Essa mensagem faz parte de uma série de postagens, capítulo a capítulo, com receitas inspiradas no enredo do livro "Siri" (Rachel Cohn). Para ver as receitas anteriores clique aqui
Boa Tarde Pessoas
O final de semana está chegando e o capítulo dessa semana vem trazendo um coquetel clássico e polêmico no mundo dos bares, o Dry Martini. Como bem sabemos a nossa querida CC faz o Martini Perfeito, coquetel que aprendeu com papai Syd.
A minha intenção essa semana é desmitificar um pouco esse preparo. Disse, certa vez, Ernest Hemingway: "Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um dry martini. Garanto que em menos de cinco minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gin e vermute está errada".
Isso acontece porque os aficionados pelo coquetel costumam conhecer a receita e conseguem identificar, ao primeiro gole, o dry martini perfeito. Para saber se um barman é bom, por exemplo, basta pedir este clássico. Se ele acertar, todos os coquetéis do cardápio estão salvos. Porque um dry martini não pode ser mais ou menos –o gim tem de ser inglês, o vermute não deve ultrapassar uma gota. Se estiver aguado é pecado, mas deve ser servido super gelado.