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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Resenha: "Tudo o que a gente sempre quis” (Emily Giffin)

Tradução de Marcelo Mendes.


Por Thaís Inocêncio: Esse livro é diferente de tudo o que Emily Giffin já escreveu. Autora de sete romances, como O noivo da minha melhor amiga (que deu origem ao filme com Kate Hudson) e Questões do coração, Emily agora se arrisca no drama contemporâneo – e, na minha opinião, dá muito certo. A história é tão atual que, para se ter uma ideia, alguns termos que aparecem nela são: snapchat, story, uber, muro do Trump, além de diálogos como esse:

— Apaga!
— Não gostou por quê? Você está ótima!
— Não, meus braços estão gordos!
— Posso editar isso.
— Só se editar meu rosto pálido também. 
— Tenho o aplicativo perfeito pra isso!"


O livro é narrado por três pessoas: Nina, Tom e Lyla. Nina nasceu em uma família simples, em uma cidade pequena, mas agora faz parte da elite de Nashville. Seu marido, Kirk, vendeu a empresa de tecnologia por uma fortuna e seu filho adolescente, Finch, acabou de ser aceito em Princeton, então ela acredita que conseguiu “tudo o que sempre quis”.

Tom também vive em Nashville, mas “do outro lado do rio”, o lado menos abastado. Ele é pai solteiro de Lyla, fruto de um relacionamento com uma brasileira, que abandonou a família. Lyla, por sua vez, é uma adolescente comum e feliz que conseguiu uma bolsa de estudos na Windsor, escola de prestígio de Nashville, onde Finch também estuda.

Tudo muda quando Lyla vai à uma festa, exagera na bebida e acaba perdendo os sentidos. Alguém se aproveita disso e a fotografa em situações constrangedoras, imagens que acabam se espalhando entre os adolescentes e a comunidade rica de Nashville. Nesse contexto, as vidas de Lyla, Tom e Nina acabam se entrelaçando e muitos valores são colocados à prova.
"Simplesmente não posso acreditar no que está acontecendo agora. Na pessoa em que meu filho se transformou. E, no entanto, posso, sim. Porque às vezes não enxergamos aquilo que está bem ali, debaixo do nosso nariz."
Esse livro aborda questões importantes tanto para os adolescentes, quanto para os pais de adolescentes, por isso pode agradar muitos públicos. Ao mesmo tempo em que retrata a vida de jovens que frequentam festas regadas a bebidas alcoólicas e fazem brincadeiras ofensivas e que acreditam que dinheiro traz poder e impunidade, ele nos faz refletir sobre a importância de uma boa criação e do diálogo entre pais e filhos.
“Pensei no tempo perdido com coisas triviais que se tornaram tão importantes para a minha vida. Reuniões, festas, almoços, academia, salão de beleza, jogos de tênis no clube e, sim, até mesmo alguma obra assistencial realmente útil. Mas com que finalidade? Que importância tinha tudo isso agora? O que poderia ser mais importante do que arrumar tempo para conversar com meu filho sobre respeitar as mulheres e as diferentes culturas e etnias?”
Além disso, a obra discute o abuso sexual e a desvalorização da mulher, alertando para as consequências profundas do machismo na vida das pessoas. Também fala muito bem sobre xenofobia e racismo – o tempo todo somos alertados para a ausência de negros na elite ou a presença deles em cargos inferiores. E ainda perpassa assuntos como alcoolismo, corrupção e, claro, os impactos da tecnologia na atualidade.
“Achava que esse ativismo era um dos poucos aspectos positivos das redes sociais, que muitas vezes não passavam de uma plataforma de narcisismo e futilidade, um meio de mostrar fotos de viagens de férias ou de entediar a todos com fotos da couve-de-bruxelas comida na véspera.”
O enredo do livro me cativou desde o início. A escrita da autora é bastante simples e ágil, o que torna essa leitura muito rápida e tranquila. Outro ponto positivo é o projeto gráfico do livro, que traz uma diagramação simples e agradável e uma capa aveludada muito bonita. Recomendo!

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Resenha: “Primeiro e Único” (Emily Giffin)

Tradução de Amanda Moura
Por Kleris: Se você espera virar essas 450 páginas num sopro, esqueça; Primeiro e Único é um livro que te pede paciência e tempo para uma boa experiência de leitura. Acredito muito nessa máxima de ter momentos para cada livro e com esse da Giffin eu me arrisquei, visto que tava numa ressaca sem quê, nem pra quê. Era um risco bem consciente e, olha, parece que eu tava precisando mesmo de uma leitura razoável como esta. Vai sair uma resenha grande, porém necessária.

Shea está “estagnada” em sua vida. Pra ela está tudo bem, na medida do possível, pois as coisas aparentam estar onde deviam estar: ela vive uma vida mediana, com um emprego que lhe garante uma visão privilegiada de sua maior paixão (o futebol americano), o pagamento não é lá essas coisas, mas é algo e Shea se sente confortável quanto a isso, assim como em outros aspectos de sua vida – familiar, amorosa e pessoal.

Quando a mãe de sua melhor amiga (Lucy) morre, que as famílias parecem se abraçar para lidar com a perda da senhora Carr, é que todo o ambiente antes conhecido começa a mudar sem que ninguém perceba, sem falar que uma antiga admiração começa a palpitar o coração de Shea. Ao que tudo indica, não é só amor por futebol e nem só respeito pela figura máxima do time, há algo mais quando se trata do treinador Clive Carr, agora viúvo. Em meio a esta nova tensão, Shea se esforça para mudar sua vida e, quem sabe, sufocar sentimentos que não deviam estar aflorados.

Em Primeiro e Único, a trama ocorre muito “na sugestão”: as coisas acontecem e somos nós, os leitores, que temos de presumir o que está se sucedendo, ler comportamentos. Os personagens também sentem isso, eles ficam um pouco perdidos entre climas e fatos subtendidos e ninguém realmente fala a respeito. Giffin tem uma super segurança de fazer isso, de soltar pistas e de magistralmente estourar na hora mais (in)oportuna. Acho que é aqui que muitos leitores acabam abandonando a leitura, vez que isso ocorre de forma lenta na história, mas com paciência na dose certa, a gente percebe que Giffin quer nos mostrar algo e é interessante “parar” nosso usual ritmo para deixar que ela fale.

Não quero entrar muito em detalhes sobre a mensagem subtendida da autora, porém, há pontos que valem ser levantados, principalmente por estarem tão à flor da pele nesta década que vivemos: relacionamentos abusivos (familiar e amoroso), violência doméstica e psicológica, sexismo no esporte e feminismo. Giffin me pareceu voltar ao Realismo (o movimento literário) ao tratar desses temas – ainda mais por ocorrerem com um toque de “normalidade que não devia ser normal” e com muita descrição de cena. Mais uma vez ela foi magistral, pois enquanto se embrenhava no cotidiano do futebol americano, lá estava ela desenterrando problemáticas tão escondidas e silenciadas pela sociedade.

Imagino que tenha sido uma decisão difícil optar por uma história dessas – lenta, porém rica (em dilemas, problemáticas e ideologias) – semelhante ao que pensei quando li Simplesmente Acontece (resenha aqui) da Cecelia Ahern. Só que, ao contrário da Ahern em sua sucessão de recadinhos, conversas longas e miúdas, Emily aqui se utilizou de situações amenas para acompanhar uma temporada de futebol, se detendo mesmo a mostrar coisas que acontecem por debaixo dos panos.

Acompanhar essa “saga de sutilezas” pra mim foi como assistir uma minissérie de drama de uns 16 episódios (fiz inúmeras pausas, lendo pouco a pouco). É daqueles livros que a gente começa e sabe que vai demorar para as coisas acontecerem, e elas acontecem e acontecem sem nem quase percebermos. Inclusive, se despedir desses personagens tão “reais” foi difícil, já estava me acostumando a vê-los regularmente. 
[...] — Está com fome?
— Estou sempre com fome. Sou a sua filha que sente fome de verdade. É assim que você pode nos diferenciar — brinquei, esperando que o comentário soasse mais autodepreciativo do que sarcástico [...]
Meu pai deu risada, e eu notei o quanto ele parecia diferente hoje. Mais relaxado e natural.
— Há outras diferenças entre as minhas duas filhas — ele comentou, tomando mais um gole de café.
— Sim, acho que sim — concordei, listando algumas delas na minha cabeça, influenciada pelo meu sentimento de inferioridade de sempre.

Várias de suas ações ficaram na minha cabeça por dias e falar aqui sobre eles me demandou tempos para arrumar meus argumentos... porque basicamente tudo que eu pensava a respeito, sobre apontar pontos negativos e positivos, se misturaram bastante. Giffin escreve essa história de uma maneira que até os negativos, sob certas perspectivas, se tornem positivos – como a questão do ritmo lento, as conveniências e inconveniências das situações, os clichês e algumas de suas quebras, dentre outros. Tudo isso bem salta das páginas a olhos miúdos para demonstrar a transformação das personagens. 
[...] Lucy apareceu no corredor com sua mente acelerada processando cada detalhe.— Onde você estava? O que é isso? — interrogou ela, olhando para o meu presente.
— Lá fora. Foi seu pai quem meu deu.
[...] mas eu a conhecia o suficiente para saber o que estava pensando: que ele tinha feito todo o esforço para arranjar um presente para mim e tinha se esquecido completamente do aniversário dela. Senti uma pontada de culpa quando ela pegou o pacote e voltou para a festa.

Com certeza você vai odiar um punhado de personagens e muito provavelmente a própria Shea, que é essa persona confusa e até ingênua e, como a sociedade, acostuma-se com coisas “novas” com certa dificuldade. Há muita coisa dela que hoje vejo como ruim; por outro lado, todos já fomos um pouco Shea na vida e nossa esperança é que ela aprenda a ver as coisas como verdadeiramente são – e principal, como não deve ser atropelada pela opinião dos outros que acham estar fazendo o bem (e não estão), nem dar espaço, mesmo sendo aquela pessoa mais importante, para controlar sua vida. Como diz a capa, a lealdade e a confiança são postas à prova e Shea é essa heroína não convencional que precisa acordar para não mais viver empurrando com a barriga – e assim evitar mil e umas inconveniências. 
Àquela altura, todos resolveram me colocar contra a parede. Ou, mais precisamente, colocar Miller, que não estava ali para se defender, contra a parede. Eram minha mãe, Lucy, Neil versus Miller – uma disputa provavelmente injusta –, todos ali dizendo, de diferentes maneiras, que Miller não era bom pra mim. [...] Eu odiava ver minha vida sendo dissecada, especialmente na companhia de pessoas diferentes, mas levei o papo adiante, quando me ocorreu que aquilo poderia ser uma excelente distração para todos.

Enfim, o livro, como veem, é de gerar muitas discussões; é impossível se deter a só uma coisa nele. Se a autora fosse enxugar a história, ela por si só não se sustentaria. A trama pode até ser sobre o coração – como próprio sugere o título – mas Giffin vai bem além. É um bom livro, só não é talvez a melhor entrada para os trabalhos da autora. Se eu soubesse antes, levaria para uma viagem longa, diminuindo as pretensões sobre a leitura. 
— Bem, você tem um emprego maravilhoso... e esse namorado incrível, famoso... mas... está feliz?
[...] — Sim, estou feliz. Por quê?
— Ah, sei lá. Só tenho a sensação de que... — Ele fez uma pausa, depois pigarreou e tentou de novo. — Eu deveria estar preocupado com você?Eu fiquei confusa, depois comovida, e em seguida fiquei tão aborrecida comigo mesma por ter me comovido assim facilmente que cheguei a considerar a possibilidade de contestá-lo: Droga! Sim, mas é claro que você deveria estar preocupado comigo. É assim que os pais deveriam se sentir. Por toda a vida e a todo momento. Sempre preocupados com suas crias.
Em vez disso, respondi:— Não, pai, não deveria.

De considerações finais, deixo meus parabéns à editora Novo Conceito por todo o bom trabalho na edição, mais precisamente em questão textual: há notas de tradução (!) e o texto é bem explicativo quanto a se fazer compreender a trama envolvida no futebol. Você pode muito bem pular essas partes sem muitas perdas, já que é uma cultura bem diferente da nossa, mas achei interessante que a editora teve esse cuidado para com os leitores.

Se você ainda não leu, recomendo que segure o livro na estante até aparecer o momento certo; mas se já fez a leitura de P&U, diga lá o que achou, se abandonou (ou teve muita vontade) e se agora repensa na história após os citados pontos da resenha ;)


Até a próxima!


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domingo, 12 de maio de 2013

Resenha: "Presentes da Vida" (Emily Giffin)

Por Paula: Logo que terminei de ler o primeiro livro da "série", O noivo da minha melhor amiga, fiquei ansiosa para ler o  livro título da resenha, confesso que primeiramente não fiquei contente ao saber que ele retrataria em primeira mão e como protagonista o destino de Darcy, a melhor amiga de Rachel, "traída" no primeiro volume. Porém, o que me fez justamente ter um foco maior e, ainda por cima devorar o livro foi Darcy. Adiante explicarei o por quê.

Darcy continua, no início, a mesma avoada e esnobe de sempre, a diferença é que seu atual endereço é em um pequeno quarto no apartamento de Ethan, mas o detalhe principal: em Londres. A nossa protagonista se muda para Londres na esperança de retomar o auge de sua vida, já que Dex e Rachel parecem ter se acertado como um casal, longe dela e de Marcus, que a deixou com um bebê para ser criado e sem nenhum sonho romântico, em outras palavras: casamento fora de cogitação. É nesse embalo de fim de vida que Darcy se propõe um recomeço e o mais engraçado é que nós acabamos recomeçando também, e dessa vez conhecemos a personagem em seu melhor e pior, pois a história, dessa vez, é narrada por ela, com todos os detalhes sórdidos e os que não são.
"Eu precisava lhe contar que eu planejava ficar mais de algumas semanas ou meses, ou que talvez me mudasse para lá. Mas eu teria de prepará-lo para a notícia. Assim, quando eu lhe contasse a verdade, nossa amizade já seria mais forte do que os laços que tinha com a Rachel. Além disso, eu teria mais tempo para procurar o meu Alistair."
Sabemos que recomeçar não é fácil para ninguém e no livro não é diferente. Darcy se vê morando de favor no apê de Ethan, sem trabalho, sem um pai para seu filho e, ainda sem a amizade que esperava receber de Ethan. E é nesse momento de dificuldade que a ex-patricinha começa a se cuidar e mudar de personalidade, chega o momento em que a nossa protagonista nos enche de orgulho e mostra que com toda a dificuldade e sem destino algum para conspirar a seu favor ela é capaz de reescrever sua história. Primeiramente, ela deixa as marcas famosas de roupas para se cuidar e ter uma gestação tranquila, aceita os humildes preparativos de Ethan para a chegada do bebê, assume a gordura adquirida pela gestação e se torna ainda mais linda. Um ponto cômico é quando Darcy começa a traçar metas para sua nova vida e planeja conhecer e se casar com um homem chamado Alistair, que além de milionário é o pai que ela sempre sonhou para seu filho.  E é quando ela se encontra que o mundo finalmente começa também a encontrá-la. Uma simples consulta médica traz para ela um novo amor, um homem que se preocupa com ela e para sua surpresa: seus filhos gêmeos. Sim. Darcy Rhone, será mãe solteira de gêmeos.
(...) Ah, eu sei que é uma menina - eu disse. - Eu nunca duvidei disso, mas estou louca para ter a confirmação e começar a comprar as roupinhas cor-de-rosa.

O Sr. Moore fez um som estranho e disse:
-Ahhh! Bem, agora, devo avisar que rosa não vai ser a cor mais adequada.
- Oquê? Não é uma menina?
- Não. Você não vai ter uma menina - disse ele, sorrindo orgulhoso, o que indicava que um menino era sempre o sexo mais esperado pelo homem.
-É um menino? Tem certeza?
-Sim. Eu tenho certeza. Você vai ter um menino... E outro menino.
A amizade com Ethan que cresce e se torna verdadeira começa a ser ameaçada pelo novo romance de Darcy, agora as noites com o melhor amigo são esporádicas, diferentes e sem a intimidade que estavam aos poucos conquistando, e o legal é que não só Darcy muda, mas Ethan também sente necessidade da presença da nova mamãe do ano, aos poucos esse sentimento nos conquista tanto quanto aos dois. Digo sem dúvida alguma que a amizade dos dois é a melhor passagem do livro, pois nos conquista, encanta e diverte ainda mais.
_Eu vou lavar as louças. Você fica aí e descança.
Eu concordei, me sentindo exausta e esgotada.
_Obrigada, Ethan.
_Eu que lhe agradeço, Darcy.
_Por quê? - perguntei.
Ele pensou por um segundo e disse:
_Por esse Natal inesquecível.
Eu sorri e esperei ele sair para chorar em silêncio no meu travesseiro.
Aos poucos, porém, a amizade vai se tornando algo muito maior do que sequer imaginaram, a inferência que farão ao ler essa frase, infelizmente será um spoiler e dos grandes, mas não teria como construir uma boa resenha sem esse detalhe rs. O fato é que a autora quando resolveu contar a história de Darcy, ao invés da continuação da vida de Dex e Rachel, acertou em cheio, pois vimos uma vida se "acabar" e recomeçar de maneira simples, difícil, porém encantadora. E o mais delicioso de tudo é ver uma linda família ser construída na base tradicional da vida, cheia de amor. Darcy merecia cada sofrimento que viveu, pois foi recompensada com a vida que sempre sonhou e, quem nunca sofreu para depois alcançar o que sempre sonhou? Sou obrigada a recitar (redigir), a velha e sábia frase de Renato Russo para finalizar essa maravilhosa obra: "Quem espera sempre alcança."



domingo, 18 de novembro de 2012

Resenha: "O noivo da minha melhor amiga" (Emily Giffin)

Por Paula: O livro O noivo da minha melhor amiga, escrito por Emily Giffin, trata primeiramente da amizade antiga entre  Rachel e Darcy, duas mulheres a beira dos trinta anos que apesar de serem amigas não compartilham nada em comum, exceto pelo fato de estarem apaixonadas pelo mesmo homem: Dex, o noivo de Darcy.

Logo no início da trama, Rachel e Dex acabam se envolvendo para desespero da protagonista, pois suas horas de paz e tranquilidade chegam ao fim, afinal, ela acaba de trair sua melhor amiga e o pior: não sente-se  arrependida. Nesse instante um misto de conflitos e sentimentos passam pela cabeça de Rachel e ela não sabe como  agir perante Darcy, pois desconfia de que entregará tudo o que houve, mas isso não acontece, Darcy acha-se boa o bastante para nunca ser traída.

Na verdade, Darcy se acha boa o bastante para ser melhor em tudo, e não que eu tome partido da maravilhosa protagonista que Rachel se torna, mas não desejaria uma amizade assim, pois Rachel não existe,  apenas acata todas as vontades e caprichos de sua amiga, deixando sequer de fazer algo em seu benefício ou algo de que tenha vontade. Darcy a consome de uma forma absurda com seus caprichos e manhas de uma criança.

Rachel, porém, começa a virar o jogo, quando percebe que existe uma vida além de Darcy, que ela, enfim pode querer, ser, estar e fazer o que bem entender e isso é uma das partes que mais gostei de ler, pois vemos uma mudança de submissão para liberdade, a doce e meiga Rachel começa a ter suas próprias vontades e por que não afrontar Darcy?

Dexter, o noivo e amante, respectivamente não se mostra muito atrás e as cenas dele e Rachel são fofas e gostosas de ler, pois nós, antes mesmo deles, nos damos conta de que eles estão apaixonados e que sem dúvida nenhuma: ele fica muito melhor ao lado da protagonista do que da mimada Darcy.


Vários personagens aparecem na trama, como Claire, a mimada amiga de Darcy que daria tudo por um posto de melhor amiga, como Rachel. Marcus, o amigo de Dex, que em determinado momento da trama se envolve com a nossa garota e o gentleman Ethan, que para mim é o must da trama (junto ao casal, óbvio!). Ethan, é a pessoa que não deixa Rachel esmorecer e que a faz, antes de mais nada, ver Darcy da forma como ela é de verdade. Ele a faz se sentir livre, e as cenas são um encanto, não há como não adorá-lo!

A história em si já foi narrada por mim, porém, apenas uma pincelada dos principais fatos, pois ler na íntegra todo esse romance comediante, intenso e bonitinho não tem preço. Não é aquela leitura que vá mudar sua vida, mas sem dúvida é prazerosa a ponto de marcar como um de seus romances preferidos. Me contem depois. Um beijo.

domingo, 11 de setembro de 2011

XV Bienal do Rio de Janeiro - Um Evento mais que Especial!

É, A BIENAL ACABOU HOJE, DIA 11 DE SETEMBRO DE 2011... Sei que estou devendo a vocês esse post especial sobre a XV Bienal do Rio de Janeiro. Mas vamos por partes...

Esse foi o primeiro evento em que participei como uma BLOGUEIRA e foi ainda mais ESPECIAL porque representava o DEAR BOOK!!!

Tenho que primeiramente agradecer a confiança e a fé que todos vocês depositaram em mim, espero não tê-los decepcionado, nem na coluna de séries e nem fazendo a cobertura desse evento magnífico!!

Estande da Galera Record com seus livros pendurados


Como sabem eu e a Bienal temos uma longa história juntos, pois desde criança eu prestigio essa feira literária, mas como esse ano fui convidada a ir em eventos, alguns exclusivos para blogueiros, devo dizer que foi como a magia da primeira vez, como se eu fosse uma criança participando de um grandioso evento... Tinha horas que meus olhos brilhavam, minhas mãos tremiam e felicidade transbordava!!!





Foi inesquecível e que ficará marcado por muito tempo. Confesso que logo no primeiro dia (02/09), qual eu participaria da entrevista coletiva exclusiva para blogueiros com a Alyson Nöel (saiba mais sobre ela aqui), eu me senti meio deslocada e até meio triste, mas super nervosa e ansiosa... Eu via os blogueiros chegando, todos já conhecidos, eles conversavam entre si, realmente me senti "A Estranha", mas assim que cheguei e me apresentei e vi como fui bem recebida, todos as preocupações se foram e deram lugar a uma alegria incalculável.

Vollzin, Jaque (Up! Brasil) e Eu

Para mim foi mais que apenas um evento literário, essa Bienal, foi diferente, me fez conhecer dezenas de pessoas incríveis, simpáticas e adoráveis... Já estou amando a todos... Parceiros do blog ou não!!

Também tenho que agradecer a atenção de todos os trabalhadores das mais diversas editoras, afinal vocês me aguentaram muito!!! hahaha Pedindo marcadores, bottons, livretos e até jogando conversa fora sobre os livros!!


Beijos mega especiais para as atendentes do estande da Novo Conceito, da Editora Intrinseca (que arranjei muitos bottons que eram apenas para quem comprava os livros) da Editora Rocco (que aguentou minha conversa sobre a Anne Rice) as fofas Fabi e Edilza lá da Editora Underworld, as meninas da Galera Record (beijos especiais para a Vivi Maurey e para a Renata) para as meninas supersimpáticas da V&R e para todos que nos atenderam superbem!!


Evento na Novo Conceito
Tenho que falar especialmente aqui da PARCEIRA Editora NOVO CONCEITO... Virou o ponto de encontro de todos os blogueiros ao fazer uma MEGA promoção no Twitter... Eles divulgavam uma senha no twitter e no dia seguinte se você comparecesse no estande nos horários indicados e dissesse a senha ganhava um livro!!!

Foi um verdadeiro sucesso, o estande enchia a cada hora, todos os blogueiros corriam para lá assim que chegava a hora!! Só eu ganhei uns 9 livros da Editora!! Foram 3 dias de loucura...




Bem já me alonguei muito, e todos estão super ansiosos para saber o que aconteceu, o que vi, quem conheci, com quem eu peguei autógrafo,etc. Tudo bem, mas antes confesso que NÃO pude ir a todos os dias e nem consegui todos os eventos!!!

DIA 02/09

Para esse dia estava marcado a coletiva exclusiva com os blogs parceiros da Editora Intrinseca com a escritora norte americana Alyson Nöel... Não foi divulgado anteriormente pois a editora pediu segredo, mas no dia todos já sabiam pelo twitter.O Evento foi fechado e ocorreu no próprio estande da Editora. Como disse antes eu estava super nervosa, pois encontraria uma escritora internacional e best-seller e ainda teria a chance de autografar quanto livros pudesse!! @_@





Surtei, óbvio!!! Alguém já leu os livros dela??? Confesso que só li Radiante (veja a minha resenha) o spin-off da série de sucesso Os Imortais, mas já garanti os outros livros (autografados ;D)...

A coletiva começou uma 16 horas com uma conversa bem descontraída, a simpática Alyson ria muito, sempre sorrindo, um verdadeiro doce de pessoa. Na entrevista, ela comentou um pouco da história de seus livros, de onde vinha a inspiração e um pouco do sofrimento por qual passou que ela expôs em seus livros, falou sobre o projeto cinematográfico de Os Imortais e sobre os futuro livros.





Disse estar amando o Brasil, e está encantada pelo Rio de Janeiro (quem não fica??). O ponto alto da entrevista foi quando uma blogueira perguntou 'Se ela viesse a tomar o Elixir da imortalidade qual seria a primeira coisa ela materializaria?', e a Alyson caiu na gargalhada!!! Os blogueiros se entreolharam e disseram :: Aí vem merda!! Mas não, ela começou com uma historinha dos animaizinhos que ela teve quando criança e que desejaria vê-los novamente, e que depois disso ela materializaria o ERIC de TRUE BLOOD... Gargalhadas explodiram pela bienal inteira!!!

Esse foi o clima da entrevista, bem humorado e muito adorável, pois a influencia positiva e a alegria da Alyson foram contagiantes. Foi super atenciosa com todos... UM AMOR DE PESSOA!!


Logo depois da sessão de autógrafos para os blogueiros, eu parti para outro evento com a Jaque do Up Brasil, a Pri do Bookaholic, a Thaty do Eu Sou Assim e o Alexandre do Bookaholic Boy!! Fomos assistir a palestra da Mary del Priore, historiadora e escritora brasileira, com a maravilhosa Deborah Harkness, historiadora da ciência e escritora norte americana.

O tema foi Magia e verdade do imaginário : por que nos atraem vampiros e bruxas!! Pipow com um tema tão atual e interessante foi impossível perder essa, tive que conferir, ainda mais sendo uma fã da Deborah... Li A Descoberta das Bruxas em um dia e meio, e olha que são 640 páginas e com letras miudinhas (confira a minha resenha)...

Voltando a palestra, foi muito interessante ver o por quê de esses seres exercerem tanto poder nos leitores, de onde surgiram os primeiros mitos. Adorei saber sobre a concepção do livro da Deborah, descobrir o porque escolher ambos personagens (vampiros e bruxas) e como relacionar toda a trama com sua área de pesquisa!!



Logo depois da palestra e encontrar a equipe super simpática do Sobre Livros (beijos para a Laila, para o Rafael e para o Tiago) partimos para a sessão de autógrafos da Deborah Harkness lá no estande da Editora Rocco, me surpreendi em como estava vazia a Bienal e o estande.. Agradeci muito porque assim tivemos um tempinho a mais com a Deborah... Uma fofa, simpática e que me encantou!!




DIA 03/09

Para esse dia estava marcado a Conexão Jovem com a Alyson Nöel e a sessão de autógrafos, confesso que não fui em nenhuma pois eu passei a tarde inteira do dia anterior na presença dela =D .. Mas além de minhas comprinhas básicas (que no total de 6 dias de evento chegaram a 64 livros) fiz uma limpa nos marcadores, livretos e bottons das editoras!!

E podem brigar comigo e muito, porque eu não cheguei cedo o bastante para ver a Audrey (escritora de A Mulher do Viajante do Tempo).. Me matem, eu ainda não me recuperei!!!

Nesse dia eu fiquei 80 % do tempo plantada lá no estande da Novo Conceito, para garantir meu livro da promoção do twitter e ficar para o autógrafo da Emily Giffin, escritora norte americana, super fofa que escreveu os romances Ame o que é seu (eu ganhei esse nesse dia da editora), Questões do Coração (que eu só comprei no dia 10/09), Something Blue e O Noivo da minha melhor amiga (confira a minha resenha).

Garanti meus livrinhos, perturbei as atendentes do estande, fiquei em filas conversando e finalmente cheguei na Emily Giffin!!!


Foi engraçado o momento... Eu super nervosa pois amo o livro dela e ela super linda e fofa sorrindo muito... Quando chego perto dela ela diz :: 'OH! YOUR SKIN IS SO PERFECT!!'


GENTE eu paralisei!! COMOASSIM?? A linda falando isso para mim?? Fiquei completamente sem ação, parecia até aquele desenho em que o queixo bate no chão!! SÉRIO!!





Depois de recuperada e os livrinho autografados consegui respirar!! Gente ela é muito simpática, muito doce, muito fofa, muito tudo!!!



DIA 04/09

O dia mais cheio e tenso da bienal!!! Sério!! Tentei chegar bem cedo, mas só consegui chegar umas 10:20.. Tentei correr para a distribuição de senhas da Editora iD para a sessão de autógrafos da Hilary Duff :: IMPOSSÍVEL!!! Só foram 300 senhas, na fila tinham umas 2000 pessoas!! NÃO ESTOU BRINCANDO,a fila ia do estande da Editora iD no pavilhão azul, atravessava a ponte e chegava até a metade do pavilhão laranja!!! FOI UM INFERNO TOTAL!!!

E assim que as senhas acabaram foram todos correndo desesperados para o auditório para conseguirem senhas para a Conexão Jovem..

Nesse dia EU ME DEPRIMI... Não consegui senha alguma!! O jeito foi marcar meu lugar lá na Novo Conceito que a essa altura era nosso ponto de encontro oficial!! E como ficava no pavilhão verde conseguíamos fugir do FURACÃO HILARY lá no azul!!

De tão deprimida que fiquei por causa desse dia eu só assisti a uma palestra (que só foi interessante por causa do escritor angolano Ondjaki), passei minha tarde na Novo Conceito, fiz muitas comprinhas (só nesse dia foram 19 livros e o que me salvou foi meu carrinho de feira hahaha o de tecido tá!!) e peguei mais brindes para meus lindos do Diário de uma Leitora Compulsiva.

DIA 05/09

Foi um dia razoavelmente MORTO!! A Bienal tava vazia (com exceção das inúmeras excursões de escolas) e com pouquíssimas atrações!! A Novo Conceito deu mais um livro nesse dia, o que me alegrou pois estava falida!! Peguei brindes e tentei assistir a palestra da Thalita Rebouças (saiba mais sobre ela aqui) com a Tania Zagury (só não fiquei para ver pois eu sou TRAUMATIZADA COM ESSA PEDAGOGA, eu fiquei reprovada em Didática por causa dela)... Enfim para mim foi o dia mais fraco e sem graça de toda a Bienal!!

DIA 07/09

O DIA MAIS ESPERADO DO ANO!!! ANNE RICE NA BIENAL DO LIVRO!!! Saí super cedo de casa e torcendo para conseguir a senha para os autógrafos!! Foi uma confusão da Editora Rocco (pontos negativos), pois eles tinham divulgado no twitter que o horário para a distribuição seria apenas às 15 horas e seriam entregues 150 (pouquíssimas) e apenas 1 livro seria autografado (ABSURDO E EU COM MEUS 18??).
Estande da Editora Rocco

Fiquei triste com tantas determinações da Editora!! Por isso arrastei meu amigo comigo, eu levei meu Servo dos Ossos e comprei lá o único exemplar das Crônicas Vampirescas que faltava para eu completar a série :: A Fazenda Blackwood (e com capa nova, lindíssimaaa...)

Assim que entrei na Bienal, corri para a Rocco e fiquei na fila já formada!! Como é possível senhores blogueiros que chegam mais cedo fazerem um grupão para garantir o lugar de todos?? Menos o meu é claro!! (inveja básica)

A sorte é que não foi necessário ficar das 10 às 15 para pegar minha senha, pois como tinham muitas pessoas a Rocco além de aumentar o número de senhas (de 150 para 180) liberou mais cedo as mesmas, isso às 11 horas!!

Foto tirada pelas Envenenadas pela Maçã
Acha que é só isso?? Parti para as compras básicas, e depois me mandei para o evento Nicholas para Recordar lá na Novo Conceito (to dizendo essa editora roubou a cena nessa Bienal) que foi conduzido pelas blogueiras fofas e super fãs do Nicholas Sparks, Thaty do Eu Sou Assim e a linda da Juh do Livros & Bolinhos... E como sempre, eu e minha sorte danada, acabei sendo sorteada para responder a uma pergunta, mas a IDIOTA AQUI ainda não leu Diário de uma Paixão e por isso nem sabia a resposta, mas graças ao Alexandre do Bookaholic Boy eu garanti meu kit fofo do evento (uma camisa oficial do evento, um colar de Last Song, dois bottons e uma caixa de lenços).



Como tive tantos eventos ao mesmo tempo acabei perdendo o encontro dos blogueiros do Skoob lá no estande da Intrínseca, motivo EU ESTAVA NA FILA DA ANNE RICE PEGANDO MINHA SENHA!!!

Eu com a fofa Luiza Salazar (02/09)




Depois do evento eu corri para o evento da Editora Underworld que nos chamou a atenção, pois podemos conferir as capas belíssimas dos livros ao vivo e a cores!! E também ganhar marcadores lindíssimos, ter sempre o livro autografado ou pelas Gêmeas, ou pela Luiza Salazar, ou pelo Nanuka Andrade... Mas na tarde desse dia o que paralisou o corredor do pavilhão laranja foi a presença da bem humorada e maravilhosa Rachel Caine, autora da série Os Vampiros de Morganville!! Uma fofa, super engraçada, fazendo desenhos bem descontraidos nos nossos livros...







A fila estava quilométrica, sério, mas vi as meninas do As Envenenadas pela Maçã e furei fila (me orgulho disso, tá), foram umas simpáticas e como ninguém reclamou eu não fiquei com a consciência pesada!!! Afinal estava com pressa e não podia perder a Rachel!!! (Fotos com ela ainda não foram divulgadas pela Editora Underworld)

Euzinha sentada na fila para ver Anne Rice


E depois de tanta correria eu voltei para a editora Rocco e garanti meu lugarzinho na fila... Pipow eu AMO A ANNE RICE.. Fiquei umas 2 horas, até mais na fila para o autógrafo!!! Eu precisava ver essa DIVA (pra mim ela é)...






Ficava ansiosa, comecei a cantar Soft Kitty (The Big Bang Theory) só pra irritar meu amigo!! O que rendeu umas boas gargalhadas... Comecei a conversar com o atendente da Rocco sobre a Anne Rice (que por sinal era bem bonitinho) enfim matava meu tempo de todos os modos possíveis, pois se eu ficava parada começava a suar, a tremer e dava uma vontade de chorar!! SÉRIO PIPOW, ANSIEDADE MATA!!!

E depois de aturar a fila e ouvir gritinhos semi histéricos eu finalmente vi minha ESCRITORA FAVORITA!!! GENTE eu quase morri!!! EU FALEI COM ELA!!! EU ABRACEI A ANNE RICE!!!


Sai dando chilique.. tremendo igual uma vara verde!!! Até os meninos do Sobre Livros viram e me zoaram um pouquinho!!! Vocês tem ideia do que é chegar perto da ANNE RICE??? Até meu amigo que nunca leu um livro dela saiu nervoso e tremendo!!! E eu que só tenho uns 18 livros, e li todos!!! Imaginem meu surto psicótico!!!

DIA 10/09

Meu último dia de Bienal e por isso um dos mais corridos também (tá dia 07 foi mais)... Cheguei bem cedo.. Tipo BEM CEDO MESMO!! E a fila lá na frente estava quilométrica!!! Ainda bem que meus ingressos já estavam garantidos (ganhei do Submarino numa promo do twitter) e entrei bem rapidinho!! E ferrei ainda mais meu joelho (tenho um big problem nos joelhos) numa corrida insana em direção ao estande da Galera Record para poder garantir umas das 500 senhas para a sessão de autógrafos da Lauren Kate (saiba mais sobre ela aqui)!!

E EU CONSEGUIIIII UHUUUU!!! Vocês tem ideia da quantidade de pessoas estava na fila para autógrafos?? Tava muito cheio!!! Só fui para a fila quando estava no finalzinho!! Eu, minha amiga, o Alexandre do Bookaholic Boy e a Maya Moura fomos os últimos a estarem com a escritora!!

FOTO COM A LAUREN KATE NA BIENAL NO SEGUINTE LINK!!

E quem ia para o autógrafo ganhava uma caneca lindíssima de Fallen (que eu já tinha, pois ganhei a caneca + paixão na promo da editora no twitter)!!!

Enquanto eu não ia mofar na fila da Lauren Kate eu participei de uma super evento lá no estande da Intrinseca, O Curso de Mitologia Grego-Romana para Semideuses... Eu estava super ansiosa por esse evento PORQUE EU QUERIA AQUELA CAMISA ROXA DO ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE!! (linda demais)





O evento lotou, muitas crianças super ansiosas e querendo participar, teve uma menina que até comprou uma senha do evento por R$50, 00 (muito amor por Percy Jackson)!!! Como o evento lotou demais e atrapalhou os corredores, a Bienal pediu que se encerrasse mais cedo, por isso muito do que foi planejado não pôde ser efetuado!! Mas todos saíram com um kit fofíssimo :: uma camisa roxa, a caneta do Percy e um Botton de O Ladrão de Raios Graphic Novel!!!




O que mais amei, além da camisa, foi o Sátiro vestido de romano!!! Tadinho, ele tava super nervoso e desconfortável no início!!!

Pena que essa minha andança toda me fez perder o Encontro de Blogueiros da Universo Dos livros, onde teve também o evento da Irmandade da Adaga Negra com direito a brindes e livros!!! E onde, eu surtada com a baixa dos preços paguei maior mico tentando pegar meus 4 exemplares na frente de todos os participantes do evento!! (podem rir, eu sou uma LESADA)

E ASSIM ENCERROU MAIS UMA EDIÇÃO DA BIENAL DO LIVRO NO RIO DE JANEIRO!!

UM EVENTO INESQUECÍVEL!! Esse mais que ESPECIAL!! E já contando os dias para a 16º Bienal em 2013!!! NOS VEMOS LÁ!!! ;D

E Não esqueçam que em Agosto de 2012 temos a 22ª Bienal do Livro de São Paulo!!!

Gostaram do Post?? Foram a Bienal??? O que acharam da edição desse ano???

Não esqueçam de comentar, e fiquem ligados pois na sexta já volto com as séries maravilhosas que todos amam!!

Quer conferir meus autógrafos?? Quer ver meus brindes?? Quer saber quais livros eu ganhei, os marcadores que consegui?? Fiquem ligados lá no meu blog!!!

Muitos beijos!! *-*
 
Ana Liberato