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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Resenha: "Como Falar com Garotas em Festas" (Neil Gaiman, Fábio Moon & Gabriel Bá)

Tradução e Adaptação: Fábio Moon & Gabriel Bá

Sinopse: Enn é um garoto de quinze anos que nunca se deu bem com as garotas, enquanto seu amigo Vic tem todas a seus pés. Na Londres dos anos 1970, auge do punk rock, os dois estão prestes a viver a aventura mais espetacular das suas vidas. Ao serem convidados para uma festa, conhecem as belas Stella, Triolet e Wain e descobrem mais segredos do que jamais poderiam supor. Do premiado Neil Gaiman, autor de Deuses americanos e Sandman, e adaptado e ilustrado de maneira extraordinária pelos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, Como Falar com Garotas em Festas é uma graphic novel eletrizante, uma jornada sobre as descobertas do amor, das diferenças e dos mistérios que cercam o amadurecimento.

Fonte: Skoob

Por Eliel: Se você já leu Coisas Frágeis de Neil Gaiman já deve ter topado com esse conto por lá.

Neil Gaiman é um autor com inúmeras obras de sucesso e muitas delas são contos de fantasia. Esse é o caso da resenha de hoje. Neil escreveu, Fábio Moon e Gabriel Bá foram lá e traduziram e adaptaram para uma graphic novel incrível como eles sempre fazem.

Ilustrações sensacionais e bem psicodélicas, como o próprio conto nos leva a entender, ajudam a enxergar as intenções por trás das palavras do autor. 

Nessa estória vamos com Enn, um adolescente que não tem o menor jeito com as garotas, e seu amigo Vic, o bonitão que fica com todas as mais gatas, à uma festa repleta de garotas lindas. Um conto sobre o amor e amadurecimento.

O desenrolar da trama começa logo depois dos dois chegarem à festa onde não conhecem ninguém, mas está cheio de garotas lindas, de outro mundo. Vic logo já começa a se acertar com uma delas sobrando para Enn o grande desafio, falar com essas garotas. Até aí uma história adolescente normal, mas não se esqueça que Gaiman é conhecido por suas fantasias e que elas são garotas de outro mundo...


Para ficar ainda melhor, o conto vai ganhar uma adaptação para os cinemas que ainda não tem data definida para chegar em terras brasileiras. Teremos nessa adaptação Elle Fanning (de Malévola) e Nicole Kidman (de Lion). Deixem nos comentários o que vocês acharam dessa adaptação para os quadrinhos e o que esperam da adaptação do cinema.

Acredito que ler esse conto será uma ótima entrada para o mundo de Gaiman e também para os quadrinhos dos gêmeos Moon e Bá.

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Resenha: "Dois Irmãos" (Fábio Moon e Gabriel Bá)

Sinopse: Um dos livros mais importantes da literatura brasileira contemporânea, Dois irmãos vem, desde seu lançamento há quinze anos, conquistando novas gerações de leitores. E foi com o mesmo entusiasmo desses leitores que Fábio Moon e Gabriel Bá embarcaram na missão de adaptar o romance de Milton Hatoum para uma graphic novel. Entre os mais premiados da última década, os irmãos quadrinistas vêm igualmente arrebatando fãs e trazendo uma verdadeira legião de leitores às HQs. Suas obras foram publicadas em diversos países, atravessando fronteiras culturais e políticas. 

Ao mesmo tempo que preserva a força narrativa de Hatoum, esta adaptação evidencia o talento de Bá e Moon na construção de histórias que alternam entre a tragédia, a delicadeza, a brutalidade e o humor. No traço deles, a vida dos gêmeos Yaqub e Omar ganha novos contornos épicos. A Manaus dos quadrinhos, feita de um jogo de luz e sombras, acolhe este drama que cruza gerações e, seja nos grandes planos ou nos mínimos detalhes, carrega o enredo original de energia e vitalidade.

Quem conhece a obra de Hatoum vai não apenas reencontrar, mas redescobrir com outros olhos personagens marcantes como Domingas, Halim, Zana, Rânia e Dália. E os novos leitores terão contato com um riquíssimo universo ficcional, um drama que, ao esmiuçar a intimidade e a rivalidade de Yaqub e Omar, lança luz nas frestas das relações familiares, do amor e da história recente do Brasil.

Fonte: Skoob

Por Eliel: A literatura nacional contemporânea vem me surpreendendo a cada dia com a sua boa safra de lançamentos. Confesso que não conhecia a obra de Milton Hatoum, mas depois de ler essa maravilhosa adaptação para quadrinhos dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, quero. 

Dois Irmãos é uma grande reflexão sobre as relações familiares, o poder delas em guiar o destino das pessoas e sobre construir e moldar a personalidade, tudo isso dentro de uma família em crise.

O centro da história, como podemos deduzir, são os irmãos Yaqub e Omar e a sua relação com os familiares, empregados, vizinhos e o ambiente. A história é narrada por Nael, trinta anos depois, sobre os acontecimentos que vivenciou ou ouviu como um espectador sem voz ativa sobre os acontecimentos.

"A reticência, o ruído de sua vida".

O objetivo de Nael é encontrar a figura paterna para preencher esse vazio que existe em sua identidade, ele faz essa busca dentre os homens da casa. Do seu lugar ele se torna testemunha de histórias, vinganças e relações conturbadas.

"Era pouco mais que uma sombra habitando um lugar".

Zana é uma mãe protetora, aquela que nasceu para ser mãe. Porém dedica muito amor apenas a um dos filhos, Omar, por quem move céus e terras para vê-lo bem. Halim, é um pai ausente, afinal não queria ter filhos e perder sua esposa para a maternidade.

Sobre os gêmeos, Yaqub e Omar, cresceram juntos até os 13 anos de idade até que Yaqub fora mandado para viver no Líbano (de onde a família teve origem). Desde antes da viagem a relação já estava corrompida. Duas palavras vão reger a relação desses dois: traição e perdão. Vou deixar na mão de vocês, leitores, a responsabilidade de fazer a ligação desses fatos.

"Os gêmeos eram dois opostos, habitando o mesmo corpo e dormindo sob o mesmo teto".

O cenário dessa aventura é Manaus, lugar que o autor da obra original, Milton Hatoum, conhece muito bem. Dois Irmãos é o seu segundo romance e foi lançado em 2000 e  garantiu um prêmio Jabuti e foi traduzido para 8 idiomas.


Fábio Moon e Gabriel Bá são também gêmeos, formados em Artes Plásticas e trabalham com quadrinhos desde 1993. Tantos anos de trabalho já lhe garantiram muitos prêmios como HQ Mix de artistas revelação e um Jabuti com a adaptação de O Alienista de Machado de Assis. Como fruto de toda essa dedicação, nós leitores, podemos ter em mãos uma joia da 9ª arte.

A Companhia das Letras tem um selo conhecido como Quadrinhos na Cia. que já conta com quase 100 títulos. A quantidade de títulos de histórias em quadrinhos que chegam ao mercado, tanto inéditos quanto adaptações, tem trazido uma nova geração de leitores. Só temos agradecer à Fábio Moon, Gabriel Bá, Milton Hatoum e a Companhia das Letras por tornarem essas joias do Brasil acessíveis. 






sábado, 28 de abril de 2012

[Quadrinhos]: The Umbrella Academy

Criada pelo vocalista da famosa banda de rock, My Chemical Romance, Gerad Way e com desenhos do brasileiro, Gabriel Bá, o quadrinho que lembra muito o estilo europeu, foi publicado no ano de 2007 em seis volumes e no Brasil foi lançado pela editora Devir. O vocalista também já assinou contrato com a Universal para a obra virar filme.

A história apresenta de forma dinâmica e envolvente mostra quarenta e sete crianças com superpoderes que nascem simultaneamente, todos os filhos de mães que não estavam grávidas e não tinham nenhuma conexão. Sete dessas crianças foram adotadas por Sir Reginald Hargreeves, com o intuito de formar um grupo e salvar o mundo, porém uma década depois os irmãos se encontram separados e cheio de desavenças, entretanto terão que superar a morte do pai adotivo para conseguir realizar um objetivo em comum inesperado.
Cada irmão tem um poder e uma personalidade excêntrica, além de todos terem o codinome dos segundos, Spaceboy (00.01), Kraken (00.02), Rumor (00.03), Séance (00.04), Número Cinco (00.05), Horror (00.06), e Violino Branco (00.07).

A série ganhou diversos prêmios em 2007 e vale a pena ser lida, independente se você é fã da banda ou não, a estréia de Gered nos quadrinhos foi boa, além dos traços fantásticos de Gabriel Bá que viria em 2011 ganhar o principal prêmio de quadrinho no mundo com Daytripper.

Veja a matéria feita pelo programa Metrópoles da TV Cultura e a conversa dos autores sobre o lançamento da obra no Brasil:

 
Ana Liberato