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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Resenha: "Série The Royals: Princesa de Papel - vol.1" (Erin Watt)

Tradução de Regiane Winarski

Por Clarissa: Olá pessoal, quanto tempo! Ah gente esse tempo corrido, senti tanta falta. Mas vamos la com a indicação de hoje Série “The Royals - Princesa de Papel (livro 1) de Erin Watt”. Há quem diga e olhe a capa falando que é livro de menininha, mas não, cara! É um livro maravilhoso e te surpreende.

Ella Harper é uma adolescente que nunca viveu, ao contrário sobreviveu durante sua vida até agora, com uma mãe problemática e que mudava de cidade a cada três meses e  um pai que nunca conheceu e nessa bola de neve toda muitos problemas.

Até que sua mãe falece e Ella está sozinha, assim tendo que continuar com sua vida sendo striper, para poder pagar as contas e chegar a faculdade. É quando um anjo da guarda chamado Callum Royal, aparece dizendo ser melhor amigo de seu pai querendo adota-la como sua filha, prometendo tirá-la da pobreza e de todos os seus problemas aparecer um desses na minha vida ninguém quer lhe oferecendo uma boa mesada, bons estudos, uma promessa de herança e uma nova vida na mansão dos Royals (e coloca uma baita mansão) aonde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Nesta história não há reinos e coroas, é tudo bastante moderno e real.
“Alguns adolescentes sonham em viajar pelo mundo, ter carros velozes, casas grandes. Eu? Eu quero ter meu apartamento, uma geladeira cheia de comida e um emprego estável que pague bem, de preferencia tão empolgante quanto esperar cola secar.”
Ao chegar em seu novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – Reed, Easton, Sawyer, Sebastian e Gideon – e que todos a odeiam com todas as forças por entrar na vidas deles agora e se tornar a menina dos olhos de Callum como a filha adorada. E assim ela acaba sofrendo bullying, por ter sido pobre, que está ali só para tirar proveito do novo “pai”. 

Os irmãos tem o pequeno defeito de ser o maior, o macho alfa, especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Entrar na família Royal não veio com um aviso de problemas, segredos e desafios, os irmãos não à querem ali e ela também não pertence ao mundo dos Royal. E assim querem levar Ella de volta ao fundo do poço de onde ela veio, mas para quem sofreu e lutou a vida toda lutar contra cinco garotos não vai ser problema... Né?!
“Auden escreveu que, quando o garoto cai do céu depois de calamidade atrás de calamidade, ele ainda tem futuro em algum lugar, e nãos faz sentido ficar preso na perda. Mas será que ele sofreu isto? Teria escrito aquilo se tivesse vivido a minha vida?”
Ainda que a série siga o tema mocinha se apaixona pelo bad boy, a história é super interessante, aborda assuntos como o bullying das classes sociais, o poder da riqueza sobre outras pessoas, muitas vezes as mulheres ser submissas a esses homens. E tudo é tão desenvolvido que acaba quebrando o tabu desses conceitos e muito interessante de se ler.

Gente, sério, quando eu vi este livro sendo lançado e o povo falando sobre, esperava uma história de princesas, reinos e coroas, mas é totalmente diferente, tem mais um toque de realidade do que a ficção, faz o leitor fazer parte da família e também não ser, é um conflito de emoção que carrega você para a história. Não tenho o que reclamar dessa história em questão da estrutura da história, de como os autores abordaram todos os assuntos delicados e de como a escrita é clara e só quero a continuação agora! Meu Deus, eu preciso saber o que vai acontecer, tenho tantas teorias na cabeça que estou louca (rs). O que o Reed vai fazer a respeito de Ella? Por que ele teve essa atitude? O que Callum vai fazer agora? É muita coisa acontecendo!!

A história é bem escrita, os personagens bem feitos, cada um com a sua personalidade forte e com um toque de comédia, o que torna a leitura mais leve porem cheia de mistérios. Em cada pagina você sente todas as emoções; é quente, assustador; divertido e um pouco de vingança, você ficará com raiva, querer matar até alguns, roerão as unhas de tanto nervoso, fora algumas partes mais calientes... É uma história única. Erin Watt (pseudônimo dos autores Elle Kennedy e Jen Frederick) escreveu uma série que a cada página aparecem vários segredos que só ao desenrolar da série que serão respondidos e assim prende você a querer saber mais e mais. 

Você vai ler e não vai conseguir tirar a história da cabeça, vai querer ler tudo de novo, voltar páginas para absorver melhor aquilo e depois de terminar vai entrar em desespero querendo mais e que final maravilhoso de louco foi esse?! Quero saber mais desta história, saber o que vai acontecer com os irmãos e com Ella, porque vamos sofrer junto com ela.

Super recomendo esta leitura, é maravilhosa. 

Espero que tenham gostado e comentem, compartilhe deixem suas ideias!

Até a próxima pessoal!

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Resenha: “Paixão Índia” (Javier Moro)

Tradução de: Sandra Martha Dolinsky

*Por Mary*: Arebaba! Nem sei por onde começar essa resenha!

Quando vi esse livro no catálogo da Editora Planeta, me apaixonei por todo o conjunto externo da obra e me interessei de imediato pela sinopse interessantíssima, mas quando comecei a leitura... foi amor eterno, amor verdadeiro. 
A roda do karma gira para todos
Estamos falando aqui de um livro lindíssimo por fora e raríssimo por dentro. Aliás, a Editora Planeta arrasou outra vez com sua edição cuidadosa, capa absolutamente contundente, tradução primorosa e pela escolha de publicar uma história tão arrebatadora.

Em Paixão Índia, Javier Moro conta uma história real ocorrida na primeira metade do Séc. XX, da bailarina espanhola, Anita Delgado, que se casou com um marajá indiano e se tornou a princesa de Kapurthala. O que começou como um verdadeiro conto de fadas – ou das mil e uma noites, como quiser – acabou se tornando o centro de escândalos em uma sociedade pautada no status social.

Parece história de filme: uma jovem bailarina conhece um príncipe indiano, passando a ser cortejada por ele. Este a enche de presentes caros, joias, estudos e a transforma em uma verdadeira princesa. Ao se casar com o marajá indiano, descobre que ela é sua quinta esposa – a poligamia era comum na Índia, até então. Anita exerce, no entanto, o papel de primeira esposa e tem uma vida conjugal ao modelo ocidental.

A vida no palácio, contudo, se mostra mais complicada do que parece. O choque entre ocidente e oriente é inevitável e nunca é fácil. Anita não é aceita pelas outras esposas do marajá, que fazem de tudo para boicotá-la, e nem pela aristocracia britânica, que exercia o comando máximo do país, à época. A despeito disso, com seu carisma, sua inteligência e personalidade, gerou a curiosidade dos que a criticavam e conquistou inúmeros aliados.

A pobre bailarina andaluza se tornou uma princesa indiana acostumada ao luxo, perita em elaborar grandes eventos sociais e com muitos amigos importantes em seu círculo. Ainda assim, a distância de sua família e a solidão do palácio acabam por deixá-la vulnerável. Anita permanece no lugar que considera seu por direito, até que o surgimento de um grande amor desencadeia um verdadeiro escândalo na Índia Imperial. 
Então ele também viveu seu próprio calvário de amor, descobre Anita. Ele também teve que lutar contra essa atração fatal para depois se deixar arrastar de novo, sempre um pouco mais longe, até a traição final. Ele também deve ter se encontrado em meio a um vulcão que o acabou devorando! O amor que sentem é como um veneno que foi se espalhando. A partir dessa noite, Anita sabe que não há como voltar atrás e que o destino, que a persegue com rigor, continuará empurrando-a por um caminho do qual não poderá se afastar nunca mais. Não procurou por isso? Não quis assim? Não desejou isso mais que tudo no mundo? Agora o passo está dado, e é irreversível. O amor triunfa à custa da fraqueza humana. Anita pressente que é só questão de tempo até que tudo estoure como um gigantesco fogo de artifício. Ou como uma bomba.
Tenho uma queda forte por romances históricos, vocês já devem ter percebido. De certa forma, isso torna os personagens mais palpáveis para o leitor; saber que você pode jogar aquele nome em um site de buscas e encontrar várias outras informações sobre ele.

Mas eu diria que Javier Moro conseguiu atingir um novo patamar. A sua linguagem clara, envolvente, com uma trama apaixonante e a ambientação exótica... não tem como não se apegar ao livro. O nível de aprofundamento das pesquisas que o autor fez, associado às entrevistas e o conhecimento adquirido in loco por suas viagens às cidades em que aconteceram os fatos dão um sabor totalmente irresistível à obra.

Sem dúvida, uma das características que me deixou mais encantada por Javier Moro, foi a sua habilidade de abrir um mundo completamente novo para o leitor. A sua narrativa é tão aberta, que nos faz sentir como se estivéssemos dentro do livro, vivenciando tudo aquilo com Anita Delgado. Tal qual a forte tradição historicista da cultura indiana, Javier Moro narra Paixão Índia como os feitos heroicos e aventuras amorosas que o patriarca indiano conta a seus descentes sobre os ancestrais da família. Só que com uma pitadinha de Mil e Uma Noites.

Outro detalhe que aproxima o leitor da trama, sobremaneira, são as fotos trazidas entre as páginas do livro. Nelas conhecemos o marajá, Anita, Ajit, os outros filhos do marajá e suas outras esposas. São registros de momentos importante nas vidas dos nossos protagonistas e que tornam a história mais próxima, mais possível, mais factível.

Paixão Índia não é exatamente um conto de fadas oriental, mas uma trama real, com amores arrebatadores, traições e anseio de liberdade, que aborda a atração irresistível entre ocidente e oriente; que, ao mesmo tempo, parecem impossíveis de se conciliarem. 
Não deixava de ser um paradoxo o fato de o monumento considerado, no mundo inteiro, como símbolo supremo do amor entre um homem e uma mulher ter sido concebido e executado por um homem cuja religião autorizava compartilhar o amor com várias mulheres. Mas, como Anita já sabia, o amor não conhece fronteiras, nem tabus, nem raças, nem religiões.
Então se você quer viajar para uma pequena cidade indiana cosmopolita, conhecer belos palácios indianos, viver o amor impossível de Anita Delgado e se envolver com uma trama que te atrai de todas as maneiras para suas páginas, não deixem de ler Paixão Índia!
Aliviada, a espanhola volta a olhar e então o vê, atrás da porta, olhando-a com seu eterno sorriso. O rajá estivera espiando suas reações e riu muito com a apoteótica chegada da espanhola.
- Altesse!
Anita tem vontade de jogar-se em seus braços, mas se contém. Não ouvira Mme. Dijon dizer cem vezes que a educação consiste em dominar os sentimentos e controlar as paixões – e, apoveitando, fazer o menor barulho possível? Ele parece encontrar-se na mesma situação, porque não afasta o olhar de sua amada. Devora-a com os olhos e, se pudesse, a abraçaria. Mas a Índia tornou-se puritana, e não é de bom tom mostrar os sentimentos em público.

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domingo, 29 de abril de 2012

Novidades da Semana #34


Hey, pessoas do meu coração! Como vão vocês? Tão atarefados quanto eu? Tão ferrados na escola quanto eu??????? Espero que NÃO!!!!!!!!!!!!!!!E os livros? Compraram novos? Algum para mim? ;) Então, vamos lá, né...

Deslembrança - Kat Patrick
A editora Intrínseca traz para nós este lançamento, que, por favor, tem uma capa INCRÍVEL! Linda mesmo! Dá vontade de chorar... Agora temos de saber se o conteúdo é tão marcante quanto a capa, não é? Vamos lá!
Sinopse:
Toda noite, quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro e dorme, cada mínimo detalhe do dia que viveu desaparece de sua memória. Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre... Para continuar a ler essa sinopse, clique aqui.

A EscolhaA Escolha - Nicholas Sparks
 Quem é louco pelos livros do queridinho das mulheres, Nicholas Sparks, tem realmente que comemorar, porque a onda de livros dele que estão saindo é surpreendente! (e animadora, COM CERTEZA). A novidade é A Escolha, o novo (e provavelmente lindo e tão envolvente quanto os outros) livro de Nicholas Sparks que já chega arrasando com a capa super fofa. Quem quer ver um pouco mais sobre ele levanta a mão!
Sinopse:
Travis Parker possui tudo o que um homem poderia ter: a profissão que desejava, amigos leais, e uma linda casa beira-mar na pequena cidade de Beaufort, Carolina do Norte. Com uma vida boa, seus relacionamentos amorosos são apenas passageiros e para ele, isso é o suficiente. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na porta. Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva atraente parece ter raiva dele. Ainda sim, Travis não consegue... Leia o restante da sinopse aqui!

A Filha da Minha Mãe e EuA Filha da Minha Mãe e Eu - Maria Fernanda Guerreiro
E falando em livros fofos, esse é mais um na minha lista dos Livros Com Potencial Para Fofos (eu faço um milhão de listas, acho que vocês perceberam...). Além da capa que é um dengo e mostra que o conteúdo deve seguir (ou pretende seguir) mais ou menos a mesma linha, a sinopse também faz um grande trabalho ao apontar isso. Vamos lá?
Sinopse:
Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana. A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se... Leia mais da sinopse aqui!


Garotas de VidroGarotas de Vidro - Laurie Halse Anderson
A Novo Conceito nos traz uma novidade hipnotizante: Garotas de Vidro. Preciso comentar essa capa incrivelmente TOP? Acho que não, né?! Enfim. Parece que é um livro incrivelmente misterioso (não só pela capa, mas a descrição do livro também aponta isso), e eu que nem gosto não posso comprar porque sou pobre e não tenho tempo nem para respirar, quanto mais o resto. Olhem só...
Sinopse:“Lia e Cassie são amigas há anos, ambas congeladas em seus corpos. No entanto, em uma manhã, Lia acorda com a notícia de que Cassie está morta, e as circunstâncias de sua morte ainda são um mistério. Não bastasse isso, Cassie tentara falar com Lia momentos antes, para pedir...  Se quiser ler o resto, clique aqui.


PrivatePrivate - James Patterson
Romance policial, precisa mais? Sabe aquelas histórias com detetives, organizações secretas de espiões, serial-killers e essas coisas que nem chamam atenção? Então... esse lançamento da editora Arqueiro tem tudo isso! Quem é fã dessa coisas entende bem meus sentimentos nesse momento (porque, tipo, toda essa fascinação começou com 3 Espiãs D+ e nunca mais acabou >.<). Preciso de um emprego.
Sinopse:
 Desde que o ex-fuzileiro naval Jack Morgan fundou a “Private”, ela se tornou a firma de investigação mais eficiente do mundo – requisitada pelos famosos e poderosos para lidar discretamente com seus problemas mais íntimos. Os investigadores da “Private” são os mais inteligentes, mais rápidos, e munidos com os equipamentos mais avançados tecnologicamente no mundo – e sempre descobrem a verdade. Quando seu antigo amor é encontrada morta na cama de Jack Morgan, ele na mesma hora se torna o suspeito número 1. Enquanto está sendo... Leia mais bem aqui.

A Morte da LuzA Morte da Luz - George R. R. Martin
Os fãs de carteirinha do autor "pouco famoso" de As Crônicas do Gelo e do Fogo podem comemorar, porque vem chegando uma nova obsessão para vocês. Esse livro, ao que parece, foi o primeiro escrito por Martin, e eu aposto que ele já deve mostar o grande potendial do autor. Vamos dar uma olhadinha?
Sinopse:
Primeiro livro escrito por George R. R. Martin, autor da renomada série As Crônicas de Gelo e Fogo, foi premiado com os principais prêmios do mundo de fantasia e ficção científica. Desde essa primeira história o autor já mostra o que o tornaria mundialmente famoso, seus personagens que não são nem vilões, nem heróis, mas sim seres complexos como todos nós. Um planeta está prestes a morrer, seu caminho se afasta das estrelas que trazem vida àquele lugar. Suas 14 cidades, construídas rapidamente quando... Leia o restante aqui.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Resenha: "Série The Royals: Príncipe Partido - Vol. 2" (Erin Watt)

Tradução de Regiane Winarski

Por Clarissa: Olá gente bonita, bom primeiramente um ótimo 2019 para todos nós, que rendam muitas leituras, saúde e paz. Bom faz um tempinho que não apareço aqui, a vida está uma correria e atolada de deveres, mas cá estou trazendo esta série apaixonante "The Royals - Príncipe Partido (livro 2)" De Erin Watt. Como sempre falo, nunca julgue um livro pela capa, pode parecer que só fala sobre princesas e arco-íris, mas não, é um livro com conteúdo adulto, partes quentes e muita emoção. 

Antes de conferir esta resenha dê uma olhadinha na resenha do primeiro livro Princesa de Papel - Livro 1. Deu uma olhadinha? Então vamos seguir adiante!

Tudo começou com Ella Harper, uma jovem órfã que sobreviveu aos acasos da vida e até que um dia aparece um melhor amigo de seu pai - super rico - querendo adota-lá e que prometera a seu melhor amigo que cuidaria de Ella, oferecendo tudo de bom e de melhor, tirando-a dessa vida miserável. Ella como sempre com um pé atrás aceitou a ajuda e foi para a casa - mansão - dele, que era puro caos e nenhum afeto, até que ela mudou este conceito e o caos diminuiu. Conhecendo seus filhos e se apaixonando por Reed e assim criando uma história de romance com diversos desafios e calmarias. Mas como a família é bem problemática o final não terminaria com o famoso Felizes para Sempre. E é bem na parte mais impactante que o primeiro livro termina e mal poderia esperar pelo segundo.

No segundo livro a história é mais voltada aos pensamentos, atitudes e a vida de Reed. Nesta trama toda, Reed vai ter que lidar com mentiras de pessoas que moram junto com ele, perda das pessoas que mais ama, saudade da pessoa que mantinha sua mente sã, raiva de tudo e de todos, e a grande busca do amor de sua vida que mantinha uma esperança que era uma boa pessoa e que fazia o certo.

Reed comete um deslize e Ella se afasta por completo, trazendo caos a família Royal. Reed vê seu mundo desmoronar, e toda esperança de viver um romance com ela desaparece.

"Ela não pode voltar logo para casa e gritar comigo? Preciso que ela me diga que sou um babaca que não merece o tempo dela. Preciso dela na minha frente, cuspindo fogo. Preciso que ela grite comigo, me chute, me bata.
Eu preciso dela, porra."
A garota dos sonhos de Reed não quer mais saber dele, porque tem certeza de que, se ficarem juntos, isso vai destruí-los. Ella pode estar certa. Ao mesmo tempo que um salva o outro, juntos são como uma granada prestes a explodir. Mas no amor tudo vence e, as vezes, suporta. Com o seu ponto de paz sumida de casa, Reed procura um escape para sua raive e dor, assim cria confusão, arruma brigas, há caos na escola, em casa, e em toda sua vida. E tudo o que ele quer é um perdão de uma pessoa especial e ele vai atras disso.
"Você sabe que eu faria qualquer coisa por você... Qualquer coisa pra proteger você."
Enquanto Ella foge de toda essa dor e caos, ela perde tudo o que tinha conquistado de bom nos últimos tempos, o que jamais tina sonhado. Ela preferiria sua vida miserável de volta do que sentir esta dor. Recomeçar do zero longe disso tudo, mas com uma pontinha de querer voltar e resolver.

O que me atrai nesta série é que se passa no mundo atual, mesmo tendo "reinado" é voltada ao poder, quem tem mais dinheiro é o que manda nos outros, o jogo do poder. Muitas vezes submisso a esse poder e não tem uma vida plena, na história as personagens vivem mentiras, trapaças e acordos para não acabar com o nome e dinheiro. E estas situações vemos no mundo real, manipulação nas autoridades maiores, pessoas cegas pelo dinheiro, perda de respeito pelas minorias, bullying, e é retratado com comoção que o leitor sente raiva e quer exterminar essa personagem da história, e isso que é o tcham de uma história, levar o leitor para dentro da trama.

Resumindo, tudo que eu tenho a dizer sobre esse livro é MANO DO CÉU!, que finalzão - até arrepiei agora - gente do céu, vocês irão ficar de queixo caído e querer voltar pelo menos todos os capítulos e começar tudo de novo rsrsrs. O começo do segundo livro mostra as consequências do final do primeiro, o que torna empolgante, esclarecedor e meio triste. Mais para o meio do livro fica meio parado e some um pouco a empolgação, mas mais para o final o êxtase volta e começa a sentir uma tensão, de querer saber o que acontecerá. E como eu disse chega o final com o ápice de surpresa, quando você acha que tava tudo de boa, chega uma nova surpresa e uma melhor que a outra. E como era de se esperar o livro CONTINUA...

É desesperador não ter o livro seguinte em mãos e mais perguntas aparecem em sua cabeça, cria milhões de teorias para o final, mas tudo o que queria é ter o outro livro. É bem parecido com história mexicana, tem brigas, poder, paixão, dramas e na hora H o livro continua...

Mas é uma história maravilhosa, com personagens complexos e com seus diferenciais, leitura de simples entendimento e captação de atenção. Super recomendo!

Espero que tenham gostado e comentem, compartilhe deixem suas ideias!

Até a próxima pessoal!


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

[Lançamentos] Editora Planeta




Oi galera lindaaa, hoje estou trazendo algumas novidades de livros, quem não gosta de novidades né?! Ainda mais quando é boa rsrs. Bom como vocês podem ver é novidades da Editora Planeta, com livros que vocês vão amar.

Lançamentos:

Sua melhor versão, Flavia Melissa
Você sente que a sua vida está passando depressa e sem sentido? Olha à sua volta e não se sente parte de nada? Não mais se reconhece? Do que você precisa para mudar a sua vida? “Enquanto buscarmos a cura do lado de fora, seremos malsucedidos. É aprendendo a olhar para dentro que conseguimos tratar das feridas que dão origem à ideia de que algo nos faz falta.” Este é o ponto de partida de Sua melhor versão – O despertar de uma nova consciência, primeiro livro da psicóloga e educadora emocional Flavia Melissa. Ao compartilhar suas histórias, ela expõe suas feridas, nos fazendo refletir sobre o significado da vida e como podemos viver de forma plena e feliz. Das dores de um lar destruído, codependência emocional, transtornos alimentares, vazio existencial e uso de drogas, Flavia Melissa traz um olhar sobre si ao mesmo tempo em que fala sobre cada um de nós. “Para onde quer que a gente vá, a gente sempre se leva junto. E saber que temos todos os recursos para construir a realidade que desejamos faz toda a diferença.” Descubra sua melhor versão e desperte-se para uma nova consciência!
 “Este livro é um estímulo para sua própria existência”. MONJA COEN


Princesa de Papel, Erin Watt
Ella Harper é uma sobrevivente. Nunca conheceu o pai e passou a vida mudando de cidade em cidade com a mãe, uma mulher instável e problemática, acreditando que em algum momento as duas conseguiriam sair do sufoco. Mas agora a mãe morreu, e Ella está sozinha. É quando aparece Callum Royal, amigo do pai, que promete tirá-la da pobreza. A oferta parece tentadora: uma boa mesada, uma promessa de herança, uma nova vida na mansão dos Royal, onde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Ao chegar ao novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – e que todos a odeiam com todas as forças. Especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Reed não a quer ali. Ele diz que ela não pertence ao mundo dos Royal. E ele pode estar certo.








Um Instante de Felicidade, Federico Moccia

“Desejo desesperadamente ter um sonho, porque quem não se agarra a um, não chega a lugar nenhum.” NICCO O italiano Nicco enfrenta a passagem da adolescência para a vida adulta com muito mais sofrimento que seus amigos. Sua namorada terminou tudo com ele com um “sinto muito”, sem dar nenhuma explicação, e seu pai acabou de morrer. Como o “homem da casa”, ele precisa cuidar da mãe, que se entrega à tristeza pela morte do marido, e das duas irmãs que não conseguem se acertar com seus respectivos companheiros. Para dar conta de tudo, ele se divide entre dois empregos. Em meio a esse turbilhão de emoções e acontecimentos, Nicco conhece uma encantadora turista americana nas ruas de Roma e percebe que a vida é curta demais para ser desperdiçada com lamentos sobre o passado. Com a bela Ann, ele embarca numa aventura romântico-gastronômica pela Itália e redescobre seu norte com instantes de felicidade.




Por que os Homens me Procuram?, Lola Benvenutti 
Trabalhar como garota de programa, atender milhares de clientes e criar um blog com mais de 1 milhão de acessos deu a Lola Benvenutti uma vasta experiência. Quando o assunto é sexo, poder feminino, elegância e sedução, ela sempre terá algo a acrescentar. Em Por que o seu marido me procura? aprenda com uma profissional a apimentar e melhorar sua relação. Sempre muito bem resolvida, a autora, mesmo tendo formação acadêmica, decidiu continuar trabalhando como prostituta. Segundo ela, essa é a sua vocação. Em seu famoso blog, recebe diariamente mensagens de mulheres que não sabem o que fazer para melhorar seus relacionamentos, suas experiências amorosas e sexuais. Milhares de e-mails perguntando o que fazer para dar prazer ao homem, como conquistar o próprio prazer, como se livrar dos medos de fazer sexo etc. Os homens, por sua vez, queriam saber como lidar com mulheres que não têm disposição para o sexo, como dar prazer e como entender o corpo e as reações femininas. A partir desse aconselhamento, surgiu a ideia de reunir as maiores dúvidas e os assuntos mais procurados em um livro. “Quero que as pessoas se permitam viver. Seriam muito mais felizes e se importariam muito menos com a vida dos outros se gozassem a vida. Dou dicas para as pessoas se libertarem.” Valendo-se de sua experiência, de histórias vivenciadas por ela, de técnicas e muita conversa, Lola Benvenutti será capaz de mudar o seu olhar sobre sexo e sobre sexualidade. Muito além de um guia de técnicas sexuais, Por que os homens me procuram? irá despertar em você a feminilidade e a confiança necessárias para uma libertação sexual, para ter segurança, ser mais sensual, confiante e feliz.



Como Seduzir um Bilionário, Portia da Costa

 A best-seller britânica Portia da Costa ficou conhecida no Brasil pelo seu romance erótico Bem profundo e agora nos apresenta o livro Como seduzir um bilionário, dedicado às órfãs da série Cinquenta tons de cinza. Na trama, a jovem Jess Lockhart de 29 anos tem um trabalho burocrático numa seguradora. Sua vidinha morna só ganha tintas mais picantes quando ela sonha com o príncipe encantado que vai tirar sua virgindade. Ele se materializa na figura nada pomposa do herdeiro Ellis McKenna, um belo homem que prefere circular com um figurino despojado a se engessar num terno engomado. Mas Jess quer mais do que um homem que a inicie nas artes sexuais, ela quer um companheiro. Porém Ellis não está disponível para esse tipo de comprometimento. Jess, no entanto, não desistirá tão facilmente de seu objetivo.






E ai galerinha, gostaram das indicações? Eu amei e já quero na minha estante.
Confira mais livros Aqui e viaje no mundo dos livros, porque o que não falta são histórias boas e neste começo de ano temos muitas novidades.

Até logo galera!

Clarissa e 
toda equipe Dear Book

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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Resenha: "Reinado Imortal - A Queda dos Reinos, vol. 06" (Morgan Rhodes)

Tradução: Flávia Souto Maior

Por SheilaOi pessoas! Como estão? E chegamos ao final da série A Queda dos Reinos! Todos os outros cinco livros já foram resenhados aqui no Dear Book por euzinha que vos escreve!

Vou deixar para vocês os links das resenhas anteriores e, como eu sempre aviso, se você não leu os mesmos, a partir daqui, é inevitável que tenhamos alguns spoilers.


A Queda dos Reinos - vol 1.
A Primavera Rebelde - vol 2
A Ascensão das Trevas - vol 3
Maré Congelada - vol 4
Tempestade de Cristal - vol 5


E continuamos a partir daqui com Reinado Imortal. Só relembrando:


- A história se passa em Mítica, que é dividida em três reinos, Limeros, Paelsia e Auranos.

- Limeros e Paelsia são reinos em decadência, que veem em uma discussão entre jovens que acabou muito mal um motivo para invadir a próspera Auranos.

- O rei de Limeros, Gaius Damora, na verdade esta seguindo as orientações de uma Vigilante.

- Vigilantes são seres míticos que detém poder incomensurável, sendo que todos os passos do rei Gaius são na verdade uma forma de encobrir sua caça à Tétrade, que são quatro cristais que supostamente contém magia.

- A princesa Cleiona, unica sobrevivente da família à invasão de seu reino, Auranos, é obrigada a se casar com Magnus, príncipe de Limeros, afim de consolidar uma aliança política.

- Lúcia é a irmã adotiva por quem, Magnus, viveu muitos anos secretamente apaixonado, uma grande feiticeira que veio cumprir uma profecia.

- Jonas é um rebelde Paelsiano, que começa a história matando por vingança, e agora busca aliados para restaurar a justiça nos três reinos.

- Ioannes e Melenia eram vigilantes, e foram mortos ao fim de "Ascensão das Trevas". Ioannes era o tutor de Lúcia, por quem esta estava apaixonada; Melania era a vigilante que ajudava Gaius, mas que na verdade só queria libertar Kyan, deus do fogo, preso na pedra da Tétrade.

- Amara e Ashur são príncipes de Kraeshia que vieram a Mítica em busca da lenda da Tétrade. Ao fim de Tempestade de Cristal, Amara estava casada com Gaius, o Rei Sanguinário e Ashur desaparecido acusado de traição.

No fim de Tempestade de Cristal, Cleo e Magnus, que realizaram uma aliança improvável com o Rei Gaius, são traídos por sua avó que desde o início queria realizar um ritual para libertar os quatro deuses imortais da Tétadre. Para isso, escolheu quatro hospedeiros: A princesa Cleiona, seu amigo Nic, a Vigilante Olívia e o rebelde Taran. Como o Rei Gaius conseguiu matá-la antes do fim do ritual, este não se consolidou como deveria. Ficaram Cleo e Taran com os Deuses contidos em seus corpos, mas ainda no domínio de si; e Nic e Olívia tomados pelos Deuses, mas não de maneira completa.

Magnus havia sido preso por um antigo desafeto e enterrado vivo, para morrer lentamente. Já Jonas impediu que a profecia que previa a morte de Lúcia se concretizasse, ao emprestar um pouco de seu poder para ajudá-la a dar à luz a Lyssa, sua filha com Ioannes.

O livro 6 começa praticamente onde o anterior terminou. Vamos encontrar Jonas em uma pousada com a Princesa Lúcia e a pequena recém nascida Lyssa, ainda sem entender muito bem qual seu papel nisso tudo, já que as informações cedidas pelos vigilantes são sempre muito escassas. Ele só sabe de duas coisas: não deixou que uma antiga profecia se concretizasse, e que possui em si uma magia que não sabe como controlar.
Os cílios escuros de Lucia tremulavam. Ela abriu os olhos e encarou Jonas.
- Que... que droga eu acabei de ver? - Jonas perguntou com a voz grossa. - Foi apenas um sonho? Ou foi uma visão do futuro?
- Você estava dentro da minha cabeça - ela sussurrou. - Como isso é possível?
- Eu... não sei.
Enquanto Jonas precisa lidar com sua magia recém descoberta, Cleo tenta entender o que aconteceu com Magnus, e também tentando se adaptar ao fato de que agora há um elementia dentro de si, lutando para assumir o controle. No mal fadado ritual executado pela mãe do Rei Gaius, coube a Cleo ser o novo corpo do Elementia da água. Mas, contrariando o desfecho esperado, ela ainda continuava ali, assim como Taran.


- Como esta se sentindo? - Amara perguntou, hesitante. - Não vi você o dia todo.- Estou bem o suficiente. - Cleo fechou a mão esquerda, que agora tinha o desenho de duas linhas onduladas paralelas, o símbolo da água. A última pessoa que havia compartilhado a marca tinha sido uma deusa.Mas Cleo não se sentia uma deusa. Ela se sentia uma garota de dezessete anos que não tinha dormido nata na noite anterior  depois de acordar assustada de um sono extremamente realista em que estava se afogando.
Amara, quando percebe que nada mais foi que um joguete nas mãos de Kyan, o Elementia do fogo, resolve retornar a Kraeshia onde será coroada imperatriz. Seus sonhos em relação à Tétrade são abandonados, mas seu coração parece ter ficado para trás. Apesar de casada com o Rei Sanguinário foi uma relés criada quem conseguiu, de fato, conquistar seu coração.

Após um instante, Amara abriu os olhos. Seu estômago se revirou. Nerissa Florens estava caminhando em sua direção.
A ex-criada da imperatriz e espiã secreta rebelde em tempo integral - secreta, pelo menos ate muito recentemente - parou diante dela.
Mai uma pessoa que Amara deveria evitar. 

Era o desfecho esperado, mas tudo aconteceu muito rápido. Mortes, acertos de contas, amadurecimentos de pontos de vistas de personagens. Pareceu aqueles finais de temporada de séries que estão prestes a serem canceladas, e os produtores resolvem todos os conflitos em um único episódio. Infelizmente, isso fez com que algumas passagens ficassem um pouco forçadas e previsíveis, e aquele clímax, que permeou toda a saga, acontecesse muito pouco.

Mesmo assim, enquanto saga, é uma história maravilhosa, bem escrita, envolvente, cheia de reviravoltas, magia, romance, lutas sangrentas, perdas terríveis e vitórias sofridas. Afora essa "apressada" no final, recomendo muito!

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Resenha: "O Canto do Cisne" (Bianca Sousa)

Sinopse: Elena vê sua vida virar de cabeça para baixo quando espetáculo e vida real se misturam.
Nos palcos: ela interpreta a princesa Odette, de “O lago dos cisnes”, que, enfeitiçada, tem como sina se transformar em cisne todas as manhãs.
Na vida real: tal como ocorre na história que protagoniza, torna-se vítima do mesmo feitiço, e agora precisará encontrar o tal do amor verdadeiro para findar a maldição, sob o risco de perder o papel do espetáculo – e a própria vida.Fonte: Skoob


Por Eliel: O Lago dos Cisnes, posso afirmar que é o ballet de repertório mais conhecido do mundo e mais remontado também. E foi nesse famoso lago que Bianca Sousa foi buscar inspiração para recontar essa fábula cheia de magia. Que eu gosto de ballet não é nenhuma novidade, novidade mesmo foi o que a autora fez para dar uma nova cara e um novo formato para esse clássico dos palcos.

Nossa aventura começa com as audições para a montagem do Musical O Lago do Cisnes, idealizado por Manolo, Angelique (quem leu Eterna, vai reconhecer esse nome) e Ronald. Esse trio será responsável pela magia que será levada aos palcos e além.

Elena (nossa protagonista) é uma jovem cantriz (cantora + atriz) que sonha em ser a Rainha Cisne do novo Lago dos Cisnes e está preparada para a audição que a testará para esse papel. Extremamente talentosa é óbvio que o papel é dela. Tradicionalmente o cisne branco e o negro são interpretados pela mesma pessoa, porém por decisão do jurados Elena dividirá o papel com Aline, branco e negro respectivamente. Elena é personificação do cisne branco, leve, doce e delicada. Já Aline é invejosa, má e egoísta. 

– Por que a gente faz tanta merda, Elena? – perguntou chorando. – É para adubar a vida!

Continuando as audições conhecemos o Príncipe Siegfried, ou melhor quem irá interpretá-lo. A disputa está entre Diego e Samuel. Beleza e talento não faltam aos dois, mas Diego faz o estilo badboy e Samuel é o perfeito príncipe.

Sem querer dar spoilers (já dando hahaha), o príncipe tem uma química imediata com Elena, dentro e fora dos palcos. E veremos muitos encontros e desencontros por parte desse casal.

– Eu não quero brigar.– Nem eu. – Então me beija.

Agora que a história se complica, Elena vira alvo de um feitiço horrível e até cômico se não fosse trágico. Eis que a vida imita a arte e todas as manhãs, Elena se torna um cisne, voltando ao normal só ao anoitecer.

Sua melhor amiga, Lúcia, depois do susto, tenta e todas as formas ajudar a amiga a quebrar esse feitiço. Mas como toda boa maldição de conto de fadas, essa só será quebrada com um ato de amor verdeiro. Nos tempos de hoje, tão difícil encontrar amor por aí.

Boa sorte Elena...

Lembrou-se de Lúcia e do que ela sempre dizia: “A sorte só acontece quando a preparação e a oportunidade se encontram”. Tinha apenas sete minutos para se preparar agora.

Eu estou apaixonado pelos livros da Bianca, ela tem uma forma tão fluída de escrever que te prende do primeiro capítulo até o último. Leitura de fácil entendimento com alta probabilidade de vício. E se você quiser conferir esse e outros livros da Bianca, ela foi uma fofa e preparou um Descontão para você leitor:


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quarta-feira, 25 de março de 2015

Resenha: “Perdida” (Carina Rissi)



*Por Mary*: Não só é muito difícil falar de um livro que gosto tanto, como é muito difícil ser suficientemente coerente com relação a uma escritora que admiro profundamente. É, amigos, estamos diante da minha maior DPL dos últimos tempos.

Em Perdida conhecemos Sofia, uma típica mulher do Séc. XXI completamente adepta às suas tecnologias e facilidades, independente e que tem uma completa fobia por casamento. A mera palavra já causa arrepios. Ela não acredita muito no amor ou na existência de uma relação verdadeiramente longa e duradoura. “Sem amor, mas sem dor”. Ela vive muito bem assim – ou finge acreditar que vive – até que um dia algo muito louco acontece: o seu novo celular a transporta para o ano de 1830. Sim, meus queridos, Sofia vai parar no Séc. XIX e lá é acolhida pela família Clarke, conhecendo Ian, um verdadeiro príncipe encantado. E, como se já não fosse muito difícil entender qual a sua missão naquele mundo novo – ou estaria louca? – Sofia ainda precisa lidar com a intensa atração que sente por Ian.

Parei para reler algumas passagens e, assim, articular melhor essa resenha e me surpreendi com o quanto me identifiquei com essa Sofia pragmática e cética do início da obra. 
“Você sempre foi muito cética, não é? Nunca acreditou em magia. Nem mesmo em contos de fadas ou Papai Noel. Sempre prática! Está na hora de começar a crer que existem mais coisas no universo além daquelas que os seus olhos podem ver. E finalmente começar a viver a sua vida! Você sempre a deixou para depois, esperando que ela acontecesse, mas nunca fez nenhum esforço para isso.” 
Estranho, não tinha reparado nisso na primeira vez que li...

Sabe quando você fecha o livro e sente um vazio imenso, como se alguém que você ama muito tivesse acabado de se afastar de você e ido para muito longe? E aí você não consegue pegar outro livro, porque ainda está preso no mundo do livro anterior, nos personagens e só consegue pensar neles. É, meus caros, isso é uma grande ressaca literária ou mais comumente conhecida como DPL (Depressão Pós-Livro).

Fiquei justamente assim. Uma grande e terrível fossa literária.

Em Perdida você será levada para um belíssimo conto de fadas moderno, com seus vestidos bufantes de princesa, bailes e um príncipe encantado de arrancar suspiros. A obra é escrita em primeira pessoa, a partir do ponto de vista de Sofia. A trama é ágil, divertida e a Carina Rissi sabe dar o tom certo para as conversas, desde as mais engraçadas até as mais sérias. Com SofIan você passará do riso às lágrimas em questão de minutos, sem esquecer dos reiterados suspiros que sem querer nos escapa entre uma cena e outra. 
“Sinto que posso... flutuar quando estou com você. Como se fosse capaz de realmente voar! Sinto-me completo pela primeira vez, Sofia. Há uma força em você que me atrai, que me arrasta para perto, uma força inexplicável que turva os meus pensamentos (...). E quando não estou com você, meu peito fica vazio, como se meu coração se recusasse a bater até que a encontre novamente. Sinta! Ele diz Sofia, Sofia, Sofia! Tem sido assim desde a primeira vez que a vi. Desde aquele instante percebi que não era mais dono do meu coração, que ele não me pertencia mais. Então... (...) Não diga que não existe nós!” 
Ai. Meu. Deus! <3 <3 <3

Eu costumo dizer que, para um autor, a pesquisa é fundamental. Sobretudo para quem escreve romances históricos e a Carina cumpre isso de forma magistral. Muito além de demonstrar a pesquisa aprofundada que faz em suas obras – de costumes, aspectos históricos e de moda – a autora apresenta de forma bastante original a sua capacidade de utilizar a licença poética a seu favor. Isto é, de utilizar as circunstâncias pesquisadas e adaptar, de forma a melhor se adequar às necessidades da história.

Outro ponto interessante a destacar, mas que está relacionado ao que menciono no parágrafo anterior – é que a Carina não define o nome das cidades em que se ambientam os fatos, de modo que você tem a liberdade de visualizar um mundo diferente, onde, por exemplo, não existiu a escravidão (tão abominável, que seria perfeito se realmente pudéssemos apagar da História). Isto é, muito embora, pela descrição, a metrópole mencionada se relacione bastante a São Paulo, poderia ser qualquer outra, cabendo ao leitor fazer a sua própria construção.

Essa “temporada” que a Sofia é obrigada a passar em um século atrasado e arcaico serve para fins de autoconhecimento. A Sofia, muito além de quebrar a cabeça para entender o que diabos a vendedora queria ao mandá-la para lá, acaba aprendendo mais sobre si mesma e sobre o que ela acreditou nem existir: o amor. 
“Contos de fadas podem se tornar realidade, Sofia. Basta que a princesa não lute contra a própria felicidade.” 
Tentarei me lembrar disso, Ian, prometo.

E, todo esse conflito, toda essa dificuldade em se adaptar e acreditar que algo tão bonito pode acontecer na vida real, mesmo que indiretamente, atinge o leitor, fazendo-o refletir. Porque até que ponto essa vida corrida que a gente leva nos distancia do que realmente importa? Quero dizer, até que ponto se preocupar tanto com as coisas – muitas vezes supérfluas – com as quais nos preocupamos não nos distancia do amor, da família, dos amigos e de nós mesmos?

Não vou cansar de elogiar a Carina, porque ela é simplesmente fantástica. Os seus personagens levam um misto completo de verossimilhança, magia e romantismo. É como trazer os contos de fadas para a vida real e você quer acreditar na possibilidade, por mais difícil que possa parecer. A Sofia, por exemplo, é atrapalhada, teimosa, petulante e só sabe se meter em confusão, dada à sua propensão à impulsividade. O Ian, por outro lado, é gentil, doce, elegante lindo maravilhoso tudo de bom e carrega consigo a perfeição do século em que vive, demonstrado em seus modos polidos, a fala pausada e bem articulada, os movimentos calculados e suaves. Um verdadeiro cavalheiro. 
“- É uma caneta. Você usa para escrever. Assim. – Tomei o objeto de suas mãos e fiz alguns rabiscos num pedaço de papel (minha conta de telefone, constatei). – Não me diga que ainda não tem caneta aqui? - Não, não tem! – Ele olhava fascinado para a minha caneta simples, comprada no supermercado. – Usamos pena e tinta para escrever.” 
Se ficou contente desse jeito com uma Bic, imagina o Ian com uma Mont Blanc?! Rs.

E, como se já não bastassem todos os elogios ali acima, ele carrega certa inocência, uma doçura indescritível e o amor mais devotado que se pode imaginar. Se você não se apaixonar, ah, minha querida, esse coração é mesmo duro, viu? Aposto um caramelo, que não tem cristão que resista aos encantos de Ian Clarke. 
Ian. Ian era a resposta para todas as minhas perguntas. Eu não tinha mais dúvidas quanto a isso. Era por ele que eu procurava – a vida toda -, sem nem mesmo saber que procurava. Era ele que eu queria, de forma desesperada, para toda a vida. E era ele a minha jornada ali, minha missão.” 
E tem notícia boa: Habemus filme! Foi confirmada a adaptação cinematográfica de Perdida e a própria Carina participou de perto da elaboração do roteiro. Nesse ano de 2015 devem surgir mais notícias e provavelmente serão anunciados os atores escolhidos para cada papel. Recentemente surgiu uma campanha nas redes sociais em que pediam o Bernardo Velasco para interpretar o Ian. 



 
 


E vocês, o que acham? Que ator brasileiro vocês acreditam que seria o Ian perfeito?

Se alguém, por acaso, quiser saber mais sobre a campanha, basta clicar aqui.






sexta-feira, 9 de março de 2018

Resenha: "O Senhor da Torre - Trilogia a Sombra do Corvo, Livro 2" (Anthony Ryan)

Tradução: Gabriel Oliva Brum

Por Sheila: Oi pessoas! Como estão? Eu ando meio cansada de sagas/trilogias, e tem vezes que me pergunto seriamente se vale a pena continuar investindo nesse tipo de leitura. 

Logo, é uma surpresa MUITO agradável me deparar com a Trilogia A Sombra do Corvo. O livro 1, "A Canção do Sangue" foi resenhado aqui e, lendo essa primeira resenha vocês já podem ter uma idéia do quão empolgada eu fiquei com a história de Anthony Ryan.

Como eu sempre aviso quando resenho continuações, alguns spoilers são inevitáveis então, se você não gosta de estragar a surpresa, recomendo que fique por aqui, pois pretendo começar pelo final do primeiro livro no próximo parágrafo, ok?

Ao final de "A Canção do Sangue" finalmente descobrimos por que o livro é intitulado desa forma; As chamadas "Trevas" na verdade são dons, que o próprio Vaelin possui, uma espécie de sexto sentido que o avisa sobre as coisas, e por mais que a guerra se mostre sangrenta - e, infelizmente, uma empreitada inútil concebida por um rei ambicioso demais - Vaelin teve que ir até o continente para encontrar outro "cantador" como ele.

Foi um choque descobrir que todo esse tempo o Irmão Barkus não era mais ele mesmo. Há criaturas, o que poderíamos talvez chamar de fantasmas, que tomam o corpo de pessoas que encontram-se no limiar da morte, apesar de que nesse primeiro livro ainda não fica claro qual o objetivo que os move. Apenas que, um deles, parece ser a morte de Vaelin.

Na praia do Império Alpirano, onde aguarda sua captura pela morte do Esperança, o ex-futuro rei, adorado pelo povo, Vaelin descobre que seguia um rei insano, numa guerra fadada ao fracasso. Sua Fé parece ser nada mais que uma ilusão, e a mulher que ama está indo em um navio desacordada para muito longe, acreditando que ele morreu lutando na guerra.

Numa narrativa que alterna passado e presente, "A Canção do Sangue" finaliza sua narrativa com o duelo entre Vaelin e o Escudo das Ilhas, numa jogada política que visava a libertação de Vaelin travestida de punição, dada a obviedade de seu sucesso sobre os piratas. Uma antiga dívida, contraída por seu pai ao queimar mulheres e crianças quando anda servia ao Rei Janus, que deveria ser paga com sangue.

"O Senhor da Torre" começará mais uma vez com o relato de Verniers que, impressionado com a narrativa do Matador do Esperança, resolveu partir para seu reino, apenas para ser capturado e virar escavo dentro de um navio, no cerco a um dos feudos do Reino.

Mais uma vez, a narrativa se dará entre presente e passado, com a diferença de que o passado da presente narrativa é o futuro da narrativa realizada em "A Canção do Sangue" (#confuso). A diferença é que a narrativa se desenrolará pela visão de quatro personagens distintos: Verniers, no presente, acompanhando o cerco; Vaelin, do ponto em que deixou as ilhas dos piratas e voltou ao Reino; A princesa Lyrna, também mais ou menos na época em que Vaelin está de retorno ao Reino. E o irmão Frentis, que terá um papel muito importante nos acontecimentos por vir.

Vamos encontrar um Vaelin mais velho, mais sábio, desiludido de sua Fé e relutante em aceitar o cargo que lhe oferecem, como Senhor da Torre dos confins do Norte, mas se dirigindo para lá mesmo assim pois é o que a canção do sangue lhe diz para fazer. À narrativa que acompanha Vaelin, se juntará sua irmã por parte de pai, e Reva, que acredita estar em uma missão santa para matar o Lâmina Negra e recuperar a espada de seu pai.

Ela endireitou a faca e posicionou a lâmina, preparada para atacar. A maioria dos homens conta tudo o que sabe quando tem uma faca no pescoço, dissera o sacerdote. Que o Pai do Mundo, que tudo vê e a tudo conhece em Seu amor, guie sua lâmina
Ela se lançou sobre o homem, movendo a faca na direção da garganta exposta ...
O  ar foi expelido de seus pulmões com uma velocidade dolorosa quando seu peito se chocou com algo duro. As botas dele, compreendeu ela, com um gemido. E, entã, ela estava no ar, arremessada pelo chute do homem, caindo de costas a uns bons três metros de distância (...)

Ela deu um último rosnado para o homem e virou-lhe as costas, pronta para correr para a escuridão ...

- Você tem os olhos do seu pai.
 Lyrna também parece ter mudado consideravelmente nos últimos cinco anos. Tendo que lidar com o peso das decisões que tomou há cinco anos atrás na guerra, está a caminho da nação Ionak para negociar a paz entre os dois povos, inimigos de longa data. No entanto, mais do que negociar a paz, Lyrna há muito tempo vem procurando por respostas.

Mesmo com seus muitos anos de estudo, investigações discretas  tortuosas referências cruzadas, Lyrna ainda não encontrara qualquer evidência. Procure no quadrante oeste pela história do homem caolho, dissera ele no dia em que roubara um beijo dela diante de toda a Feira de Verão. E ela Procurou.
Já o irmão Frentis, feito de escravo por um domínio que o fez embarcar em um navio quando estava em meio a batalha nas guerras Alpiranas, passará de objeto de entretenimento, o que foi nos últimos cinco anos, para escravo pessoal de o que ele supõe ser uma mulher, mas que não há como afirmar com certeza.

Aos poucos, as histórias vão convergindo, as respostas vão sendo fornecidas, e descobrimos que a verdade se esconde sob camadas e mais camadas de histórias, mitos, superstições, magia e boatos. Que a guerra do Rei Janus foi uma brincadeira de criança perto do que está por vir, e que uma trama, que data de séculos, e uma profecia há muito esquecida esta prestes a se concretizar.

"O Senhor da Torre" é uma continuação que não deixa nada a desejar ao primeiro livro e que, mais uma vez, tem uma escrita impecável, uma trama envolvente, personagens trabalhados de forma excelente e um final que nos faz gritar de ansiedade por sua continuação que, graças aos deuses, já foi publicada e espero ler e resenhar o quanto antes.

Apesar de ser uma aventura épica, algumas passagens foram tão emocionantes e cheias de significado que fiquei com a visão embaçada pelas lágrimas, coisa que não acontecia há muito tempo comigo. Acho que nem preciso dizer o quanto recomendo a leitura não é mesmo?

Abraços e até a próxima!


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Ana Liberato