Por
Kleris: Quando o livro chegou, eu
não estava tendo uma boa semana (ou mês!). Tinha passado mal por alguma virose
por uns dias, o que interferiu no meu sono, também estava chateada com algumas
pessoas, enquanto tinha que conviver com outras estava metralhando negatividade
pra todo lado. Meu rendimento caiu consideravelmente, minhas atividades estavam
acumulando e isso tudo gerava muita culpa. Cansaço, frustração, mágoas e bads eram tudo que eu tinha. Como
poderia ser ou estargrata?
Este é um livro
especial, porque é sobre uma prática que vai mudar sua vida: a gratidão. É oportunidade de aprender a
se conectar melhor com o mundo exterior e desenvolver sua atenção e sua
respiração para que sua vida se torne mais leve. É, também, a chance de olhar
com mais carinho para os momentos da sua vida e perceber o quanto ela é
incrível – ainda que você, muitas vezes, deixe isso passar batido.
Este é um livro sobre
tudo o que você sente e como reage a cada acontecimento vivido. E ele só estará
pronto quando você preenchê-lo com sua rotina e as suas verdades. Será que você
tem vivenciado a gratidão – não a palavra bonita, conhecida e adorada por tantas
pessoas –, o sentimento real?
Pois
é, fiquei apreensiva logo de cara, mas a curiosidade falou mais alto (ainda
bem!). Baixei minhas expectativas, abri o livro. Quando dei conta, já estava
imersa nas atividades. Até fiz
umas dobraduras de origami! Pensei: é um livro de pequenos exercícios
diários, então tenho que fazê-las mesmo que só pra experimentar e ver no que
vai dar. Só fazer conforme vierem.
Engana-se
quem acha que gratidão é sinônimo de felicidade e que para desfrutar dessa gratidão,
é preciso estar no seu melhor momento. A proposta do #livrodagratidão é
justamente desconstruir essa ideia e trazer o melhor de nós, de dentro pra
fora. Como? Nos colocando a aceitar as sensações, validá-las e praticar o
dinamismo das emoções, colocando tudo isso em perspectiva. É o que se poderia chamar
de um potinho de sentimentos para os bons e maus dias, um potinho particular de
amor que faz a gente se sentir bem com a gente mesmo e com o que possui.
A
propósito, separe seu lápis, borracha, e ative o “modo busca” no departamento
das memórias, que você vai precisar!
Mais
que um livro de exercícios, o livro da gratidão
é um livro de aprendizados – rápidos, diretos, incisivos. Ele só pede um
pouquinho de atenção por dia, para te
acompanhar por todo o ano (!) e retrabalhar nossas percepções (interior e
exterior) das coisas (de si e do mundo). Quem curte escrever – e escrever em
agendas/planners – vai curtir
bastante, pois a maioria das atividades envolve escrita e autoconsciência. Se
você é fã ou não de livros interativos, não importa na verdade, pois a proposta
do livro não é testar conhecimentos, nem testar nossas resistências ou fazer
anotações pela simples anotação. É mais voltado para você reconquistar a si
mesmo; um resgate necessário.
Há,
por exemplo, exercícios que listam nossos valores, qualidades, armaduras
emocionais, coisas que gostamos... São coisas que na correria do dia a dia e no
detrimento de nossos sentimentos, vamos deixando pra lá, sem perceber o quanto
fazem diferença para nossa energia vital. Há também variados exercícios de
respiração (AMEI ESSA PARTE) para achar o seu ideal, origami, playlists do bem, mensagens e palavras
do bem, que vão fazer diferença num despertar pós momento obscuro. Estou até reconsiderando
fazer meditação...
Dá,
aliás, pra aliar certinho com a terapia (se você faz) – algumas coisas cruzaram
com a minha e outras eu já fazia, o que acredito que vá ajudar mais ainda se
você tem dúvidas sobre procurar um profissional. Por via das dúvidas, é um
livro que joga a corda pra te trazer pra cima, e é definitivamente um livro para
ficar muito tempo na sua cabeceira.
A
mistura dos conteúdos é maravilhosa, ao modo passo a passo com práticas fáceis,
e acho que posso dizer que as definições de potinho de âncoras* estão
atualizadas. Trata-se assim de uma experiência que, quando realizada com
regularidade, só traz a paz, segurança e serenidade tão procurada no mundão de
hoje. O que me faz lembrar os livros da Brené Brown, sobre se sentir capaz, suficiente
e merecedor de amor. Aliás, uma das coisas mais incríveis desse livro é que ele
reflete bem o perfil (do insta!) de se cuidar um
tantinho por dia. Foi algo excelente por parte das autoras e da editora. E por
isso mesmo, já quero a coleção completa do bem <3
A
vocês, leitores, um último recado: só vão, abram o livro, e deixem a magia do
amor-próprio, da compaixão, da gratidão,
acontecer.
*âncoras
– algo que você foca para se manter bem ou algo que você gosta te faz sentir
bem e é mantido por perto. Auxilia durante a meditação ou processos de
relaxamento.
Tenham todos uma boa jornada!
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Uns
meses atrás, enquanto pensava em musicoterapia, imaginava que se tratava,
claro, de utilizar recursos da música como terapia, mas tinha comigo a
impressão de que seriam músicas como a clássica ou aquelas ambientes – que não
são lá muito atraentes. Nada contra, até já tenho certo apreço (gosto
principalmente dos chillouts* com sons da natureza e/ou chuva). Porém, por um
tempo, desajustada entre minhas próprias músicas, tive que procurar baixar
minha guarda e, consequente, meu ritmo.
Foi
um período difícil por inúmeras razões e mais uma vez fui lá buscar um conforto
na música – afinal, nessas épocas, nossas leituras despencam. Para minha sorte,
tinha o hábito de fazer playlists conforme o humor ou estilo, então não fiquei
tão desamparada nesse sentido; tinha comigo umas opções. Pra todo caso, resolvi
expandir essa experiência ao buscar mais músicas, e, no sentido mais estrito da
palavra, relaxar.
A
propósito, o Google não tem opções interessantes.
O
fato é que a gente não pode simplesmente pular de um estado para o outro sem um
momento intermediário. Ao usar músicas ditas relaxantes em um alto momento de
tensão, por exemplo, muitas são as chances de o resultado não ser o esperado.
Primeiro por ter muitas expectativas, e segundo porque esse desespero para
relaxar de vez vai nos bloquear de criar algum tipo de conexão com qualquer
técnica ou recurso de relaxamento. É como a lei da inércia #fail
Na
music trip anterior (aqui),
pautei justo esse desacelerar do passo, que vem a ser esse “momento
intermediário”. Neste post, em continuidade, busquei músicas comuns que podem auxiliar já no passo de
relaxar, às vezes até induzir o sono – melhor ainda se aliados a exercícios de
respiração, banhos ou bebidas quentes. Não testei com meditação por si, embora
tenha a impressão que algumas cheguem bem próximo.
Considero
as músicas aqui listadas algum tipo master de introspecção, não necessariamente
deprê ou sofrência. Por isso, não é indicado ouvi-las enquanto trabalha,
estuda, se exercita ou algo semelhante, pois elas pedem um momento que você
fique off. Feche suas redes, procure
um lugar calmo, evite distrações e dedique-se a você. Aí sim, resultados
positivos! (e não deixe de conversar sobre isso com seu terapeuta). Acima
de tudo, respeite seu tempo.
Segue aí uma musicoterapia
pra de-sar-mar
The Common Linnets – Calm After The Storm
Calma depois da
tempestade diz tudo, né? Capturei essa do concurso Eurovision
faz uns anos e ela é figurinha carimbada nas minhas listas de descanso/sono/relaxamento/ritmo
zero. É um country leve, puxado pro blue folk, perfeito pra embalar a gente. Só
de ouvir um pedacinho, já fecho os olhos e me desfaço toda. Em banhos de
relaxamento então, nem dá vontade de sair da água.
The Dust Of Men – What The Morning Shows
O que a manhã demonstra
é um doce alento, um abraço no escuro, uma esperança sobre o amanhã. Conforto,
descanso, consolo. Todos esses ossos, tão
cansados e desgastados / Todas as minhas memórias são queimadas e rasgadas /
Mas essa luz continuou em frente / E todas as minhas memórias são de beleza
agora / A beleza da luz, despejando em cada sala desta casa / Brilhando até toda
aquela escuridão ir embora. Fico modo gelatina e me deixo guiar por essa
voz serena – voz essa que, nas horas certas, também é expurgante. É um rock alternativo suave na
medida!
Rivers & Robots – Voice That Stills The Raging
Seas
Fiquei
numa dúvida terrível de qual música do Rivers & Robots colocar primeiro e Voz que acalma o mar revolto saltou na
frente. Paz, aconchego, harmonia, suavidade. É uma música de nos colocar num
potinho, nos sentir abraçados e nos desmantelar, tudo numa cadência muito,
muito, muito relaxante. More Than Enough
segue numa linha semelhante, tranquila e terna. Já em Home,
gosto da calmaria e leves batidas aliadas a ligeiros sons da natureza. Your Love Reaches
é outra pra derrubar, principalmente após uma situação de exaustação, ótima pra
reajustar a agitação e, pelo senso arrastado,
te permitir relaxar. Indie, folk, indietrônico, rock alternativo, tem de tudo
um pouco. Uma ex-ce-len-te opção também é o álbum Still, que possui – wait for it! – toda uma seleção de
relaxamento a partir de versões instrumentais da banda. Ao que diz na
descrição, o álbum “oferece um oásis sonoro durante a troca de horas de pico”. Mergulha
nessa, my friend!
Bethel Music – It Is Well (Dan Giffin Remix)**
It is well,
original da Kristene DiMarco em parceria com o grupo Bethel Music, é uma música
suave e de força interior, que foi expandida na versão do Dan Giffin. Mixes de
piano, dubstep e outros elementos eletrônicos são de entrar em puro êxtase de
relaxamento. Nussa, um chillout
altamente catártico. Tem outra versão também, tão coração expandido quanto
essa, aqui**.
Outras do Bethel que te transportam são as parcerias com a Jenn Johnson, como Nearness
e In
Over My Head, ou a com Hunter Thompson, Home.
Abracem todas!
Strahan
– Daily Bread
Daily Bread
é… fico até sem palavras; RT no What The
Morning Shows! Sério. Um combo de blue, folk, indie, abraço sereno, um
descanso profundo, uma viagem de muito chão. There Will Be A Day**
e Water
& Fire vão um rumo muito semelhante. Um
frisson, como disse na Music Trip #1, é com Feel The Night.
É de não querer largar nunca o sentimento de paz.
Kye Kye – Trees & Trust
A
voz melodiosa, terna e branda em Trees &
Trust é de um deleite perfeito. Indietrônico experimental, semelhante a uma
canção de ninar, a música é de se sentir deitar nas nuvens – e que sono
gostoso, mia gente! Parece que nos transportamos para o mundo dos sonhos, e lá,
seguros, podemos desfrutar do mais puro descanso. Quer convite melhor?
Brandon Flowers – Only The Young
Only The Young
também me parece remeter ao campo dos sonhos, embora mais voltado pra fantasia
– mais precisamente, uma fuga da realidade. A cadência envolve nossa
criatividade, pra correr solta pelos cantos da mente, e, à distância, viver um
momento só nosso. Vale a pena a viagem.
Dishwalla
– Far Away**
Grunge
das antigas, Far Away embala
direitinho quando nos encontramos em um ponto de desajuste, indecisão,
insegurança ou precisando de um tempo para reflexão. Ela nos transporta para um
lugar longe e nos propõe uma busca
interior. No outro dia / Estava
procurando por mim mesmo novamente / Tentando repor todos os pedaços / Do jeito
que eles eram / Às vezes não é tão fácil / Quando você tem tantas pessoas / Te
dizendo o que fazer / Eu penso que eu consigo lidar agora/ Mas não tenho muita
certeza. Às vezes a gente só precisa se achar de novo, né, não?
Boy – July
July
é literalmente uma música pra desarmar – a letra enfatiza isso, para além de um
abraço amigo. Empática, ela nos lembra dos dias difíceis, dos dias que nos
sufocam, e que esses dias têm um fim. E não tem problema algum se você se sente
exausto. O ritmo lento, arrastado até, remete – acho eu – a esse processo lento
de aceitar ou mesmo admitir o que se está sentindo. No mais, ela diz: você não
está sozinho; Tire os sapatos agora /
Você veio de um lugar distante / Você andou todos esses quilômetros / E agora
você está no lugar certo [...] Você percebe / Todas as quedas e voos / Todas as
noites sem dormir / Todos os sorrisos e suspiros / Trouxeram você aqui /
Trouxeram você para casa. Boy também traz um tipo semelhante de introspeção
em Railway,
que transcende nossa percepção com uma narrativa
ao estilo fluxo de pensamento, e Into The Wild,
que nos sugere procurar um caminho quando o coração está em dois lugares,
indeciso. Ambas são de mergulhar no profundo eu e contemplar com calma o que
temos ali.
Coldplay
– Yellow
Yellow
é uma música de esperança; dá uma guinada quando tudo parece estar escuro
demais. Ela relembra que dias são dias, e eles passam – às vezes só lento
demais; porém, se mudarmos um pouco a perspectiva, se nos colocarmos à
distância, podemos confiar que vai ficar tudo bem. A confiança em si é um
ponto-chave pra se permitir relaxar e deixar levar.
OBS:
1)
Incrivelmente, depois de tanta procura e resolver montar meu próprio repertório, encontrei uma lista numa
matéria da revista Veja, que vai de Coldplay a Mozart. A matéria fala sobre os
efeitos harmônicos – quase um transe – de músicas relaxantes. Vale muito ler –aqui.
De acordo com o estudo
realizado no Reino Unido, a faixa foi apontada como tão eficiente em sua função
de relaxamento que, um dos médicos do laboratório que conduziu a pesquisa,
chegou a recomendar que motoristas não a escutassem enquanto estiverem
dirigindo.
2)
Estado de relaxamento não significa estado de sono. Pode auxiliar no sono sim e
principalmente a diminuir os estados de alerta que ansiedades, pânicos e
estresses provocam. Mas, atenção, ele não resolve o
problema.
3) *Chillout é um estilo de música
relaxante – geralmente eletrônicos suaves,
progressivos e com toques de piano. Gosto especialmente desta.
As ambientes são mais conhecidas como downtempo.
4)
Tem um aplicativo maravilhoso chamado Sons de Chuva (dica do Canal Sou
Penso Ajudo); são vários tipos de chuva, em que você CALIBRA
trovões e sons de piano, e tem acesso a outros aplicativo de sons relaxantes. Ah,
e funciona offline! Só amorzinho <3
Tem dicas de músicas pra relaxar?
Só comentar aí embaixo.
E se você é team spotify, pode curtir as músicas do
post por lá.
As poucas que só tem no youtube, marquei de **
Bônus: Playlist
do álbum Still Vol.1 – Rivers & Robots
Kleris Ribeiro é
beletrista, produtora e agente cultural. Garota dos bastidores, se joga em
marketing digital, comunicação e, recentemente, zines. Fascinada pelos
mistérios do universo do livro, é administradora do blog Dear Book e diretora
do Clube do Livro Maranhão. Fangirl, diz que mantém a cabeça nas nuvens e os
pés no chão.
Até a próxima e boa viagem! #blogdearbook #musictrip #boaviagem
Music
Trip Algumas viagens acontecem nos intervalos
Enquanto
pensava nas músicas deste post inevitavelmente me lembrei de um psy trance que
gritava aceleeeeeeera (Skazi, aqui).
Essa postura corrobora muito com o sentimento de mundo que temos hoje: vivemos numa
velocidade incrivelmente alta a ponto de perder o controle. Idealmente, para
desacelerar, pescamos as músicas mais
calmas ou leves – as coldplay soft da
vida – e boa parte delas são bem introspectivas.
Se
você segue num ritmo alucinante e acha que tá na hora de diminuir, ou já está
fazendo atividades antiestresse/anticrise, mas ainda não encontrou o ponto
razoável do passo, respire fundo, calce seu tênis e me acompanhe nessa trilha :)
Boy – We Were
Here
We were here
é um indie super sensorial. Tem traços experimentais, new wave e chillwave – do
tipo que relaxam ou mesmo mexem com memórias. É, enfim, uma música que te
transporta, que te pede paciência até você parar para realmente ouvi-la. Às vezes
parece lenta demais, às vezes apenas na medida certa. Quanto mais a
ouço, mais descubro sensos escondidos
nela. É bem interessante desacelerar assim nosso ritmo. A propósito, fiz um
crossover de resenha e música inspirado nela tem um tempinho. Como disse lá,
é de uma catarse viciante. Outra é Drive
darling, que tem um efeito muito próximo, embora
mais chegado pro progressivo, e Silver
Streets também pode compor um belo descanso. Ô
músicas pra me colocar num potinho! – como disse na Music Trip #1, Boy é excelente para
os momentos introversos.
Emily And The Woods
– Helios
Helios
só me lembra exercício físico e alongamento, porque é um dos indies que me
acompanha quando preciso diminuir o ritmo das pedaladas. Mencionei no meu
post do projeto Escrevendo Sem Medo, que sou um tanto viciada em exercícios pra
relaxamento e concentração e, pra mim músicas assim, chegadas pro acústico, são ótimos guias. Nesse rumo, Eye
To Eye,Steal
His Heart e Small Song
também possuem uma ótima cadência pra desacelerar.
Alexz Johnson – As
Good As It Gets
Quase
da mesma maneira que Boy tem uma música pra cada momento introspectivo, Alexz
Johnson tem uma de escape – mas basta uma pisada em falso (como a função de
reprodução automática do youtube) pra você cair numa música de bads. Vá de You
Got Me e Live Like Music
pra não se perder dessa trilha.
Anna F. – Too
Far
Sabe
aquelas músicas que chegam na hora certa? Ainda não superei Too Far desde que tombei com ela no
youtube; e não sei dizer até hoje a melhor se a original ou se a acústica.
É um pop indie na medida pra nos colocar num potinho. Vale levar Most
Of All também, embora mais puxado pro post-grunge, que
lembra bastante a Alanis Morissete.
Alanis Morissete – Everything
Falando
em Alanis, um caso de amorzinho forever por Everything.
You Learn
e Ironic
também oferecem uma boa vibe de domingo preguiçoso e altas chances de voltar
pros grunges alternativos dos anos 90.
Coldplay – Violet Hill
Nos
anos 2000 tive mó preconceito com Coldplay, mas hoje curto algumas hypes deles
– e preciso, aliás, explorar mais. Violet
Hill, assim como Paradise, é um
queridinho. Às vezes penso que eles são como o Boy (duo), só que perdidos
dentro da minha própria geração.
Margaux Avril – Papaoutai
Caindo
em terras francesas pop, Margaux Avril nos leva nessa acústica de Papaoutai (cover do Stromae) com uma boa
leveza. Para um descanso mais a cara de domingo, aproveite a preguiça com Toucher
Le Soleil, Oxygène,
Lunatique
e Insatisfaite.
Young The Giant
– 12 Fingers
Assim
como Helios, 12 Fingers é figurinha marcada na minha memória pra diminuir o
ritmo de um exercício. I
Got e Apartment
também são uma ótima pedida. São aquele tipo de indie rock que nos tiram da
realidade. Altas são as chances de deixar rolar o dia inteirinho.
Lovelite – The
Fullness
Mais
uma música chegada pra acústico pra figurar o post ^^ The Fullness, assim como Brevitye Enduring, tem uma pegada mais pra induzir o sono, mas One And Onlye There You Aresão, como um bom
indie rock, só pra diminuir o ritmo mesmo.
Rivers &
Robots – One Day With You
Meu
escape favorito pra desacelerar, me aconchegar e ficar fora do ar é com Rivers
& Robots. One Day With You é sim
quase uma meditação (e o lyric video passa bem esse senso), assim como Shepherd Of My Soul
<333 Pra um aconchego melhor, pede fim de noite e bebida quente. You Saved My Soul, Who Is Like Our God, Light Will Dawn, You Hear Me e White As Snow são ótimas também pra explorar em caminhadas.
P.S.: Vale uma passada no vídeo da Anna Shermack, do
canal
Pausa para um café, que
colocou em pauta o mal-estar dos workaholics
Qual é sua música pra desacelerar?
E se você é team spotify, pode curtir as músicas do
post por lá.
Kleris Ribeiro é
beletrista, produtora e agente cultural. Garota dos bastidores, se joga em
marketing digital, comunicação e, recentemente, zines. Fascinada pelos
mistérios do universo do livro, é administradora do blog Dear Book e diretora
do Clube do Livro Maranhão. Fangirl, diz que mantém a cabeça nas nuvens e os
pés no chão.
Juliana Rios Graduada em Administração, aventureira e fundadora dos blogs Dear Book e Juny Pelo Mundo. Apaixonada por viagens, culturas e em descobrir novas possibilidades. Mora em São José dos Campos – SP.
Colaboradores
O blog
O Dear Book é um blog colaborativo destinado a resenhas e indicações, noticias do mundo literário, entre outros.