domingo, 30 de junho de 2013

Resenha: “A Elite” (Kiera Cass)

- Clique aqui para ler a resenha de "A Seleção"

Por Juny: Foram meses de espera para poder ler a continuação dessa série que me conquistou. O eBook “O Principe” ajudou a dar uma acalmada na ansiedade, mas nada como poder devorar as 360 paginas de "A Elite".

A luta pelo coração do Principe Maxon continua, agora restam só 6 concorrentes e a disputa esta cada vez mais tensa. América continua com a sua escolha particular, como se o destino dessa seleção dependesse mais da escolha dela do que da de Maxon.

Muito é revelado sobre a situação de Illéa e seus governantes. Conhecemos mais a fundo a personalidade sombria do Rei. Tem até uma bela festa de Halloween, um momento de descontração em meio a guerra com os rebeldes. Não quero revelar muito sobre o enredo pois diversos acontecimentos são repletos de spoilers que podem atrapalhar quem ainda não leu.

América irrita um pouco nesse livro com paranoias e desconfianças, que já deviam ter sido superadas. Aspen foi uma surpresa, conseguiu reverter um pouco a desvantagem através da sua simplicidade e compreensão com América. Mas isso só no inicio, quando Maxon tem umas atitudes estranhas. O nosso querido príncipe de Illéa perdeu um pouco o rumo, mas no decorrer da trama há diversas reviravoltas. E nossa protagonista continua dividida. E eu também.
Refletindo sobre os últimos acontecimentos, na tentativa de entender meus problemas, me pareceu que tudo podia ser enquadrado em quatro categorias:
- O que eu sentia por Maxon
- O que Maxon sentia por mim
- O que havia entre mim e Aspen
- O que eu achava de verdade sobre me tornar princesa
No primeiro livro fui Team Maxon do começo ao fim, mas confesso que nesse Aspen se mostrou mais coerente em alguns momentos, balançou um pouco minha escolha. O que dirá a decisão de América! Que escolha difícil!
Uma batida fraca no meu coração me sussurrava “E Aspen?”. Só que eu estava tão entregue a Maxon que mal a escutei.
O clima de contos de fadas, misturado ao futuro distópico e ao reality show são escolhas bem acertadas da autora. O segundo livro conseguiu ser ainda melhor que o primeiro, com muito mais do que o triângulo amoroso, apresentando novos rumos para essa estória. A leitura flui com rapidez e é muito agradável. Só nos resta aguardar ansiosamente pelo terceiro livro para descobrir o desfecho. Recomendo muito!

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Happy Hour #42 - Superlua de 2013

Oi gente! Como vão vocês? Eu vou muito bem e muito louca com a faculdade. Mas vamo que vamo! rs E vocês, curtiam nosso Especial Dia dos Namorados? Cheio de posts românticos, com temáticas bem legais, né?  "O Amor nas artes" embalou nossa Happy Hour #41

Hoje nós não vamos sair muito da temática romântica. No dia 23, domingo, aconteceu um dos eventos astronômicos mais importantes do ano, a Superlua.

O Perigeu Lunar, como também é conhecido, acontece quando a Lua chega ao seu ponto mais próximo da Terra. Para um observador no planeta, as Luas perigeu ficam 14% maiores e 30% mais brilhantes do que no apogeu.

Como não é uma coisa que acontece todo dia, pessoas ao redor do mundo pararam para registar o momento. Preparem-se para ver fotos sensacionais!!

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

[Gastronomia e Literatura] Arraiá dos Livros

Olá Pessoas,

Esse mês (e até o próximo) vai pipocar um montão de Festas Juninas, Julinas, de São Pedro, São João e tantos outros nomes dados para essa comemoração católica. E elas serão de tudo quanto é tipo, à caráter, comunitária, de empresa, de escola, com quadrilha, com fogueira etc.

E para você não fazer feio em nenhuma dessas situações deixo duas dicas. A primeira é para a criançada, um livro infantil de Toni Brandão ricamente ilustrado, que vai garantir a diversão e o prazer de ler nos nossos pequenos leitores. O livro Festas Juninas aborda a história da jovem e bela Maria, que com medo de ficar para titia pede a Santo Antônio, o santo casamenteiro, que lhe arrume um marido. Mas Santo Antônio exagera e arranja dois pretendentes, os mais bonitos e melhores partidos da região. Antônio pede a mão de Maria para Seu João, mas Pedro também quer casar-se com ela. E agora? O que Maria vai fazer? O que Seu João vai resolver? Para descobrir basta ler essa pequena narrativa de apenas 19 páginas.

Segunda, uma receita bem exótica para impressionar a todos que provarem do Brigadeiro de Milho Verde. Vamos deixar de enrolação e colocar mãos à obra.

·         1 lata(s) de milho verde escorrida
·         1 lata(s) de leite condensado 

·         1 colher(es) (sopa) de margarina
·         quanto baste de açúcar para polvilhar

Preparo:
  1. Bata no liquidificador o leite condensado com o milho.
  2. Passe numa peneira e leve ao fogo até ferver. 
  3. Misture a margarina e continue mexendo até soltar do fundo da panela. 
  4. Despeje num prato untado e espere esfriar. 
  5. Faça bolinhas e passe no açúcar.


E a gordice não para por aí, temos a versão de colher também... Oh trem bão!!

Para preparar a versão de colher basta seguir a mesma receita até o passo 3, e ao invés de enrolar, sirva em copinhos descartáveis.

Desejo à todos, Boas Festas...

Boa Leitura e Bon Apetit

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Resenha: "Gregor e a Profecia de Sangue" (Suzanne Collins)


Pode haver spoiler para quem não leu os primeiros volumes de As Crônicas de GregorLeia as resenhas de Gregor, o Guerreiro da Superfície e Gregor e a Segunda Profecia.

Por Gabi: Com uma capa não tão bacana, mas uma boa história, hoje vamos conhecer o terceiro livro de As Crônicas de Gregor. A autora fez uma transição muito sutil entre o anterior e este, o que deixou aquele "gostinho de quero mais", o que não ocorreu, para mim, do primeiro para o segundo livro. 

Gregor volta do Subterrâneo, onde quase foi julgado por traição com seu vínculo Ares. Antes de partir, porém, a atual princesa de Regália e prima de Luxa, Nerissa, lhe entrega um pergaminho. O que o garoto não imaginava era que nele estaria uma escritura de Sandwich, a Profecia de Sangue.

Uma terrível doença assola o Subterrâneo e pode contaminar todos os animais de sangue quente. Essa praga é contagiosa e mortal e todos precisam da ajuda do Guerreiro para encontrar a cura e tentar livrá-los dessa maldição. 
- Então você precisa ir. Você pode tentar fugir, mas a profecia sempre o encontrará de alguma forma - disse a avó.
Gregor recebe um bilhete de Vikus implorando ajuda. Os pais do garoto, no entanto, foram contra, mas o menino estava irredutível e, dada as circunstâncias, toda a família embarcou para o Subterrâneo. Chegando lá, eles vêem que a situação está um caos: mortes já foram contabilizadas, há feridos e o temível risco de contágio em todos aqueles de sangue quente. 

Segundo a grande pesquisadora e médica de Regália, Nevive, a única cura para a doença é uma planta chamada starshade, que encontra-se apenas no Vinhedo dos Olhos, a terra mais traiçoeira e perigosa de todo o Subterrâneo. 
Houve um silêncio mortal. Finalmente, Lapblood falou:

- Podemos então cortar nossas próprias gargantas logo, pois teremos a mesma chance de sobrevivência que no Vinhedo. 
Mas eles não tinham tempo a perder. Podiam arriscar suas vidas procurando a cura ou ficarem todos parados, esperando que a doença infectasse todos aqueles de sangue quente do Subterrâneo. Como não havia escolha, muito menos tempo a perder, embarcam nessa jornada Gregor, Ripred, Lapblood, Boots, Temp e morcegos, mas acabaram encontrando alguns aliados no caminho. 

Este é o melhor dos três livros que já li de As Crônicas do Subterrâneo. Ele possui muitas aventuras, recheadas de surpresas e mistérios. Somos apresentados a novas criaturas do Subterrâneo e a lugares diferentes, que são, ao mesmo tempo, lindos e incrivelmente assustadores. Mas o melhor, sem dúvidas, é parte final do livro: um acontecimento que muda a perspectiva da história e o rumo dos personagens, bem como do retorno à normalidade naquelas terras. 
Vire e vire de novo.
Vocês veem a coisa, mas não o quando.

Remédio e erro ao se entrelaçar, 

uma única vinha vão formar.
A narrativa de Collins é simples, o que torna a leitura muito fácil e prazerosa. As páginas fluem e você não quer abandonar a história até que descubra o que acontece depois, como os fatos se ligam, por que isto ou aquilo foi escrito na profecia. Enfim, um quebra cabeças. Se você já leu os dois primeiros livros, não deixe de continuar a série. E se prepare para ficar ansioso pela continuação!! 

E aí pessoal, gostaram da indicação de hoje? O que acham da série "As Crônicas do Subterrâneo"? Já leram algum livro? Não deixem de comentar suas opiniões, dicas e críticas!!

Boa leitura!! 

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Filme: "Se Beber, Não Case! Parte 3"

ATENÇÃO!

Assista (e leia!) ANTES: Se Beber, Não Case e Se Beber, Não Case II.
Se você ainda não viu nenhum dos dois primeiros filmes, é aconselhável que não leia esta resenha, pois pode conter alguns spoilers.
 
Este cartaz te lembra ALGO? hehehe

Um dos filmes mais esperados do ano para mim. Um dos desfechos que mais queria ver!
Depois de dois grandes sucessos das comédias, “Se Beber, Não Case” e sua continuação, é lançada a terceira parte.

Quando vi o trailer, fiquei ainda mais curiosa para assistir, pois diferentemente do contexto do primeiro e do segundo filmes (que é o grupo de amigos sempre tentando achar algum membro perdido após uma noite maluca), o terceiro é completamente diferente.

Acho que aí está o grande motivo para você, que talvez esteja com um pé atrás com a continuação (o que é naturalmente normal, já que é mais que difícil fazer um filme de sucesso e repeti-lo mais duas vezes. É arriscado.)
Mas, na minha opinião, a trilogia “Se Beber Não Case” deu muito certo.
O roteiro do primeiro e do segundo é parecido e fez sucesso, então, dessa vez, tentaram algo novo, para fugir do próprio estereótipo que a franquia carrega, para tentar dar certo. E por isso mesmo que deu.

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

[Gastronomia e Literatura] Café da Manhã

Olá Pessoas,

Eu tenho alguns vícios, ok, não diria vícios, mas sim hábitos. E um deles é o de ler durante o café da manhã e isso é uma coisa normal, afinal muitos leem jornais ou revistas logo pela manhã. Acontece que eu prefiro livros, é muito boa a sensação de dar "bom dia" para aquelas personagens que te acompanham e te envolvem na sua trama.

Não podemos nos esquecer é claro da nossa alimentação nesse momento de voo da imaginação. Portanto, a receita dessa semana que uma deliciosa dica para acompanhar suas leituras (seja qual for a hora) e também o seu café da manhã. Vamos preparar Biscoitinhos de Leite Condensado

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Resenha: "Sangue de tinta" (Cornelia Funke)

Por Sheila: Oi pessoas! Mais uma trilogia! (já vou adiantando que já recebi o último livro e estou na metade, e que a resenha do próximo siará logo, logo). Escrita por Cornelia Funke, a trilogia "Mundo de Tinta" já teve seu primeiro livro, "Coração de tinta" resenhado aqui no blog e adaptado às telonas, apresentando em seu elenco Brendam Fraser e Helen Mirren.

Bom, como eu sempre digo no início de resenhas de trilogias, sagas, sequencias - mesmo correndo o risco de soar repetitiva - é que, se você não gosta de saber o final do livro antes de lê-lo,não leia o restante da resenha. Afinal, costumo começar a resenha do livro subsequente de onde o anterior terminou (e ok, confesso, copiei esse parágrafo de outra resenha, mas se é para ser repetitiva, que seja com um mínimo de esforço!).

Na verdade, o fim de "Coração de tinta" foi uma grande surpresa para mim. por que, geralmente, as trilogias possuem um núcleo, representando por alguns personagens, que partem em direção de algo, seja externo ou interno; sempre existe algum mistério, segredo, que vai aos poucos sendo desvendado. Geralmente esta busca fica mal resolvida nos primeiros livros e encerra-se no último, onde todas as respostas são dadas. Coração de tinta não foi assim. Ele teve começo, meio e fim. Lógico que "Sangue de Tinta" é sua continuação, mas são os mesmos personagens numa nova aventura, o que adorei!

Bom, mas para quem não leu o primeiro livro algumas atualizações: Mo é um encadernador de livros que possui um inusitado dom, ele consegue fazer com que os personagens saiam de dentro dos livros e ganhem vida, apenas ao lê-los. Meggie é sua filha, agora uma pré-adolescente, e no primeiro livro eles se vêem as voltas com um terrível vilão lido por Mo do livro "Coração de Tinta" - que também nomeia o primeiro livro da trilogia.

Esse vilão é Capricórnio, que aprisiona Mo no primeiro livro para que leia fortunas para fora das páginas, e é morto no fim pelas palavras escritas pelo seu autor, um velho chamado Fenoglio, que no fim acaba desaparecendo, provavelmente tragado para dentro das páginas do livro. Esta é outra característica peculiar da estória: sempre que alguém/algo sai das folhas do livro, algo/alguém desaparece na troca. Foi o que aconteceu com a mãe de Meggie, que no fim do livro é descoberta na cidade de Capricórnio.

Há alguns personagens que retornam neste livro: Dedo empoeirado, que só pensa em voltar para casa; Mortola, criada de Capricórnio que na verdade é sua mãe; Basta, o fiel braço direito de Capricórnio; Elinor, tia da mãe de Meggie, na casa de quem todos vão morar ao fim do primeiro livro; Farid, um aprendiz de ladrão saído de um dos livros lido por Mo e que vira a "sombra" de Dedo Empoeirado; e Darius, um leitor assim como Mo, mas tão atrapalhado que consegue ler as pessoas para fora dos livros sempre com pequenos "defeitos" (a mãe de Meggie volta sem voz).

Em "Sangue de Tinta" seremos apresentado a um novo leitor, Orfeu, um apaixonado pela trama de "Coração de Tinta" e por seus personagens e que, apesar de sua extrema falta de modéstia, conseguirá realizar o impensado: escreverá e lerá as palavras certas, que mandarão finalmente Dedo Empoeirado de volta para casa, para seu mundo de tinta.
Por um instante, Dedo Empoeirado teve a sensação de que nunca estivera ausente, como se tudo tivesse sido um sonho ruim, e as lembranças dese sonho apenas um gosto insosso na língua, uma sombra no coração, nada mais ... De repente tudo estava ali outra vez, os sons tão familiares e nunca esquecidos, os cheiros, os troncos das árvores, sarapintados pela manhã, as sombras das folhas em seu rosto ... Ele quase esquecera quão grande podia ser uma árvore, quão grosso e alto seu tronco, a copa tão ampla que todo um exército de cavaleiros poderia se abrigar ali.
Mas nem tudo são flores. Por simples capricho, Orfeu não enviará junto Farid que fica desconsolado por ser deixado para trás, e que ainda acaba se deparando com Basta, que está de alguma forma aliado a Orfeu e também quer ser mandado de volta. Farid precisa desesperadamente avisar à Dedo Empoeirado que Basta também vai voltar, e só pode fazer isso de uma forma: entrando no livro. Assim, vai em busca de Mo para que este o ajude. Acontece que é Meggie, que descobre ter o mesmo dom do pai, quem o lê para dentro de "Coração de tinta", com uma condição: que ela possa ir junto.
Meggie ficou ainda um bom tempo entre os livros de Elinor, folheando ora um, ora outro, em busca de frases que encobrissem seus próprios pensamentos (...)
Não posso fazer isso, ela pesou, enquanto o vento soprava as folhas das árvores e as carregava consigo como um brinquedo colorido. "Não, não vai dar cderto! Vão morrer de preocupação e Mo nunca mais falará uma palavra comigo, nunca mais."
Sim, Meggie pensou em tudo isso, pensou muitas vezes. E ao mesmo tempo sabia, bem no fundo, em seu íntimo, que sua decisão já estava tomada.
Os pais de Meggie nem tem muito tempo para desesperarem-se pelo que aconteceu, pois Mortola os encontra com o novo leitor, e se faz ler junto com eles para Coração de tinta, onde acredita que seu filho ainda vive, e onde planeja ter sua vingança.

As incríveis aventuras que eles viverão neste mundo mágico, o que encontrarão por lá - o tempo passou? eles voltaram exatamente para o mesmo lugar de onde tinham saído? Lá Capricórnio ainda vive? Eles conseguirão se ler para fora da obra novamente? - isso vocês só descobrirão lendo o livro, não vou dar nenhum "palhinha".

Mas com certeza, se comparado ao primeiro, este segundo volume tem muito mais ação, aventura e surpresas, momentos de tirar o fôlego, tristezas, reviravoltas. No entanto, assim como o primeiro, este livro tem vilões cruéis e nem tudo da certo sempre. Recomendo - e muito! - e logo que terminar o terceiro estarei postando a resenha por aqui. Forte abraço a todos e todas.

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Resultado das promoções de Maio!

Confira aqui o resultado das seguintes promoções:

  •  "Filhos do fim do mundo" + "O Espadachin de Carvão"
  • "Divergente" + "Insurgente"

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      segunda-feira, 17 de junho de 2013

      #PROMO "Cinder" + "Bruxaria"



       Que tal concorrer a esses super livros da editora rocco? Um sortudo vai levar pra casa:

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        domingo, 16 de junho de 2013

        Resenha: "Esperando por você" (Susane Colasanti)

        Por Gabi: Oi pessoal! Hoje vamos falar de um livro bem leve. Nosso YA é narrado em primeira pessoa por Marisa, uma adolescente de 15 anos que toca violino e gosta muito de fotografia.

        Ela acaba de voltar do acampamento de verão para a pequena cidade de Far Hills em Connectcut e está louca para começar o segundo ano do Ensino Médio. Sempre ao lado de sua amiga e fiel companheira Sterling, que tem uma queda por caras mais velhos, uma família nada tradicional e uma paixão pela culinária.

        Marisa quer embarcar em um novo começo. Esquecer o ano passado e as dificuldades enfrentadas e, finalmente, ter seu primeiro namorado de verdade. 


        Quando penso em como minha vida será diferente quando essa espera terminar, sinto medo e excitação em relação a essa nova experiência. Um tipo de experiência que você nunca teve, mas sabe que estará no lugar certo. Porque, depois de todos esse tempo, você sabe que sua vida real, finalmente, estará começando.

        Derek é sua grande paixonite. Um garoto lindo, com seu sexy visual de surfista, popular e simpático. Quando ele termina seu namoro e começa a ficar cada vez mais próximo de Marisa, o encanto se torna cada vez maior. Ela percebe que ele não é só a "casca" e eles vão criando uma certa intimidade até que ele a convida para sair. 

        O problema é que a partir do momento que seu relacionamento com Derek vai ficando mais sério, sua vida começa a sair dos eixos. A relação de seus pais, que sempre foi tão sólida, começa a sofrer drásticos abalos, o que a afeta bastante já que esse era um de seus portos seguros. Sua irmã mais nova também não enfrente nada bem essa situação. E juntando-se ao fato de que ela está cada vez mais distante de sua grande amiga Sterling, o mundo de Marisa vira de cabeça para baixo.

        E é nesse momento mais difícil que o apoio de um grande confidente trona-se fundamental. Nash, seu grande amigo de infância, inteligente, tímido e muito meigo sempre está lá quando Marisa precisa e vice-versa. Seja nos trabalhos de escola, que sempre fazem juntos, ou nos problemas pessoais, eles sempre se ajudam. 

        O ar gelado é cortante. Tenho a sensação de que vamos cair, então me agarro ao Nash. [...] 
        Mas não me importo. Não consigo me lembrar da última vez que me senti tão viva! 

        Ainda há o misterioso Dirty Dirk, uma pessoa que posta todos os dias podcasts em seus site e fala de relacionamentos, dá dicas aos adolescentes e que, incrivelmente, consegue "entender" todos e parece falar diretamente com cada um. A partir daí, Marisa começa a colocar em xeque seus verdadeiros sentimentos por Derek e o rumo que está tomando sua amizade com Sterling e a convivência com seus familiares.  

        Bom, temos aqui um enredo com um tema bem clichê, como puderam observar. A adolescência, amores, desilusões e problemas com a família. Achei que faltou um elemento surpresa, fugir do óbvio. Mas outros fatores salvaram a obra. A narrativa de Colasanti é muito fluida e leve. As páginas não passando rapidamente e nem nos damos conta. Gostei também das várias citações de John Mayer e suas músicas. (não preciso dizer que amo, né?) E há referências culturais e musicais bem bacanas. Seriados e músicas, principalmente. 

        Outra coisa que achei bem bacana foi a grande mensagem passada no livro, principalmente porque este tem adolescentes como seu principal público alvo, que é o fato de que sempre fazemos tantos planos e esperamos uma vida perfeita, com tudo certinho e não percebemos que aquilo que nos fará mais felizes está bem debaixo de nossos olhos. Além do fato de que quando achamos que as coisas estão dando errado, é apenas a vida nos mostrando que há uma luz no fim do túnel e que esta pode nos iluminar lindamente.

        Você é  como um farol, sempre em busca de algo distante no horizonte, porém, esta coisa que procura está, na verdade, perto de você, e sempre esteve. é por isso que você precisa olhar para dentro de si mesmo em busca das respostas em vez de procurá-las no exterior. 


        Então pessoal, alguém aí já leu o livro? Gostam desses romances adolescentes? Não deixem de comentar, hein?

        Beijos beijos e boa leitura!! 


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        sábado, 15 de junho de 2013

        #PROMO "Alma?" (Gail Carriger)


        Que tal ganhar um exemplar de "Alma?"  (Gail Carriger)? Confira as regras e participe do sorteio!

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          sexta-feira, 14 de junho de 2013

          Happy Hour #41 - O amor nas artes

          Oi gente! Como vão vocês? Eu estou soterrada de coisas da universidade, mas vamo que vamo! Ah, digam que sentiram minha falta semana passada... Curtiram a Happy Hour #40  e  bombaram o blog de visitas (amei! *-*). Mas a questão é que eu fiz uma confusão enorme de datas e acabaram ficando sem Happy Hour semana passada. Mas não briguem comigo porque eu preparei uma coluna master especial para hoje!

          Como essa semana é comemorado o dia dos namorados no dia 12, hoje vamos falar de declarações de amor nas artes. E não há melhor forma de um artista declarar seu amor, que compor uma música, uma poesia, ou até mesmo uma pintura.  Vamos conhecer algumas musas inspiradoras agora?

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          quinta-feira, 13 de junho de 2013

          #PROMO “O Teorema Katherine” (John Green)


          Que tal ganhar um exemplar de “O Teorema Katherine” (John Green)? Confira as regras e participe do sorteio!

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            quarta-feira, 12 de junho de 2013

            [Gastronomia e Literatura] Jantar à Dois

            Olá Pessoas,

            Excepcionalmente hoje, e por motivos bem românticos hahaha, a coluna de Gastronomia e Literatura é hoje. Isso para que você possa preparar um delicioso e especial jantar à dois para sua namorada ou seu namorado. Dica rapazes: mulheres gostam de caras que sabem cozinhar; e dica geral: cozinhar com amor deixa tudo mais gostoso.

            Vou deixar uma sugestão de jantar completo para surpreender nessa data. Vamos lá:

            Entrada: Salada Caprese
            Uma forma bem interessante de apresentar uma salada. A salada no palito é prática e muito saborosa com a combinação perfeita de tomates-cereja, mussarela de búfala e manjericão.

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            Resenha: "Casais inteligentes enriquecem juntos” (Gustavo Cerbasi)

            Por Juny: Se você ainda é solteiro e tem um orçamento sem planejamentos, se você quer casar e não sabe por começar a planejar os gastos ou se você já tem uma família e está sempre com dificuldades financeiras, você deveria ler “Casais inteligentes enriquecem juntos”.

            Não pense que é autoajuda, muito pelo contrario, é um livro de administração e economia, muito útil para criar a mentalidade da economia familiar.

            Procurei ajuda nesse livro, pois estou em uma fase de grandes decisões financeiras, planejando comprar um apartamento, sonhando com o casamento, mas sem saber por onde começar, mesmo porque são sonhos bem caros.

            Gustavo dá dicas sobre como começar a poupar, aprender a investir, enxugar o orçamento, previdência e etc. Uma coisa que ele insiste é o aluguel ao invés da casa própria, por mais convincentes que sejam seus argumentos, ele não conseguiu me convencer a desistir desse sonho.

            Ele classifica sua dica por solteiros, casais que pretendem se casar ou recém-casados e casais com filhos, também tem um capitulo especial sobre aposentadoria. Suas dicas se encaixam com todas as etapas da vida e a regra geral é sempre poupar e investir para garantir independência financeira no futuro. Ele classifica também os perfis das pessoas como: poupador, descontrolado, gastador, desligado e financista; coloca seus pontos fracos e fortes e como fica a relação entre essas diferentes mentalidades financeiras. Outra coisa que ele insiste é que guardar dinheiro não significa viver mal ou ter privações.

            “Chamo essa verba de finanças da reconquista diária. Não é preciso contar com grandes quantias. Na fase do namoro, pouco dinheiro e muita criatividade certamente traziam momentos muito especiais. Tampouco é preciso perder horas imaginando alguma coisa criativa. Até mesmo a rotina pode ser “sem rotina”. Alguns amigos cultivam a rotina de, toda semana, conhecer um bar ou restaurante diferente. Outros tem a rotina de, a cada dois meses, viajar para algum lugar que não conhecem durante o fim de semana. Vocês podem criar a rotina de, toda semana, preparar juntos um novo prato na cozinha”.
            Capa com tema do filme
            Na teoria é tudo lindo, mas Gustavo dá exemplos de problemas e como superá-los. E sempre insiste no dialogo frequente do casal sobre o planejamento financeiro e na tentativa da mudança de percepção, no caso em que um dos dois tem um perfil de gastos descontrolados.
            “Sempre haverá dúvidas, vocês terão frustrações com algumas perdas, seu plano precisará ser revisado algumas vezes durante a vida, e talvez em algumas dessas revisões terão de adiar seus objetivos por alguns meses ou anos. Todavia, quanto mais cuidadoso for o planejamento tanto menor sera o sofrimento causado por situações indesejáveis.”
            Um livro altamente recomendado, principalmente para quem esta começando a planejar um futuro à dois e que quer fazer tudo com muito planejamento para ter um futuro tranquilo. Recomendo!

            - Ano passado foi lançado um filme baseado nesse livro e ele foi relançado com a capa temática, como ainda não assisti  não tenho como opinar, mas fica a dica!


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            terça-feira, 11 de junho de 2013

            Especial “Filmes + Dia dos Namorados”

            Olá pessoal, tudo bem com vocês?
            Hoje a coluna de cinema está IN LOVE... ♥♥
            Com o dia dos namorados chegando, não poderíamos ficar de fora, até porque acho que "namoro + cinema" é uma ótima combinação, vocês não acham? *-*

            Essa coluna hoje vai trazer um TOP 10 (que na verdade é TOP 11, já que temos um filme com Parte I e II, hehehehe) com os melhores filmes de amor já resenhados aqui no Dear Book!
            É uma maneira de fazermos uma retrospectiva para você, que por algum motivo ainda não viu alguma resenha, pois clicando no nome do filme, você irá para a página com a resenha, e também uma ótima sugestão para amanhã, já que você pode escolher todos ou alguns destes filmes para assistir com o seu Love né? *-*


            Porém, sei que tem muita gente solteira, livre leve e solta e que não, necessariamente, vai comemorar o 12 de junho.
            Mas, mesmo para as solteiras de plantão, esses filmes são super válidos porque, em meio a um filme de amor, SEMPRE TEM um carinha lindo, romântico e charmoso. Ou seja, um verdadeiro príncipe que acaba aquecendo os corações mais frios! Hahahaha

            É isso aí, espero que todos os casais tenham um ótimo dia dos Namorados e que os solteiros não se desesperem, pois lembrem-se: “O dia é dos namorados, mas a noite é dos solteiros”. ;D

            Ah... Sei que nem todo namorado é fã de filmes estilo “Romance” e “Comédia Romântica”, mas amanhã não tem desculpa para não querer assisti-los hein...
            Prometo que no próximo “Dia dos Namorados” faço uma lista “PARA ELE” e outra “PARA ELA”. Mas acho que não tem graça né? Afinal, o bom é assistirmos a filmes juntinho de quem amamos!

            Agora, vamos aos filmes!!! A lista está em ordem de publicação das resenhas (da mais recente para a mais antiga).
            Lembrando que quero um comentário seu falando o que achou da lista de filmes, qual filme você incluiria, qual (is) dos filmes você já viu com seu amor, enfim...
            Vamos lá!!

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            segunda-feira, 10 de junho de 2013

            #PROMO "Coração de Tinta" (Cornelia Funke)


            Que tal ganhar um exemplar de "Coração de Tinta" (Cornelia Funke)? Confira as regras e participe do sorteio!

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              [Minhas Palavras] "As Crises"



              A coluna "Minhas Palavras" apresenta textos originais, de diversos temas, produzidos pela equipe do Dear Book.
              "As crises"

              POR: Raquel Morelli
              (Colunista de Cinema)


              Ultimamente, tenho reparado em vários casais que passam por “crises”: ficam um tempo separados e dias, semanas, meses ou até mesmo anos depois, eles voltam a ficar juntos.

              Talvez eu seja uma pessoa que não compreende esse tipo de coisa. Talvez eu não deva julgar e/ou ficar me metendo no relacionamento dos outros porque detesto quando fazem isso com o meu, e quero enfiar a cabeça da pessoa que está falando na privada.

              Mas acontece que eu nunca passei por crise nenhuma. Claro que nenhum relacionamento é igual ao outro, ninguém é melhor ou pior que ninguém, cada um vive a vida da forma que julga ser a melhor.

              Mas digamos que eu e meu namorado (e vários outros casais que conheço) nunca precisamos entrar em crise. Nunca precisamos de mais de uma noite para resolver alguma coisa. Eu nunca quis entrar em crise, eu nunca quis terminar um longo relacionamento por causa de bobagens.
              Eu sei que brigas sempre vão existir, desentendimentos também. Mas às vezes eu acho que quem termina ou dá um tempo achando que vai resolver o problema está, na verdade, fugindo dele.
              Acho que eu herdei esse negócio de querer resolver as coisas e não fugir delas da minha mãe. Porque ela sempre me diz algo assim: “Namoro iôiô não dá certo. Ou termina de uma vez pra nunca mais voltar ou não tem porque terminar”.
              Eu acho uma verdade isso. Ficar indo e voltando, brigando e se reconciliando durante muito tempo, é sim, desperdício de tempo e desperdício de amor. Porque acho que quando as crises começam a ser frequentes, é sinal de que você e a pessoa não estão se encaixando direito. É sinal que os problemas estão sim atrapalhando e parece que farão a diferença apesar de tudo.
              Amor só não basta. Tem que ter entendimento.
              Conheço tanta gente que passe por crise, termina, fica com várias pessoas, daí volta e começa tudo de novo. É um circulo vicioso que para mim tem uma grande dose de falta de amor próprio, falta de respeito e falta de vergonha na cara.
              Eu posso estar errada, como disse esse é um texto em que exponho a minha opinião que está longe de ser a ideia de perfeição, mas para mim, quando você termina com uma pessoa, fica com várias (e consequentemente ela também) e depois volta, perde a magia. Perde o encanto. E perde o respeito. 
              Tem casal que parece que gosta de entrar em crise para fazer essas safadezas. Sim, para mim, mesmo não sendo traição é safadeza.
              Lógico que tem casos e casos, às vezes as pessoas terminam, daí no futuro se reconciliam, vêem que é amor o que sente e que vale a pena lutar. E para por aí.
              Não estou dizendo que não se pode terminar um namoro. E depois voltar. Mas daí volta com consciência de que se você voltou com a pessoa é porque realmente a ama, apesar dos defeitos e dos motivos que fizeram terminar anteriormente. Volte sabendo que voltou para aquela mesma pessoa, sem mudanças. Se for pra voltar já sabendo que não vai perdoar nada, é melhor não voltar.
              Poupe-se de se machucar e poupe o outro de ser machucado.
              Se não tem mais amor, se as crises de ‘brigar e voltar’ já extrapolaram todos os limites, então chega. Não tenha medo do fim definitivo porque um recomeço estará lhe aguardando. Não adianta ficar preso(a) numa relação que não vai para frente.
              Voltando às palavras da minha mãe: “Se terminar, vai ser definitivo. Não abre mais a porta.”
              Sim, seja definitivo mesmo. Daí não terá mais crises e você estará pronto(a) para beijar quem quiser e fazer o que quiser.
              Se há brigas, resolva na hora. Ou melhor, pode esperar passar alguns dias para se acalmarem, e às vezes essa é a melhor solução. Mas briga é briga e sempre vai ter. Independentemente da relação. Qualquer relacionamento tem briga. Mas tem que ter respeito e vontade de resolver as coisas e não simplesmente pegar a mala, ir embora e no dia seguinte voltar falando “Ai, tô com saudades, não aguento ficar sem você, me perdoa”. Isso não é nada profundo. Isso também, é falta de ter alguém para estar junto e não da pessoa em si.Entrar em crise, terminar e voltar, é falta de querer se resolver, achar que uma simples desculpa vai acabar com a situação. E eu acho que casal que realmente tem a vontade de querer ficar junto e se resolver, não vai querer entrar em crise. Simplesmente porque essa é uma situação muito ruim para ambos.
              Sou a favor do diálogo e do entendimento imediato, na medida do possível. Sou extremamente contra crises.
              Pois, para mim, a vida sem crises é bem melhor e mais saudável.

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              domingo, 9 de junho de 2013

              Resenha: “Fiquei com o seu número” (Sophie Kinsella)

              Por Juny: Pense naquele livro leve, muito engraçado, cheio de romance, que a narrativa é tão legal que parece um filme de comédia romântica, é isso que sinto cada vez que leio um livro da Sophie Kinsella, minha autora favorita de chick-lit.

              Poppy irá se casar e tem um lindo anel de noivado, uma joia rara da família de seu noivo. Porém em uma festa com as amigas acontece um incidente e ela perde o anel e o celular. Desastre total! Desesperada ela encontra um celular na lixeira do hotel onde ocorreu a festa e começa a usá-lo em sua busca para contatar as amigas e os funcionários do hotel. Porém o dono do celular acaba ligando (para a linha que deveria ser seu sua assistente que pediu demissão e jogou o celular fora) e fala com Poppy. Como ele precisa fechar um negocio urgente com um grupo de japoneses e esta atrasado, pede para Poppy fazer o que sua assistente deveria estar fazendo: ganhando a atenção dos empresários ate a sua chegada. Para isso ela faz uma cena engraçada e inusitada.
              Meu instinto é mandar uma mensagem de texto para alguém dizendo “Ai, meu Deus, perdi meu celular!” Mas como posso fazer isso sem o maldito celular? Ele é meu companheiro. É meu amigo. Minha família. Meu trabalho. Meu mundo. É tudo. Sinto como se alguém tivesse arrancado de mim os equipamentos que me mantêm viva.
              E com isso, Sam e Poppy criam um vinculo por causa do celular. Ela repassa os e-mails da caixa de sua assistente enquanto ele não arruma uma nova e ela fica com o numero pois deu a todos na esperança de noticias do seu anel, o qual ela omitiu a noticia do sumiço ao seu noivo. O envolvimento dos dois fica a cada dia mais intenso. Muitas confusões acontecem entre eles por causa do celular. E a trama toma rumos inesperados, colocando muitas situações de suas vidas à prova.
              “Mas a gente não percebe, não é? O momento surge, a gente comete o erro terrível e ele acaba, e a chance de fazer qualquer coisa já era.”
              Poppy é super engraçada e doida, em alguns momentos até sem noção, uma protagonista muito interessante que dá brilho ao livro. Sam a principio enigmático e muito sério, é um cara responsável e focado em seu trabalho, porém no fundo é muito fofo e encantador. Eles formam um belo casal, fazendo o leitor torcer muito pela felicidade deles.
              “E por fim, ele olha para mim. Eu poderia ir para a cama com aquele sorriso”
              A família de Magnus, noivo de Poppy, é composta por grandes estudiosos, especialistas em diversos assuntos complexos que ela desconhece. Sempre ela se sente pouco inteligente perto deles e não consegue acompanhar os diálogos. Isso gera alguns dos momentos mais engraçados do livro, quando ela tenta surpreende-los em um jogo de palavras, enquanto Sam passa a “cola” por mensagens de texto. O romance entre ela e o noivo é muito complicado.
              (...) Não somos a história principal. Acho que somos... – Eu contorço meu rosto, tentando pensar numa maneira de dizer. – Acho que somos as notas de rodapé um do outro.
              O enredo é tão divertido e engraçado que a leitura flui com muita rapidez, acredito que essa seja uma marca dos livros de Sophie. Sem contar que o romance é muito fofo e bem atual, combina muito com a nossa sociedade atual, imersa na tecnologia. Recomendo!

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              quinta-feira, 6 de junho de 2013

              [Gastronomia e Literatura] Siri - Capítulo Quinze

              Essa mensagem faz parte de uma série de postagens, capítulo a capítulo, com receitas inspiradas no enredo do livro "Siri" (Rachel Cohn). Para ver as receitas anteriores clique aqui

              Olá Pessoas,

              Mais um capítulo da vida da nossa querida CC. Será que Alexei, o único homem hétero próximo o suficiente, poderá ajudá-la a resolver esse dilema Madonna/puta que atinge os homens?

              Não entendeu? Sugiro que leiam esse capítulo, porque nem eu sei explicar esse efeito...

              CC chega à conclusão de que ela só se importa com sexo e comida, o que bem sabemos por acompanhar suas histórias.

              E no final das contas que tal uma refeição vegetariana com sua mãe? Depois de muito insistir e de deixar sua Mercedes na mão CC, Nancy convence a Pequena Rebelde.

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              quarta-feira, 5 de junho de 2013

              Resenha: "SteamPunk Poe" (Edgar Allan Poe)

              Por Sheila: Oi pessoas! Como estão? E ai vcocês sabem o que é SteamPunk? Não???? Eu também NÃO FAZIA A MÍNIMA IDÉIA até ter esse livro nas mãos. Trata-se de uma coletânea com contos do nosso sempre atual Edgar Allan Poe, aliado a ilustrações lin-das-de-mor-rer! Para facilitar, vou colocar aqui a sinopse que peguei no skoob:
              Apresenta o casamento entre o clima gótico dos contos e poemas do escritor clássico norte-americano. Edgar Allan Poe, e o chamado "Steampunk", gênero da ficção científica e da fantasia que mescla aspectos tecnológicos do século XIX (steam = vapor), a uma certa rebelião contra a tecnologia (o punk). Embora muitos sempre tenham achado que figuras góticas e engrenagens enferrujadas se destinavam a ser parceiros brilhantes, o resultado surpreende tanto aos admiradores do escritor, quanto ao gênero. A obra de Poe é apresentada em textos completos, com os contos macabros de horror e mistério intensificados pelas igualmente mórbidas ilustrações no estilo Steampunk. Prepare-se, pois você pode nunca mais encarar Poe, ou o Steampunk da mesma maneira. 
              Bom, o livro nos trará sete contos de Poe - A máscara da Morte Rubra, O coração delator, A queda da Casa de Usher, Os assassinatos da Rua Morgue, O embuste do balão, Os óculos, O método do Doutor Tarr e do Professor Fether - mas duas traduções do poema "O Corvo", uma tradução realizada por Machado de Assis e outra por Fernando Pessoa. Tirei um trechinho do poema para vocês conferirem.
              Diante da ave feia e escura,
              Naquela rígida postura,
              Com o gesto severo, - o triste pensamento
              Sorriu-me ali por um momento,
              E eu disse: ‘Ó tu que das noturnas plagas
              Vens, embora a cabeça nua tragas,
              Sem topete, não és ave medrosa,
              Dize os teus nomes senhoriais;
              Como te chamas tu na grande noite umbrosa?’
              E o corvo disse: ‘Nunca mais.’” (Tradução por Machado de Assis)
              Alem disso, somos premiados com uma introdução que nos falara pormenorizadamente da obra e seu autor, bem como a explicação do porque da junção deste dois gêneros - que ouso dizer casaram muito bem - alem das especulações a respeito da morte misteriosa do próprio Poe, algo que ficou sem explicação ate os dias de hoje.

              A obra de Poe é permeada pelo mistério e terror, a descrição das pessoas e ambientes geralmente é feita num estilo bem "SteamPunk" - mesmo que o estilo seja posterior ao autor. Além disso, são contos que nos geram tensão, abrindo espaço também para uma lógica dedutiva que é percursora dos modernos romances policiais, como podemos ver em "Os Assassinatos da Rua Morgue, um dos seus contos mais conhecidos.
              Essa madrugada, por volta das três horas, os moradores do quartier de Saint-Roch foram acordados com uma sucessão de gritos horríveis  provindos, ao que parecia, do terceiro andar de uma residencia da rua Morgue ... as pessoas se dividiram e correram a examinar comodo a comodo. Ao chegarem a um grande quarto na parte traseira da casa, no terceiro andar (cuja porta, que se encontrava fechada com a chave por dentro, foi arrombada), apresentou-se-lhes um espetáculo que inspirou a todos não apenas terror, mas estupefação.
              Todos os contos são envolventes, escritos de uma maneira absolutamente maestral (ok, eu confesso, sou uma baita fã de Edgar Allan Poe), chegando a nos dar um certo "frio na espinha em alguns momentos, a unica excessao seria o conto O embuste do balão  que me soou excessivamente técnico e pouco plausível.

              Se a escrita já e maravilhosa, aliada as ilustrações do SteamPunk este se tornou sem duvida alguma um dos meus livros favoritos, tanto a capa, a letra utilizada, os espaçamentos e, principalmente as ilustrações e o conteúdo são magníficos. Chego a me sentir sem palavras para descreve-lo com fidedignidade, só posso dizer uma coisa leiam e confiram. Recomendadíssimo.

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              terça-feira, 4 de junho de 2013

              Resenha: "Garota Tempestade" (Nicole Peeler)

              Por Gabi: Olá bookaholics! Hoje venho trazer um livro bem bacana para vocês. Este é o primeiro volume da série A Magia de Jane True. Foi meu primeiro contato com o urban fantasy (fantasia urbana) que é basicamente um subgênero da Literatura Fantástica, em que histórias com elementos fantásticos se passam na cidade. Então vamos à história!

              Jane True tem 26 anos e mora na pequena cidade de Rockabill com o pai que sofre com os problemas no coração provocados pelo infarto e pelo abandono da esposa Mari -e mãe de Jane. E ela é, aliás, um dos mistérios do livro. 

              O que sabemos é que há vários anos ela apareceu na cidade andando sozinha na rua completamente nua, quando um grupo de amigos a encontrou. Um deles era o pai de Jane, que logo se encantou pela mulher, a ajudou e foram ficando mais próximos, se apaixonaram e tiveram uma filha. Seis anos depois, inexplicavelmente, ela desapareceu, abandonando-os. 

              Jane sente muito até hoje a falta da mãe, mas elas compartilhavam uma paixão clandestina: nadar. É uma atividade relaxante e revigorante e também perigosa já que seu lugar predileto é o Grande Sow, quinto maior redemoinho do planeta e a maior atração turística da cidade.  Ao mesmo tempo que esse é um lugar especial, ele a remete a uma das maiores tristezas de sua vida, a tragédia que tirou a vida de seu grande amor, Jason
              Daí foi um pulo só até o mar, cujas ondas se ergueram e me envolveram da forma como faziam os braços da minha mãe , quando eu era menininha. Na verdade, nadar era tudo o que ainda me fazia lembrar dela. [...] Eu jamais me esqueceria dos nossos nados noturnos e clandestinos. O segredo que nos unia quando eu era criança.
              E que, suspeitava eu, havia destruído minha família. 
              Apesar de tudo, ela tenta levar a vida nessa cidadezinha onde alguns ainda a olham torto pelo ocorrido com Jason. Jane trabalha na livraria Morrer de Ler, das namoradas Tracy e Grizelda, que chocaram o conservadorismo de Rockabill com seu relacionamento. As duas são super divertidas e grandes amigas de Jane. Mas seu grande escape continua sendo enfrentar as águas do grande Sow. E é durante um de seus mergulhos clandestinos que Jane comprova a veracidade da frase Sheakesperiana: "Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia"

              Ela descobre que é uma meio humana (assim como sua mãe) e que há seres sobrenaturais dos mais diversificados vivendo entre humanos há milhares de anos. E não é por acaso que ela se sente tão revigorada na agitação dos oceanos, a garota tempestade. Nell, Trill e Anyan são os primeiros não humanos que ela conhece em Rockabill. Nell, conta-lhe que sua mãe também é uma meio humana. Como se não bastassem todas essas novidades, entra em cena Ryu, um vampiro super sexy, deslumbrante e poderoso que veio até a cidadezinha para investigar incomuns assassinatos. 
              Eu não conseguia nem começar a organizar tudo o que ficara sabendo aquela noite. Não fazia sentido; ainda assim, fazia todo sentido. [...] De repente, tudo mudara. E eu não podia nem começar a entender a magnitude. 
              Há alguém em Rockabill matando meio humanos e Jane pode ser a próxima da lista. Ao lado de Ryu ela terá que embarcar em um mundo desconhecido, em que habitam criaturas aterrorizantes, vingativas e mortais. Em meio a aventuras e descobertas ainda surge um romance bem caliente entre ela e vampiro. Será que seus julgamentos estão corretos? Quem é, de fato, confiável? 

              Esse romance me surpreendeu completamente. Esse é um ótimo caso de "não julgue o livro pela capa". Quando a vi, imaginei que se tratasse de uma história infanto-juvenil bem leve e tranquila. Pois me enganei completamente. Narrado em primeira pessoa por Jane, temos um urban fantasy eletrizante com toques de mistério, ironia, sobrenatural, romance e cenas picantes na medida certa
              Fiz como ele pediu e, de repente, senti mesmo alguma coisa. Foi como o mais leve dos ventos frios soprando em minha pele, arrepiando os pelos do braço.
              - Uau! - suspirei abrindo os olhos e vendo Ryu sorrir para mim.
              - Prepare-se para muitos "uaus" daqui para frente, Jane. 
              Engasguei, sem saber ao certo se, ou o quê deveria ler nas entrelinhas daquela afirmação. 
              Jane é uma protagonista ótima. O fato de ser meio lenta para entender as coisas, às vezes e sua libido aguçada nos proporcionam divertidos momentos na leitura. Nos apresentar uma protagonista tão real em um romance intrínseco com o sobrenatural foi uma ótima sacada da autora. A linguagem é outro ponto positivo do livro. Não há aquele puritanismo de medir as palavras a todo o momento. Há palavrões e palavras mais fortes, mas encaixadas nos lugares corretos, sem cair na promiscuidade. Não poderia deixar de comentar da cidadezinha de Rockabill e seus estabelecimentos de nomes peculiares: barzinho Pocilga e lanchonete Chicqueirão são alguns deles. 

              O mundo sobrenatural criado por Peeler é muito novo para mim, com exceção dos vampiros, que mesmo assim têm suas particularidades. São seres sobrenaturais bem exóticos e diversificados: selkies, alfas, dríado, spriggans, nagas e muitos outros. Cada um com suas particularidades e poderes, em alguns momentos me deixavam um pouco confusa por não conseguir identificá-los.  O único ponto negativo, ao meu ver. 

              Estou muito ansiosa pela continuação, "Caçadores de Tempestade". Não há muitas informações da série, aliás: próximas datas, quantidades de livros, etc. Espero que não demore muito! Enfim, leitura super indicada!!


              E vocês gostaram da indicação de hoje? Quem aí já leu o livro ou gosta desse sub gênero? Não deixem de comentar suas opiniões.

              Beijos beijos e boa leitura! 



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              #PROMO Combo de livros da Novo Conceito

               Que tal concorrer a esses 3 lançamentos da Novo Conceito? O Dear Book e mais dois blogs estão sorteando:
              • Paperboy
              • Um gato de rua chamado Bob
              • Livraria 24 horas do Mr. Penumbra
              Atenção: Serão 3 ganhadores, 1 livro para cada.

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              domingo, 2 de junho de 2013

              Resenha: "O Teorema Katherine" (John Green)


              Por: Cari Vieira - O Teorema Katherine é um livro YA escrito por John Green. É a primeira obra que leio desse renomado autor, mais conhecido pelo célebre "A Culpa é das Estrelas".

              Colin, personagem principal desse livro, é uma rapaz de 17 anos, que adora anagramas, e que acaba de terminar o Ensino Médio. Desde muito jovem ele foi considerado e avaliado como um prodígio, e sempre foi incentivado pela família a aprofundar esse dom. Entretanto, ele chega ao final dos estudos, sem grandes perspectivas e ainda é desprezado pela namorada: a 19ª Katherine. Isso mesmo.... Colin tem um fraco por Katherines e já namorou 19. 
              "É possível amar muito alguém. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela."

              "Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário?"
              Arrasado com o fim da relação, Colin parte com seu amigo muçulmano Hassan em uma viagem de carro (o Rebecão de Satã), buscando superar a dor e as situações complicadas de sua vida, afinal ele ainda não conseguiu fazer nada daquilo para o qual as pessoas, e ele mesmo, acredita estar predestinado.. Ainda não descobriu a cura de uma doença, não fez mestrado, doutorado e nem teve um momento Eureka.
              "O problema era que o garoto mais especial, magnífico e genial do mundo era... bem, não era. o Problema mesmo era que Ele não era importante. Colin Singleton, célebre menino prodígio, célebre veterano de Conflitos Katherínicos, célebre nerd e stzpinkler, não era importante para a Katherine XIX, e não era importante para o mundo".
              A viagem com Hassan vai seguindo até que eles param na cidade de Gutshot, no Tennessee, onde o arquiduque Francisco Ferdinando está enterrado. Os rapazes param e acabam conhecendo e fazendo amizade com Lindsey Lee Wells, uma caipira da região que nos fará dar boas risadas formando um trio bem animado com os rapazes.
              "Se tem uma coisa que eu sei nessa vida é que algumas pessoas nesse mundo cê só consegue amar e amar e amar, não importa o que aconteça."
              É nesta cidade que Colin acredita ter encontrado seu momento Eureka:  ele resolve trabalhar em um teorema: o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, ou seja, um teorema que possa ser associado a todas as 19 Katherines e a todos os demais relacionamentos amorosos. 
              "Naquele instante, o futuro — não controlável por Teorema algum, seja matemático ou não — se descortinou para Colin: infinito, indecifrável e lindo."
              Ele indicaria quando a relação está chegando próximo ao fim e quem a interromperá, ou seja quem será o Terminante e o Terminado. Na cabeça do rapaz, ao terminar esse teorema ele terá prestígio, receberá prêmios e condecorações e acabará conseguindo a 19ª Katherine de volta . 
              "Colin estava convencido de que o mundo continha exatamente dois tipos de pessoas: os Terminantes e os Terminados. Muita gente poderá argumentar que se enquadra em ambos, mas quem diz isso não entende o x da questão: você é predisposto a um destino ou ao outro. Pode ser que um Terminante nem sempre parta o coração de alguém e um Terminado nem sempre tenha o coração partido. Mas todo mundo segue uma tendência."

              “E a moral da história é que não é a gente que lembra o que aconteceu. É o que a gente lembra que se transforma no que aconteceu. E a segunda moral da história, se é que uma história pode ter várias morais, é que os Terminantes não são intrinsecamente piores que os Terminados. O término do namoro não é algo que acontece a você; é algo que acontece com você.”
              Será que Colin conseguirá o que deseja? relacionamentos realmente podem ser previstos por meio de análises matemáticas?
              "Ele gostava de todos os livros, porque adorava o simples ato de ler, a magia de transformar os rabiscos de uma página em palavras dentro da cabeça".
              Para quem não é muito fã de matemática como eu, ler alguns itens dessa resenha pode causar alguns arrepios, na verdade há algumas partes em que a matemática realmente aparece com força total, mas nada que atrapalhe o acompanhamento da história. vale ressaltar que ao final do livro, há um apêndice ilustrando e explicando os cálculos e gráficos utilizados por Colin no livro (confesso que não consegui acompanhar muito bem essa parte).

              Trata-se de uma leitura leve mas com toques interessantes que nos levam a reflexão sobre amor, amizade, e sobre como lidamos com as expectativas criadas em torno de nós.O autor escreve de uma maneira bastante agradável, divertida, com capítulos curtos e prendendo a atenção do leitor. Indico para os que curtem uma história leve e com temática juvenil.

              Espero que gostem da resenha!
              Não esqueçam de comentar!
              beijos e até a próxima
              Com carinho
              Cari

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