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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Resenha: "A Rainha do Nada" (Holly Black)

 

Tradução: Regiane Winarski

Sinopse: Ele será a destruição da coroa e a ruína do trono.O poder é mais fácil de adquirir do que de manter. Jude aprendeu a lição mais difícil de sua vida quando abdicou do controle do Rei Cardan em troca de um poder imensurável.Agora, ela carrega o outrora impensável título de Grande Rainha de Elfhame, mas as condições são longe de ser ideais. Exilada por Cardan no mundo mortal, Jude se encontra impotente e frustrada enquanto planeja reivindicar tudo que Cardan tomou dela.A oportunidade surge com sua irmã gêmea, cuja vida está em perigo. Para salvá-la de uma situação tenebrosa envolvendo Locke, Jude decide voltar ao Reino das Fadas se passando por Taryn. Antes disso, porém, ela precisa confrontar os próprios sentimentos contraditórios pelo rei que a traiu.No entanto, ao voltar a Elfhame, Jude constata que tudo mudou. A guerra está prestes a eclodir, e ela caminha próximo a seus inimigos. Será que ela vai ser capaz de resgatar a Coroa e o amor incondicional de Cardan, ao mesmo tempo que destrói os planos de seus inimigos? Ou será que tudo está perdido para sempre?


Por Jayne Cordeiro: Em "A Rainha do nada", último livro da trilogia "O Povo do Ar", Jude está exilada de Elfhame, vivendo no mundo mortal. Ela não imaginava que sei título de rainha não seria suficiente para garantir sua posição no reino, e agora lida com os sentimentos contraditórios, relacionados à Cardan. A chance de voltar a Elfhame surge, quando sua irmã gêmea precisa de sua ajuda, para lidar com o marido Locke. Se passando por Taryn, Jude terá a chance de voltar ao reino e perceberá que as coisas andam bem complicadas, com o risco iminente de guerra contra seu pai de criação Madoc.

Posso dizer que esse livro foi a conclusão perfeita para a trilogia. Temos uma história carregada de emoções, com todas as relações intensas e complicadas entre Jude e seus familiares, além de Cardan. O peso de uma guerra, talvez difícil de vencer, paira sobre os personagens, com o desenvolvimento de planos e jogadas, como no xadrez. Jude precisa utilizar ainda mais sua inteligência, para garantir que o trono continuará nas mãos dela e de Cardan. Outros personagens também conseguem ganhar certo destaque, e não dá para descolar do livro, até chegar na última página.

O livro conseguiu manter a tensão no alto, com ótimos diálogos, interações e surpresas. Finalmente, pude ter um gostinho maior de Jude e Cardan juntos, e queria ter ainda mais disso, mas o livro é rápido, com muita coisa acontecendo. Mas não pensem que o livro é rápido e superficial. Aqui, ainda temos uma história envolvente, cheia de nuances, e com reviravoltas, como foi a marca registrada de toda a série. Foi uma ótima conclusão para a trilogia, apesar que temos um livro extra, que trás algumas cenas que se passam antes, durante e depois dessa trilogia. 


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segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Resenha: "O Rei Perverso" (Holly Black)

 

Tradução: Regiane Winarski

Sinopse: Para sobreviver no Reino das Fadas, Jude Duarte precisou aprender muitas lições. A mais importante delas veio de seu padrasto: o poder é bem mais fácil de adquirir do que de manter. Ela achou que, depois de enganar Cardan para que ele jurasse obedecê-la por um ano e um dia, sua vida se tornaria mais fácil. Mas ter qualquer influência sobre o Grande Rei de Elfhame parece uma tarefa impossível, principalmente quando ele faz de tudo em seu poder para humilhá-la e prejudicá-la, mesmo que seu fascínio pela garota humana permaneça intacto. Agora, com as ondas ameaçando engolir a terra e um alerta de traição iminente, Jude precisa lutar para salvar a própria vida e a daqueles que ama, além de lutar contra seus sentimentos conflituosos por Cardan no meio-tempo. Em um mundo imortal, um ano e um dia não são nada...


Por Jayne Cordeiro: "O Rei Perverso" é o segundo livro da trilogia "O Povo do ar", escrito pela Holly Black. Neste livro, Jude conseguiu realizar seus planos, colocando Cardan como Grande Rei, mas sendo obrigado a obedecer todas as suas ordens. É claro que ele não está nada feliz com a quebra da confiança que depositou na jovem, e está ainda mais propenso a tratá-la do pior jeito possível. Contudo, seus sentimentos por Jude continuam sendo motivo de conflito, com a jovem também tentando entender o que acontece com o próprio coração. Enquanto isso, o reino precisa se adaptar ao novo rei, e antigas alianças serão colocadas à prova. A ameaça de traição pode partir de todos os lados, e Jude vai fazer de tudo para garantir seu lugar no reino, e a segurança de sua família.

O final do último livro foi bem inesperado, e fiquei curiosa para ver como a relação de Jude e Cardan se desenvolveria, depois do que aconteceu. Não vou mentir, que achei o Cardan bem menos "perverso" do que imaginei, pelo título ou sinopse do livro, e ainda não senti uma grande coisa entre a Jude e o Cardan. Novamente, achei Jude uma personagem muito interessante, nada boba, na busca por continuar no topo, e ainda equilibrando seu desejo de poder com seus ideais de certo e errado. Uma mocinha que não pensa duas vezes antes de resolver as coisas com sangue, e inteligência.

Cardan continua conquistando, com seu jeito despojado, mas com todo o poder da realeza. É um personagem que mostra ter muito escondido debaixo de sua máscara. Mas queria ter tido mais cenas, além das que teve, entre ele e Jude, com todo a tensão que envolve o casal. Fora isso, a história é bem construída, com várias situações inesperadas, reviravoltas, lutas e relacionamentos complexos. É uma leitura rápida, dinâmica, que leva o leitor a um final ainda mais inesperado, e que nos deixa sem saber o que virá a seguir. Para quem gosta do gênero fantasia, essa série tem se mostrado leitura obrigatória.


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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Resenha: "O Príncipe Cruel" (Holly Black)

 

Tradução: Regiane Winarski

Sinopse: Jude tinha apenas sete anos quando seus pais foram brutalmente assasinados e ela e as irmãs levadas para viver no traiçoeiro Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que Jude quer é se encaixar, mesmo sendo uma garota mortal. Mas todos os feéricos parecem desprezar os humanos... Especialmente o príncipe Cardan, o mais jovem e mais perverso dos filhos do Grande Rei de Elfhame.Para conquistar o tão desejado lugar na Corte, Jude precisa desafiar o príncipe - e enfrentar as consequências do ato.A garota passa, então, a se envolver cada vez mais nos jogos e intrigas do palácio, e acaba descobrindo a própria vocação para trapaças e derramamento de sangue. Mas quando uma traição ameaça afogar o Reindo das Fadas em violência, Jude precisará arriscar tudo em uma perigosa aliança para salvar suas irmãs - e a própria Elfhame.Cercada por mentiras e pessoas que desejam destruí-la , Jude terá que descobrir o verdadeiro significado da palavra poder antes que seja tarde demais.

Por Jayne Cordeiro: "O príncipe Cruel" é o primeiro livro da trilogia "O povo do ar", escrita pela Holly Black. Neste primeiro livro, Jude é uma mortal que foi levada, junto om suas irmãs, para o reino das fadas. Lá ela viveu os últimos dez anos, tentando se encaixar em uma sociedade de féericos, onde mortais são desprezados pela maioria do povo. E onde ela é obrigada a conviver com o príncipe Cardan, que parece odiar tudo o que envolve Jude , e não mede esforços para fazer da vida dela bem difícil.

Na intenção de conseguir seu lugar na sociedade féerica, e superar Cardan, Jude precisa lidar com intrigas, espiões, a segurança da sua família, em meio a uma traição, que colocará o reino das fadas em risco, e onde ela terá que tomar decisões difíceis se quiser garantir seu lugar na corte, e sem grandes perdas.

Já tinha ouvido falar muito dessa série, mas nunca tinha tido a chance de ler. Pois finalmente comecei, e agora entendo toda a fama que ela tem. Eu já li alguns livros ambientado em reinos de fadas, principalmente nesse perfil, como livros da Cassandra Clare, e até mesmo Sarah J. Maas. Mas aqui, temos um reino que se aprofunda mais nessa definição, e que trás suas próprias peculiaridades. Gostei bastante do universo que fomos apresentados, e toda ideia de como o trono é passado adiante, foi muito bem elaborada. Criando um jogo, bem mias complexo, do que apenas matar para ser rei.

Jude é uma personagem forte, que sabe o que deseja para seu futuro, com uma ambição, que muitas vezes não vejo em heroínas. Ela não segue uma linha fixa do que é certou ou errado, com uma mente inteligente, e com ótimas habilidades de guerreira. Cardan, o inicial "bully" da história, é um personagem que promete apresentar ainda mais camadas, além do que já deu para ver nesse livro. E é um personagem com tudo que a maioria das leitoras gosta, bonito, cínico, debochado e carismático. Mas aqui, não dá pra ter certeza sobre o que ele faria ou não para sobreviver ou se vingar.

Toda a história é bem desenvolvida, com as coisas acontecendo na hora certa, com todo o seu desenvolvimento. Existe várias reviravoltas, tanto em situações, quanto em personagens. Dá pra perceber que tem toda uma complexidade nessa história, que promete muita coisa para os livros seguintes, e fiquei bem curiosa para perceber.


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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Vale a Pena Ler de Novo: "Magisterium - O Desafio de Ferro" (Holly Black e Cassandra Clare)

Neste mês de Janeiro estamos em recesso, mas preparamos para você, caro leitor, uma seleção com nossas resenhas mais acessadas de 2017.
Enquanto isso, prepare-se para todas os lançamentos e novidades de 2018.

Tradução: Amanda Orlando

Por Sheila: Oiiiiiiiiii povoooooooo. Tudo ok com todo mundo? Essa já é a segunda vez que resenho livros com o selo #irado da editora Novo Conceito. Criado especificamente para atender à demanda da galera mais jovem, trás às terras tupiniquins títulos que geralmente envolvem muita aventura e adrenalina.

Assim, com Magisterium não podia ser diferente. Começamos a leitura em meio a uma guerra cruel e sangrenta entre os magos

Em meio a uma das incursões mais covarde e sangrenta da história da guerra entre eles travada, vamos conhecer o mago Alastair Hunt que, prevendo que algo esta errado quando o Inimigo não aparece para a batalha, vai em busca da mulher e filho, deixados em uma caverna justamente com o intuito de mantê-los seguros.

Deveria haver algum som de crianças chorando. Deveria haver o burburinho de conversas nervosas e o zumbido de uma magia tênue. Em vez disso, havia apenas o uivo do vento que soprava do cume desolado da montanha. As paredes da caverna estavam cobertas pelo gelo branco, com pústulas vermelhas e marrons onde o sangue respingara e derretera, formando poças. (...)
Um choro fez com que ele se erguesse em um pulo. Naquela caverna repleta de morte e silêncio, um choro.
Uma criança.
Após esse prólogo dramático e cheio de mistério, encontraremos Callum Hunt, "o menino que sobreviveu" (para quem se liga em referências) como um adolescente ressentido, problemático e amedrontado por um pai obsessivo e taciturno. Não por ser um pai ruim, bem pelo contrário; mas por sua ojeriza à magia e as habilidades que vê florescendo em seu único filho.

"Várias crianças acham que isso tem a ver com serem especiais", o pai de Call havia dito. A repulsa na voz dele era evidente. "Os  pais delas também acham a mesma coisa. Em especial nas famílias onde a habilidade mágica data de gerações. Em algumas famílias onde a magia foi praticamente extinta, ter uma criança mágica é uma esperança de que esse poder possa retornar. Porém, são crianças sem familiares com poderes mágicos as que mais merecem nossa compaixão. São elas as que pensam que tudo será como nos filmes.""Nada é como nos filmes."

É nesse estado de espírito, soturno, sombrio, e cheio de medo que Call vai com o pai realizar as provas que podem ou não qualificá-lo para entrar no Magisterium, a escola de Magos. Assim, não é surpresa quando Call e o pai arquitetam que Call se esforce ao máximo não para ser um dos escolhidos, mas para fugir deste destino, que para Call nada mais é que a morte certa.

Vocês já devem ter imaginado que as coisas deram muito errado e não saíram nada como o planejado. Call pode até ter tido a nota mais baixa de todos os selecionados, mas o Mestre Rufus, o Mestre mais velho e, logo, o que os jovens mais aspiram como mestre, escolhe três aprendizes: Tamara e Aaaron, que obtiveram as melhores notas no Desafio e ... Call.

Agitação, burburinhos, jovens inconformados por não terem sido selecionados, início das aulas e o descortinar de um novo mundo, isso é o que acontece então com Call, que acabará por descobrir que Alastair escondeu muitas coisas sobre sua origem. Talvez coisas demais.

Algumas coisas me soaram um pouco cansativas, como por exemplo a saga do jovem excluído mas que desde o início sabemos que será a grande estrela, amado e odiado por todos devido a seus talentos únicos;  caracterização excessiva de alguns personagens; a velha fórmula de três, presente em Harry Potter, Percy Jackson e por ai vai.

Por outro lado, o livro dá uma guinada repentina, mais ou menos depois da página 200 e alguma coisa, o que me fez acelerar a leitura até o desfecho e, confesso, ficar muito curiosa sobre o próximo livro, e os rumos que tomarão as vidas de Call, Tamara e Aaron.

Mas como eu tenho 29 anos e não me considero mais público jovem ha bastante tempo acredito que o livro cumpre bem com a proposta do selo, e com certeza vai entrar para a lista de favoritos para essa galerinha leitora e já fã de Instrumentos Mortais e outras sagas do gênero.

Abraços e até a próxima!

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Resenha: "Magisterium - O Desafio de Ferro" (Holly Black e Cassandra Clare)

Tradução: Amanda Orlando

Por Sheila: Oiiiiiiiiii povoooooooo. Tudo ok com todo mundo? Essa já é a segunda vez que resenho livros com o selo #irado da editora Novo Conceito. Criado especificamente para atender à demanda da galera mais jovem, trás às terras tupiniquins títulos que geralmente envolvem muita aventura e adrenalina.

Assim, com Magisterium não podia ser diferente. Começamos a leitura em meio a uma guerra cruel e sangrenta entre os magos

Em meio a uma das incursões mais covarde e sangrenta da história da guerra entre eles travada, vamos conhecer o mago Alastair Hunt que, prevendo que algo esta errado quando o Inimigo não aparece para a batalha, vai em busca da mulher e filho, deixados em uma caverna justamente com o intuito de mantê-los seguros.

Deveria haver algum som de crianças chorando. Deveria haver o burburinho de conversas nervosas e o zumbido de uma magia tênue. Em vez disso, havia apenas o uivo do vento que soprava do cume desolado da montanha. As paredes da caverna estavam cobertas pelo gelo branco, com pústulas vermelhas e marrons onde o sangue respingara e derretera, formando poças. (...)
Um choro fez com que ele se erguesse em um pulo. Naquela caverna repleta de morte e silêncio, um choro.
Uma criança.
Após esse prólogo dramático e cheio de mistério, encontraremos Callum Hunt, "o menino que sobreviveu" (para quem se liga em referências) como um adolescente ressentido, problemático e amedrontado por um pai obsessivo e taciturno. Não por ser um pai ruim, bem pelo contrário; mas por sua ojeriza à magia e as habilidades que vê florescendo em seu único filho.

"Várias crianças acham que isso tem a ver com serem especiais", o pai de Call havia dito. A repulsa na voz dele era evidente. "Os  pais delas também acham a mesma coisa. Em especial nas famílias onde a habilidade mágica data de gerações. Em algumas famílias onde a magia foi praticamente extinta, ter uma criança mágica é uma esperança de que esse poder possa retornar. Porém, são crianças sem familiares com poderes mágicos as que mais merecem nossa compaixão. São elas as que pensam que tudo será como nos filmes.""Nada é como nos filmes."

É nesse estado de espírito, soturno, sombrio, e cheio de medo que Call vai com o pai realizar as provas que podem ou não qualificá-lo para entrar no Magisterium, a escola de Magos. Assim, não é surpresa quando Call e o pai arquitetam que Call se esforce ao máximo não para ser um dos escolhidos, mas para fugir deste destino, que para Call nada mais é que a morte certa.

Vocês já devem ter imaginado que as coisas deram muito errado e não saíram nada como o planejado. Call pode até ter tido a nota mais baixa de todos os selecionados, mas o Mestre Rufus, o Mestre mais velho e, logo, o que os jovens mais aspiram como mestre, escolhe três aprendizes: Tamara e Aaaron, que obtiveram as melhores notas no Desafio e ... Call.

Agitação, burburinhos, jovens inconformados por não terem sido selecionados, início das aulas e o descortinar de um novo mundo, isso é o que acontece então com Call, que acabará por descobrir que Alastair escondeu muitas coisas sobre sua origem. Talvez coisas demais.

Algumas coisas me soaram um pouco cansativas, como por exemplo a saga do jovem excluído mas que desde o início sabemos que será a grande estrela, amado e odiado por todos devido a seus talentos únicos;  caracterização excessiva de alguns personagens; a velha fórmula de três, presente em Harry Potter, Percy Jackson e por ai vai.

Por outro lado, o livro dá uma guinada repentina, mais ou menos depois da página 200 e alguma coisa, o que me fez acelerar a leitura até o desfecho e, confesso, ficar muito curiosa sobre o próximo livro, e os rumos que tomarão as vidas de Call, Tamara e Aaron.

Mas como eu tenho 29 anos e não me considero mais público jovem ha bastante tempo acredito que o livro cumpre bem com a proposta do selo, e com certeza vai entrar para a lista de favoritos para essa galerinha leitora e já fã de Instrumentos Mortais e outras sagas do gênero.

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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Resenha: "Boneca de ossos" (Holly Black)

Por Clarissa: Oi oi gente, tudo bem com vocês? Espero que sim, bem minha super indicação de hoje é “Boneca de ossos” para quem quer uma aventura misteriosa e surpreendente.

Poppy, Zach e Alice sempre foram amigos. E desde que se conhecem por gente eles brincam de faz de conta- uma fantasia que se passa num mundo onde existem piratas e ladrões, sereias e guerreiros. Reinando sobre todos esses personagens malucos está a Grande Rainha, uma boneca chinesa feita de ossos que mora em uma cristaleira. Só que os três amigos já estão grandinhos, e agora o pai de Zach quer que ele largue o faz de conta e se interesse mais pelo basquete.
“-Você está crescendo- disse ele, o que parecia ser uma daquelas coisas estranhas que os adultos diziam às vezes, coisas muito óbvias para as quais não havia resposta.”
Mas, de repente, Poppy conta para seus amigos que começou a ter sonhos com a Rainha e também com um fantasma de uma menininha. Então Poppy, Zach e Alice partem para uma aventura a descobrir este mistério da Rainha. Mas nada acontece do jeito que eles planejaram... A missão se transforma em uma jornada de arrepiar. Será que a boneca é apenas uma boneca ou existe algo mais sinistro por trás desses fatos?
“Em vez de sua pele normal, Zach viu um rosto feito de porcelana branca rachada com buracos pretos no lugar onde os olhos deveriam estar. E, quando ele abriu a boca para gritar, seu reflexo permaneceu perfeitamente sereno, os lábios sem movimento. Parecia quase uma máscara.”
Boneca de ossos é aquele terror leve, mas em algumas partes da um arrepio, é muito bom diversificar o gosto, a estória se desenvolveu bem, só achei que devia ter mais terror, é bem legal como cativa o leitor, você não vai conseguir parar de ler. A leitura é bem fácil, o livro é pequeno tem 217 páginas, a escritora não deixou perguntas em aberto e o final foi legal, não tem muitos erros ortográficos, a revisão foi boa, a capa do livro é muito bonita e misteriosa ao mesmo tempo, neste livro você vai encontrar: terror, aventura, humor, amor e muito mistério. Holly Black escreveu de um jeito que conquista qualquer tipo de leitor, a estória tem ternura, mistério e aventura, mesmo que o livro tenha poucas paginas Holly fez com que a estória evolui-se as ilustrações são fantásticas e dá um toque de terror, faz o leitor se aventurar junto com os personagens, se sentir parte do livro, é bem interessante, e não desponta nenhum leitor, e passa a mensagem para não deixarmos o nosso lado criança, aventureiro e brincalhão de lado, mas o mais importante é viajar no seu mundo. E como sempre a Editora Novo Conceito surpreendendo seus leitores.

Bem espero que tenham gostado não se esqueçam de deixar seus comentários dicas e criticas. Até em breve!

Boa leitura!

 
Ana Liberato