quarta-feira, 26 de março de 2014

Resenha: "Paperboy" (Pete Dexter)

Por Sheila: Oi pessoas! Resenha de mais um livro considerado Best-seller pelo The New York Times – e que já virou filme também. Paperboy foi estrelado nas telonas por nomes como John Cusack e Nicole Kidman, mas eu ainda não assisti, então não posso dizer para vocês o que achei, ou fazer um comparativo livroXfilme. Mas o filme foi indicado à Palma de Ouro em Cannes, então vale a pena conferir.

Thurmond Call era o xerife do condado de Moat, e tinha em seu histórico um número excessivo de mortes. Até que, aparentemente, matou a pontapés o caipira errado: Jerome Van Wetter, um alcoólatra que, infelizmente, vinha de uma família grande e muito violenta. Assim, não houve surpresa quando um primo de Jerome, Hillary Van Wetter, com um grande histórico de violência, foi preso e acusado pela morte do xerife.
Por consenso geral, Hillary Van Wetter era o membro mais feroz e imprevisível de toda família Van Wetter, um título que ele havia conquistado vários anos antes, quando tinha, de fato, atacado outro policial com uma faca, e lhe decepado o polegar após uma discussão sobre um escapamento solto no carro. Aquele caso, entretanto, nunca chegou a ser julgado. Com a mão aleijada, o policial só desejava voltar para sua casa no Texas, e, quando finalmente regressou para lá, recusou-se a vir à Flórida para testemunhar no tribunal.
Charlote Bless é uma aficionada por assassinos no corredor da morte, correspondendo-se com vários criminosos ao longo dos anos, mas sempre perdendo o interesse em seus “casos” por cartas. Até conhecer Hillary. Por que Hillary é diferente. Hillary é inocente, e Bless quer tirá-lo da prisão para poder se casar com ele.

William Ward James é o dono do jornal Tribune, tendo dois filhos; o mais velho, Ward, seguiu a carreira jornalística, trabalhando para o Miami Times, muito longe de casa, e por quem o pai alimentava uma ambição não tão secreta de que um dia assumisse o comando de seu pequeno jornal.

O mais novo, Jack James, foi recentemente expulso da faculdade, onde fazia parte do time de natação, e era o responsável por dirigir o caminhão de entregas do pai, sabia que este esperava que seu irmão, e não ele, assumisse seu legado, e não dava importância alguma para o fato.

As histórias convergem, quando Bless vai em busca da ajuda de Ward, que tem feito sucesso junto com seu colega Yardley Acheman devido a publicação de algumas matérias investigativas, e consegue a ajuda dos dois para tentar provar a inocência do seu agora noivo Hillary Van Wetter – apesar de os dois formarem uma dupla improvável.
Para os repórteres e editores que trabalhavam com eles na redação de notícias locais, Yardley e meu irmão eram pessoas diametralmente opostas.
Diametralmente opostas.
Alguns dos editores do Time acreditavam que as diferenças entre os dois eram a razão para o seu sucesso, que uma boa estratégia de gerenciamento envolvia saber que pessoas opostas criavam uma certa química ... que o Miami Times havia tido a sabedoria de fomentar, e que produziu uma equipe investigativa com uma potência maior que os ingredientes originais indicavam ser possível.
Um par perfeito, diziam eles. Diametralmente opostos.
Afinal de contas, as provas contra seu noivo são bastante inconsistentes, o condado perdeu algumas das provas fundamentais e o advogado que deveria defender Hillary parece não ter feito esforço algum para, de fato, auxiliar seu cliente. Agora os quatro juntos: Ward investigando, Yardley pegando carona no talento investigativo deste, Jack dirigindo o carro e Bless sendo inconveniente, irão remexer numa história que toda a cidade preferia manter adormecida, e descobrir que as respostas que acharam talvez não fossem exatamente as que procuravam.

O livro é narrado em primeira pessoa por Jack, que nos conta a história depois da mesma já ter findado. A escrita flui com agilidade e a estória, descrita como um romance gótico e um thriller tenso, realmente acaba prendendo a atenção do leitor até seu desfecho.

Mas não entrou para minha lista de favoritos e me parece que tentar explicar por que acabaria sendo um baita spoiler. No entanto, acredito que eu esperava um pouco mais do enredo, e talvez a questão seja que, ao ler a sinopse do livro, fiquei com uma impressão errada de como seria o desenrolar da trama, e me fez esperar muito mais do final.

Afora minhas expectativas, recomendo  a leitura  e espero os comentários de vocês! Abraços.

4 comentários :

  1. Eu vi o filme e li o livro e apesar de achar que o filme foi melhor, não gostei necessariamente de nenhum dos dois.
    Bjs, Rose.

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  2. N vi o filme nem o livro mais fiquei interessada!

    http://foreverabookaholic.blogspot.com.br

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  3. Fiquei curiosa pro filme e pro livro, mas eu sempre gosto de ler o livro antes. Entrou pra lista com certeza!

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  4. Eu li esse livro por uma fase de filmes que o Zack Afron tava fazendo de livros, tudo iniciado pelo Morte e Vida de Charlie St. Cloud, amei a história, tinha ganhado o livro de presente (*0*) e me apaixonei mais e mais e meio que acabei criando uma meta de ler todos os livros que esse ator fez adaptações.
    Com paper boy foi meio que como em Morte e Vida de Charlie St. Cloud, eu parti antes pro filme, mas já nos primeiros minutos eu não consegui assistir ao filme, meio que me chocou a Nicole Kidman rasgando as roupas... então parti para o livro.
    E caramba, que livro diferente, assim, tinha momentos que eu jurava q já havia lido essa história, mas com o jeito sem capítulos e divididos só por alguns parágrafos eu fui entrando no clima e fui lendo e terminei. Com um gosto de já ter visto algo do tipo e ficando bem irritada com uma certa "madrasta"...
    Eu fiquei bem aliviada com a história escrita, o meu maior medo foi desgostar da história por causa da cena do filme, mas o todo foi tão mais interessante que acabou passando batido a cena.
    Achei interessante a sua resenha, contou a história mas não contou detalhes demais, eu sou dificil pra isso rsrs
    bjs, livros e até

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