo o que Fitz disse antes de sua partida abrupta. Eu o deixo louco. Ele me acha exaustiva. Ele me quer, mas ele não quer me querer.

Gostei de como o livro trata o tema do esteriótipo e preconceito em vários momentos, mostrando que as pessoas não podem ser julgadas por uma característica ou por poderem ser colocados na mesma categoria de alguém que no passado fez algo errado. Fora isso, somos apresentados a vários personagens que devem fazer parte dos próximos livros da série, e prometem boas histórias. Elle Kennedy consegue passar uma história com personagens fortes (principalmente as meninas), bem construídos e com dramas próprios bem legais. Como o passado do Fitz influencia no que ele é hoje é bem verdadeiro e comum, e isso é legal.

Pela primeira vez, eu realmente sinto que estou vivendo a vida ao invés de me esconder nas sombras.

The Chase é um romance bem elaborado, sendo uma ótima introdução da série, e com muita cena divertidas, românticas e dramáticas. É uma ótima recomendação para quem gosta dos gêneros New adult e romances eróticos.



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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Resenha: "Devoção" (Maya Banks)


Tradutor: Rosemarie Ziegelmaier

Sinopse: Chessy e Tate estão casados há anos. No início, o relacionamento deles era tudo o que Chessy queria. Ela oferecia ao marido a submissão e, em troca, ele cuidava para que ela se sentisse completamente segura e feliz. Porém, em alguns anos, Tate passou a dar menos atenção à Chessy, fazendo com que ela se sentisse em segundo plano. Cada vez mais infeliz num casamento que havia sido, um dia, tudo o que ela tinha sonhado, Chessy sabe que algo de urgente precisa ser feito. Tate ama sua esposa. Sentir-se provedor de Chessy sempre foi sua prioridade. Mas ultimamente ela aparenta estar distante e infeliz, deixando-o preocupado. Tão preocupado que decide organizar uma noite muito especial, que pode reacender a chama que existia neles no começo. Mas uma ligação no momento errado quase coloca tudo a perder: a segurança de Chessy, o plano de Tate, a crença no amor… Ao perceber que estava prestes a perdê-la, Tate prepara-se para o grande embate da sua vida. Decidido a reverter a situação a qualquer custo e reconquistá-la, ele vai mostrar que nada é mais importante que o amor que sentem um pelo outro.

Por Jayne Cordeiro: Devoção na verdade é o terceiro livro de uma trilogia chamada Surrender (Entrega, Rendição), onde cada livro conta a história de um casal, em que as protagonistas são cada uma de três grandes amigas. As histórias giram um pouco ao redor da temática de Dom/Submissa. Como não há nada que obrigue o leitor a seguir uma sequência, não há problema nenhum em começar a leitura por esse. Eu já conhecia os romances históricos da da autora Maya Banks, mas nunca tinha lido um livro contemporâneo dela. Então vamos lá no que eu achei deste aqui.

Ela se sentia como se Tate  estivesse deslizando cada vez mais para longe dela. O trabalho vinha em primeiro lugar, e ela em segundo, terceiro ou sabe lá Deus qual colocação dentro da lista de prioridades do marido.

O livro lançado pela editora Leya tem uma capa muito bonita, e a história me atraiu em um primeiro momento, porque eu gosto quando o casal já está junto no começo do livro, com um casamento com problemas. Por isso acabei começando por esse. A história é bem escrita e mostra um casal que se ama, mas que problemas com trabalho de Tate acaba afastando o casal. Gostei de como a autora usou um problema tão realista para criar a trama principal da história.

E então as palavras seguintes de Chessy o deixaram congelado e em pânico, como se estivesse a ponto de ser atropelado por um trem de carga. Ela ergueu a cabeça ea vida tinha desaparecido de seus olhos, que pareciam embaçados, derrotados, como se Chessy tivesse ido além de suas forças numa luta que ele nem sequer sabia que vinha sendo travada. Lágrimas quentes e grossas brotavam dos cantos dos olhos dela. Sua mandíbula travada como ferro permitiu a saída de apenas algumas palavrinhas lançadas como dardos no coração de Tate.- Eu não quero mais, Tate. Eu não aguento mais isso.

Sobre os personagens, gostei de como apesar de usar do pensamento BDSM, por causa da situação toda, vemos uma inversão de papéis, quando Tate percebe o risco de perder a esposa e decide lutar por ela. E de como a Chessy assume uma postura firme, apesar de sofrer com tudo. Para quem não está familiarizado com a temática BDSM, pode estranhar um pouco, porque a autora não se preocupa em detalhar o conceito de tudo. Talvez seja algo que ela tenha se aprofundado nos outros livros. Mas posso dizer, que tudo o que acontece no livro é bem leve em termos do gênero. Tem várias cenas quentes, detalhadas e bem escritas. Mas a autora não abusa da questão de submissa/dominador, ou da utilização da dor como prazer. Então o leitor não precisa se preocupar com sua sensibilidade.

- Eu te amo - disse Tate, beijando-a na boca. - Sempre vou te amar, Chessy. Preciso que você acredite em mim.- Eu também te amo - suspirou ela.Então, Chessy fechou os olhos. Seu corpo estava tão tenso que parecia prestes a ruir. As palavras dele, misturadas com as profundas estocadas, a desnorteavam.

Gostei do casal principal. Apesar de parecer calma, doce e até mesmo submissa, Chessy reage quando precisa e sabe ser bem racional e de temperamento forte. Tate tem aquele ar de dominador, protetor, mas mostra um lado todo romântico e dependente no decorrer do livro. O que ajuda a equilibrar as coisas. Sobre os personagens secundários, fiquei com vontade de ler os outros livros da séries, que mostraram ter histórias bem interessantes, pelo pouco que pude ver. Devoção é um livro hot bem gostoso de ler, com uma mistura equilibrada entre drama, romance e sexo, que vai conquistar os leitores.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Resenha: "Os Números do Amor" (Helen Hoang)

Tradução de Alexandre Boide

Atenção: este livro possui conteúdo adulto. Não é recomendado para menores de 18 anos.

Por Stephanie: Os Números do Amor é o livro de estreia da autora Helen Hoang e conta a história de Stella, uma jovem de 30 anos que é bem sucedida em sua carreira, tem uma família estruturada e precisa conviver diariamente com seu diagnóstico, já que ela se encontra dentro do espectro autista. Sua dificuldade de estabelecer relações em geral faz com que ela ainda seja solteira e não tenha muito sucesso no amor. A pressão de sua mãe para que Stella arrume um namorado a faz tomar uma decisão drástica: contratar um garoto de programa para ajudá-la a ser uma boa namorada e adquirir experiência sexual. É então que ela conhece Michael, um acompanhante profissional que é a promessa de que seus problemas de relacionamento finalmente irão acabar. Mas será que as coisas são assim tão simples?

Você pode imaginar que essa história é semelhante a algo que já viu por aí, e é mesmo Helen Hoang se inspirou em Uma Linda Mulher para escrever sua história, porque sempre achou interessante a ideia de trocar os gêneros em uma situação como a do filme. Como a autora também foi diagnosticada com autismo, ela utilizou suas próprias experiências para criar Stella e deixar a personagem mais verossímil, o que na minha opinião funcionou muito bem.

Eu acho que não tenho muito o que falar sobre o enredo; qualquer pessoa que tenha lido ou assistido a uma comédia romântica pode imaginar como o desenrolar da história se dá. O que acredito valer a pena de ser mencionado são os fatores que tornam essa obra um pouco “fora da curva”, como a abordagem da cultura vietnamita e o detalhamento sobre os hábitos e características de uma pessoa diagnosticada com TEA, que não é só aquilo que imaginamos ou ouvimos falar. Stella tem aspectos de sua personalidade que são únicos, por mais que ela possua uma condição compartilhada com outros indivíduos. E eu gostei muito de compreender a individualidade dela.
Ela tinha uma síndrome, mas a síndrome não era aquilo que a definia. Ela era Stella. Um indivíduo único.
Outro aspecto muitíssimo importante da obra é a discussão sobre respeito e consentimento. Michael, mesmo sendo experiente em relação ao sexo, trata Stella de forma respeitosa, considerando suas limitações e sempre aguardando o momento em que ela se sinta para qualquer coisa: desde um toque, um abraço, até outras interações mais íntimas.

Por falar em intimidade, achei as cenas adultas bem inseridas, sem forçar. Há apenas um momento bem desnecessário, que parece ter sido esquecido no meio do livro sem querer. Mas todas as outras cenas são românticas e sensuais, sem exagero. Isso vindo de uma pessoa que não lê livros eróticos, ou seja, pode confiar que aqui não tem nada explícito demais ou tão absurdo que chegue a ser cômico.
(...) Para ela, Michael era como sorvete de menta com gotas de chocolate. Até podia experimentar outros sabores, mas ele sempre seria seu favorito.
O desenvolvimento do relacionamento entre Stella e Michael é muito bacana de acompanhar. Vemos a resistência de ambos em se entregar ao sentimento, e como a vida de cada um tem suas peculiaridades. Adorei a família de Michael e a relação dele com a mãe; ele é um mocinho quase perfeito e nada machista ou babaca, que é algo difícil de encontrar em livros desse tipo.

Tenho apenas algumas ressalvas que acho que valem a pena serem citadas. Primeiro, o livro tem algumas cenas e passagens um pouco machistas, e apesar de não ser o tom da obra como um todo, me incomodaram nas vezes em que aconteceram. Outra coisa que não curti muito foi o fato de Stella não ter amigos. Eu entendo que para uma pessoa com TEA, é bem mais difícil fazer amizades, mas poderia ser alguém da família ou alguma pessoa de um grupo de apoio ou algo do tipo… Não sei, pode ser algo bobo mas ficou meio inverossímil, pra mim.

No geral eu recomendo muito a leitura. Os Números do Amor tem uma escrita super fluida, com passagens engraçadas, românticas, sexys e emocionantes. O final é um pouco corrido e as coisas são resolvidas um pouco rápido demais mas, mesmo assim, eu adorei esse livro!

Obs.: Ano que vem um segundo livro será lançado, mas não é uma continuação, e sim, uma nova história com outros personagens.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Resenha: "Insano" (Andy Collins)


Sinopse: Gael Trent Malloy é o famoso vocalista da banda de rock Originals, depois de um trágico acidente no palco que o deixa impossibilitado de andar, o sexy vocalista tenta recuperar os movimentos com a ajuda dos seus amigos. O que ele não esperava era que, ao longo dessa jornada, seu caminho cruzasse com o de Hanna Daves. A doce pintora que consegue quebrar suas barreiras sem nem ao menos mover um músculo. Com ela, ele vai descobrir que suas limitações físicas são nada diante do que a consome.


Ele nunca quis ser a salvação de ninguém, até hoje.


Por Jayne Cordeiro: Já tive a chance de ler um livro da autora, que gostei muito, então não pensei duas vezes em ler Insano, que além disso, trás uma história envolvendo integrantes de uma banda. Que é um tipo de romance que eu adoro. 

... eu preciso dela. Preciso senti-la todos os dias pelo resto da minha maldita vida.

Gostei bastante do livro, e por diversos motivos. Achei bem interessante o fato de o protagonista Gael, ser um cantor de rock com todo o sexy appeal característico, mas nesse caso com uma deficiência física que muda bastante a dinâmica do casal. Mas a autora soube levar tudo de uma forma bem interessante, e foi bem legal de acompanhar. Gael é capaz de fazer qualquer leitora se apaixonar, apesar de algumas burradas que eles faz no decorrer do livro. E ele ainda apresenta um assunto interessante ao mostrar como alguém que sempre teve tudo, e dono de si, precisa lidar com ficar inválido em uma cadeira, dependendo dos outros.

Não quero apenas você, quero torná-la inacessível para qualquer outro.

Hannah também é uma personagem bem fácil de gostar. Ela é uma garota independente, alegre, e que sente um enorme prazer em ajudar os outros. Um dos plots do livro envolve principalmente ela. A forma como ela age em alguns momentos, abre um mistério que persegue o leitor durante boa parte do livro. Pensei em diversas coisas, mas acabei sendo surpreendida no final. O que foi muito bom.

Subir? Você está me tratando como uma criança, Gael. Não sou sua propriedade, você não manda em mim.

O livro flui de maneira bem dinâmica, cheia de momentos românticos, e ótimas cenas quentes. A história consegue prender o leitor todo o momento, e funciona como uma ótima abertura para a série The Originals, que trás livros focados nos integrantes da banda. Alguns já lançados. Para quem gosta do gênero de romances eróticos, Insano é uma ótima opção de leitura, que consegue se encaixar nesse universo musical comum a alguns livros, mas também consegue inovar ao trazer um protagonista deficiente. 

As asas nas costas, eram de um anjo sombrio. Mas, mesmo com esse lado obscuro, Gael era apenas o meu anjo.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Resenha: "Cicatrizes" (Eva Zooks)



Sinopse: Perdida em um mar de ilusão. Afogando-se em uma onda de solidão, entregando-se as pequenas chances e esperanças de enfim recomeçar, Cassie luta contra o mar bravio e revolto que está sua vida, caminhando em direção ao farol, seu porto seguro. 

Hawke. Um homem bem sucedido que vê sua vida virada as avessas com a entrada desse furacão. Uma batalha será travada, de um lado o amor, quase obsessivo de Cassie e de outro a força centrada e resoluta de Hawke. Princípios serão quebrados, lágrimas derramadas, corações dilacerados. Tudo em nome do amor.

Um amor que transcende os limites da sanidade. Regado pela dor, pela entrega e a submissão. Um amor que nada conseguirá apagar.



Por Jayne Cordeiro: Eva Zooks é uma autora nacional que possui diversos livros publicados, mas que nunca tive a chance de ler. Mas finalmente a oportunidade chegou e aqui está a resenha de Cicatrizes. Temos aqui um romance que no começo ele parece que vai girar ao redor de uma temática BDSM, já que a protagonista Cassie tem esse desejo de ser uma submissa e achar um Dom, mas apesar de isso ser colocado algumas vezes durante o livro, acaba ficando mais na conversa do que na ação. Existem algumas cenas sexuais, mas nada fora do comum, então fiquei com aquela sensação de que prometeram algo que não foi apresentando.

Em uma relação D/S o que prevalece é a confiança, sem ela nada nunca funcionará. Você confia a ponto de colocar sua vida nas mãos do outro. Nada te amedronta se tem a certeza de que está sendo cuidada, conduzida por aquele que é DONO de sua confiança, de sua submissão.

Mas durante o livro existem algumas conversas sobre esse tema e é preciso ter a mente aberta para aceitar algumas atitudes do casal, principalmente do Hawke, que tem bem essa característica de Dom e aquele ar de mandão. Mas o livro em sí é bem gostoso de ler. É bem escrito e a história não se estende muito, acabando na medida certa. A protagonista Cassie começa o livro como uma mulher insatisfeita, procurando algo diferente em um relacionamento. Ela tem alguns encontros, mas não deseja um relacionamento com nenhum deles. até que conhece Hawke. Então ela muda completamente, virando uma mulher apaixonada, que se apega rapidamente, e que não consegue lidar emocionalmente com as coisas que acontecem.

O futuro não existe. Do que eu quero, do que eu preciso é do agora. E nesse agora, você me tem aos seus pés.

No começo você pode até estranhar essa personalidade da personagem, mas na verdade a autora está mostrando a Cassie dessa forma, para apresentar um problema bem interessante que é o transtorno de Borderline, uma instabilidade no humor, no comportamento e etc, que que tem diversos sintomas, mas que no caso dela, vem muito demonstrado pela necessidade de se cortar, para que a dor física seja maior e se sobreponha a dor emocional. Em nenhum momento é utilizado algum termo médico, e o tema é pouco discutido entre os personagem. O que pra mim foi uma bela oportunidade perdida. Mas ainda assim, é legal e inovador ver um personagem com um problema assim.


O estômago ainda doía e a respiração seguia difícil. Tirando as calças, dobrou-a e a colocou em cima do vaso sanitário. Pegou o kit e sentou-se no chão. O coração estava acelerado, um frio na barriga que fazia seu estômago revirar, mas a dor estava indo embora e a respiração estava voltando aos poucos. O sentimento de antecipação agia como uma onda de adrenalina por seu corpo, a dor que estava por vir era bem mais fácil de ser suportada do que o transtorno emocional que a estava atormentando há dias. 


Quanto a Hawke, ele se mostra um homem maduro, concentrado, mas também muito passional em relação a Cassie, e que apesar de ter um jeito mais autoritário (muito ligado ao relacionamento Dom/Submissa), ele sempre respeita as decisões e desejos de Cassie, e tenta lidar de forma racional com as variações de humor dela.

Faça de mim sua morada, seu guia. Faça de minhas ordens seu mantra.

Apesar de ter uma ou duas questões que eu faria diferente nessa história, Cicatrizes é um bom romance erótico, com uma escrita atraente, personagens bem escritos e com um romance forte, passional e que consome os protagonistas. É um livro que atrai o leitor com diálogos fortes e até poéticos, e que para mim, já criou uma curiosidade por ler outros livros da autora. Então cabe a vocês darem uma chance a Cicatrizes e tirar suas próprias conclusões. Espero que gostem! Até a próxima.





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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Resenha: "Submissa" ( Maya Banks)

Tradução: Isabela Noronha

Por Ili Bandeira: Um livro que tinha tudo para dar certo, e que poderia surpreender nós leitores, foi simplesmente uma decepção literária. No início pensei que fosse um livro que não conseguiria largar, mas a realidade foi muito contrária, e quando achava que tinha visto suficiente, a autora consegue tornar tudo pior em uma simples página.


Submissa é o primeiro livro da trilogia "Enforcers",escrito pela autora Maya Banks.



Evangeline é uma mulher batalhadora ,vinda de uma família humilde de uma cidade do interior, ela decidiu deixar os seus sonhos, se privando de pequenas atitudes para ajudar seus pais financeiramente com o seu trabalho. ⠀

Agora ela jamais poderia imaginar a mudança que sua vida iria tomar, depois de ser humilhada pelo seu ex namorado, que só a usava. 



“Estava quase… bonita. Mas logo repreendeu-se por estar vivendo naquele mundo de fantasia para o qual havia sido sugada, e lembou a si mesma de que ainda era a mesma Evangeline comum de sempre. Roupas caras e jóias não iam, como um milagre, transformá-la em algo que não era, e era perigoso acreditar na fantasia, mesmo que apenas por um momento.”



Numa noite, ela se produz toda; fica simplesmente estonteante,parte para uma das mais boates mais badaladas de Nova Iorque, Impulse. Mas o que poderia ser uma noite para levantar seu astral, começa a virar um inferno, pois Evangeline acaba vendo o seu ex com outra, e ele nem pensa antes de humilhá-la de novo.

Por outro lado, conhecemos Drake Donovan, rico, dominador, proprietário da Impulse, garanhão que não fica com a mesma mulher por mais de duas noites, decidido a acabar com a confusão que estava acontecendo na pista com três clientes em sua boate naquela noite, Drake manda buscar Evangeline e levá-la até o seu escritório, para ter uma conversa com aquela mulher desconhecida que mexeu bastante com ele.


Assim que os dois se vêem a atração começa a surgir entre eles, Vangie  se vê completamente envolvida com aquele homem e não consegue simplesmente dizer não.

Depois deste momento, o livro fica sem noção. Enquanto lia a trama, ficava chocada,porque as coisas começam a se tornar absurdas com esses dois personagens, principalmente com Evangeline, que simplesmente aceita tudo como se fosse um robô e ele fosse seu "dono".

Drake acha que o universo gira em torno dele, manda nas pessoas do seu trabalho, manda em Evangeline, sua nova companheira,e ela simplesmente sorri e acena, como se o que tivesse fazendo fosse o correto. 

Minha vontade era de esganar essa mulher em quase todos as cenas do livro. 


Postagem publicada Originalmente no blog O Clube da Meia Noite


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Ana Liberato