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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Happy Hour #46 - Casa da Ópera de Ouro Preto

Oi pessoal, tudo bem? Minha rotina está uma lou-cu-ra!! Final de períodos, provas, trabalhos, enfim... vocês podem imaginar. Estou aqui me afogando nos cafés, inspirada na Happy Hour #45, para aguentar o ritmo. Mais porque eu gosto do que pelo fato de que "desperta rs. Maas enfim, o importante é que as férias se aproximam. Hoje vai ser, se Deeus quiser - e as notas permitirem - o último dia de aula. \o/

E é nesse clima de férias -adiós Ouro Preto- que me surgiu a ideia do nosso tema. Como todos sabem, já estou morando há um tempo aqui estudando e nunca falei nada da cidade para vocês. Mas hoje vamos falar de um dos lugares que mais gostei quando visitei aqui na cidade. Em uma estreita ruazinha se encontra um dos maiores tesouros da pomposa Ouro Preto, a Casa de Ópera, ou o Teatro Municipal, como queiram. 

Puxem uma cadeira que lá vem história boa!



domingo, 4 de novembro de 2012

Resenha: “1.000 lugares para conhecer antes de morrer” (Patricia Schultz)

Por Juny: Um livro que eu sempre quis ler e que não deixei escapar a oportunidade quando ele apareceu em promoção. Quem nunca sonhou em viajar pelo mundo todo? Ou quem quando vai há outro país não quer deixar de conhecer os pontos mais importantes? Apaixonados por viagens, esse é o seu livro!
“A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos lugares e momentos capazes de tirar nosso fôlego” - Anônimo
A frase em destaque na capa, “Um guia para toda a vida”, descreve muito bem o objetivo do livro, são lugares que você tem uma vida toda para conhecer e saboreá-los, sem pressa.

Há ilhas que eu nunca sequer havia ouvido falar, mas que parecem fantásticas, escondidas por todos os continentes.  Me apaixonei pela “Polinésia Francesa” os detalhes parecem surreais, imagine ver tudo aquilo ao vivo, não deve ter preço.
Escolha um assento no lado esquerdo do avião para ter sua primeira imagem da ilha que hipnotizou o navegador James Cook há cerca de 225 anos. O escritor James Michener a chamou de “a mais bela do mundo” e inesquecível esplendor do Pacífico Sul”
Polinésia Francesa
O guia é dividido nos seguintes capítulos:
- Europa
- Estados Unidos e Canadá
- Brasil e América Latina
- Caribe e Bahamas
- África
- Oriente Médio
- Ásia
- Austrália, Nova Zelândia e Ilhas do Pacífico

Em relação a Buenos Aires, que é o único destino internacional do guia que eu já visitei, achei que faltaram vários lugares turísticos imperdíveis, a autora explorou pouco a cidade. Mas também com 1.000 lugares no livro, ela teve que ser seletiva, seria impossível incluir todos.

O Brasil é muito bem representado com atrações de norte e à sul do país, não ficando só nos clichês do Rio de Janeiro (embora o maior destaque seja para essa cidade). Há as mais lindas praias do nordeste, a arquitetura moderna de Brasília e a histórica de Minas Gerais, a natureza da Amazônia e do Pantanal, As cataratas do Iguaçu, Festival de Cinema de Gramado e etc. Só achei que pouco se falou sobre São Paulo, só cita o MASP, Gastronomia (alguns restaurantes famosos), Bienal Internacional de Artes e Hotel Fasano, há muitoooo mais nessa metrópole a ser comentado.
“O alto do morro do Corcovado é uma vitrine de 360 graus que mostra a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor. Trata-se de um panorama hipinótico, de tirar o folego, um quadro irresistível – praias brancas de curvas suaves, arranha-céus, montanhas de rochas escuras, o verde exuberante da floresta tropical e a Baia de Guanabara...”
Recomendo para os apaixonados por viagens e que mesmo que nunca visitem todos esses lugares, tem aquela sensação boa de se imaginar lá através dos detalhes lidos no guia. Também é muito útil para quem vai viajar para qualquer pais, ver as atrações imperdíveis.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Resenha: “Confissões de um Turista Profissional” (Kiko Nogueira)

Confissões de Um Turista Profissional
Autor:
Nogueira, Kiko
Editora:
Novo Conceito
Número de Paginas :
94
Onde Comprar:
Saraiva

Por Juny:
Quem não gosta de viajar, conhecer novos lugares, novas culturas? Mas quando a pessoa volta, nem sempre achou tudo as mil maravilhas, mas muitos optam por não contar a verdade sobre algumas impressões ruins dos lugares visitados, contam apenas o que os outros querem ouvir, uma versão mais idealizada da realidade.

Pensando nisso, o jornalista Kiko Nogueira (ex-diretor da redação da revista “Viagem e Turismo” e do “Guia Quatro Rodas”) criou a coluna “O Turista Razoável”, assinando como Jota Pinto Fernandes, seu pseudônimo. A coluna fala sobre a realidade nua e crua sobre as viagens, sem poupar detalhes e comentários irônicos. E o sucesso foi tão grande que os textos dessa coluna viraram o livro “Confissões de um Turista Profissional”, publicado pela Editora Novo Conceito.
“Jota Pinto acha que Dubai é uma miragem tirada de uma loja de abajures do centro de São Paulo, que pousadas românticas as quais não aceitam crianças são racistas e que os paulistas estão para o Brasil assim como os americanos estão para o mundo. Não é mau humor. É aquilo que você não tem coragem de dizer quando seus amigos voltam de Orlando e o chamam para ver as fotos e o filminho”.
Em relação ao Brasil, ele fala sobre temas polêmicos como prostitutas do Rio fazendo curso de inglês (oferecido pelo Governo) para atender melhor os clientes em épocas de grandes eventos (ele cita o Pan, mas já vale para Copa e Olimpíadas). Fala também sobre os artesanatos que nem sempre são feitos pelo povo local, muitas vezes são fake e de má qualidade, apenas para “enganar turista”. E tambpem critica bastante os paulistas, que para ele estão para o Brasil, como os americanos para o mundo, porque não importa para onde eles viajam, sempre dizer que “alguma coisa é melhor lá em São Paulo” (eu como paulista deveria me opor a esse comentário, mas o pior é que as vezes realmente acontece =x HAUHAAU)
“Quem já viu um paulista, naquele restaurante em Salvador, reclamar que o serviço está lento? (...) O paulista carrega dentro de si a responsalidade inata de pertencer ao Estado mais rico do país. O lugar onde ninguém tem tempo para outra coisa senão trabalho. (...) A garçonete demorou para atender? Em São Paulo, isso não aconteceria. O vendedor de coco não tem troco? Em São Paulo, isso não aconteceria. (...) Para quem esta recebendo os paulistas, fica aquela pergunta: por que eles são assim? A resposta: porque somos ricos. Os paulistas estão para o Brasil como os americanos estão para o mundo”.
O autor critica o uso desenfreado da câmera digital, que hoje em dia qualquer um se acha fotografo e muitas vezes deixamos de apreciar a vista ou sentir o lugar, porque queremos tirar mil fotos.
“A experiência de viajar e olhar as coisas pela primeira ou última vez, o deleite de admirar uma montanha de neve, um recife de corais, o Guggenheim, a Vênus de Milo, o Lago di Garda, o Corcovado, só se dá através da telinha”.
Ele cita a extinção do turista japonês, que Orlando é um paraíso artificial, da importância do “Portunhol” e muitos outros assuntos. Destaco trecho sobre o Museu do Louvre (Paris/França), que ele não recomenda a visita a Monalisa, pelas filas e transtornos, tudo para uma olhada rápida:
“Ela está rindo de você! Vai a Paris? Eis um programa para você evitar numa primeira visita (e também na segunda, quarta, oitava) não visite a Monalisa no Louvre.”
Enfim, um livro com muitas dicas realistas e bem humoradas, que falam com sinceridade sobre vários roteiros turísticos bem cobiçados e altamente idealizados. Uma leitura rápida e que flui muito bem, da para ser lido em apenas uma tarde. Recomendo!
 
Ana Liberato