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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Resenha: “365 Tweets de Deus” (Leo Cardoso, @OCRIADOR)


Por Yuri: 365 tweets de Deus, publicado por Leo Cardoso, reúne os melhores ensinamentos postados no Twitter sob o pseudônimo de @OCriador desde 2008.
“Para que entendas a trindade: Eu posso ser três, assim como o companheiro do Ash pode ser Pichu, Pikachu e Raichu.”

@OCriador é onisciente, onipresente, onipotente e on-line. Na definição de Pe. João Carlos Almeida (@padrejoaozinho), o autor dessas pérolas viaja ao plano superior para tentar ver a Terra com os olhos de Deus.
“Hoje estou de ótimo humor. Penso até em dar o prêmio da Mega-Sena a todos que têm pedido constantemente. Vai dar 50 centavos para cada um."

Considero a definição perfeita no que se refere às publicações de @OCriador. O usuário do Twitter consegue transmitir com muito humor e sarcasmo as questões políticas, futebolísticas, religiosas e cotidianas de uma forma que Deus certamente faria se não fosse um ser tão paciente.

“Uma comissão de anjos contabiliza os pecados do batedor e do goleiro para decidir a que reza responderemos na hora do pênalti.”

A cada tweet lido, eu ri muito, pois autor conseguiu captar muito bem as bizarrices humanas.
“Que tédio! Vou interromper mais um download em 99%...”

Acredito que ao mesmo tempo em que @OCriador alcançou seus 1,5 milhões de seguidores, deve ter feito muitos inimigos também. Seu humor pode ser facilmente interpretado como ofensivo para os mais intolerantes, por isso gostaria de dizer antecipadamente que é preciso ler esse livro com muito amor no coração.
“Ao ressucitar, Jesus apareceu primeiramente para uma mulher, pois queria que a notícia se espalhasse rapidamente.”

Não vale a pena levar a sério cada palavra acerca de temas polêmicos como feminismo e religião. Quando se lê com bom humor é possível rir de cada piada. Fica a dica para se divertir!

Até a próxima!

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Resenha: “Minta Que Me Ama” (Maria Duffy)

*Por Mary*: Confesso que levei um tempo para engatar na leitura, mas depois que engatei... ah, meu amigo, só parei nos agradecimentos!

Em Minta Que Me Ama, conhecemos Jenny, uma garota que não está nada feliz com sua vida: detesta o seu trabalho, odeia sua chefe, a vida sentimental é uma droga, não gosta do próprio corpo e sonha colocar próteses de silicone nos seios. Contudo, para os seus seguidores do Twitter, sua vida é incrível e absolutamente o contrário do real. Em um dia de alguns bons drinks na solidão de seu fim de semana, Jenny acaba convidando algumas amigas virtuais para passar alguns dias em sua casa – em Dublin <3 – e, para seu desespero, elas aceitam. Conforme os dias se aproximam, Jenny fica cada vez mais ansiosa com relação ao encontro, mas, quando este acontece, acaba vendo que nada era realmente como imaginava. A vida glamurosa de Zahra e a família-margarina de Fiona não são exatamente como elas descreviam em suas redes sociais. E Kerry... bem, vocês precisam ler para descobrir. De uma coisa fiquem certos: a completa confusão causada pelo encontro de tuiteiras acaba servindo para que Jenny tome valiosas decisões com relação à própria vida.

Vocês já tiveram aquela sensação de que leram tantos livros seguidamente em uma forma de narrativa, que estranharam ao pegar outro com um tipo de narrativa diferente? Depois de ler tantos livros com narrativa em terceira pessoa, demorei um pouco a engatar em Minta Que Me Ama, com sua narrativa em primeira pessoa e uma protagonista, inicialmente, acomodada, apesar de desgostar tanto da própria vida.

A obra é dividida em duas partes: 1) A primeira, intitulada “A Calmaria Que Precede a Tempestade”, nos introduz à história nos dias que antecedem a chegada das garotas em Dublin; e, 2) A segunda, “A Tempestade”, narrando a chegada das garotas e os fatos decorrentes do desenrolar disto.

Você, meu caro leitor, poderá se sentir um pouco cansado na primeira parte – e digo isso sem medo nenhum. Acontece que dá um pouco de preguiça da protagonista, que parece estar tão inconformada com sua vida, mas não faz nada para melhorá-la. É um estado de acomodação tão profunda, que o seu único ato de maior “rebeldia” é consultar uma cirurgiã plástica para analisar a possibilidade de colocar próteses nos seios. Não obstante, Jenny posta tuítes pintando sua vida de cor-de-rosa, mentindo descaradamente, como se amasse tudo.
 “Kerry é uma pessoa tão legal. Quanto mais converso com ela, mais anseio pela chegada das meninas. Talvez elas sejam a distração de que eu preciso. Certo, uma tarde diante da televisão me aguarda, mas talvez eu deva escrever um ou dois tuítes primeiro. @JennyB Voltei de um ótimo café da manhã com minha melhor amiga e a família dela. Adoro estar com eles. (...) @JennyB É isso aí! Vou comprar brinquedos para as meninas. Adoro mimá-las. Serei babá delas semana que vem. Mal posso esperar. (...) Que droga! Por que sou tão idiota, fingindo que as meninas me amam e que eu as adoro? (...) Certo, chega de pensamentos profundos. Pijama, televisão e uma taça de vinho branco gelado – é o que tem no cardápio para mim para o restante do dia! Amanhã talvez eu vá visitar a mamãe. (...)”
Por outro lado, essa primeira parte é importante para conhecermos mais o universo a que se ambienta a trama. Além disso, não se pode dizer que as atitudes da Jenny são totalmente injustificadas, cujos traumas e complexos acabam por moldar a pessoa que ela se tornou. O passado e a discordância consigo mesma, indiretamente ou não, desencadeiam no que vem a ser o seu eu adulto, o qual, adicionado a generosas porções de acomodação, resulta em um magnífico quadro de idealização pessoalística aguda – doença que eu mesma acabo de inventar e que consiste basicamente em mentir descaradamente sobre a vida pessoal nas redes sociais, agindo e tentando provar aos seus amigos que ela é perfeita.

É grave, meus queridos, mas tem jeito.

É na segunda parte que o negócio pega, você engata a quarta marcha e pisa no acelerador sem pena.

“Por um delicioso momento depois que acordo, imagino que é um dia normal. Sabe, um daqueles dias que se anunciam diante de mim como um tapete de solidão, do tipo que me fazia reclamar. Como eu era ingênua naquele tempo. Nos últimos dias, minha vida foi transportada do mundo das coisas triviais para este mundo colorido e louco onde há uma surpresa em cada canto. Sinceramente, quem imaginaria que um simples encontro de tuiteiras em Dublin se mostraria tão complicado? O que eu não daria agora por um daqueles dias entediante e solitários!”

Achei interessante a construção dos personagens, que são todos bem distintos. Gosto disso. Cada persona parece ter uma personalidade bem delimitada, o que auxilia o leitor até mesmo na diferenciação de quem é quem. Aliás, uma coisa que ajuda muito, talvez até mais do que os nomes, é compreender as suas características, para, assim, assimilar os detalhes. Isso, claro, varia muito de autor para autor.

Há alguns pontos que eu gostaria de comentar, mas que, se o fizesse, acabaria soltando indesejáveis spoilers. E nós não queremos isso, não é? Sendo assim, fico por aqui, antes que um fato importante seja digitado contra minha vontade por estes dedinhos nervosos que vos fala neste momento.

Eu indico Minta Que Me Ama por vários motivos. E não pense que é só por se tratar de um livro bem humorado, ou porque tem um boy magya daqueles de sorriso sacana que me cativa de imediato; mas, também, porque a Maria Duffy utiliza o humor para abordar complexos, traumas e as fantasias criadas nas redes sociais de uma forma leve e que, bem, você com certeza irá se identificar.

“Talvez dê certo se eu me esforçar. Não dizem que os relacionamentos dão trabalho? Sempre duvidei dessa afirmação. Eu pensava que, se você encontrava a pessoa certa, tudo acontecia naturalmente, mas parece que (de acordo com Sally) até mesmo os relacionamentos mais perfeitos dão trabalho.”




sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Resenha: “Twittando O Amor” (Teresa Medeiros)

Por Kleris: Acho que fazer uma história com base em redes sociais (ou que cite umas) é um pouco... arriscado. As redes mostram tanto serem essas coisas de momento, que se o instante passa, meio que já era (?). Senti que a rede social de que a Teresa falava ficou apagada. Na verdade, muita coisa nesse livro é um pouco apagado. Mas vamos por partes.

(a resenha vai sair um pouco grandinha para ambientar a rede social e sua influência no livro)

Abby é uma escritora em crise em seu segundo livro, precisa de uma forcinha e sua agente acha que entrar na rede seria uma boa para divulgação de seu trabalho. Além da atividade em blogs e no Facebook, constantemente atualizados por Abby, o Twitter, pelo visto, representa um público alvo em potencial, dando uma maior proximidade entre leitores e sua vida literária.

Iniciante nessa ideia, Abby começa a usar a ferramenta sem muito entender o que faz, e nessa experimentação ela conhece Mark, que percebe que ela é novata ali no site e resolve ser seu guia twitteiro. Ao longo dos dias, Abby se vicia fácil na brincadeira, eles conversam sobre coisas aleatórias e pessoais, vão construindo uma amizade e logo estão bem ligados. Isso até um dia que Mark revela um fato sobre sua vida e Abby faz tempestade em copo d’água por isso.

Confesso que não li bem a sinopse quando soube do livro, porque, como uma twitteira viciada que sou (rs), a premissa de um romance se passando em tweets (posts em 140 caracteres) me ganhou simples assim. Na realidade, sempre quis ler um desses, tendo em mente as maravilhas que foram uns livros da Meg Cabot (a série Boy explorava diários e e-mails), um da Sophie Kinsella (Fiquei com seu número explora sms e e-mails) e o do Daniel Glattauer (@mor, com e-mails). Resultado: abri esse livro com uma expectativa tão alta que não pude imaginar o tamanho de minha queda.

Ao folhear de primeira, notei que as trocas de tweets eram como em um chat. Acho que editora da autora optou por isso pra ter mais alcance de leitores, já que nem todo mundo usa o Twitter e, por ter uma lógica um pouco particular de funcionar, ele pode parecer complicado à primeira vista (por isso que a empresa pensa em mudar --’). Assim não esperei mesmo que mantivessem o formato dos tweets ou a estrutura do próprio Twitter/Tweetdeck (aplicativo que gerencia perfis), embora tenha parecido estranho ao longo da narrativa. Para quem não sabe ou conhece, a lógica da rede é de leitura de baixo para cima, seguimos perfis, falamos de tudo e nada e com 140 caracteres à disposição. Fotos, vídeos e links ademais têm suas URLs encurtadas por isso.


Até aí tudo bem, nada decepcionante. Algumas mensagens claramente tinham mais de 140 caracteres (você fica com olho biônico depois de se acostumar a reduzir caracteres, então sabe seu limite), mas também nada alarmante considerando que é um texto traduzido e nenhuma abreviação foi usada (o que me faz pensar no texto original e se a própria Teresa subestimou isso).

O que me pegou mesmo foi que a autora tinha uma boa ferramenta em mãos e não usou (ou não soube usar). Fiquei perdida em algumas partes, pois, já que não há uma interface ou informação ademais pra nos indicar onde se dá a conversa (nem as @s!), se na linha de tempo, se em DM*, aconteceu de uma hora a Abby tuitar para seus seguidores o que deveria sair em uma conversa privada e ninguém se tocar disso até o Mark comentar. Era para parecer ingenuidade da Abby? 

DM*: Direct Message/Mensagem Direta - funciona como um inbox/chat privado da vida, só que com o padrão de 140 caracteres também. A ordem de leitura é "normal", de cima para baixo, como o chat.

Abby_Donovan: Quer ver uma foto de um sem-teto urinando atrás de um banco?

MarkBaynard: Este pode ser um bom momento para lembrá-la de que seus seguidores podem ver tudo que você está dizendo.

Abby_Donovan: Ah... você deveria ter mencionado isso uns três twets – quero dizer, tweets atrás.

MarkBaynard: E se alguém, por acaso, estiver seguindo nós dois, poderá ver nossa conversa inteira.
Duzentas páginas de conversas "rápidas" se tornaram as duzentas mais interminááááveis. Ok que muita coisa tenta ambientar o Twitter, mas a maneira feita pela Teresa deixou tanto a desejar, que só sosseguei mesmo quando me forcei a acreditar que ali era algum bate-papo UOL alternativo que por um acaso roubou umas funcionalidades do Twitter. Então se você gosta do Twitter, não espere boas sacadas. Se você só conhece por falarem sobre, é um bom convite para ver como funciona.

Fora desse contexto então se espera uma boa história, certo? O enredo me pareceu um pequeno conto, onde tudo acontece depressa demais e com uma intensidade um pouco exagerada. Quer dizer, Abby se envolve tanto com Mark a ponto de sofrer como se fosse uma baita decepção. Nisso a história não me convenceu.

As surpresas boas (tem sim!) são o ritmo e o humor das conversas, que foram espirituosas e a la twittescas. Uma coisa que é bem particular é o humor no twitter, como a piada interna que poucos acompanham a pegada. Há algumas conversações que falam desse preconceito que rola entre Twitter e Facebook (veja mais nesse post do @youpix), mas, como outras coisas, foi algo bem passageiro.
MarkBaynard: O que eu posso dizer? Gosto de pegar pesado. Como você veio parar aqui? Está chamando pouca atenção no Facebook?
Abby_Donovan: Não gostei das respostas daqueles testes idiotas do Facebook. Eles ficavam me dizendo que eu era o fruto do amor entre Marge Simpson e Marilyn Manson.
MarkBaynard: Talvez você seja secretamente uma dessas pessoas que preferem ter seguidores a amigos.
Abby_Donovan: Sim, faz parte da minha trama diabólica para dominar o mundo.
MarkBaynard: Se você começar a ficar muito por aqui, seus amigos do Facebook não vão sentir sua falta?
Abby_Donovan: Aquelas pessoas não são minhas amigas. Se fossem, não teriam me enviado todos aqueles testes irritantes.
Há também muitas referências a filmes e séries, e referências essas que são argumentos para piadas e brincadeiras entre Abby e Mark. Não me incomodaram, são até bem legais e engraçadas, só presumo que muito leitor vá deixar passar ou se sentir perdido por não ter as bases para entender, já que refletem uma cultura que aqui pouco chegou. Fiquei na dúvida se valeriam notas explicativas, mas aí seriam taaaaaaaaaantas... Nesse sentido a Teresa afunilou tanto seu público que a promessa seria (deveria ser?) uma história muito boa, que aí se revelou de pouco desenvolvimento.
Abby_Donovan: Boa noite, John Boy.
MarkBaynard: Boa noite, Mary Ellen.
Abby_Donovan: Boa noite, papai.
MarkBaynard: Boa noite, Erin.
Abby_Donovan: Boa noite, Jason.
MarkBaynard: Boa noite, Elizabeth.
Abby_Donovan: Boa noite, Ben.
MarkBaynard: Boa noite, vovó.
Abby_Donovan: Boa noite, Jim-Bob.
MarkBaynard: Boa noite, Tweetheart...
(essa despedida é conhecida pela série dos anos 70 The Waltons, veja vídeo aqui)
Abby_Donovan: Boa noite, Lorelai.
Abby_Donovan: Mark? Ainda está aí?
Abby_Donovan: Eu consegui? EU CONSEGUI???!!! Deixei você sem resposta?!
MarkBaynard: Receio que, se eu admitir que assisti Gilmore Girls você pense que sou gay, e não somente um insone que assiste muita TV.
Os papos entre Abby e Mark roubam as páginas, de modo que os capítulos ficam com pouco texto narrativo. O título original é Goodnight Tweetheart e gostaria que fosse Boa noite, Tweetheart mesmo, pois outra sacada se perdeu aí; acuso o alcance de leitores novamente para explicar. A capa é fofa, com os passarinhos temáticos da rede social. Ouvi falar que já acharam que eram algum tipo de autoajuda a la tempos de redes sociais haha Não, nada disso, garanto. 

Recomendo para quem procura um livro para umas horinhas e guarda baixa, que aí Abby e Mark vão preencher de boa!
Lá estava ela novamente. Twittando em sua cabeça. Colecionando observações de 140 caracteres ou menos para compartilhar com Mark. Ela desejava desesperadamente que houvesse alguma maneira de desligar o botão da obstinação em seu cérebro para que ele parasse de twittar. 

Até a próxima!

P.S.: Valeu às arrobas com tweets certeiros pro post!


domingo, 18 de março de 2012

Happy Hour #11 - História do Twitter

Oi pessoal!! Como vão vocês?! Espero que às mil maravilhas, hein! *-* Me contem só uma coisa: ficaram muito tempo viajando com o nosso TOP 10 dos sonhos da Happy Hour #10?! rsrs  Aliás, queria agradecer muito a todos pelo carinho de sempre com a coluna! Bombamos de visitas e comentários!! *-* Obrigadaa de coração!!  

Bate-papos à parte, vamos ao nosso assunto de hoje, né?! Bom, se você se identificou com a imagem ao lado, tenho certeza que vai gostar da coluna de hoje. A internet chegou pra ficar, né?! Quem aí não entra pelo menos 2 minutinhos por dia para olhar as atualizações do Face ou para dar aquela tweetada e até mesmo visitar os sites que mais gosta? 

Então pensei: Todo mundo já sabe da história de Zuckerberg com o Facebook, seja pelo livro ou pelo filme. Mas vem cá, alguém aí sabe da História do Twitter?! cri-cri-cri *silêncio no recinto* ahhahah. Mas acalmem-se! A Happy Hour está aqui para te manter dentro de tudo! Vamos conhecer a História do Pássarinho mais famoso da Internet e de quebra algumas curiosidades?! Então, vem cá que te mostro tudo!! =DD 


Como nasceu o microblog
Logo da Odeo Inc.
Por volta de 2004, Evan Williams (@ev) , que havia sido responsável pela criação do Blogger (nossa plataforma) e, juntamente com Biz Stone (@biz), trabalhavam na gigante Google. Saíram de lá para formar, com outros amigos, a Odeo Inc., uma empresa de podcasting que não trouxe resultados em sua área de atuação. A empresa estava sofrendo pela concorrência de grandes players de informática. A partir dessa situação, a diretoria adotou a política de "reinventar a empresa". 
 
Ana Liberato