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domingo, 21 de maio de 2017

Music Trip #4 – desacelera


Music Trip
Algumas viagens acontecem nos intervalos



Enquanto pensava nas músicas deste post inevitavelmente me lembrei de um psy trance que gritava aceleeeeeeera (Skazi, aqui). Essa postura corrobora muito com o sentimento de mundo que temos hoje: vivemos numa velocidade incrivelmente alta a ponto de perder o controle. Idealmente, para desacelerar, pescamos as músicas mais calmas ou leves – as coldplay soft da vida – e boa parte delas são bem introspectivas.

Se você segue num ritmo alucinante e acha que tá na hora de diminuir, ou já está fazendo atividades antiestresse/anticrise, mas ainda não encontrou o ponto razoável do passo, respire fundo, calce seu tênis e me acompanhe nessa trilha :)

Boy – We Were Here


We were here é um indie super sensorial. Tem traços experimentais, new wave e chillwave – do tipo que relaxam ou mesmo mexem com memórias. É, enfim, uma música que te transporta, que te pede paciência até você parar para realmente ouvi-la. Às vezes parece lenta demais, às vezes apenas na medida certa. Quanto mais a ouço, mais descubro sensos escondidos nela. É bem interessante desacelerar assim nosso ritmo. 
A propósito, fiz um crossover de resenha e música inspirado nela tem um tempinho. Como disse , é de uma catarse viciante. Outra é Drive darling, que tem um efeito muito próximo, embora mais chegado pro progressivo, e Silver Streets também pode compor um belo descanso. Ô músicas pra me colocar num potinho! – como disse na Music Trip #1, Boy é excelente para os momentos introversos.


Emily And The Woods – Helios


Helios só me lembra exercício físico e alongamento, porque é um dos indies que me acompanha quando preciso diminuir o ritmo das pedaladas. Mencionei no meu post do projeto Escrevendo Sem Medo, que sou um tanto viciada em exercícios pra relaxamento e concentração e, pra mim músicas assim, chegadas pro acústico, são ótimos guias. Nesse rumo, Eye To Eye, Steal His Heart e Small Song também possuem uma ótima cadência pra desacelerar.


Alexz Johnson – As Good As It Gets


Quase da mesma maneira que Boy tem uma música pra cada momento introspectivo, Alexz Johnson tem uma de escape – mas basta uma pisada em falso (como a função de reprodução automática do youtube) pra você cair numa música de bads. Vá de You Got Me e Live Like Music pra não se perder dessa trilha.


Anna F. – Too Far


Sabe aquelas músicas que chegam na hora certa? Ainda não superei Too Far desde que tombei com ela no youtube; e não sei dizer até hoje a melhor se a original ou se a acústica. É um pop indie na medida pra nos colocar num potinho. Vale levar Most Of All também, embora mais puxado pro post-grunge, que lembra bastante a Alanis Morissete.


Alanis Morissete – Everything


Falando em Alanis, um caso de amorzinho forever por Everything. You Learn e Ironic também oferecem uma boa vibe de domingo preguiçoso e altas chances de voltar pros grunges alternativos dos anos 90.


Coldplay – Violet Hill


Nos anos 2000 tive mó preconceito com Coldplay, mas hoje curto algumas hypes deles – e preciso, aliás, explorar mais. Violet Hill, assim como Paradise, é um queridinho. Às vezes penso que eles são como o Boy (duo), só que perdidos dentro da minha própria geração.


Margaux Avril – Papaoutai


Caindo em terras francesas pop, Margaux Avril nos leva nessa acústica de Papaoutai (cover do Stromae) com uma boa leveza. Para um descanso mais a cara de domingo, aproveite a preguiça com Toucher Le Soleil, Oxygène, Lunatique e Insatisfaite


Young The Giant – 12 Fingers


Assim como Helios, 12 Fingers é figurinha marcada na minha memória pra diminuir o ritmo de um exercício. I Got e Apartment também são uma ótima pedida. São aquele tipo de indie rock que nos tiram da realidade. Altas são as chances de deixar rolar o dia inteirinho.


Lovelite – The Fullness


Mais uma música chegada pra acústico pra figurar o post ^^ The Fullness, assim como Brevity e Enduring, tem uma pegada mais pra induzir o sono, mas One And Only e There You Are são, como um bom indie rock, só pra diminuir o ritmo mesmo.


Rivers & Robots – One Day With You


Meu escape favorito pra desacelerar, me aconchegar e ficar fora do ar é com Rivers & Robots. One Day With You é sim quase uma meditação (e o lyric video passa bem esse senso), assim como Shepherd Of My Soul <333 Pra um aconchego melhor, pede fim de noite e bebida quente. You Saved My Soul, Who Is Like Our God, Light Will Dawn, You Hear Me e White As Snow são ótimas também pra explorar em caminhadas.  


P.S.: Vale uma passada no vídeo da Anna Shermack, do canal Pausa para um café, que
colocou em pauta o mal-estar dos workaholics


Qual é sua música pra desacelerar?
E se você é team spotify, pode curtir as músicas do post por lá.
Algumas (poucas) infelizmente não tem.


Veja mais music trips aqui

Kleris Ribeiro é beletrista, produtora e agente cultural. Garota dos bastidores, se joga em marketing digital, comunicação e, recentemente, zines. Fascinada pelos mistérios do universo do livro, é administradora do blog Dear Book e diretora do Clube do Livro Maranhão. Fangirl, diz que mantém a cabeça nas nuvens e os pés no chão.


Até a próxima e boa viagem!
#blogdearbook #musictrip #boaviagem


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Happy Hour #31 - A sala mais relaxante do mundo

Oi gentee!! Saudações de uma pessoa que está de fériaaas!! UHUUUL! Ainda estou sem destino, porque espero por mais resultados de dois vestibulares para decidir meu destino... rsrs Mas enfim, não estamos aqui pra falar de minha pessoa, né! 

Em nosso último encontro fomos até a Tailândia conhecer as celebrações de ano novo, mas hoje pensei em algo mais tranquilo... Eu mesma estou precisando controlar a ansiedade por esses resultados. E tenho certeza que algum de vocês também está na mesma situação... Vamos extenuar os sentimentos! =D

Enfim, hoje vou-lhes apresentar a SALA MAIS RELAXANTE DO MUNDO, ou pelo menos assim é chamada por seu criador, o psicólogo britânico Richard Wiseman. Pois bem, malas na mão e simbora pra Inglaterra!!
 
Ana Liberato